terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Um Pai Que Chora.

O pai chora quando se imagina traído injustamente e não consegue compreender as circunstâncias que o cercam;
 
O pai chora quando ameaçam seus filhos e os vê alvo da maldade humana apenas porque os homens crescidos não conseguem imitar a pureza e a inocência infantil;

O pai chora, quando a própria mãe resolve matar seu filho antes mesmo de nascer;
 
O pai chora quando tem que fugir do seu lugar como ato de bravura e proteção familiar;
 
O pai chora quando percebe a sua impotência diante da dor de sua esposa por carregar no seu ventre um filho seu;
 
O pai chora quando não consegue reunir recursos financeiros suficientes para cobrir seu povo de dignidade;
 
O pai chora quando imagina o filho num berço de ouro e o vê numa mangedoura;
 
O pai chora quando vê seus filhos crescerem sem o amparo que lhes daria melhores condições estruturais para encarar a vida e serem vencedores;
 
O pai chora quando não lhe dão o respeito;
 
O pai chora, quando no final de sua caminhada, por mais esforço que tenha feito, dar de cara com a realidade de não ter conseguido ser o pai que deveria ter sido.
 
O pai chora...
 
Mas, de repente, o pai encontra em seus dedos uma foto. A foto de seus pequeninos sorrindo. Pelas dores que sentiu, por todas as lágrimas que tenha derramado ao longo de sua caminhada, ele olha aqueles sorrisos e conclui: Sim! Valeu a pena.
 
O pai se cala... e sorri.

Natal - O Que Importa é Dizer ao Mundo: JESUS NASCEU!

Dizem que é apenas apelo para o mercantilismo, o consumismo, etc. É, eles tem razão. Os empresários fazem a parte deles colocando na mídia propagandas que vinculam o natal a compra e troca de presentes, e todo esse consumismo exacerbado de época.
 
Dizem que é uma festa pagã. É, se analisados fatos históricos ligado ao surgimento do natal, eles tem uma "certa razão".
 
Dizem que as estrelas e luzes fazem alusão a deuses pagãos e não nos é permitido dividir atenção com a idolatria. Parece coerente.
 
Dizem que as árvores de natal fazem alusão a Ninrode e sua tentativa de construir uma torre que ligue a terra aos céus, ou aos deuses que eram adorados em bosques. É, será difícil encontrar alguém nos dias de hoje, fora os cristãos, que se lembre de Ninrode, porém...
 
Dizem que dizem, que dizem, que dizem... Mas, vamos ao que importa.
 
Nos dias atuais, o natal é a data que trata do nascimento do menino Jesus. É uma festa considerada por todos como cristã. Por esta razão, perde-se o sentido ficarmos nos reportando aos aspectos secundários ligados a história do povo antigo e aos elementos históricos do surgimento da data.
 
Até mesmo as apresentações natalinas se tornaram alvo de críticas dessa gente que vive com a cabeça cheia de bobagens e crendices, acreditando que a crença dos outros vale mais de que a sua própria. Essa gente que decidiu entregar tudo ao diabo, pois, acreditam, tudo é dele.
 
Muitas igrejas cristãs, e cristãos, deixaram de fazer alusão ao natal, por se deixar levar por esses pseudos especialistas espirituais que possuem, apenas eles, a capacidade de discernir o que tem aprovação de Deus ou não. O que a Bíblia diz, não importa se não passar pelo crivo desses neófitos. Esses esquizofrênicos cristãos.
 
Foi a Bíblia que nos trouxe o conhecimento sobre o nascimento do menino Jesus, o ambiente histórico, o campo onde os pastores guardavam suas ovelhas, as luzes brilhantes das estrelas e, principalmente, da estrela que indicou aos magos o caminho à estrebaria onde estava o menino Jesus. Além disto, é a própria Bíblia e, especificamente, o próprio Jesus, quem nos orienta a divulgar sua história.
 
Uma história com renas, talvez, porém, sem papai noel. Com certeza, com muita cooperação e carinho para o outro, principalmente, os mais necessitados.
 
O período do natal é uma excelente oportunidade de expormos aos mundo a verdadeira história, o verdadeiro sentido, e espalharmos com maior efetividade o projeto de salvação que dava início no mundo com o nascimento do menino Jesus.
 
Nós, cristãos, devemos ser os maiores interessados em abandonar todo o rudimento que envolve os fatos bíblicos e focarmos no alvo, no que é mais importante: NASCEU JESUS, o SALVADOR DO MUNDO.
 
Que as igrejas invistam o 13º em atividades nas praças da cidade, realizemos as peças natalinas, as cantatas, enfeitemos nossas casas com luzes, com árvores, com qualquer objeto que faça menção ao nascimento do Cristo de Deus. Apresentemos ao mundo, não as polêmicas, e sim, a alegria de um dia ter nascido nesta terra, o Filho de Deus, Jesus Cristo.
 
Alegremo-nos e regozijemos!
 
Contagiemos nossos vizinhos, nossos amigos, nossos irmãos, com esta história de esperança, de superação, de salvação. Este é o verdadeiro Natal.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Eh! O Mundo Não Acabou.

A frase acima foi escrita por minha filha de 10 anos.
 
A sociedade não reflete sobre os danos que causam as nossas crianças essa exagerada forma de noticiar coisas aterradoras como o fim do mundo. As nossas crianças não possuem a capacidade de processar estas notícias e adequá-las a realidade de vida em que estão inseridas, daí, vivem o tormento dos dias que antecedem o "fim do mundo".

O resultado que se vê são crianças assustadas com coisas que não assustariam tanto se analisadas adequadamente. No caso em pauta, seria necessário a análise a partir da base da notícia - o calendário Maia, que fala de um término e início de um novo tempo ou, de uma nova contagem de tempo.
 
