quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Oito Horas Para Ser Atendido em Postos da Previdência Social. Isto é Que é "Eficiência" e "Perfeição".


O atendimento nos postos da Previdência Social - INSS, é uma lástima. Todos os brasileiros sabem da má prestação de serviços públicos pelo Estado Brasileiro. Experimentei pessoalmente nestes dois últimos dias.

Atendendo demanda do PROUNI para matricular minha filha numa faculdade, precisei retirar "CNIS" e certidão negativa em postos do INSS. Gastei cerca de oito (8) horas "esperando" ser atendido.

Guichês de atendimento fechados, cadeiras quebradas (deixando pessoas, inclusive idosos, em pé) e funcionários que param o atendimento para comer, conversar e "brigar com o computador", deixam centenas de pessoas esperando horas intermináveis. E, pasmem! ninguém pode reclamar, pois, podem ser enquadrados como agressores de funcionários públicos. Para isso, colocaram um cartaz com um "aviso" sobre punições para aqueles que desacatarem os "eficientes" funcionários públicos no exercício de funções públicas.

O ex-presidente Lula disse em uma entrevista no passado que os serviços do INSS eram "quase" perfeitos. Agora entendo o significado do "quase".

Agora. Sr. Lula, aqui pra nós. Esse "quase" deixa o atendimento da Previdência Social uma "porcaria" (perdão pela má-palavra). Mas é uma total falta de respeito pelos brasileiros que eles (as autoridades políticas) dizem tanto cuidar.

Respeito é bom. Para Quem Se Dá ao Respeito.

O endurecimento da lei de trânsito tem gerado reportagens e opiniões. Claro que concordamos com a adoção de medidas severas para coibir o abuso não somente no trânsito, mas, em todas as áreas da vida em sociedade.

O brasileiro cobra das autoridade não apenas ações desse tipo, mas, também, comportamento exemplar. No entanto, o que se vê em todos os lugares, é uma quantidade enorme de brasileiros querendo apenas levar vantagem ou oferecer vantagem para os seus.

No trânsito, ultrapassar pela direita; fazer fila dupla; fechar entrada de rua ou cruzamento; circular com o carro pelo acostamento; estacionar em local proibido, principalmente, nas calçadas; colocar som automotivo com volume excessivo, inclusive, durante a madrugada; estacionar em local destinado para portadores de deficiência ou idosos, e por aí vai.

Na fila do supermercado ou banco, deixar "marcado" o local enquanto vai realizar outras compras, solicitar ou atender pedidos de conhecidos para pagar alguma coisa na frente dos demais enfileirados, ficar analisando extrato diante da máquina bancária e outros absurdos.

Nas ruas, jogar lixo no chão, colocar o lixo residencial fora do horário de coleta pública, ocupar o espaço público para vender, inclusive, pontos de ônibus ou "ilhas" de apoio ao pedestre, fazer "gato" na iluminação pública, funcionar bares em locais residenciais com música ao vivo, inclusive, de veículos; fazer parte de igrejas, terreiros e academias que insistem em desrespeitar o direito do vizinho em poder ficar em sua casa sem ser incomodado por barulho, mesmo nos horários não abrangidos pela lei do silêncio, etc.

Como se vê, o brasileiro, e especialmente, o baiano, é bom para exigir das autoridades públicas, um bom serviço público e comportamento exemplar. Contudo, vive se "fazendo" em arbitrariedades e falta de respeito para com o outro. Se esquece que as leis, a justiça, a polícia e as prisões só existem porque existem aqueles que não querem cumprir o dever de respeitar o direito do outro.

Em síntese, brasileiro é aquele que não quer ser "passado para trás", mas, fica esperando uma oportunidade pra "passar a perna em alguém".

Pense nisso.

"Se não soubermos respeitar, agir com bom senso e ser coerentes, não há como falar, desejar, muito menos ser uma sociedade respeitosa, equilibrada e decente".

"Cobrar é bom. Fazer, é outros quinhentos".

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Militantes Gays Agridem Jovens Cristãos Católicos.


Leia a notícia. Volto em seguida.

Jovens cristãos católicos são agredidos por manifestantes gays
Jovens cristãos católicos são agredidos por manifestantes gays
Jovens cristãos católicos são agredidos por manifestantes gays.
Um grupo de jovens católicos do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) realizava uma campanha pacífica e ordeira contra o aborto e a ditadura homossexual, denominada Cruzada pela Família, no centro de Curitiba, no dia 14 de janeiro. Em determinado momento, começou a se formar um grupo numeroso de homossexuais e simpatizantes que passaram a agredir de diversas formas os jovens católicos.
A Cruzada pela Família, promovida pelo IPCO, está percorrendo o Brasil fazendo uma campanha ordeira e pacífica contra as leis de aborto e a agenda do movimento homossexual, como o kit gay nas escolas, a lei de homofobia, entre outros princípios da fé cristã.
As cenas do vídeo, disponível na internet, são fortes e mostram os ativistas do movimento gay cercando os jovens católicos, cuspindo, agredindo e fazendo obscenidades contra os caravanistas, que reagiram com firmeza e educação.
As imagens falam por si e revelam os verdadeiros intolerantes, capazes de ações violentas contra os que defendem um posicionamento contrário ao deles.
Fonte: http://www.amigodecristo.com
Comento.
Quem já, infelizmente, presenciou uma dessas "paradas gays" que são realizada em nosso país, pôde observar a forma agressiva e desrespeitosa com que os militantes se apresentam. Eles se utilizam de objetos (imitações de órgãos sexuais masculinos), simulam relações sexuais, usam palavras obscenas das mais pesadas, inclusive nas músicas executadas por arremedo de artistas presentes nestes espetáculos dantescos. São agressões de todos os tipos que atingem as famílias, especialmente, crianças, em suas próprias casas.
Aliás, é preciso sinalizar para o Ministério Público da Infância e da Adolescência, a presença de crianças, inclusive de colo, nessas manifestações. É preciso tomar providências, a fim de verificar os riscos da presença de crianças e adolescentes neste tipo de ambiente.
Mas, o que desejo destacar é o fato de, mesmo sendo contestados em seus valores e suas convicções, ninguém presencia cristãos agredindo os gays durante estas manifestações. Jamais algum cristão atentou contra a vida de qualquer homem ou mulher em decorrência de sua opção sexual ou sua livre manifestação.
Lamentavelmente, os militantes gays não conseguem conviver com o contrário, com aqueles que tem a liberdade de expressar suas opiniões contrárias a sua agenda. Mas, terão que aprender, pois, é assim que se constrói um país democrático. E se não entenderem pedagogicamente essa realidade, terão que aprender pelo braço forte das leis que estão estabelecidas neste país sobre todos os brasileiros.
Depois, os intolerantes são os outros.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Libere o Poder.


