terça-feira, 23 de abril de 2013

A Prisão Que nos Metemos

A vida em sua simplicidade e objetividade seria mais fácil e, consequentemente, mais feliz. Mas, inversamente proporcional a simplicidade natural, nós, humanos, nos entupimos com atitudes, conceitos e normas estúpidas que nos aprisionam e afligem enquanto tentamos viver.

Regras, regras e mais regras que não ajudam no desfrute da vida, ao contrário, são apenas mais peso sobre nossas costas já feridas na luta diária pela sobrevivência. Etiquetas que nos limitam apenas pela satisfação que, supostamente, devemos ao outro. Leis espirituais sobre atitudes meramente terrenas que, supostamente, nos garante a eternidade. Normas sociais de caráter duvidoso que nos engessa os passos de tal modo que nossa vida se transforma num "trem qualquer", preso ao trilho do politicamente correto.

Mesmo tendo Jesus simplificado as coisas para a humanidade, buscamos em Deus apenas o que nos angustia, apenas aquelas regras que amordaçam nossa consciência, nosso prazer e nossa voz. Encontramos farto material para espezinhar o outro e a nós mesmos, ainda que, para isso, tenhamos que colocar as palavras de Paulo, de Pedro, de Moisés e qualquer um dos profetas, acima da voz do próprio Deus.

Não é isso que acontece quando insistimos em obedecer e fazer que outros obedeçam um código de leis cumpridas em Cristo e liberadas da nossa obediência pelo próprio Deus com Sua graça? Não é assim, quando invés de liberarmos perdão indiscriminadamente, como recomendado na Bíblia, impomos a culpa e a punição eterna aos desobedientes? Não agimos desgraçadamente quando supervalorizamos as coisas que, conforme Cristo, não tem serventia alguma na eternidade?

Nossa imbecilidade se faz usar da maldade, divinamente proibida, quando impedimos a alegria do outro pelo fato de não gostarmos daquilo que o outro se propõe fazer sem prejuízo de si mesmo ou de outrem.

À vida simples voltemos, a fim de descobrirmos aquilo que, na eternidade, é o único vínculo possível e, acima de tudo, único valor supremo: o Amor.

Assim, e somente assim, conseguiremos descobrir o que realmente importa: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo".

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Homossexuais São Inaptos Para Doação de Sangue. Afirma a Anvisa.

Orientação da Anvisa é vista como uma discriminação com os gays masculinos

Trecho de reportagem - Por Kelly Cerqueira - Publicada no Correio da Bahia online em 18/04/2013
Foto: Erasmo Salomão - Ascom/MS

Orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária aos bancos de sangue de todo o Brasil ainda gera dúvidas na população, principalmente ao público LGBTS. A portaria vigente nos dias atuais caracteriza como inaptos à doação de sangue, homens que tenham tido relações sexuais com outros homens, no período mínimo de um ano. O impedimento, que não é estendido para mulheres nas mesmas condições, levanta discussões sobre as definições de grupos de riscos e de comportamentos de risco.

O caso chamou a atenção do sambista Alberto Maraux, ao se dirigir ao banco de sangue do Hospital Aliança, ao lado da esposa, para fazer a doação a um parente. No panfleto informativo do hospital, a restrição e a falta de informações sobre o assunto que gera polêmica já há alguns anos, o colocou em dúvida sobre os motivos pelos quais gays do sexo masculino não podem fazer a coleta.

“O que achei mais curioso é que apenas homens são proibidos de doar. Acreditava que o impedimento só prevalecia quando o doador, independente da sexualidade, tinha comportamento de risco, como ter muitos parceiros, partilhar seringa ou não usar camisinha”, afirmou Alberto, que também é jornalista e tem o hábito de doar sangue regularmente.

O Ministério da Saúde garante que a orientação é fundamentada na maior probabilidade de contágio entre homens homossexuais do que entre heterossexuais. Segundo o órgão, “a inaptidão (e, não, proibição) para homens que fazem sexo com homens (HSH) é fundamentada em estudos epidemiológicos que apontam que a epidemia de HIV/Aids ainda é concentrada neste grupo”.

Evangélicos Ensinam aos Ativistas-gays Como Deve Ser Numa Democracia.

Leiam o texto abaixo do jornalista Reinaldo Azevedo.

 

Duas fotos, dois protestos; um é democracia; o outro é gritaria fascistoide. Ou: O regime democrático, a forma e o conteúdo


Vejam estas duas fotos.

A primeira retrata militantes cobrando, a seu modo, a saída do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. A segunda registra o protesto pacífico e silencioso feito por um grupo de evangélicos, nesta quarta, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Eles pedem que os condenados João Paulo Cunha e José Genoino deixem a CCJ. E aí?

Muitos são contrários à permanência de Feliciano numa comissão. Muitos são contrários à permanência de João Paulo e Genoino na outra comissão. Muitos gostam de Chicabon. Outros preferem o sorvete que é de uva… Na democracia, respeitados os parâmetros constitucionais, a forma é mais importante do que o conteúdo. Na democracia, as pessoas divergem sobre conteúdos e concordam na forma. A alternativa é o estado da natureza, todos contra todos. “Então, sendo educadinho, tudo pode?”, pergunta o petralha anarfa. Não! Estabeleci ali o limite na oração subordinada adverbial condicional reduzida de particípio: “respeitados os parâmetros”. Para entender o que escrevo, petralhas, é preciso ficar atento às sutilezas das reduzidas de particípio! Na língua, o conteúdo é tão importante quanto a forma.