Nós, cristãos, podemos ser acusados de fazer a mesma coisa com a notícia da volta de Cristo para julgar o mundo e seus apocalipses. No entanto, a notícia do cristianismo não é o fim do mundo, mas, o recomeço com vidas restauradas, sendo reflexo do desejo de Deus para seus filhos como paz, saúde, amor e felicidade total.
 
Eh! o mundo não acabou.
 
Mas, "[ele] passará, e com ele as suas concupiscências, mas, aqueles que fizerem a vontade de Deus, permanecerá para sempre" (1 Jo. 2:17).
 
Você tem a oportunidade de escolher entre ficar num mundo que passará com suas buscas pelos prazeres carnais sem limites, pelo viver apenas para alcançar bens materiais e pelas vaidades de títulos que nada valem, ou mudar para um mundo que seguirá em paz, em harmonia, em cooperação, em felicidade plena, pela eternidade, com o eterno Criador.
 
Pense nisso e abrigue-se em Cristo.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

AMANHÃ SERÁ O FIM DO MUNDO...

Pra quem morrer amanhã.

Se cuidem.

O NATAL AVISA: "O Egoísmo e o Narcisismo Impedirão Que a Humanidade Seja Feliz".


A vida em grupo requer um comportamento distanciado do individualismo exacerbado, a fim de possibilitar que as pessoas convivam e vivam desfrutando plenamente sua humanidade.
 
Num tempo chamado de pós-moderno, os homens adotaram como máxima de suas vidas o princípio hedonista do prazer individual como razão de existir. Este comportamento tem levado as pessoas à prática de ações embasadas apenas no que é bom para si mesmas. Na família, na igreja, no trabalho e nas demais relações sociais o que importa é o bem próprio. Egoístas e narcisistas.
 
No divórcio que apenas leva em consideração a infelicidade de um dos cônjuges e não se lembra do outro, dos filhos, dos pais, dos irmãos, enfim, da família. No aborto que só dá importância ao corpo da mulher e não percebe o corpo do feto e o que pensa o homem que o fecundou (Não! Nem todos os homens são iguais). Nos conceitos pré-concebidos que não permite o contraditório, a opinião do outro. No acúmulo de riquezas que desperdiça ou guarda o que falta na mesa do semelhante.
 
Esse jeito mesquinho de viver a vida tentando desesperadamente que as pessoas vivam as suas a partir das mentiras produzidas por sua consciência como verdades absolutas. Essa forma egocêntrica de enxergar o universo como se fosse o centro, ou o topo do mundo, ou seu único habitante.
 
Nenhum homem é uma ilha” (John Donne).
 
O natal é época propícia para refletirmos sobre nossos egoísmos e pararmos um pouco para enxergarmos melhor a vida e o outro. Esta é a oportunidade que temos de escolhermos um caminho melhor, mais saudável, mais feliz.
 
No nascimento de Jesus, Deus encarnou na humanidade e se dispôs a nos ajudar a encontrar o caminho melhor. Se propôs a nos oferecer princípios melhores e virtudes mais elevadas. Em Jesus, Deus veio nos alertar para a necessidade de enxergarmos o outro, o companheiro, o colega, o cônjuge, o filho, o pai, a mãe, o irmão, o amigo...
 
O natal não é apenas para comprar presentes e gastar dinheiro em festas. Se possível, sim, vamos festejar, presentear, cear... Mas, lembremos sempre. O maior incentivo que o nascimento de Jesus pode nos dar, é o de sermos parceiros com os outros, sermos solidários.
 
Que voltemos no tempo e em nossas consciências. Que destronemos de nosso coração o egoísmo que invés de preservar, mata nossa humanidade. Que retiremos a máscara do narcisismo que nos reduz a bestas-feras prontas a desvalorizar o outro por não se parecer conosco, afinal, nos consideramos incomparáveis.
 
Que neste natal, o mundo escolha o exemplo do Cristo que mesmo sendo Deus esvaziou-se para estar conosco no caminho, para ser nosso parceiro e, melhor ainda, para nos conduzir e nos receber nas moradas eternas de Deus.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Jesus. Que Cara Chato!



Do ponto de vista humanista e materialista, Jesus era o típico cidadão estraga prazeres. Aquilo que o “senso comum” ou o “politicamente correto” massificava as pessoas para adotarem e praticarem sem qualquer dor na consciência, Jesus apresentava um conceito contrário.

Hoje mais do que ontem, os questionamentos quanto as verdade e princípios adotados apontam para um mundo onde o relativismo concede a qualquer um, amparo para fazer o que der na cabeça.
 
No entanto, do ponto de vista cristão, os princípios expostos por Deus (através de Jesus), são inegociáveis, o que nos leva a constatação que o Senhor continua sendo aquele cara chato que estraga os prazeres do mundo, da carne e do diabo. Ei-Lo em ação.
 
O mundo acredita que a altivez e o orgulho são necessários para fazer do homem um ser com auto estima preservada; Vem Jesus e diz: “Seja pobre de espírito” (Mt. 5:3).
 
O mundo adota o divórcio como normal e necessário para a pessoa que, vivendo num momento infeliz no casamento, pode libertar-se das amarras do matrimônio, salvaguardando seus interesses pessoais, mesmo em detrimento aos direitos do cônjuge e dos filhos; Eis Jesus aparecendo e estragando tudo: “O que Deus ajuntou, não separe o homem” (Mt. 19:6; 5:32).
 
Os homens falam tanto em juras de amor e, o que se torna incrível nos dias atuais, é que em meio as denominações religiosas se tornou comum as juras ou, como queiram, os votos ao Senhor. Ih! Lá vem o chato. Disse Jesus: “Não jurem nem pelas coisas dos céus, nem pelas coisas da terra” (Mt. 5:34-36).
 
Convencionou-se a utilização de palavras com duplo sentido e dúbias. A ideia é permitir que quem fala, não se comprometa com o que fala. Jesus não se deixa enganar: “Sim, tem que ser sim. Não, tem que ser não. Essa forma dúbia de falar é maligna” (Mt. 5:37).
 