Alguns anos atrás, um presidente dos Estados Unidos disse para um presidente brasileiro: “você é o cara!” O presidente a quem se referiu se animou e, se até aquele momento achava-se ser, passou a acreditar piamente.

Imagino Jesus se encontrando com ele e dizendo: “o maior é aquele que é humilde como um menino (Mt. 18). Nota-se que, a despeito da interpretação do presidente elogiado, quem, na verdade, estava se colocando como maioral era aquele que o elogiava. Segundo Jesus, “a humildade é característica dos grandes homens”.

Parece ser natural no mundo de hoje os homens se acharem maiores e melhores do que os outros. Isso me faz lembrar a oração do fariseu no templo, citado por Jesus no capítulo 18 do evangelho segundo Lucas. Esta forma de encarar a vida e o exercício da liderança em qualquer organização é fatal para sua sobrevivência, haja vista que, se no início começou a obter progresso, com o decorrer do tempo, fica "patinando" na rotina, no marasmo das mesmas soluções para problemas diferentes. Resultado, a organização deixa de caminhar no cumprimento de sua missão e passa a circular em torno de si mesma, perdendo tempo, dinheiro e energia nos meandros da administração eclesiástica.

O exercício do poder é um vírus que nenhum ser humano suporta por muito tempo. Perceba na história humana que a perpetuação no poder gerou homens bárbaros, ditadores, fascistas e sanguinários. Por esta razão, para sua própria preservação, é preciso uma mudança periódica na liderança, alternar o poder, dar oportunidade para que outro homem ou mulher assuma as rédeas e contribua para o amadurecimento da organização e adoção de melhores soluções, sem os vícios adquiridos com o tempo e a repetição.

Isto não tem sido possível em razão do orgulho que espeta o coração e convence a razão do poderoso da vez. O orgulho que cega e escraviza, é o mesmo que mata, principalmente, espiritualmente. Infelizmente, nossas organizações religiosas estão com lideranças humanas cada vez mais fortes, do ponto de vista financeiro e político, e fracas, do ponto de vista do Reino de Deus.

Essas lideranças se tornam completamente despreocupadas com o bem estar da organização e seus integrantes, e passam a se preocupar com a perda do poder que, por sua vez, representará diminuição de sua influência e perda de recursos financeiros pessoais. A partir disto, a manutenção do poder passa a ser o objetivo principal de sua administração, e com isto, as decisões, projetos e ações são diretamente influenciadas por esta meta final.

Os pastores presidentes, principalmente, precisam lembrar-se dos conselhos e exemplos bíblicos, e, serena e equilibradamente, colocar um ponto final na crença do poder vitalício ou eterno onde ele não existe. O exercício da presidência de uma organização precisa de oxigenação, pois, “todos” os homens precisam se reciclar e se permitir ensinar e liderar por outros. Isto é crescimento pessoal e organizacional.

Todos pedem a Deus que libere o seu poder sobre nós. Estamos num tempo em que, para melhoria de nossas organizações religiosas e de nossa vida cristã na sociedade, “precisamos pedir a Deus que peça aos homens que libere o poder sobre nós”.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Já Passou da Hora da Assembleia de Deus Acabar Com a Empresa.

A expansão das Assembleias de Deus trouxe um problema que precisa ser sanado o quanto antes. Um número enorme de congregações que ficam vinculadas a uma igreja principal para todo o sempre, amém. Se a preocupação fosse com a qualidade na administração dessas congregações e a preocupação com os possíveis desvios doutrinários, poder-se-ia argumentar ser necessário este vínculo. No entanto, não se justifica de forma alguma o vínculo para todo o sempre.
 
As congregações recém-inauguradas podem, e devem, ser acompanhadas por um tempo. Depois, devem ser liberados para viverem suas próprias vidas, com seus respectivos pastores, seus respectivos corpos diretivos e seus membros.
 
O problema real que se vê nos meandros destes vínculos intermináveis é a dependência que a igreja principal tem dos recursos financeiros destas congregações. Por esta razão, as igrejas locais são administradas sem o domínio sobre os recursos advindos de sua própria existência. Isto só tem causado problemas e mais problemas, além de inverter o sentido correto das coisas.
 
Profeta Malaquias registrou: “tragam os dízimos para a “casa do tesouro”, para que não falte mantimentos na minha “casa”” (Ml. 3:10). Vamos clarear. Tragam os dízimos para o “tesouro da casa”, a fim de não faltar mantimento na “casa do tesouro”. Malaquias está falando de um mesmo “lugar” (localização geográfica). Se você continuar lendo o texto citado, verá a consequência da manutenção e respeito pela determinação divina através do profeta. Tem-se o círculo virtuoso na administração das coisas de Deus.
 
O que é que se colhe com o modelo que está aí? O círculo vicioso da administração humana: "Nunca se tem, e por mais que tenha, terá sempre em falta”.
 
Vamos aproveitar o momento e mudar. Já passou da hora.