Os evangélicos disseram o que pensam.

Os evangélicos não impediram os trabalhos.

Os evangélicos se opuseram à presença dos dois condenados, mas respeitaram o Congresso, que é maior do que Feliciano, que é maior do que João Paulo e Genoino, que é maior do que os evangélicos, que é maior do que os católicos, que é maior do que os gays, que é maior do que criminosos sacramentados pela Justiça, que é maior do que as corporações de ofício, que é maior dos que as corporações de gosto…

Dá para entender a diferença entre a democracia e a bagunça fascistoide? Dá para entender a diferença entre quem é contra o que o outro pensa ou representa e se manifesta de forma pacífica e quem tenta intimidar, calar, agredir, enxotar?

Dicas e perguntas

Fiquem atentos. Será que essa manifestação silenciosa vai parar na primeira página dos jornais? Se não for, é sinal de que, entre o protesto democrático e as falanges fascistoides, os jornais escolheram a segunda alternativa, e aí é hora de você escolher melhor os jornais. Será que essa manifestação silenciosa vai parar nas televisões? Se não for, é sinal de que, entre o protesto democrático e as falanges fascistoides, as televisões escolheram a segunda alternativa, e aí é o caso de escolher melhor a TV. Mais dia, menos dia, chegará a hora de discutir o “controle da mídia”. Os meios de comunicação podem estar, também eles, escolhendo a interlocução: truculência, gritaria, xingamento, demonização do outro… ou democracia.

“Não respondo a provocação”, afirmou Genoino, segundo leio na Veja.com, ao deixar rapidamente o plenário. Provocação? Qual provocação?

Quero encerrar deixando bem claro uma coisa: eu não estou igualando as duas situações porque igualáveis elas não são. José Genoino foi condenado em última instância por corrupção ativa e formação de quadrilha. João Paulo Cunha foi condenado em última instância por corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro. Feliciano não foi condenado por nada até agora, em instância nenhuma. Concorde-se ou não com o que ele pensa, e eu não concordo, sua presença numa comissão não é afronta nenhuma à democracia. As de João Paulo e Genoino são um escárnio. Um futuro presidiário e outro que só não irá em cana porque inexistem instituições para o regime semiaberto no país julgarem a constitucionalidade e a justiça de dispositivos legais é coisa de republiqueta, de país bananeiro, de nação controlada por uma súcia.

Parabéns aos evangélicos. É assim que se faz.

Por Reinaldo Azevedo

sábado, 13 de abril de 2013

A Presunção Dos Que Falam em Nome da Sociedade Sem dar Ouvidos ao que Ela Diz

O aumento de menores envolvidos em crimes violentos (só o pessoal que criou o ECA não percebeu isso) trouxe de volta a discussão sobre a redução da maioridade penal. Hoje, se um menor cometer um crime antes de completar 18 anos, ele será “retido” por, no máximo, três anos (chamam de “sofrer medida sócio-educativa”).

A pressão da sociedade é para reduzir a idade em que o menor poderá responder pelos crimes praticados, como qualquer outro cidadão de maior idade.

Outra vez mais nos deparamos com manifestações de alguns jornalistas que, a despeito do que acha a sociedade, dizem e pressionam contra a redução. Na GloboNews quatro jornalistas que participavam de um de seus programas ditos jornalísticos, todos, teceram comentários contrários a redução. Zapeei para o SBTBrasil e encontrei mais coerência nesta questão.

Após reportagem em que o secretário da Presidência da República, Sr. Gilberto Carvalho (ele de novo), se pronunciou em nome do governo dizendo que este era radicalmente contra a redução, a jornalista Rachel Sheherazade expôs um editorial adequado a reportagem e ao contexto que envolve o tema. Entre outras coisas, disse: “(Sr. Gilberto Carvalho) deixe que a sociedade decida sobre o que fazer com seus criminosos”. Direto ao ponto.

É no mínimo estranho, pois, nos acostumamos tanto a ouvir que "todo mundo é assim, pensa assim, faz assim", que quando nos vemos sendo, pensando e agindo diferente do que dizem, nos sentimos seres de outro planeta. Na verdade, esse pessoal que se acostumou falar em nome da sociedade a revelia da própria sociedade, o que está dizendo é: “A sociedade sou eu!”

Logicamente que a redução da maioridade penal não reduzirá o envolvimento de menores em crimes, mas, junto com outras medidas que devem acompanhar tal alteração, é um peso a mais sobre aqueles que teimam em praticar a violência no tecido social.

O que resolve o problema da violência é o investimento pesado no sistema de segurança, na geração de emprego, na valorização da família e na educação. E porque não fazem? Porque preferem torrar nossos recursos no circo do futebol e das olimpíadas invés de cumprir com suas obrigações de cuidar da população brasileira. No circo do futebol e das olimpíadas só quem ganha é a FIFA, o COI, os Patrocinadores e os Políticos. Nas obrigações da República quem ganha é o povo. Eles se elegeram para ganhar em detrimento do povo. O “povo”, para eles, “é apenas um detalhe”.

A arrogância e a prepotência dos que se acham donos da nação, sejam jornalistas ou funcionários públicos, não tem limites. Jornalistas devem respeitar a informação exposta e interromper a tentativa de fazer da sociedade brasileira sua imagem e semelhança. Os governantes devem apenas cumprir com seus respectivos papeis dentro da estrutura governamental, e como empregados da nação lhes devem obediência irrestrita.