É melhor parar porque a lista é imensa. O certo e cristalino é o fato de Jesus não se afastar dos princípios elencados por Deus como elevados e necessários para a humanidade. Os homens precisam compreender que são as nossas atitudes mesquinhas que chateia Deus. Enquanto o Pai nos encaminha para a verdade e, principalmente, para a felicidade, nós O ignoramos e adotamos caminhos que nos conduzem a morte. Em todos os sentidos.
 
Na verdade, “caras chatos” somos nós.
 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Pertencer - Implicações e Responsabilidades

Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas. (42) E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. (43) Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. (44) Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. (45) Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. (46) Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, (47) louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (At. 2:41-47).
 
A experiência humana de viver só trouxe o testemunho de Deus de que era algo ruim (Gn. 2:18). Surge, portanto, desde o jardim do Éden, a convicção de que a companhia é um instrumento de suporte para prosseguimento na caminhada da vida.
 
O dualidade da companhia e solidão se aplica, também, do ponto de vista espiritual. O homem, distante de Deus, se torna um solitário, não encontrando um apoio adequado para suportar sua longa caminhada à eternidade. Dessa forma, cego e desvairado, tateando, tenta encontrar o caminho (At. 17:7), não encontrando quem lhe possa estender as mãos e caminhar com ele.
 
Foi pensando nessas pessoas que Cristo se lança em sua trajetória terrena, oferecendo-lhe luz para seu caminho (Sl. 119:105). Ao vislumbrar a luz, enxerga com nitidez sua trajetória e encontra outros companheiros e companheiras que lhe darão apoio para a alcançar a inescapável eternidade.
 
Este é o processo que conduz o homem a deixar seu isolamento e passar a pertencer a uma comunidade ou, como é mais conhecida, uma igreja. Esse pertencer, porém, traz implicações e responsabilidades que precisamos compreender, a afim de que esse nosso pertencimento esteja dentro do padrão estabelecido pela Palavra de Deus.
 
I.                    Implicações
 
a.       Conversão;
A conversão é a exigência principal para o pertencer. Ninguém fará parte da Igreja sem que assuma uma legítima conversão à Cristo (Jo. 10:7).
 
b.      Imperfeição;
Esta conversão traz implícito o reconhecimento da própria imperfeição. Olhamos para dentro de nós mesmos e assumimos nossos limites e nossa incapacidade (Mc. 9:22-24);
 
c.       Vulnerabilidade;
Por sua vez, quando percebemos nossa imperfeição, vislumbramos as brechas no muro de proteção do nosso eu, da nossa essência. É inevitável que nos tornamos vulneráveis, expondo nossas falhas e estando aberto para a correção externa (Rm. 15:14);
 
d.      Acessibilidade.
O pertencer a uma comunidade nos inclui no rol dos acessíveis, ou seja, as pessoas possuem a liberdade de interagir conosco livremente (1 Ts.5:11).
 
II.                  Responsabilidades
 
a.       Proteção;
Dever de proteger uns aos outros (Gn. 4:9; Ez. 3:20);
 
b.      Cooperação;
Ao pertencer a uma igreja, aceito a responsabilidade de cooperar com seu funcionamento, zelando e respeitando suas reuniões e sua estrutura eclesiástica (Ne. 4:16-20; Ef. 4:28);
 
c.       Perdão;
A aproximação de uns para com os outros, considerando que vivemos em meio a pessoas imperfeitas e pecadoras, nos torna alvos de incompreensões, injustiças, invejas e outros sentimentos que gerarão danos à nossa alma e ao nosso coração. Isto interfere diretamente nas relações interpessoais.
 
O antídoto oferecido pela Bíblia para restauração dos elos de relacionamentos nas comunidades é o perdão que devemos conceder uns aos outros. Vale destacar que o perdão ao semelhante é a condição fundamental para recebimento do próprio perdão de Deus para nós (Mc. 11:25).
 
d.      Sustento.
Corroborando com os dias atuais, a Bíblia informa (Ec. 10:9) que o dinheiro por tudo responde. Sendo assim, quem pertence a uma igreja precisa entender a necessidade de sustento de toda sua estrutura organizacional, que por sua vez, ampara as atribuições espirituais do organismo vivo (Ml. 3:10; Mt. 23:23).
 
Conclusão
 
A jornada em comunidade, com suas implicações e responsabilidades, geram para o homem as inúmeras possibilidades de crescimento, fortalecimento e amadurecimento. Esta é a contribuição da igreja para alcance dos objetivos comuns (doutrina, comunhão, partir do pão e orações) e dos objetivos individuais (conversão, santificação e salvação).
 
Fique com Deus.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Eleições na CEADEB

Reeleita a Diretoria anterior para "renovar" a forma de administrar na CEADEB.

"Tudo como dantes no quartel de abrantes."

Como seria interessante se houvesse uma alternância no poder, também, entre nós, cristãos. A alternância representa uma oxigenação da forma de gerir que seria bom, além de proteger os detentores do poder da vez de serem enfeitiçados pela síndrome do "eu-soberano e eterno."

É uma tristeza perceber como nos achamos insubstituíveis.

Assim, seguimos...

Mais Um Escândalo na República

Lula recebe proteção para abafar revelações

Governo age no Congresso para minimizar denúncias da relação entre ex-presidente e a ex-chefe de gabinete Rosemary Noronha
 
PF revela que algumas ligações foram feitas pelo ex-presidente para o escritório da Presidência em São Paulo / Victor Moriyama/FolhapressPF revela que algumas ligações foram feitas pelo ex-presidente para o escritório da Presidência em São PauloVictor Moriyama/Folhapress Constrangido, o governo tenta minimizar - com ações principalmente no Congresso - a relação entre o ex-presidente Lula e a ex-chefe de gabinete da presidência em São Paulo, Rosemary Noronha, indiciada na Operação Porto Seguro.