Srs. Pastores, Não Trabalhem Sozinhos. Duas Cabeças Ainda Pensam Melhor Que Uma.


O modelo de liderança isolada numa presidência, senhor de todo poder, é a pior forma de administração para uma igreja. Esta forma de conduzir o rebanho impõe uma grande carga sobre os ombros do pastor e traz mais malefícios que benefícios para a comunidade cristã.
 
A igreja que é sustentada desta forma comete mais erros do que acertos e, por esta razão, acredito ser necessário uma reforma. Alguns tentam argumentar dizendo que a igreja ou campo é liderado por uma “diretoria”.  Diretoria que atende as necessidades de serviço e não de administração. A maioria, mesmo com uma diretoria, tem sempre no final, a palavra do pastor presidente como a palavra do rei. Não pode ser contestada e, depois de tomada, não tem volta.
 
Uma igreja com este modelo fica dependente de uma figura central e, em caso de férias ou qualquer outra justificada ausência, nada pode ser feito em razão do mesmo não poder avalizar ou autorizar uma decisão, deixando, desta forma, a igreja refém de sua presença.
 
Proponho que as denominações sejam geridas por um conselho administrativo com uma presidência rotativa. Este conselho deve ser composto por um determinado número de integrantes, todos homens cheios do Espírito Santo, íntegros, com uma clara chamada por Deus e indicados pela igreja local. A cada dois anos um deles ocupará a presidência da denominação e as decisões serão tomadas a partir da aprovação da maioria dos conselheiros.
 
Isto evita as chamadas “denominações monárquicas”, onde o líder deixa o legado, não para a comunidade, e sim, para sua família. É, também, um antídoto contra a prepotência, a arrogância, a avareza, a falta de transparência, e as decisões tomadas com base no “estômago” do líder. Refiro-me as decisões tomadas com base no humor do líder. Se ele está bem, toma uma decisão ponderada. Se estiver naqueles dias difíceis, as decisões serão precipitadas, e a probabilidade de ser uma decisão errada aumenta exponencialmente. E o que é que os demais podem fazer? Nada.
 
Igrejas locais fortes, organizadas e bem administradas, onde a essência volta a ser a vida em comunidade, experimentada na unidade do Corpo de Cristo. É possível.
 
Fica a sugestão.
 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O Que Você Vai Fazer no Carnaval?

 
 
Enquete realizada hoje pelo Jornal Tribuna da Bahia em seu site - www.tribunadabahia.com.br.
 
 
Para quem insiste em acreditar que os baianos gostam e participam da famigerada festa. Como o resultado da enquete diz, a maioria dos baianos preferem "ficar longe da folia".

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

CGADB, CEADEB, CONFRAMADEB e o Silêncio dos Bons




"O que me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons" (Martin Luther King).

Chega a ser constrangedor o comportamento daqueles que mesmo envolto num ambiente hostil a transparência, omitem-se em sua pequenez humana. É até compreensível. Qual o personagem bíblico não temeu por sua pequenez? No entanto, apesar de suas debilidades e imperfeições, esses personagens não se permitiram usá-las como desculpa para  inércia.

Comove-me ver e perceber homens chamados para servir a causa do mestre apenas observando as negras nuvens que pairam sobre o ambiente cristão. Talvez por excessiva preocupação com repercussões negativas advindas da manifestação pública de descontentamento quanto a situação política, interna e externa, atual (falo das organizações eclesiásticas cristãs e das políticas de governo do atual partido mandatário no Brasil).

Os bons se calam e se omitem, enquanto os loucos, neófitos, carnais e malignos avançam sobre as coisas de Deus e sobre o povo.

Não, senhores. Não é convincente a justificativa do silêncio para evitar estragos. O dano já está sendo causado pela ação dessas ervas daninha dentro do movimento cristão e nos órgãos de governo. O único contraponto é o silêncio e a omissão?

Os personagens bíblicos que ousaram defender o Reino de Deus foram vitoriosos porque souberam superar sua pequenez humana e confiar no Senhor que os chamou para defender o seu povo. Tiveram a coragem de enfrentar os poderosos inimigos utilizando as armas espirituais colocadas por Deus à disposição de quem se levanta e diz: “eu vou e lutarei contra esse incircunciso”.

Não se trata de brigar pelo poder temporal utilizando armas carnais como socos, pontapés, xingamentos, ações judiciais e coisas semelhantes. Trata-se de batalhar pela defesa dos princípios cristãos. É preciso juntar-se a outros sinceros e íntegros na negativa de submissão a voz corrente que deseja tornar a desobediência a Deus como algo normal e sem consequências.

O Pr. Martin Luther King (Um dos mais importantes defensores dos direitos civis dos negros nos EUA), se disse preocupado com o silencio dos bons. E ele tinha razão. Esse silêncio ensurdecedor causa mais males do que a gritaria dos maus.

Não há contraponto? É isso mesmo? Não tem jeito? É o “suposto” determinismo bíblico que diz ser este o panorama no fim dos tempos? Então, paremos? Vamos ficar em casa, isolados, amordaçados, acovardados, porque nada do que a gente faça vai alterar o ambiente? É isto? Vamos deixá-los ir para o inferno sem que avisemos que seus pés estão próximos demais do abismo?

Não, senhores. O que nos falta é unidade na integridade, força para ficar em pé e coragem para abrir a boca e arremessar contra eles a Palavra de Deus. Eles virão contra os bons com violência, com isolamento, com difamação, com ações levadas a efeito por sua loucura. Mas eles cairão!

Se os nossos bons pastores romperem o silêncio e assumirem o papel reservado por Deus para eles, se acenderá a luz do bom senso, da honradez, da transparência e da boa administração no trato com as coisas de Deus. Como deve ser. Os maus serão afugentados porque a luz repele as trevas, e aí sim, veremos triunfar os propósitos de Deus para nosso povo, para nossa nação.

Fases da Vida.