As discussões sobre os temas que interessam a sociedade brasileira devem continuar acontecendo no Congresso Nacional, lugar onde, mesmo a duras penas, os diversos segmentos sociais estão representados. Cabe aos presunçosos jornalistas e governantes voltarem para seu devido lugar.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Pr. José Welligton é Reeleito Para Mais Quatro Anos na Presidência da CGADB

O pastor José Wellington Bezerra da Costa foi eleito para mais um período de quatro anos à frente da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil. Ao final deste mandato, serão 29 anos à frente desta convenção.
 
Os críticos de uma continuidade tão longa, ousam até comparar com um papado. Os partidários festejam satisfeitos com o atual quadro na CGADB, passando, para os demais, a ideia de que a continuidade é o melhor caminho para o crescimento e melhoria na qualificação das atividades das Assembleias de Deus no Brasil.
 
Todo o drama vivenciado ao longo desta intensa e, muitas vezes, arriscada campanha, trouxeram as evidências de que a igreja Assembleia de Deus sofre um processo de deterioração políitica-eclesiástica, que aponta para um afastamento dos princípios da Palavra de Deus.
 
Numa campanha onde dois pastores concorrem ao posto de líder de uma Convenção religiosa, pertencente a uma igreja como a Assembleia de Deus, se utilizando de ferramentas similares a política secular, inclusive com ações na justiça dos homens, demonstram que para estes cargos, o secularismo foi entronado no lugar de Deus.
 
Ainda bem que se trata apenas de uma organização religiosa que, apesar de levar o nome de Deus, se tornou apenas o reflexo dos homens de nossos dias. Como bem disse o Pr. Geremias do Couto em seu blog (Manhã com a Bíblia): "...confesso que estou cansado. Minhas forças se exaurem diante desse quadro, para mim, calamitoso em que nos encontramos".
 
Me achego para o lado do referido pastor e comungo com ele desse desgosto. O que fazer? Tentar manter-se ligado a videira verdadeira - CRISTO - apesar dos homens.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Pr. Marcos Feliciano Desabafa


Falou tudo, sem agredir ninguém.
 
No que diz respeito a ausência de cristãos se posicionando na defesa do cristianismo, o problema não é a igreja, e sim, os líderes. Em tempos turbulentos como esse, é mais cômodo ser um agente secreto de Deus do que um profeta como Jeremias.

Se nosso povo ouvir a voz de comando, estaremos nas ruas exigindo respeito as leis e aos nossos direitos.
 
Se quiser compartilhar suas conclusões, utilize a área de comentários.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Pr. Marcos Feliciano, Refreia a Língua!!! Com Todo Respeito

"Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo" Pv. 25:11.

O Marcos Feliciano, como cidadão e, principalmente deputado, tem todo direito de dizer o que quiser, afinal, no Brasil, desde que a ditadura militar terminou, não existe crime de opinião. Ele é adulto para responder pelo que fala.

Como Pastor evangélico precisa ponderar algumas de suas colocações. Pregações enfatizando maldições, maligno, supostos assassinatos em nome de Deus, definitivamente, não faz parte do conjunto de bençãos que o Senhor quer derramar sobre as pessoas. Uns vinte anos atrás, quando tocava no conjunto Júbilo dos Fiéis, ouvir o Pr. Gilberto Pires pregando. Num dado momento ele disse: "Deus nos chamou para indicar às pessoas o caminho para o céu. Para o inferno, elas vão com as próprias pernas".

Claro que isto não significa que devemos nos calar diante daquilo que a Bíblia claramente chama de pecado. Mas, uma coisa é identificar o pecado, protestando pelo arrependimento dos pecadores e retorno para dentro da vontade de Deus. Outra coisa é sentenciar que a comissão dos direitos humanos estava sob domínio de satanás, que o continente africano foi amaldiçoado e que pessoas foram mortas por Deus.

Sim, há muitas coisas que sabemos serem passíveis de acontecerem que fogem ao que, convencionalmente, aceitamos como razoável. Coisas que só os espirituais podem compreender (1 Co. 2:14). Lembra que Jesus ensinava por parábolas para que "os de fora" não entendessem e, ato contínuo, explicava apenas para seus discípulos (Mt. 13:11), porque, eles sim, tinham condições de compreender os mistérios do Reino de Deus?

Por esta razão, é prudente estudarmos alguns assuntos apenas num ambiente fechado, reservado apenas para cristãos equilibrados e maduros, que entenderão adequadamente dentro do contexto daquilo que se estuda. Para os neófitos e os de fora, devemos apresentar o evangelho gracioso de Jesus e a necessidade do pecador se arrepender de seus pecados e voltar-se para Deus que é grande em perdoar (Is. 55:7).

Pr. Marcos, vai aqui um humilde conselho. Quando perceber que sua mensagem pode machucar indiscriminadamente "alguém" (1 Jo. 4:20), refreia a língua!!! Deus nos dá sabedoria para conquistar (Tg. 1).

Arrisco-me a terminar este texto com uma expressão popular que revela qual deve ser a estratégia evangélica da pregação: "Quem quer pegar galinha [com perdão da má palavra] não diz xô. Ao contrário; sai jogando milho e falando carinhosamente bem baixinho til, til,til,til..."