Líderes de oposição revelaram ao Metro que foram procurados por emissários de Lula na tentativa de negociar uma forma de preservá-lo das investigações. “Tentam impor uma lei do silêncio sobre o assunto”, revelou um líder, sob a condição do anonimato.

Os oposicionistas resistem, alertam que não vão se intimidar na tentativa de blindagem e vão insistir no pedido de depoimento assim que conseguirem reunir mais informações. “Vamos reunir o maior número de informações possíveis antes de convidá-lo para depor”, afirmou o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP).

Em outra frente, o Palácio do Planalto determinou que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, atue como ‘bombeiro’ da crise, inclusive atuando para evitar o vazamento de informações por agentes da Polícia Federal insatisfeitos com a falta de negociação de reajuste salarial.

Oficialmente, a PF nega a existência de 122 conversas telefônicas entre Lula e Rose interceptadas. Admite, porém, que “algumas ligações” foram feitas pelo ex-presidente para o escritório da Presidência em São Paulo.

Comento:

E os escândalos se sucedem, tendo como agente motivador dos desvios, o antigo partido paladino da ética. Agora se demonstra a verdadeira ética em que acreditam: o uso do Estado Brasileiro em benefício próprio e do seu projeto de domínio eterno.

Fica claro que essa gente não pensa na gente, pensa, como sempre pensou, neles mesmos.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A Notícia. Ou, O Gato Por Lebre.

Estamos mesmo vivendo tempos loucos. As coisas que são deixaram de ser porque alguém resolveu que deveria. Assim nasce o engano. Aceito como viável para auferir lucro, ganha as manchetes de jornais e revistas, sendo impresso num processo de lavagem cerebral na consciência popular.

De repente, a novidade: "Leilão de virgindades". Uma brasileira e um russo resolvem - claro que amparados por "empresários (ou gigolôs?)" - leiloarem suas respectivas virgindades. É isso. Virgindade se tornou tão rara que em tempos de relativismo moral disputa-se em leilão.

No entanto, qual o nome define "atividade que obtém lucro através de serviços sexuais?" PROSTITUIÇÃO.

E assim vamos. Não vou discutir o mérito da decisão dos jovens que leiloaram suas virgindades. Cada um faz o que quer de sua vida e, sempre, paga por isso. Talvez, desespero pela falta de perspectiva futura ou ânsia por fama barata (tá na moda). Vá saber.

Chamo a atenção para essa forma da mídia propagandear os atos que, originalmente, são repudiados a partir das palavras que as definem. Trata-se da tentativa de formatação do pensamento. Esta é a forma de se criar um novo conceito "políticamente correto." O que é implantado no sub-consciente popular é: "Prostituição, não! Leilão de virgindade." Isto evita a repulsa e arrefece as críticas.

Os editores e jornalistas em seus veículos de mídia parecem adotar em suas pautas a determinação de tornar o moralmente inaceitável aceitável apartir da mudança das palavras utilizadas para definir o ato que se pretende noticiar. Com isto, ao longo do tempo, vão tentando padronizar o pensamento no tecido social. É comum se vê e ouvir entrevistas em que o cidadão tenta justificar atitudes moralmente erradas afirmando que "todo faz", "todo mundo pensa", "todo mundo diz"... Eis a ambição. Nada mais enganoso.

A diversidade de pensamentos no tecido social é real e estimulante. Ela nos desafia a argumentação. Mas, uma parcela considerável de "especialistas", cientistas sociais, jornalistas, editores dos veículos de comunicação, principalmente os "grandes", não conseguem conviver com esta diversidade. Para o contrário, criam programas cujo objetivo final é a "padronização do pensamento." Claro, de viés liberal e esquerdista.

São sempre os mesmos na telinha, no jornal, na revista, falando a mesma coisa, com o mesmo ponto de vista, quando não mudam para piorar um pouco mais o que pensavam. É perceptível a ausência na mídia de qualquer pessoa que defenda um ponto de vista conservador ou tradicional. Será que elas não existem? Será que "todos" são liberais ou de esquerda? Será que o mal está em ser conservador e o bem em ser liberal? Será que só existem progressistas naquilo que se convencionou chamar de pensamento de esquerda?

O movimento que se vê hoje é tão insano que defendem a tolerância sendo intolerantes com quem diverge dos seus conceitos. Qualificam de preconceituosos quem não concorda com seus pré-conceitos, e o fazem com intuíto de descredenciá-los no debate e negar-lhes a voz.

Pensar dá trabalho, mas, é preciso discernir, senão, vamos continuar recebendo gato por lebre, e quando tentarmos abrir o olho, não vai dá. Eles já nos vedaram a possibilidade de devolver o que não queremos comprar.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Tempo Para os Filhos.


 
Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:

- Papai, quanto o senhor ganha por hora?

O pai, num gesto severo, respondeu:

- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe! Não amole, estou cansado!

Mas o filho insiste:

- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora?

A reação do pai foi menos severa e respondeu:

- Três reais por hora.

- Então, papai, o Sr. poderia me emprestar um real?

O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu:

- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!

Já era tarde quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doída, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:

- Filho, está dormindo?

- Não papai (respondeu o sonolento garoto)

- Olha aqui está o dinheiro que me pediu. Um real.

- Muito obrigado, papai! (disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama).

- Agora já completei, papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo?
(AD)


Para refletir: “Será que estamos dedicando tempo suficiente aos nossos filhos?”

 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Levanta-te, ó Deus, e Luta Tua Propria Guerra.