(História fictícia - Só para divertir).
No primeiro dia, Deus criou o vaca e disse:

- Você deve ir, diariamente, ao campo com o fazendeiro, ficar sob o sol, ter bezerros e dar leite para alimentar o fazendeiro. Eu lhe dou 60 anos de vida.

A vaca respondeu:

- É uma vida muito sacrificada para mim para durar 60 anos. Eu aceito 20 e devolvo os outros 40.

E Deus aceitou. No segundo dia, Deus criou o macaco e disse:

- Divirta as pessoas, faça-as rir. Eu lhe concedo 20 anos.

O macaco disse:

- Fazer macaquice por 20 anos é muito chato. Dê-me 10 anos e eu devolvo os outros 10.

E Deus aceitou. No terceiro dia, Deus criou o cachorro e disse:


- Fique sentado todos os dias sob o sol, na frente da casa e lata para qualquer um que passar. Eu lhe dou uma vida de 20 anos.

O cachorro disse:

- É uma vida muito longa para ficar latindo. Faça como fez com o macaco. Dê-me 10 anos e eu devolvo os outros 10.

E Deus concordou. No quarto dia, Deus criou o homem e disse:


- Coma, durma, brinque, e não se preocupe com nada. E lhe concedeu 20 anos.

O homem respondeu:

- O quê? Só 20 anos? Que miséria! Veja, eu pego os meus 20, os 40 que a vaca devolveu, os 10 do macaco e os 10 do cachorro. Isso perfaz 80 anos.

- Está bem!, Deus respondeu. Negócio fechado!

É por isso que, durante os 20 primeiros anos de nossa vida, nós comemos, dormimos, brincamos, e não fazemos mais nada. Nos 40 anos seguintes, nós trabalhamos como uma vaca sob o sol, para manter a família. Nos outros 10 anos, fazemos macaquices para distrair os netos. Nos últimos 10 anos, ficamos sentados na frente da casa, latindo para todo o mundo, até que um dia nos calamos... e morremos.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Elementos Úteis Para Uma Vida Cristã Saudável

À proporção em que a quantidade de cristãos aumenta, cresce paralelamente os problemas advindos das faltas cometidas por estes, afinal de contas, a tentativa dos cristãos é ser igual a Cristo. Sabem, porém, das dificuldades que os espera nesta caminhada, haja vista a impossibilidade de seres imperfeitos chegarem à perfeição. Todavia, seguem tentando. E assim é que deve ser (1 Jo. 2.6).

Mesmo tendo um conhecimento superficial dos princípios cristãos, aqueles que não fazem profissão de fé em Cristo, cobram um comportamento ético, íntegro e respeitável daqueles que dizem ser. Pelo menos atitudes mais elevadas que aquelas que criticamos. “Não dizem que são seguidores de Cristo? Façam o que Cristo fez.” E estão corretos em fazê-lo. Se vendemos esperança em Cristo, é razoável que esperem que andemos como Cristo andou.

Somos estimulados por Deus e cobrados pelo mundo e por nós mesmos a possuir atitudes que justifiquem o “ser sal da terra e luz do mundo”.

Com este quadro, aparentemente, adverso, se faz necessário desenvolvermos nossa vida cristã de forma equilibrada e saudável. Nunca foi objetivo do Senhor impor sobre nós um fardo insuportável, pelo contrário. Ele nos concede um fardo leve que, voluntariamente, decidimos carregar: “ser um discípulo Seu”. Ele nos convida. Nós decidimos segui-lo ou não.

Para nos tornarmos seguidores saudáveis de Cristo, precisamos, pelo menos, de alguns elementos que considero indispensáveis: fé, fundamento e inteligência. Sem estes elementos viveremos a fé pela fé, seremos cristãos superficiais e massa de manobra dos homens. Um seguidor autêntico de Cristo precisa, para sua própria proteção, conhecer estes elementos e aprender a lidar com os abutres da religião (At. 17:11).

- Há um definição no dicionário que diz: "fé é a adesão absoluta do espírito àquilo que se considera verdadeiro". Na Bíblia encontramos: "fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos" (Hb. 11:1). A definição que dou aqui é: "fé é a adesão absoluta da intenção humana em alguém ou em alguma coisa que esperamos”.

Uma vida cristá se inicia com esse passo, uma espécie de vôo cego em direção a uma certeza sem apoio na realidade. Já mencionei em um texto publicado aqui, que "a fé é um salto no escuro". Quando se decide ser cristão, o fazemos com base apenas na "adesão absoluta de nossa intenção em Cristo e Suas Palavras". O que Cristo disse, acreditamos como verdade. O que Cristo promete, esperamos com ardor.

É de fundamental importância para quem deseja uma vida cristã saudável, a manutenção da absoluta adesão de nossa intenção em Cristo.

Fundamento - Mesmo sendo iniciada nesta forma abstrata (a fé), a vida Cristã não se contenta com o vazio, com a ausência de dados, com a falta de elementos que reforcem a confiança em Cristo e estimulem a certeza da verdade. Pelo contrário, a vida em Cristo se desenvolve na busca pelos fundamentos da fé e, como diz o próprio Deus, este conhecimento evitará a destruição do seu povo (Os. 4:6).

Por esta razão, somos estimulados a ler, examinar minuciosamente informações deixadas pelo próprio Deus na Bíblia, na natureza, no homem e no universo. Jesus falando sobre conhecimento disse em Mt. 13:12 - "Porque àquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado", ou seja, o conhecimento de Deus que uma pessoa não cristã possui em si mesma se desvanece a proporção que ela vive distante dos mistérios de Deus (Mt. 13.11-13).

Uma vida cristã sadia é aquela que tem início num "vôo cego" e prossegue fundamentada em evidências que autenticam a verdade do caminho que escolhemos percorrer. As coordenadas deste vôo foram traçadas e expostas desde a fundação do mundo, cabendo-nos a tarefa de conhecê-las para nossa própria firmeza espiritual.