Não Fico em Cima do Muro. Sou Protestante. Apesar de Algumas Bobagens Que Andou Dizendo, Marcos Feliciano Me Representa


"Tendo levado os apóstolos, apresentaram-nos ao Sinédrio para serem interrogados pelo sumo sacerdote, que lhes disse: "Demos ordens expressas a vocês para que não ensinassem neste nome. Todavia, vocês encheram Jerusalém com sua doutrina e nos querem tornar culpados do sangue desse homem". Pedro e os outros apóstolos responderam: "É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens!" (Atos 5:27-29).

"Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais" (Efésios 6:10).

"Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente! Assim, porque você é morno, nem frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca" (Apocalipse 3:15-16).
Jesus já tinha dito que não seria fácil, que teríamos aflições, mas, me incentivou a manter firme minhas convicções cristãs e me posicionar.

Seria incoerente apoiar aqueles que se levantam contra as Sagradas Escrituras, consequentemente, contra Deus e sua vontade, contra o cristianismo e contra cristãos.

Nesse momento de intensa batalha espiritual, estou do lado daqueles que professam a fé cristã.

Cantores Evangélicos Apoiam Marco Feliciano


O deputado agradeceu pelo posicionamento desses cantores que estão defendendo a liberdade de opinião.
por Leiliane Roberta Lopes - musica.gospelprime.com.br

Cantores evangélicos apoiam Marco FelicianoCantores evangélicos apoiam Marco Feliciano

No Twitter, alguns cantores do gospel resolveram comentar sobre a polêmica em volta do deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC-SP) compartilhando o link com o comentário do jornalista Alexandre Garcia que salientou que no Brasil a opinião não é criminalizada.
Entre as personalidades que falaram desse assunto temos Ana Paula Valadão, André Valadão e Cassiane. A líder do Diante do Trono foi a primeira a compartilhar o vídeo do jornalista dizendo: “Nesse país opinião não é crime!” postando o link do vídeo postado no Youtube com o comentário do jornalista.
A mensagem de Ana Paula ganhou mais de 360 retweets, incluindo um de seu irmão, o também cantor André Valadão.
Ana Paula também compartilhou uma atualização do Twitter do deputado Feliciano com o áudio do mesmo comentário o que também fez Cassiane.
Pelo microblog o deputado agradeceu o apoio desses cantores e pediu para que eles se pronunciassem em vídeo para garantir o apoio à liberdade de opinião e defender a fé cristã.
O cantor Irmão Lázaro se pronunciou pela Twicam, não defendendo as falas polêmicas do deputado, mas alertando sobre a afronta que os cristãos estão enfrentando por contado do pastor.
A cantora Perlla também lançou uma campanha pelas redes sociais aparecendo dando um beijo em seu esposo, o músico Cássio Castilhol, e dizendo que Feliciano a representa por estar a favor da família tradicional. Diversas pessoas pegaram o exemplo da cantora e passaram a tirar fotos de casais e famílias formadas por heterossexuais.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Sem Representação, a Única Alternativa é Tentar Ganhar no Grito e na Violência

O deputado Marcos Feliciano foi "eleito" em razão dos 212.000 votos que obteve nas urnas;

O deputado Jean Willys (12.000) só foi puxado para o parlamento pelos votos obtidos por outro deputado.

O deputado Marcos Feliciano obteve os 212.000 votos pela militância de dezenas de anos na comunidade evangélica;

O deputado Jean Wyllys obteve 12.000 votos por ter se tornado uma sub-celebridade produzida pela Rede Globo em um de seus famigerados BBB's.

O deputado Marcos Feliciano é parlamentar pela força democrática de 212.000 brasileiros que, intencionalmente  e legitimamente, o nomeou para representá-los;

O deputado Jean Wyllys, com os votos intencionais e legítimos de 12.000 brasileiros, segundo as regras da Lei eleitoral brasileira, não teve força democrática para, por si só, representar qualquer segmento ou pessoa no parlamento brasileiro.

Não será por isto que Jean Wyllys quer ganhar as coisas no grito e na agressão ao regime democrático?

Aliás, como os ativistas-gays são escandalosos.

Eles Não Me Representam

Jean Willys não me representa;
O PT não me representa;
Xuxa não me representa;
A Globo não me representa;
Chico Alencar não me representa;
Daniela Mercury não me representa;
Wagner Moura não me representa;
Lula não me representa;
Fernanda Montenegro não me representa;
Ricardo Boechat não me representa;
Luiza Erundina não me representa;
Luana Piovanni não me representa;
Chico Buarque não me representa;
Dilma não me representa;
PSOL não me representa;
Renan Calheiros não me representa;
Caetano Veloso não me representa;
Henrique Eduardo Alves não me representa;
Erica Kokai não me representa;
Quem diz que "Feliciano não os representa" não me representa,
Enfim, a lista é imensa. Mas, respeito a opinião de todos eles.

Porque não fazem o mesmo comigo?

Porque não respeitam quem me representa?

Daniela Mercury, a Lésbica Envergonhada

Daniela Mercury, a cantora de axé baiana, concedeu entrevista na Rede Globo (só podia ser), explicando a decisão de expor sua vida íntima ao público. Acompanhei apenas parte da entrevista, em razão de não encontrar ânimo para assistir programas na famigerada rede de televisão (Como assistir uma rede de televisão que não respeita os costumes da maioria da população brasileira, a família tradicional e as opiniões divergentes?).

Vi uma Daniela tentando ser natural, mas, visivelmente acabrunhada e nervosa, o que demonstrou está extremamente incomodada com a situação. Não apenas isto. Algumas colocações foram a prova do tamanho vexame que ela se envolveu por vontade própria.