"Tu dividiste o mar pela tua força; quebrantaste as cabeças das baleias nas águas. Fizeste em pedaços as cabeças do leviatã, e o deste por mantimento aos habitantes do deserto. Fendeste a fonte e o ribeiro; secaste os rios impetuosos. Teu é o dia e tua é a noite; preparaste a luz e o sol. Estabeleceste todos os limites da terra; verão e inverno tu os formaste. Lembra-te disto: que o inimigo afrontou ao Senhor e que um povo louco blasfemou o teu nome. Não entregues às feras a alma do teu passarinho; não te esqueças para sempre da vida dos teus aflitos. Atende a tua aliança; pois os lugares tenebrosos da terra estão cheios de moradas de crueldade. Oh, não volte envergonhado o oprimido; louvem o teu nome o aflito e o necessitado. Levanta-te, ó Deus, pleiteia a tua própria causa; lembra-te da afronta que o louco te faz cada dia" (Salmos 74:13-22).
 
O salmista enumera as várias situações que apontam a intervenção divina na história humana, rememora seu poder criador de todas as coisas e, num ato, talvez, de insensatez, se propõe a "lembrar Deus" das afrontas que o inimigo lhe faz. Como leva a crer o texto, o povo se deixa convencer (ou enlouquecer) dessa "ousadia" e resolve se unir a afronta blasfemando do nome do Senhor.
 
Em meio ao caos da loucura humana, o salmista faz uma súplica em favor daqueles que, tendo firmado aliança com Ele, estão aflitos e em risco de perderem a alma em atritos cruéis. Percebe que a luta contra Golias continua acontecendo gerando dores enormes em inúmeros outros pequenos Davis que guerream diuturnamente contra o império do mal. Reconhece que esta luta, origináriamente, não pertence a esses pequeninos, mas, sim àquele que os chamou para seguí-Lo e se identifica como o "Todo-Poderoso Deus."
 
É desta compreensão que, honestamente, lhe dirige um pedido: "Assume a guerra do teu próprio reino!"
 
Hoje, em pleno século XXI, as batalhas travadas envolvendo valores e princípios éticos, morais e espirituais, que colocam cristãos e pagãos em lados opostos, nasce da vontade divina expressa na Bíblia Sagrada. Este conjunto de normas, dogmas e/ou crenças se tornaram o arcabouço de princípios que identificam os valores que detem ser respeitados  e preservados pelos cristãos.
 
Os embates entre cristãos e pagãos é a tentativa de um grupo em expor, e muitas vezes equivocadamente, impor a visão do Reino de Deus aos homens, enquanto o outro grupo resiste e, indo além, tentam anular e destruir toda infuência do Reino de Deus nos homens, independentemente da qualidade do resultado prático alcançado para a sociedade. Este tipo de embate é identificado pelo salmista como "uma causa do próprio Deus".
 
Os homens não precisam se odiar, guerrear e matar, especialmente quando os agentes ativos são os cristãos. Sendo Deus o maior interessado na manifestação de sua vontade aos homens e o alvo final da ira dos seus inimigos, ouça Ele o pedido dos seus filhos: "Levanta-te, ó Deus, e guerreia tua própria causa."
 
Cristãos, baixem as armas, firmem-se na fé, sejam coerentes com os princípios divino em vossas atitudes diárias, se posicionem na sociedade ao lado dos valores construídos e permitam que Deus, se Ele quiser, lute suas próprias batalhas.
 
Ele tem sabedoria estratégica, armas apropriadas, miríades de seres angelicais à disposição e todo poder. Com as qualidades que possui e o poder que detêm, se Deus se levantar e lutar, Ele ganha a guerra.
 
À mim, me resta esperar.
 
Que assim seja.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Sabedoria, Gera Enfado. Conhecimento, Aumenta a Dor.

 
"E apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer os desvarios e as loucuras, e vim a saber que também isto era aflição de espírito. Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor" (Eclesiastes 1:17-18).
 
Lí certa vez um artigo escrito por uma Juíza que trazia como título: "Deveria ser proibido ler." Estranhei uma colocação que atestava a manutenção da ignorância.
 
Atraído pelo título tão insensato, mergulhei no texto para ler e procurar entender as razões de um conselho tão incoerente. Percebi que, com muita propriedade, dizia que a leitura nos conduz a novos horizontes e nos desafia a pensar.
 
O problema, apontado por ela, é que construímos uma sociedade tão afastada do bom senso que, a proporção que melhoramos nossa compreensão da vida e das coisas, através de uma boa leitura, nos deparamos com o imenso abismo entre o ideal e o real.
 
O mundo ideal é diferente, melhor e superior ao que se vê nos dias atuais.
 
Quando lemos, nossa mente nos leva a contemplação de um ideal imaginário que encontra como maior oposição o mundo real. Isto causa-nos um choque e muitas frustrações que, por vezes, faz-nos enxergar a triste realidade: "construímos uma sociedade que nos destrói.E o pior. Nos engessamos no espaço que nos é reservado e nos acomodamos com a dor. Ao contrário da indignação, levantamos as mãos para os céus e damos graças a Deus como que reconhecendo: "Está bom!"
 
Damos graças a Deus como se Deus fosse o responsável final por nossa acomodação, nossa sujeição paciente às contrariedades da vida. Sim, naquilo que não podemos mudar. Não, naquilo que podemos mudar, como por exemplo, a forma de gerir os recursos e os serviços públicos.
 
Sentimos falta de laser, de saúde, de segurança, de moradia, de educação, mas, estamos vivendo... sobrevivendo, numa sociedade em que apenas alguns privilegiados vivem desfrutando do que a vida pode oferecer. Uma boa leitura nos mostra que isto está errado.
 
Mas, o que fazer? Numa sociedade democrática, mudar isto através do voto. Na democracia, a ditadura é da maioria. Portanto, a maioria acredita que está bom e que, no futuro, todos estarão desfrutando do que a vida pode oferecer. Nos esquecemos que o futuro será sempre no futuro, ou seja, é apenas aquilo que está além da nossa existência.
 
O passado é lembrança, o futuro, esperança, o presente é minha vida.
 