Inteligência - Os fundamentos da fé cristã são as coordenadas que, progressivamente, são reveladas à nós. Podemos viver toda a nossa vida diante das evidências e não extrairmos os elementos que fundamentam nossa vida cristã. Para que não passemos como "vales de ossos secos", precisamos de inteligência.

Sim, boa parte da inteligência é inata. No entanto, quando conhecemos a composição da inteligência, nos deparamos, dentre outros, com "memória, imaginação, juízo e raciocínio". Tem-se que, o cuidado com a memória, a diversidade no criar, a capacidade de discernir e a organização das idéias, pode-se obter quando nos dedicamos a leitura e quando ouvimos outras pessoas.

Quanto a inteligência inata ou natural, a humanidade nada pode fazer para alterar os níveis das gerações futuras, concedendo-lhes assim, excepcional capacidade de entender as coisas. É preciso destacar que nenhum ser humano nasce totalmente vazio da faculdade de compreender. O que nos faz imagem e semelhança do Criador é exatamente esta capacidade, que nos faz superior aos animais irracionais.

Nosso desafio, como disse Cristo, é buscar mais conhecimento, para compreender mais e ser mais inteligente (Mt. 13:12). E, para quem acredita na ação sobrenatural do Espírito Santo, contamos com um poderoso upgrade espiritual. É só chamá-lo em oração.

Concluindo. São tempos difíceis para o cristianismo, com "novas correntes religiosas, novos líderes carismáticos, novas unções, estratégias estranhas de persuasão, novas revelações, novas formas de penitencias", enfim, toda "má-sorte" de crendices e superstições criadas e impostas com a intenção, consciente ou inconsciente, de seguir no escuro (a fé pela fé).

Uma vida cristã saudável é aquela que aderimos a luz no escuro. Neste ato, as escamas caem dos nossos olhos e enxergamos a luz. Ato seguinte, tudo fica claro e passamos a enxergar o que não víamos. As evidências apontam o caminho e indicam o lugar final. É lá que viveremos a verdade que o conhecimento nos revelou, o objetivo final da vida cristã: morar em Deus, fonte eterna de todo bem e da felicidade.

"Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses 3:13-14).

Fonte de consultas:

Biblia Sagrada
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

Ei, Não Viva Só. Procure Uma Igreja Cristã.

"Não é porque uma árvore adoeceu que precisamos derrubar a floresta".

Começo ponderando sobre a necessidade de sermos cuidadosos com as coisas relacionadas com Deus, em especial, a Igreja. Falo aqui das organizações religiosas locais e não da Igreja invisível que permeia todas as denominações. Sim, mesmo se estivessemos no caos [o que não é o caso] a prudência deve ser o alicerce de nossas ponderações.

Vivemos, sim, tempos difíceis e estranhos no Cristianismo, especialmente no Brasil dos cristãos. Denominações personalistas. Bom seria que a personalidade fosse Cristo, mas, não é. São as igrejas de sicrano, beltrano, fulano e por ai vai. Não esqueçamos dos dissimulados. São aqueles que não personalizam abertamente, mas, crescem nos meandros das organizações e, ao chegar no topo, não querem mais sair de lá. Eis os presidentes vitalícios.

"A igreja (organização religiosa) é semelhante a Arca de Noé. Se não fosse o juízo de Deus para os que estão fora, seria impossível suportar o mau cheiro dos que estão dentro". Cito o texto de abertura do livro "A Crise de Integridade", de Warren W. Wiersbe, a fim de, num esforço de sensatez, chamar a atenção para o fato de que, mesmo nessa situação, a igreja (denominação), ainda é o melhor lugar para se estar quando se deseja ir com Cristo. Não que nossa salvação dependa da frequência a uma igreja. Não, não depende. Mas, nossa vida cristã, sim.

Cristo nos convida para vida em comunidade, pois, é na comunidade que vivenciamos a vida de Cristo e experimentamos mais facilmente o amor de Deus. O próprio autor do livro citado, esclarece esta faceta. As denominações podem estar mergulhadas no secularismo até a raiz, mas, mesmo assim, encontraremos em suas fileiras gente decente e sincera que, como você, quer viver a vida de Cristo com os irmãos.

Só precisamos estar atentos para o fato de que nenhuma denominação é perfeita, porém, há comunidades que, a despeito de formadas por seres falíveis, ainda insiste em andar com Cristo. Veja seus líderes e perceba a essência do cristianismo praticado por eles. Você terá uma bela pista de qual cristianismo eles seguem. Como é o pastor, assim é sua teologia.
 
A regra básica é: Eles combinam com as características de pastor citadas por Cristo em João capítulo 10? Ou eles combinam mais com a informação de Cristo sobre os falsos apóstolos em Éfeso, registrado em Apocalipse 2:2?
 
Há muita gente ruim no meio, porém, há outras tantas com coração ardendo de amor pelo evangelho e lutando na defesa dos princípios cristãos com palavras e com seus testemunhos. Há homens que vivem seu pastorado como resultado de uma chamada divina e não como uma profissão. Peça ao Espírito Santo que conduza sua vida nessa direção, que é a direção da vontade de Deus. Ele te conduzirá e você ficará abrigado como um ser imperfeito, no meio de outros seres imperfeitos, que buscam a perfeição de Deus.
 
Frequente uma igreja evangélica mais perto de sua casa ou, melhor dizendo (citando o meu amigo, Pr. Raimundo Campos), "uma igreja evangélica mais perto da Bíblia". Elas existem e estão por aí para te ajudar.
 

sábado, 19 de janeiro de 2013

A Honestidade no Conhecimento de Deus

Fui abordado num ponto de ônibus por uma senhora pertencente as Testemunhas de Jeová, que me perguntou:
 
- Posso lhe falar sobre Deus?

Retruquei sem pestanejar:

- O meu ou o seu?