Disse, dentre outras coisas, que resolveu confessar ser lésbica em razão da luta que já de muito tempo está envolvida. Menos verdade. Se assim fosse, não haveria razão para ela manter sigilo durante tanto tempo. Porquê só agora resolveu contar sobre o lesbianismo quando já mantêm o relacionamento com a jornalista há algum tempo?

Seguindo na entrevista, disse que não gosta de rótulos como gays, lésbica e coisas do gênero. Ora, se está na luta pelo "despreconceito" da sociedade com relação as relações homossexuais, não poderia se sentir incomodada com o nome pelo qual é identificada a mulher que mantêm relação amorosa com outra mulher. Sendo natural, não há porque se sentir incomodada com o rótulo de lésbica.

Quando publicou sua declaração na internet, disse que estava fazendo em protesto contra o deputado Marcos Feliciano. Agora, arrependida, disse não ter sido por este motivo. Ah, tá. Ainda bem que voltou atrás rapidinho. Estava pegando mal buscar coragem num protesto para assumir o que a envergonha.

Por fim, a entrevista foi, também, o testemunho das razões que leva o envolvimento mais do que claro da mídia com a causa-gay. A outra lésbica, parceira da Daniela Mercury, é uma jornalista (Malu Verçosa - outra envergonhada) que pertence a Rede Bahia, afiliada da Rede Globo. Como se vê, a ideia da Rede Globo é, "nosso padrão deve ser o padrão da sociedade brasileira". É por isto que novelas e programas como BBB são produzidos recheados de "baixarias" e alardeados como reflexo da sociedade brasileira. Nada mais falso.

Sendo uma das partes jornalista da Rede Bahia, afiliada da Rede Globo, não podia, então, ser diferente. A produção e apresentação da entrevista foi em tempo, diríamos, recorte. Coisas que só acontecem quando um fato extraordinário e de grande impacto chamam a atenção da maioria da população brasileira.

Em tempos de ditadura das minorias, o que requer empenho máximo e urgente da mídia brasileira, especialmente da Rede Globo de Televisão, é o destaque para a causa-gay, propagandeada como um bem para a sociedade, ou a reprimenda por qualquer manifestação ou insinuação contrária.

Por isto, sempre que possível, troque de canal.

Na História Humana, Não São os Cristãos que Matam Gays, São os Gays que Matam Cristãos

Vale a pena assistir este vídeo. O filósofo Olavo de Carvalho expõe a verdadeira face de gayzistas como Jean Willys.

sábado, 6 de abril de 2013

Daniela Mercury e Seu Protesto Contra Feliciano

A cantora de axé publicou uma foto da "esposa" como forma de protesto contra o deputado Marcos Feliciano na Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

Há gente que usa cartazes, fazem passeatas, invadem propriedade particular e pública, expõe seios, deitam no chão, queimam lixo, etc. Outro dia foram duas velhinhas que protestaram se beijando. Observem que ninguém queima dinheiro ou joga ouro no meio da rua como forma de protesto, ou seja, ninguém destrói aquilo que dá valor para protestar. Vamos em frente...

Estamos num país livre (pena que mais para uns do que para outros), e apesar de alguns desses atos excederem os limites da lei, como por exemplo, invasão de propriedade particular e pública, e impedir o ir e vir das pessoas que não participam do ato, a democracia concede às pessoas a opção de, livremente, se manifestarem sobre qualquer coisa. Podemos até não concordar com a forma, mas, respeitamos o direito.

O que muito se ouve é que ninguém tem nada a ver com a vida particular das pessoas. Nos limites estabelecidos em lei, concordo. Que cada um preste contas de sua vida à Deus. O que a Daniela faz em sua vida íntima é problema dela. No entanto, foi a própria quem tornou público algo que só diz respeito a ela e sua família, expondo o que chama de "minha vida" como moeda de protesto (Reconheçamos. Foi uma bela jogada de marketing. Certamente que seu próximos shows obterá uma atenção maior da "imprensa imparcial" deste país).

Quando se mergulha numa guerra insana, todos os atos são frutos de destempero.

Alguns apitam, atrapalham o trânsito, queimam pneu velho. A Daniela resolveu, intencionalmente, usar a "esposa". Não deveria, mas, pode. Assim seguimos todos, até o próximo "protesto" inusitado incentivado e exposto na mídia pelos ativistas-gays.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Vale a Pena Lembrar de Novo

Tempos trabalhosos é um bom momento para lembrar com mais nitidez as Palavras de Cristo:

"Tudo isso será o início das dores. "Então eles os entregarão para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa. Naquele tempo muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros, e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos. Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará, mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim (Mateus 24:8-14).

"Como foi nos dias de Noé, assim também será na vinda do Filho do homem. Pois nos dias anteriores ao dilúvio, o povo vivia comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca; e eles nada perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos. Assim acontecerá na vinda do Filho do homem" (Mateus 24:37-39).

Vale a pena lembrar, também, as palavras de Paulo:

"Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes" (2 Timóteo 3:1-5).

Resumindo o que Cristo disse: "O Reino dos céus é ainda como uma rede que é lançada ao mar e apanha toda sorte de peixes. Quando está cheia, os pescadores a puxam para a praia. Então se assentam e juntam os peixes bons em cestos, mas jogam fora os ruins. Assim acontecerá no fim desta era. Os anjos virão, separarão os perversos dos justos e lançarão aqueles na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes". Então perguntou Jesus: "Vocês entenderam todas essas coisas?" "Sim", responderam eles (Mateus 13:47-51).