No contexto social em que estamos inseridos, "quem espera, nunca alcança". E como dizia o compositor Geraldo Vandré (Pra não dizer que não falei das flores): "...quem sabe faz a hora, não espera acontecer."
 
Quem lê, pensa. Quem pensa, se depara com o enorme fosso social que continuamos mergulhados. Por isto, concordo com a Magistrada: "deveria ser proibido ler".
 

sábado, 20 de outubro de 2012

Porque os Brasileiros Insistem em Apoiar a Corrupção?

O Supremo Tribunal Federal está julgando membros do alto escalão do Partido dos Trabalhadores - PT, por ter desviado recursos públicos, através de contratos fraudulentos com agências de propagandas, para utilização na compra de parlamentares no Congresso Nacional.
 
Vale destacar que a maioria dos membros do Supremo Tribunal Federal foram indicados pela Presidência da República Brasileira quando seus titulares eram pertencentes ao referido partido. Logo, se percebe que falta de isenção não é uma acusação válida contra a mais alta corte de justiça brasileira.
 
Trocando em miúdos. O Partido dos Trabalhadores - PT, desviou dinheiro público para pagar deputados de sua base aliada ou, melhor, alugada. Com as eleições municipais sendo realizadas nos mais de cinco mil e seiscentos municípios brasileiros, era de se esperar que a população entendesse o momento e desse uma resposta ao PT, recusando seus representantes nas urnas.
 
Apesar do impacto desse julgamento, o que se vê é, ainda, uma quantidade considerável de brasileiros dizendo para o PT e seus representantes que podem continuar praticando os atos que "todo mundo pratica". A lógica seria uma ação de repulsa, colocando-se, a população, ao lado do Supremo Tribunal Federal na luta pela moralização da nossa República.
 
Se o PSDB, PSB, PSC ou qualquer outro partido se utiliza de formas obscuras ou desonestas para implantar seus projetos políticos, quando chegar a vez deles serem julgados e considerados culpados (como é o caso do PT, hoje, no Supremo), nossa atitude deve ser a mesma. Nossa luta não deve ser confundida com a luta entre partidos políticos. Nossa luta é contra a sangria dos recursos públicos através da corrupção que, na maioria das vezes, envolve figuras políticas e partidos.
 
Infelizmente, a população não entendeu o momento importante que vive e, pior, está perdendo uma oportunidade excelente de mudar a forma de fazer política no Brasil.
 
Chego a conclusão de que a população "merece" a péssima qualidade dos serviços públicos que lhe são oferecidos.
 
Continue apoiando corruptos e seja feliz.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Perguntaram Para Deus: O Que o Senhor Acha do Divórcio? Ele Respondeu: "Sou Contra!"

Este texto é apenas para aqueles que acreditam na existência de Deus e que Ele deixou registrado em livro (A Bíblia Sagrada) seu jeito de ser, sua criação e sua vontade para a humanidade. Desse presuposto, crêem que um homem identificado como Jesus, cujas obras, palavras e vida foram registradas, proféticamente, no Antigo Testamento e, literalmente, nos evangelhos, era e é o que dizia ser: "O Próprio Deus" (Jo. 14:8,9).
 
Pois, bem. Perguntaram para Deus:
 
"É lícito ao homem separar-se de sua mulher por qualquer motivo?"
 
Deus respondeu:
 
"Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mt. 19:3-6).
 
No texto em apreço, registrado pelo evangelista Mateus, Jesus finaliza a conversa nesse ponto: "o que Deus ajuntou não o separe o homem," ou seja, o ponto de vista divino é este quer aceitem ou não. Casar é uma opção, divorciar, não; O direito de unir é seu, de desunir é de Deus.
 
Deus considera que quando um homem se une a uma mulher, ou uma mulher se une a um homem, se torna um corpo com ele(a). Isto significa que antes de casar-se, o homem ou a mulher é, em si mesmo, um indivíduo, porém, quando se casam, se tornam um indivíduo com o outro. Nessa conjuntura só existe um tipo de divórcio aprovado por Deus: "aquele provocado pela morte."
 
Para melhorar ainda mais a idéia aqui expressa, prolonguemos esta abordagem. Um homem e uma mulher, pelo casamento, deixam de ser dois para ser um. Como se separa uma pessoa? Utilizando a idéia do Rei Salomão (1 Rs. 3), dividindo-a ao meio, como cortando algo com uma espada. Uma pessoa dividida ao meio por uma espada resultará em "morte." Daí, o casamento deve ser "até que a morte os separe."
 
O que percebemos nesse tempo pós-moderno, mesmo no meio cristão, é a valorização do questionamento dos fariseus em relação a indissolubilidade do casamento, invés da valorização do posicionamento de Deus. Dizem: "Mas, Jesus considerou o divórcio como uma exceção legal nos casos de imoralidade / fornicação / adultério."
 
Digo. Jesus já tinha encerrado a questão e foram os fariseus que insistiam no debate defendendo de forma tansversa o divórcio, mesmo porque, era uma lei favorável à eles, "os homens." Como resposta a insistência, o Senhor os lembra que se tratava de uma concessão adotada por Moisés em razão da resistência / dureza dos seus corações em manter o "preceito da indissolubilidade matrimonial defendida por Deus" (Mt. 19:8). Mesmo nessa nova fase do debate Cristo reitera: "mas no princípio não foi assim."
 
Diante da reafirmação do posicionamento de Deus contra o divórcio, os fariseus chegam a conclusão lógica: "Então é melhor não casar" (Mt. 19:10). Correto. Casamento não é para qualquer um, nem para todo mundo. É para homem e mulher que não tenham uma natureza específica (eunucos), e que sejam racionais, maduros e responsáveis.
 
O que se vê nos dias atuais é a mesma coisa que se via antes, clarificada no questionamento dos fariseus. Querem apenas justificar a doutrina secular vigente de uma espécie de fast-food matrimonial que, até mesmo alguns cristãos, desejam mergulhar. Casamento curto, com baixo valor afetivo, que desaparece imediatamente após assumido, e por causa dos corantes e estimulantes do marketing festeiro, lhe estimulam a desfrutar de vários em curto espaço de tempo.
 