Ela prosseguiu:

- Deus só existe um.

Insistir:

- Mas, cada um de nós O apresenta do seu ponto de vista.

Ela me deixou um folheto e foi embora.

A resposta daquela senhora e a resposta que dei à ela ficaram em minha mente sendo remoídas pelo meu intelecto e me chamando a atenção para âmago da questão. Essas formas variadas com que apresentamos Deus são nuances legítimas do Próprio? Será que estamos sendo honestos o suficiente para conhecermos Deus a partir de sua própria apresentação? Sem tradição, sem repetição, sem interpretação, enfim, sem "achômetros"?

Zapeando por canais da tv, me deparo com inúmeros programas religiosos (todos do segmento cristão, ou seja, em tese, falam do mesmo Deus), e nesses programas Deus é apresentado de maneira diferente. Tem o Deus que exige o cumprimento da lei dos alimentos e da guarda do sábado, tem o Deus curador que só faz isso, tem o Deus que quer dinheiro da gente para Ele dá dinheiro pra gente, tem o Deus que só fala com os santos beatificados, tem o Deus que só abençoa se agente caminhar no sal e passar no portal, tem o Deus faz milagre com luz de vela, inclusive mata a inveja, e por aí vai...

A humanidade não precisa conhecer Deus a partir do ponto de vista de cada um de nós. O que precisam é conhecer Deus a partir dEle próprio. Devemos apontar o caminho para que eles mesmos conheçam o Senhor. Como fazer isso? Incentivando-os a estudarem a história e seguirem as pistas da revelação do próprio Deus. Estimulando-os a raciocinarem sobre os fatos e, contando com a ajuda do próprio Deus (existe ou não?), conhecê-Lo.

No percurso da história humana, se destaca um homem: Cristo. Não é por isso que dividimos cronologicamente o tempo em Antes de Cristo e Depois de Cristo? Suas obras ficaram marcadas na história e suas palavras atestam Ser o que todos nós buscamos: Deus.

Então, antes de ouvir religiões, denominações, pastores ou guias, ouça Cristo. Como? Ele não morreu? você pode questionar. É verdade. Ele morreu. Mas, veja o que a história humana registrou. Ele não ficou morto, Ele ressurgiu e foi visto pela última vez aqui na terra por cerca de 500 pessoas.

Hoje, através do Espírito Santo, Ele quer revelar Deus à nós, e se gostarmos, ficamos com Ele, se não, seguimos nossa vida contentes com alguma forma de deus apresentada pelos homens.

Quanto a mim, não me interessa conhecer e seguir o Deus dos Testemunhas de Jeová, o Deus dos Universais do Reino de Deus, o Deus da Renascer, o Deus dos Adventistas, o Deus dos Assembleanos, o Deus dos Batistas, o Deus do Candomblecistas, o Deus dos Espíritas, o Deus dos Muçulmanos, o Deus dos Hinduistas.

Eu quero conhecer e seguir o Deus apresentado à humanidade em Jesus Cristo.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Religiosidade Boa. Religiosidade Má.


Independentemente do conceito pejorativo que se jogou sobre o termo “religiosidade”, principalmente no circuito cristão, precisamos ponderar sobre seu significado, reconhecendo-o como definidor da relação entre um ser prestador de culto e a divindade adorada. Nesse sentido, nada mais natural do que a busca do homem, em seu íntimo, do Ser a ser adorado: Deus. Quando configura isto, não há nada de anormal em reconhecermo-nos religiosos.

O problema da religiosidade é a redução do seu sentido real para um sentido de mera formalidade. A repetição de formas, mantras, ornamentos, instrumentos, regras, o engessamento do desejo real e sincero de adorar a Deus ao cumprimento de dogmas religiosos ou denominacionais que deturpam seu objetivo e sentido mais nobre.

Outra atitude que deturpa o termo é a transferência da adoração à Deus para adoração a uma outra criatura ou instituição. É a destronação de Deus colocando em seu lugar um líder religioso, ou um artista, ou um clube de futebol, ou um político, ou uma denominação. Quando isto acontece, além do pecado da idolatria, depreciamos o conceito autêntico de religioso para o pejorativo de “religiosidade”.

A religiosidade honesta é aquela que remonta a relação entre o ser humano e Deus, fazendo com que esse ser passe por melhorias como pessoa, do ponto de vista das relações consigo mesmo, com o próximo e com o próprio Deus. Esta melhoria é fruto da ação direta do Espírito Santo, através da reflexão na Palavra de Deus, que se realiza no mais profundo do coração humano e resulta numa voluntária conversão intelectual.

Religiosidade boa ou má? O que vai definir como é a sua, será o seu comportamento em relação a Deus e os homens.

CGADB - Eleições e Política

Não sou vidente, mas, vou revelar: "o atual presidente da CGADB vai se reeleger. Porquê? por que ele quer. E quando ele não quiser mais, elegerá seu sucessor." E assim, o poder institucional se perpetuará como uma monarquia ou capitania hereditária.

Depois que descobriram o jeitinho humano de fazer política, o clero assembleano não quer outra coisa. Será que algum dia isso muda? duvido. Dizem alguns inocentes: "Deus pode!" Poder, Deus pode, mas, não vai.

"Mas o meu povo não quis ouvir-me; Israel não quis obedecer-me. Por isso os entreguei ao seu coração obstinado, para seguirem os seus próprios planos. Se o meu povo apenas me ouvisse, se Israel seguisse os meus caminhos, com rapidez eu subjugaria os seus inimigos e voltaria a minha mão contra os seus adversários! Os que odeiam o Senhor se renderiam diante dele, e receberiam um castigo perpétuo. Mas eu sustentaria Israel com o melhor trigo, e com o mel da rocha eu o satisfaria" (Salmos 81:11-16).

"Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra" (2 Crônicas 7:14).