E aí? Entendeu? Você não é obrigado a acreditar, mas, foi isso que Ele disse. Seja lá como for, viva na alegre esperança de colher o fruto de sua escolha.

Os Cristãos Cidadãos e o Estado Laico.

Uma proposta de lei, de autoria do tucano João Campos, de Goiás, um dos mais atuantes integrantes da bancada evangélica, estende às organizações religiosas a prerrogativa de contestar a constitucionalidade das leis no Supremo Tribunal Federal (STF).

Esta proposta, apesar de estar em fase de tramitação e ter sido aprovada apenas na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, já começa a encontrar críticas contrárias sob o fundamento do tal estado laico. Entendem como estado laico aquele que estremece ao ouvir o nome "religião e políticas públicas" juntas.

O Brasil é, queiram ou não os anticristãos, um país com uma população majoritariamente cristã. E, por esse pressuposto, é desinteligente imaginar uma população que deve guardar sua religiosidade quando vai votar e quando vai tratar de políticas públicas. Na cabeça dos "anti", o cristão deve, ao deitar para dormir depois de um dia de trabalho, guardar sua religiosidade num baú e só retirá-la de lá quando for à igreja, tendo o cuidado de devolvê-la à sua prisão logo que retorne do templo.

Ser cristão é viver sua religiosidade nas vinte e quatro horas do dia, permitindo que os princípios cristãos sejam os gestores de sua vida, incluindo aí, suas decisões. Não somos esquizofrênicos para viver alienados em nossa nação, ou melhor, com a cabeça no mundo da lua.

Ser cristão é viver a vida tentando imitar Cristo não apenas quando se vai à igreja, mas, em todas as suas relações sociais. Esta é, inclusive, a maior marca dos cristãos na sociedade. Não é por esta razão que este segmento tem resgatado pessoas dos vícios e restaurado famílias e cidadãos para o Brasil e para o mundo? Essa pretensa religiosidade que separa vida espiritual da social é balela de quem não sabe nem o que é religião.

Mas, já que defendem esse estranho estado laico, porque não têm coragem de propor que os cristãos, como não devem misturar políticas públicas e religião, sejam isentos de pagar impostos, afinal, não é justo pagar e ser impedido de participar das decisões relativas as políticas públicas realizadas com o dinheiro arrecadado. Vamos lá, tenham coragem de propor que os cristãos sejam proibidos de votar ou se candidatar a cargo público; ousem proibi-los de integrar os órgãos de controle social, as polícias militar e civil, porque são os braços fortes da lei para manutenção da ordem pública.

No Brasil, como no restante do mundo, tá virando moda combater o cristianismo por puro preconceito e ignorância. Isto mesmo. Observem que religiões de outras matizes não são perseguidas ou vítimas de agressão gratuita. E eles fazem isto por acreditar que, como seguidores de um homem que sofreu as dores "mudo como ovelha levada para a tosquia", nós, também, sofreremos calados. Ei! entenda. Ele, Jesus, já sofreu calado, e isto bastou para nos garantir salvação espiritual e eterna. No entanto, enquanto nos derem voz (isso é democracia), exerceremos "nosso DIREITO como legítimos cidadãos brasileiros".

Eles esquecem que o voto de um cristão tem o mesmo peso do voto de um pagão, e quando se trata de segmento, aqui no Brasil não há um com a quantidade de integrantes semelhante (e crescendo). Pensem nisso, porque nós, cristãos, além de estarmos atentos, estamos num processo de conscientização cada vez maior de nosso povo.

Com a chegada do PT ao poder, bem disse um ex-ministro do STF, "os idiotas perderam a modéstia" (Nelson Jobim - 06/2011). Pois, é. Estamos vivendo tempos em que a idiotia se tornou qualidade fundamental para excelência na república.

E já que não costumam ouvir os conselhos de Cristo, aceitem o conselho do Rei da Espanha.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Sob o Signo de “satanás”. Em minúscula! Ou: O “satanás” de Feliciano e o “diabo” de Dilma


A imprensa brasileira agora deu para grafar “satanás” em maiúscula. Deve ser para encarecer a gravidade do momento e a fealdade não do “tinhoso”, mas a do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), transformado no inimigo público nº 1 do Brasil por grupos militantes e por seus porta-vozes no jornalismo. Em tempo: “satanás” é substantivo comum. Tanto é assim que existe até plural: “satanases”. O dicionário registra 138 sinônimos para o diabo, tal é a frequência do tinhoso no vocabulário, ora como metáfora, ora como metonímia, quase sempre significando “o inimigo”.

Escrevi “diabo”? Pois é… Há alguns dias, na Paraíba, a presidente Dilma Rousseff confidenciou: “(…) nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição (…)”. Ninguém se importou. Poderia ter dito: “Nós podemos fazer o satanás quando é hora de eleição”. Ou ainda: “Nós podemos fazer o demônio quando é hora de eleição”. E teria dito sempre a mesma coisa. Não entendi que a presidente estivesse confessando a adesão a alguma seita satânica. “Diabo”, no seu vocabulário, queria dizer o vale-tudo, a ausência de limites, a adesão a comportamentos pouco ortodoxos que até ela própria, intimamente, reprova.