Deus lhes diz, mesmo sendo contrário a separação: se um homem ou uma mulher casada(o) vive na prática da imoralidade, ou seja, se comporta como um animal irracional "transando" em todo o tempo com todas as mulheres ou homens que lhe aparece, sua esposa ou esposo está livre para se divorciar. Neste caso, é apenas a oficialização do que já está posto.
 
A questão é: os pagãos que adotam este comportamento devem ser desestimulados de suas práticas com intuito de, dentre outras coisas, agradar a Deus, ou os cristãos devem ser legitimados nessas práticas mesmo desagradando a Deus? Pelo que parece, quando se recorre ao mesmo questionamento dos fariseus, deseja-se esquecer a vontade divina expressa sobre o divórcio, a fim de usufruir da liberdade para a prática da imoralidade, mesmo que para isto seja necessário colocar na boca de Deus palavras de aprovação que Ele nunca disse.
 
Ninguém é obrigado a ser cristão, porém, tendo se tornado cristão, voluntáriamente, deve entender a vontade divina para o casamento; Conhecendo a vontade divina para o casamento, deve esforço pessoal sincero na manutenção do matrimônio até que a morte os separe.
 
Infelizmente, muitos já se separaram, outros estão se separando e muitos ainda irão se separar. Que cada um se responsabilize pelas dores mútuas que causam, pelos traumas que impõem aos filhos e pela contradita a vontade de Deus.
 
Perguntaram Para Deus: O Que o Senhor Acha do Divórcio? Ele Respondeu: "Sempre Fui Contra!"

sábado, 6 de outubro de 2012

A Família e o Dinheiro

Quando falamos de dinheiro, o que estamos procurando? O que precisamos para alcançar o que buscamos? Ao respondermos estas questões, poderemos entender um pouco sobre nossa necessidade de recursos financeiros. Se refletirmos que o que buscamos nos impele a ir, vir, comer, beber, vestir, cobrir, etc., terminamos por entender qual a razão e a importância das finanças para nossa subsistência.
 
Neste contexto, estudamos, aprendemos, nos qualificamos para o mercado de trabalho, que vai gerar oportunidades de emprego, que por sua vez, nos garantirá os recursos para essa nossa trajetória de vida. Com isto, agregamos à nossa trajetória, pessoas outras (mães, pais, esposa (o), filho (a), que serão companheiros nesta caminhada. Só que, ao agregarmos estas pessoas, absorvemos responsabilidades que demandarão maiores recursos financeiros. Eis aí, nossa preocupação e assunto a ser abordado aqui.
 
Finanças - ciência dos problemas financeiros.
 

I.          OBJETIVO DOS RECURSOS FINANCEIROS

 
Os recursos financeiros se constituem na base que sustentarão nossa trajetória de vida. Desta forma, podemos aprender que o dinheiro é um meio, não um fim em si mesmo. Como disse o pregador:
 
Ec 10:9 - “Para rir se fazem banquetes, e o vinho produz alegria, e por tudo o dinheiro responde”.
 
Lembrando da época do escambo, em que as pessoas trocavam as mercadorias de forma direta, sem a interferência do “vil metal”, vislumbramos como deve ser nossa relação com o dinheiro, muito bem citado pelo apóstolo Paulo à Timóteo:
 
I Tm 6:8 – “Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.”
 

II.         COMO ADQUIRIR OS RECURSOS FINANCEIROS

 
Com o objetivo dos recursos claros em nossa mente e coração, podemos seguir em frente para conhecermos os meios de adquirirmos esses recursos que sustentam a nossa existência.
 
Em tempos de capitalismo selvagem, em que as pessoas se entregam à busca do dinheiro e do status que esse dinheiro pode lhe dar, é preciso fugir das armadilhas que estão a nossa volta. São os bingos, as loterias, as pirâmides, o engano, a fraude, o roubo, a corrupção e a sonegação. Quantas formas de ganhar dinheiro existem? Exceto se recebermos herança, só existe uma única forma real e legal de conquistarmos os recursos financeiros de que precisamos: TRABALHO.
 
Gn 3:19 – “No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.”
 
É apenas através do trabalho honesto que conseguiremos amparo financeiro para nós e nossa respectiva família. Qualquer que seja, braçal ou intelectual, formal ou informal, nos conscientizemos que apenas honestamente conquistaremos o ambiente propício para sobrevivermos e alcançarmos, com tranqüilidade, os objetivos de nossa existência.
 

III.       GERENCIANDO NOSSOS RECURSOS FINANCEIROS

 
Diz-se que todo brasileiro, com mais de 45 anos, aproximadamente, é formado pelo Estado em economia, haja vista, os inúmeros planos outrora colocados em prática por nossos governantes, com o objetivo de equilibrar as finanças brasileiras. Apesar dos dissabores causados a muita gente, estes planos econômicos nos ensinaram muitas lições com relação ao gerenciamento de nossos recursos financeiros. Dentre as quais destacamos:
 
1.   É preciso saber quanto arrecadamos e quanto gastamos;
 
2.   É preciso ter controle do que arrecadamos e gastamos;
 
3.   Não se pode viver o tempo todo gastando mais do que se arrecada;
 
4.   Não se resolve problemas financeiros com mágica;
 
5.   A melhor solução é colocar a casa em ordem.
 
As lições estão aí, no entanto, ainda nos resta a escolha de como queremos aprender, já que, ou aprendemos com o esforço da conscientização individual e familiar, ou aprenderemos com as “marteladas” que a vida nos dará, a nós e a nossas famílias.
 
Gn. 41:33 – “Portanto, Faraó, previna-se agora de um homem entendido e sábio, e o ponha sobre a terra do Egito.”
 