À nós nos foi concedido o direito de escolha. Lembram? eleições... escolha... Eles permanecem porque são escolhidos pela maioria dos pastores que lá estão. Pelos votos são eleitos legitimamente. Pela forma como fazem política (manipulando, sabotando, induzindo, ameaçando veladamente)...

Como não sou vidente e desejo o bem dessa denominação, que é resultado de devoção sincera, chamada missionária, muita oração, muito suor, muitas lágrimas e muito sangue, tenho esperança e torço para errar o prognóstico.

Pelo andar da carruagem, tá difícil, tá muito difícil... Só esperando o Milênio pra ver se acordam do sono (soninho gostoso zzzzzzzzzzzzzzzzzzz...).

Como não se viabilizou uma terceira via (pelas razões mencionadas acima), faço uma recomendação aos pastores sinceros e decentes (se é que há necessidade de recomendar alguma coisa aos homens que conhecem Deus e dialogam com Ele todos os dias):

"E ele bradou com voz poderosa: "Caiu! Caiu a grande Babilônia! Ela se tornou habitação de demônios e antro de todo espírito imundo, antro de toda ave impura e detestável, pois todas as nações beberam do vinho da fúria da sua prostituição. Os reis da terra se prostituíram com ela; à custa do seu luxo excessivo os negociantes da terra se enriqueceram. Então ouvi outra voz do céu que dizia: "Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus pecados, para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!" (Apocalipse 18:2-4).

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

MMA Com Dinheiro Público

Leiam a notícia veículada no http://esportes.terra.com.br/.
 
 
"MP vê "gasto abusivo" e recomenda suspensão do UFC São Paulo"
 
(...)
 
Em portaria assinada por Valter Foleto Santin, 2º Promotor de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital, o MP classifica o patrocínio da prefeitura como "gasto gasto desnecessário, abusivo e excessivo de recursos públicos em atividade não olímpica, consumindo boa parte de valor destinado à Secretaria para eventos". A Secretaria Municipal dos Esportes, Lazer e Recreação destina ao UFC R$ 2,5 milhões dos cerca de R$ 3,3 milhões que tem disponíveis para eventos em 2013 - mais de 75% da verba do ano.
 
(...)
 
Quanto de saneamento básico não poderia ser realizado com 2,5 milhões de reais? Quantos medicamentos não dariam para adquirir com esse valor? quantas viaturas policiais não estariam nas ruas? quantas ambulâncias da SAMU à mais?
 
Ah! o valor do transporte público e dos combustíveis vão aumentar em breves dias.
 
É assim. Para os políticos, os serviços públicos já estão num nível excelente, então, podem torrar dinheiro público com um pouco do muito desnecessário que já temos no Brasil.
 
Eles esmurram a nossa cara com luvas que nós mesmos compramos.
 

Eleições no Senado e Câmara Federal

Estas eleições nos interessam. Se tratam das casas legislativas mais importantes do país e não podemos simplesmente fazer de contas que não tem qualquer relação conosco. São nesses lugares que as leis que nos regem são formuladas e promulgadas, sendo assim, cabe-nos, como autênticos mandatários dos poderes concedidos aos parlamentares, supervisionar as ações desses senhores.
 
Renan Calheiros (PMDB/AL) concorre para a presidência do Senado. O Senador tem sobre ele denúncias da sua gestão anterior (renunciou para não ser cassado) que até hoje ecoam. Henrique Alves (PMDB/RN) concorre para presidência da Câmara dos Deputados. Noticiam-se denúncias sobre verbas no valor de R$ 6.000.000,00 (...) destinadas à uma construtora de um dos assessores do deputado, cuja sede é num terreninho com um casebre no meio, vigiada por um bode. Detalhe: a folha demonstrou que recursos destinados pelo deputado para obras em cidades no interior do Rio Grande do Norte foram usados para contratar a empresa do assessor.
 
Em tempos de ficha limpa e julgamento do mensalão, não podemos admitir que os parlamentares façam de conta que a população brasileira não deseja mudanças na ética política, principalmente, nessas casas. O povo brasileiro exige melhorias no comportamento de seus representantes. Podem começar com estas eleições.
 
No Senado, há nome que soa bem: Senador Pedro Taques (PDT/MT). Na Câmara, Ronaldo Fonseca (PR/DF).
 
Diante desses favoritos (Renan Calheiros e Henrique Alves), qualquer nome indicado ou apoiado por partidos que não sejam PMDB e PT, é muito melhor.
 
Se não mudar, não melhora.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O Que é Casamento

Gn 2:24 – “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.”


O texto acima, corroborado com Efésios 5:31, Marcos 10:7 e Mateus 19:5, dentre outros, expõe três aspectos fundamentais para construção de um casamento. Vejamos:

1. deixará o homem o seu pai e a sua mãe...”

O 1º aspecto é a INDEPENDÊNCIA, que vem a ser, o poder de fazer ou deixar de fazer de forma autônoma; Capacidade de agir sem vínculos.

Todos nós, enquanto adolescentes, juvenis e jovens, ansiamos por nossa independência, colocando a saída do lar paternal como a tipificação desta tal independência. Como a maioria dos pais não avalizam a saída pura e simples do filho solteiro, é comum se vislumbrar o casamento como a única alternativa para conquistar a tão sonhada independência. Vale salientar que a independência tão sonhada na adolescência, não é a mesma adquirida no casamento. Em razão disso, é preciso compreender as diferenças e, conscientemente, escolher a forma mais adequada de conquistá-la.

Como se vê, a independência adquirida com o casamento destoa da imaginada na adolescência, isto porque, a independência no casamento traz implícitas as conseqüências das responsabilidades assumidas diante de Deus, de outra pessoa (cônjuge), outras pessoas (filhos/as), outra família e a sociedade. Desta forma, temos que a independência adquirida com o casamento traz anexas, o binômio LIBERDADE e RESPONSABILIDADE. Liberdade de “fazer valer o seu desejo e pensamento” e, responsabilidade no “assumir as conseqüências dos seus atos”.