Depois de admitir “fazer o diabo” nas eleições, a presidente emendou: “Agora, quando a gente está no exercício do mandato, nós temos que nos respeitar (…)”. Qualquer amante da língua indagaria se, durante a disputa, o respeito é, então, dispensável. Olhem aqui: eu e mais uns dois ou três enroscamos com a fala da mandatária. Boa parte do jornalismo preferiu deixar o diabo de lado, dando destaque não aspecto virtuoso da fala presidencial: Dilma estaria querendo dizer que o governo não discrimina ninguém e que é preciso união.

Fui acusado por um desses imbecis de plantão de distorcer a fala da presidente, dando excessivo destaque ao que era linguagem figurada. Ora, claro que era linguagem figurada. Eu me importei com a fala justamente porque a figuração não era boa. Atenção! Dilma confessou “fazer o diabo” num ato político. Estava sobre um palanque, na presença de um prefeito de capital e de um governador de estado. Falava como presidente da República, investida do cargo, num ambiente público. Tudo certo! “Eles” podem tudo, e, se alguém estranhar, só pode ser por reacionarismo.

Agora o satanás
Num culto numa cidade mineira, depois de enfrentar protestos e xingamentos, o “pastor” Feliciano — e aí falava como pastor, num culto privado de uma denominação religiosa — afirmou que, antes de sua chegada à Comissão de Direitos Humanos, ela era dominada por satanás ou coisa assim.

Dilma, que é presidente da República, confessar que aderiu às práticas do “diabo” — e ela confessou! — foi considerado coisa normal, mero exagero retórico. Já um presidente de comissão da Câmara, falando como pastor, não pode afirmar que rechaçou “satanás” — ou que o zarapelho dominava a comissão. Dilma pode usar o diabo como metáfora, mas o satanás como figura de linguagem tem de render a guilhotina a Feliciano. É um debate ridículo!

Truque
Incapazes de provar que o deputado praticou a tal homofobia, incapazes de demonstrar que ele foi racista, resta agora um truque novo: recorrer ao Conselho de Ética da Câmara, acusando-se de quebra do decoro. Por quê? Por causa de sua fala sobre… satanás! A deputada petista Iriny Lopes (ES) se encarregou da tarefa. É aquela que, quando ministra das Mulheres, resolveu enroscar com uma propaganda estrelada por Gisele Bündchen porque supostamente depreciativa para as mulheres. Confundia humor com proposta política. Aliás, os humoristas podem se preparar, reitero, para o “Controle Social da Piada”. Se acham que grupos evangélicos e católicos que protestam são expressões do atraso, talvez tenham a chance de experimentar as graças de um estado oficialmente ateu…

Em entrevista à Folha e ao UOL, Feliciano aumentou o fogo da fervura. Afirmou que não iria a uma reunião de colégio de líderes porque seria achincalhado. Os próprios deputados do PSC se mostram incomodados com as duas falas. Há a possibilidade de que Feliciano esteja forçando a barra para ser destituído por alguma forma de golpe na comissão — única maneira de tirá-lo de lá se ele não renunciar. A outra é o caminho de Iriny, que quer simplesmente cassar o seu mandato. Seria o primeiro parlamentar cassado por delito de opinião sem a ajuda do… AI-5.

Feliciano não é besta nem nada. Enquanto estiver na comissão, deve ter claro que haverá pessoas gravando os cultos de que participa. Tudo o que disser, metáfora ou não, será usado contra ele. As intervenções de seus assessores e de pessoas a ele ligadas nas redes sociais serão monitoradas. Um deles postou em algum lugar que o destino de crianças adotadas por homossexuais é o estupro. Novo escarcéu nos sites noticiosos. Querem que ele responda por isso também. Só José Nobre (PT-CE), irmão de José Genoino (PT-SP), um dos condenados da CCJ, não é obrigado a responder pela cueca do assessor lotada de reais e dólares.

A palavra “satanás”, o substantivo comum, quer dizer “inimigo”, “aquele que arma ciladas”. Acho que Feliciano já sacou quem são os seus satanases, uma vez que passa pelo maior processo de satanização por que passou um político em muitos anos.

Poucos se dão conta de que, em janeiro do ano passado, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) anunciou, no Fórum Social Mundial, que a próxima grande tarefa do PT era disputar influência com os evangélicos. Eis aí.

Por Reinaldo Azevedo

Compre na Concorrência.

O Ponto Frio, o Itaú, o Walmart Brasil, o Sonho de Valsa, o Halls Brasil, a Bonafont e a Contigo! estão fazendo campanha pelo “casamento” gay no Twitter e no Facebook (Fonte: Blog do Julio Severo).

É um direito deles apoiar o que quiserem e quem quiserem. É nosso direito comprar o que quisermos e onde quisermos. Ambos, nos limites da lei.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Diálogo Entre Um Cristão e Um Gay