IV.       DICAS PARA SAIR DA CRISE FINANCEIRA

 
Para que haja um orçamento eficaz, é preciso levar em consideração o momento presente em que vivemos. Estamos de “vento em popa” ou “mergulhados na lama?” Alguns podem estar em equilíbrio financeiro, outros, em meio a uma crise financeira sem precedente. Queremos ajudar, dando dicas que auxiliarão na retomada e manutenção do equilíbrio financeiro familiar.
 
1.   “Estou Em Crise!” Dicas Que Podem Ajudar:
 
a)   Se sua esposa (o) e filho (a) em idade produtiva, não trabalham, proponha-lhes buscar um emprego. Isto será bom para eles, enquanto pessoa, e bom para o reequilíbrio financeiro familiar;
 
b)   Fuja do empréstimo bancário, cheque especial, crédito de cartão, agiota, empréstimo consignado, etc. Afinal, quem está afundando, deseja sair do poço, não afundar ainda mais;
 
c)   Corte o endividamento crescente;
 
d)   Feche o bolso, a boca, amarre as mãos (não assine cheque pré-datado, crediário, etc.). Vale a pena fechar o bolso por um prazo, quando se almeja qualidade de vida. Passa rápido;
 
e)   A tranqüilidade e a paz não devem ser sacrificadas nem mesmo para se ter o “nome limpo”;
 
f)    Crie um plano de contingência para lidar com a crise:
 
Ø  Reduza a conta de luz (substitua lâmpada incandescente por fluorescente, evite o abre e fecha da geladeira e freezer (você precisa mesmo do freezer?);
 
Ø  Reduza a conta de água (Feche a torneira quando estiver escovando os dentes, lavando as mãos e fazendo a barba; reutilize a água do banho para o vaso sanitário, lavar área de serviço, etc);
 
Ø  Reduza a conta telefônica (Avaliar se precisa mesmo do telefone);
 
Ø  Reduza a conta do supermercado (Elimine supérfluos.);
 
Ø  Proponha aos seus filhos receberem 30% de toda despesa familiar que eles conseguirem economizar;
 
Ø  Renegocie suas dívidas direto com os credores. Exponha sua situação e proponha um parcelamento nas condições que você possa cumprir. Em último caso, recorra ao Juizado Especial de Defesa do Consumidor.
 
2.   Dicas de Economia Doméstica:
 
a)   Tenha e respeite um orçamento de renda e gastos;
 
b)   Evite fazer compras de supermercado sem antes se alimentar. A fome estimula o impulso em consumir supérfluo;
 
c)   Os vendedores estão cada dia mais eficientes em tratar com carências, impulsos e desejos. Não se deixe motivar pelo consumismo;
 
d)   Resista a supérfluos. O prazer que eles proporcionam dura pouco. O arrependimento dura muito;
 
e)   O melhor remédio para dívidas é pagar a vista. Só recorra a créditos disponíveis no mercado financeiro, para casos extremos, como compra de remédio, pagamento de consultas emergenciais, acidentes, etc;
 
f)    Quando quiser comprar algo, deixe reservado e prometa ao vendedor que, se resolver adquirir, voltará no dia seguinte para finalizar a compra. Você sairá do impulso e terá mais chance de pensar e planejar;
 
g)   Não se endivide até o limite do orçamento, lembre-se: “Existem mil formas inteligentes de se ganhar dinheiro... mas apenas uma de se gastar: menos do que se ganha”;
 
h)   Não empreste seu “nome” para “amigo” comprar. Uma pessoa que não tem crédito no mercado e pede a um amigo o “nome” emprestado para financiar algo... se sente muito sozinho e quer companhia no SPC e SERASA;
 
i)    Mantenha um fundo de reserva para cobrir despesas extraordinárias. Assuma consigo mesmo, em qualquer condição, o compromisso de poupar pelo menos 10% de seu salário todo mês. Um dia você vai se surpreender;
 
j)    O seu décimo-terceiro não foi criado para pagar dívidas. É maravilhoso receber o décimo-terceiro e férias sem ter dívidas para pagar. Comece a programar isto agora!
 
k)   Seja previdente (O sonho de faraó (sete vacas gordas / sete vacas magras – Gn 41:18-20))
 

V.         PRINCÍPIOS PARA VITÓRIA NA VIDA FINANCEIRA

 
É preciso ainda preservar alguns princípios cristãos para que nossa vida financeira seja plenamente saudável. São eles:
 
1.   A ênfase bíblica despertada na doutrina do dízimo e das ofertas voluntárias é a “solidariedade e a generosidade” (Ml 3:10; Mt 23:23; Tg. 1:27; Ef. 4:28; 2 Co. 9:1-13). É a disposição de repartir e colaborar com o outro;
 
2.   Dever só o amor (Rm 13:8);
 
3.   Melhor coisa é dar do que receber (At 20:35);
 
4.   Fuja da ganância (Pv 28:8) e da avareza (I Tm 6:10);
 
5.   Saiba viver em todos os momentos, independente das circunstâncias, dando graças a Deus (Fl 4:12,13; 1 Ts 5:18).
 

CONCLUSÃO

 
Deus se compromete a estar conosco em todos os momentos da nossa jornada, nos animando, corrigindo, orientando e ajudando a superar as fases difíceis de nossa trajetória. Em se tratando de família, Deus se aproxima ainda mais do homem, pois tem promessa específica de ser abençoada por Ele (Gn 12:3; 28:14).
 
Sl 91:1,10 – “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. 10 Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.”
 
Sl 128:1-6 - “Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. 2 Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. 3 A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa. 4 Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor. 5 O Senhor te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida. 6 E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel.”
 
FAMÍLIA PRÓSPERA É AQUELA EM QUE CRISTO ESTÁ PRESENTE, ATRAVÉS DA JUSTIÇA, DA PAZ, E DA ALEGRIA NO ESPÍRITO SANTO. (Rm 14:17)