A independência que trata o texto sagrado, fala de cortar os laços estreitos com os familiares ascendentes, formando um novo laço horizontal (cônjuge) e descendente (filhos, se houver). No casamento se assume o papel reservado unicamente a si, na construção de uma nova célula social, ou seja, uma nova família. A independência vai implicar no uso do conteúdo adquirido quando de sua participação numa família (pais), numa escola (educação) e na sociedade (informação), assumindo, não somente a liberdade de ação, mas, também, os resultados das decisões tomadas.

2. e apegar-se-à a sua mulher...”

O 2º aspecto é a UNIÃO, que é o ato de estar bem próximo, junto a outra pessoa ou coisa. No contexto aqui, utilizemos, também, a definição de UNIDADE, que é: ação coletiva, tendente a um fim único.

O treinamento que recebemos na primeira fase de nossa vida (família original), onde nossos pais insistiram na necessidade de nos unirmos aos nossos irmãos consanguíneos, agora será de fundamental importância, pois, a forma como entendemos união na casa de nossos pais, vai refletir na forma como administraremos nosso novo lar.

Casamento é a disposição de nos juntarmos a outra pessoa, muitas vezes, completamente diferente de nós (sexual, psicológica, social e espiritualmente), com o objetivo de desenvolver nossa vida até que a morte nos separe. Observe que esta disposição deve ser duradoura, pois deve haver empenho na manutenção da união até que a morte a interrompa.

“Como caminharão dois juntos se não concordarem um com o outro?”. O casamento é uma resposta de concordância em andar com o outro, salientando que ela é dada no momento em que se decide UNIR-SE À SUA MULHER PARA TORNAR-SE OS DOIS UMA SÓ CARNE.

A mulher deve APEGAR-SE ao marido para caminharem juntos; o marido deve APEGAR-SE a sua mulher para caminharem juntos. Apegar-se fala de ligação forte e duradoura. Como um bom perfume colocado sobre o corpo que, apesar da chuva, dos ventos, da poeira e do suor, mantêm-se ligado transportando o aroma de uma unidade agradável a Deus.

3. e serão ambos uma carne.”

O 3º aspecto é TRANSFORMAÇÃO, que vem a ser mudança de uma essência, alterando sua composição original. A água pura é apenas a composição de H2O, mas, quando acrescentamos açúcar, ela se transforma em “água com açúcar”. O açúcar vai se inserir na água, alterando seu sabor e composição.

Casamento é a transformação de um jovem solteiro em um jovem casado que não pode mais agir e pensar como indivíduo simples. Quando se casa ele altera sua composição de simples para composto. Como água e açúcar, depois de casados, não se pode mais olhar para ele independentemente dela. Quando se olha para ele, deve-se enxergar os dois. Quando se olha para ela, deve-se enxergar os dois.

Este aspecto deve ser entendido pelo casal, sob pena de agirem unilateralmente, tornando a relação entre os dois uma zona de conflitos intensos e destrutivos. Entendido isto, perceberemos que casamento é um jogo onde, ou os dois perdem, ou os dois ganham. Não há possibilidade de um ganhar em detrimento da derrota do outro.

Ef. 5:28,29“Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. 29Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja;”

Só o casamento dentro dos padrões divinos pode realizar o milagre da adequação da essência de DOIS diferentes em UM igual.

Conclusão

A formação de uma família deve ser realizada nas bases bíblicas expostas, evitando-se, desta forma, todas as intercorrências que desgastam, mutilam, depreciam e aniquilam o matrimônio. O homem sem Deus faz sua opção em ignorar as orientações bíblicas, adotando seus conceitos e filosofias humanísticas, colhendo em suas vidas a destruição, a dor e a infelicidade.

Casamento perfeito pode até não existir, mas, casamentos felizes existem vários. Um bom caminho para tornar seu casamento feliz, é mudar a forma como você encara as imperfeições decorrentes de dois imperfeitos que resolveram se unir.

Sendo assim, para finalizar, quero que vocês apliquem o texto de Efésios 4:29,30 para o seu lar, o seu matrimônio, à sua família e, porque não, para você mesmo.

Ef. 4:29,30“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. 30 E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção.”

São seis regras:

1. Antes de falar, determine se o seu pensamento é positivo ou negativo;

2. Se for positivo, fale o mais cedo possível;

3. Se o seu pensamento identifica ou expõe uma imperfeição, permaneça calado (em relação a esposa, pois, em relação aos filhos, não podemos abrir mão da orientação e disciplina);

4. Havendo ambiente propício para um edificante diálogo, busque um entendimento com o cônjuge sobre aquilo que você julgou uma imperfeição. Não esqueça que é um julgamento seu, portanto, além da possibilidade de estar errado, isto deve ser tratado com muita atenção, carinho, gentileza e amor;

5. Em oração, apresente a imperfeição a Deus e peça que ele trate dela;

6. Afaste-se, continue cumprindo com as suas responsabilidades e veja Deus transformar o seu casamento.

Que Deus os abençoe.

Porque a Igreja do Senhor Prossegue

O imperador Napoleão engolia os países da Europa com seus exércitos, com a intenção final de dominar totalmente o mundo. Naquela ocasião disse uma vez ao cardeal Consalvi:
 
- Vou destruir sua Igreja.
 
O cardeal respondeu:
 
- Não, não poderá.
 
Napoleão, com seus 1,50 m de altura, disse outra vez:
 
- Em quinze dias eu destruirei vossa Igreja.
 
O cardeal disse confiante:
 
- Meu filho, nós, os padres, estão tentando fazer isto há 1700 anos e não conseguimos. Não é você quem vai conseguir em quinze dias. Você está falando de algo que não entende. Isto é muito maior do que eu, muito maior do que você, muito maior do que todos nós.
 
“Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt. 16:18).