Gay - Oi.
Cristão - Oi.
G - Que babado, hein!
C - Verdade. Há muita grita e pouca ponderação.
G - Você também é homofóbico?
C - Depende do que você define como homofóbico.
G - Ah, esse pessoal que não gosta de homossexuais, que dizem que é pecado, que vão pro inferno, que ficam falando contra a gente... que é do contra, entendeu?
C - Bom, deixa eu te explicar por partes. Não gostar de homossexuais é uma coisa, não gostar da prática homossexual é outra. Prática é aquilo que se faz, enquanto que o homossexual é aquele que faz, correto?
G - Sei...
C - Pois, bem. Eu não gosto do que fazem, mas, respeito a escolha de fazer e quem faz.
G - Huummm...
C - Outra coisa que você perguntou é com relação a pecado e inferno. Estas questões são eminentemente religiosas, e na religião cristã, toda base de doutrina é aquela exposta na Bíblia Sagrada. É ela quem diz, tanto no Novo Testamento (Romanos, Coríntios, Apocalipse) quanto no Velho Testamento (Pentateuco), ser a homossexualidade uma abominação perante Deus e, portanto, pecado. Quanto ao inferno, é o mesmo Livro Sagrado que declara ser este o lugar de destino de todo pecador, não arrependido, que permanece na prática do pecado (1 Co. 6:10). Peço que observe a existência de outros delitos que, a semelhança do homossexualismo, tem como pena viver a eternidade distante de Deus. São eles: devassos, adúlteros, ladrões, avarentos, maldizentes, mentirosos, idólatras (Ap. 21:8). Ih, a lista é grande.
G - Mas, que absurdo.
C - Pois, é . É nesse livro que nós, cristãos, acreditamos. Agora, deixa eu te dizer: não fomos nós que o escrevemos. Nós apenas acreditamos nele.
G - Ah! é por isso que vocês tem essa visão preconceituosa?
C - Esta é a sua opinião e eu não concordo com ela. Pré-conceito é a opinião que emitimos, com base numa ideia que possuimos antes de conhecer do fato. Então, não se trata de pré-conceito. Desde que o mundo é mundo, a Bíblia é a Bíblia e o cristianismo é o cristianismo este é um conceito bíblico. Não mudou, continua o mesmo, porque a questão da homossexualidade é conhecida desde muito tempo atrás. Você já ouviu falar de Sodoma e Gomorra?
G - Já ouvir alguma coisa.
C - Pois é. É da cidade de Sodoma que vem o termo utilizado como definição para homossexualidade, ou seja, "sodomia". E foram, ambas as cidades, destruídas por Deus por esta razão. É exatamente por isto que não se pode falar de preconceito. A homossexualidade, desde que conhecida no mundo, é identificada como um erro diante de Deus.
G - Mas, utilizar a Bíblia, esse livro antigo e ultrapassado, como base para definir como erro a homossexualidade é injusto. Estamos na pós-modernidade. Tempo de luz, de cores, de diversidade, da aceitação do outro como ele é.
C - Deus aceita o mentiroso, mas, deseja que ele mude e pare de mentir. E porquê? Porque mentir é viver uma falsidade e Deus deseja que sejamos uns para com os outros o que realmente somos. Mentir para Deus é uma bobagem, pois, Ele, sendo quem é, conhece toda verdade. Quanto a utilizar a Bíblia como base de nossos pensamentos, não vejo problema algum. Nas universidades os mestres se utilizam de escritos de Karl Marx, Nietzsche, Sigmund Freud e tantos outros ateus e humanistas secularizados como base de pensamento e não escuto ninguém reclamando disto. Ora, por que os conceitos formulados a partir dos escritos desses homens são melhores que os meus formulados a partir da Bíblia?
G - É, mas por causa dessa forma de encarar a homossexualidade muitos gays tem sido mortos no Brasil.
C - Desculpe-me, mais isso é uma falácia e a razão é muito simples. Cerca de 70% dos gays assassinados tiveram como algozes seus companheiros, e no percentual restante, 30%, nenhum dos autores eram cristãos. Como se vê é mentira. Sem falar que o nº de gays mortos no Brasil, em relação ao nº dos demais brasileiros mortos, é ínfimo. Obviamente que a morte de um único brasileiro, seja hétero ou homossexual, é algo que merece nossa reprovação. Dito isto, deveríamos estar mais empenhados em acabar, ou minimizar, com a violência de maneira geral do que preocupados com o próprio umbigo.
G - Ah, sei. Mas, já é tarde e preciso ir embora. Outro dia a gente prossegue nossa conversa.
C - Ok. Mais uma coisa. Temos profunda e sincera compaixão por todos os seres humanos, inclusive os homossexuais, porém, como cristãos, não podemos afirmar outra coisa que não seja a reprovação de Deus para esta prática. Você não precisa de nossa aprovação para viver sua vida, mas, não pode exigir nossa concordância ou silêncio quando nos perguntam sobre isto. Não queremos impor nossa visão e princípios sobre a sociedade, mas, também, não podemos permitir que ativistas gays obriguem os brasileiros a adotar seus conceitos como únicos e absolutos e, o que é pior, obrigar as igrejas cristãs brasileiras a aceitarem de boca fechada. A tolerância e o respeito a diversidade é o que queremos para nós, para vocês e os demais brasileiros. tem muitas outras incompreensões que, se tivermos outro papo, faço questão de esclarecer. Deus o abençoe.

Finalmento Uma Notícia na Mídia Secular Nacional Sobre a CGADB. Infelizmente, é Uma Notícia Vergonhosa.

CONCLAVE EVANGÉLICO: Disputa por Assembleia de Deus vai aos tribunais


A sucessão da presidência da Convenção-Geral das Assembleias de Deus chegou à Justiça. Candidato de oposição, o pastor Samuel Câmara obteve no Pará uma liminar determinando a abertura dos dados relativos às inscrições dos 22 mil pastores que votarão na eleição, marcada para o início de abril. Câmara quer saber se todos pagaram o registro cobrado dos eleitores. Enquanto o presidente da Convenção, José Wellington, que tenta mais um mandato, cassava a decisão no tribunal do Pará, Câmara ganhou a causa no mérito. Esse é apenas um dos processos em curso.
Fonte: Revista Época - 01.04.13