sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Ter ou Não Ter Arma de Fogo?

No caso do assassinato da jornalista e do operador de câmera, numa entrevista ao vivo, realizado por uma rede de televisão dos Estados Unidos, os oportunistas aproveitam para, evitando um estudo mais aprofundado da ação e dos problemas envolvidos, discutir a questão da facilidade de acesso a arma de fogo naquele país.

Acreditam que este terrível fato aconteceu porque é fácil, para um cidadão norte-americano, comprar e portar uma arma de fogo. A ideia é reforçar o alegado acerto na proibição da comercialização de armas de fogo aqui no Brasil.

Agora pense:

Lá nos Estados Unidos, em um ano, aproximadamente *15.241 pessoas foram assassinadas, enquanto que, aqui no Brasil, mais de 60.000 pessoas perdem a vida, por ano. População norte-americana, 319 milhões de pessoas (2014); população brasileira, 204 milhões de pessoas (2015).

É isto mesmo.

Nos Estados Unidos, com uma população maior, e onde todo e qualquer cidadão pode ter uma arma, 15.241 pessoas foram mortas, em um ano, em todo o país.

Aqui no Brasil, com uma população menor, e onde não podemos ter arma nem para defesa de nossa casa, mais de 60.000 pessoas morrem todos os anos.

Nos EUA a taxa de óbitos por arma de fogo é de 3,2 por 100 mil habitantes, no mesmo ano (2010), os brasileiros contavam 19,3 mortos por 100 mil.

Sou contra a violência e, por esta razão, tudo que contribua para seu aumento, inclino-me a ser contra. No entanto, não sou radical a ponto de não entender que quando o Estado não consegue te proteger, você precisa ter as ferramentas necessárias para sua auto-defesa.

Se um homem mau bate na porta de minha casa e tenta usar de violência contra minha esposa e filhas devo aceitar passivamente que elas sejam agredidas e humilhadas? Claro que não. "Se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa" (Jesus Cristo em Mt. 24). Usarei toda força, inteligência e armas disponíveis para proteger a minha casa e minhas mulheres. É o meu papel e minha responsabilidade.

É só para pensar e deixar de sermos idiotas úteis nas mãos de gente sem escrúpulos, tendenciosos e debilóides.



*http://lista10.org/diversos/os-10-paises-com-os-maiores-numeros-de-pessoas-assassinadas/

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Os Dez Piores Países Para Ser Cristão


Coréia do Norte


Na Coréia do Norte as religiões são proibidas. Milhares de cristãos estão presos no país, e muitos foram torturados e executados. Religiosos que se encontram secretamente correm o risco de serem presos. Em 2011, por exemplo, Pyongyang reclamou muito de uma árvore de Natal de 30 metros colocada sobre uma colina na Coreia do Sul, que podia ser vista do território norte-coreano. O regime acusou o Sul de tentar espalhar a religião entre os norte-coreanos.

Somália

O Islamismo é a religião oficial do país e a conversão para outra religião é um ato ilegal. O Al Shabab, grupo terrorista, almeja impor na Somália um sistema de governo doutrinado por uma interpretação radical da sharia, o rígido controle de leis islâmicas. O grupo islâmico quer "livrar" a Somália de todos os cristãos. As pessoas suspeitas de seguir a fé são susceptíveis a serem mortas. Como consequência, muitos cristãos se encontram em segredo no país.

Iraque

Depois da queda do governo de Saddam Hussein, muitos cristãos fugiram do Iraque já que a perseguição ao cristianismo só tendia a aumentar. Como o Estado islâmico assumiu o controle de grande parte do país, os cristãos e outras minorias foram forçados a se converter, pagar um imposto punitivo ou ser morto. Estima-se que 100.000 pessoas fugiram de suas casas em Mosul, uma cidade em uma região de maioria cristã no norte do Iraque.

Síria

Desde o começo da guerra civil, em 2011, estima-se que 700.000 cristãos fugiram da Síria. Assim como no Iraque, seguidores do cristianismo são perseguidos e muitas vezes raptados, mortos ou feridos no país.

Afeganistão

No Afeganistão o cristianismo é visto como uma religião ocidental e os poucos cristãos que existem devem manter sua fé em segredo ou arriscar sofrer atos cruéis como rejeição familiar e até mesmo execução. No país não há igrejas e os religiosos mantêm a prática cristã em segredo.

Sudão

No Sudão, pessoas que param de seguir o islamismo e passam para outra religião podem ser punidas com morte. Existem relatos de que o governo já chegou a atacar cristãos com bombardeios direcionados. O país também tem leis de blasfêmia que serviram para justificar a prisão de muitos cristãos.

Irã

O Islamismo é a religião oficial no Irã, isso significa que qualquer cidadão que se converta ao cristianismo é considerado apóstata. Armênios e assírios que vivem no Irã estão autorizados a praticar o cristianismo, mas muitas vezes são tratados como cidadãos de segunda classe. Igrejas são monitoradas e constantemente invadidas pelo governo. Pelo menos 75 cristãos foram presos no Irã no ano passado.

Paquistão

Um dos países mais conservadores do mundo - bebidas alcoólicas são proibidas, mulheres só saem na rua se cobertas por véus e o governo censura novelas e filmes - trata, frequentemente, os cristãos como cidadãos de segunda classe. Mulheres e crianças cristãs podem ser alvo de abuso sexual, leis de blasfêmia são abusadas para atacar seguidores e as igrejas são monitoradas e, por vezes atacadas.

Eritreia

Os cristãos são considerados uma ameaça para a Frente Popular pela Democracia e Justiça, o partido político que controla o país. Muitos tiveram suas casas atacadas ou foram torturados, espancados e presos. Há relatos de que alguns tenham sido mantidos em containers de navios em condições desumanas.

Nigéria

Desde que o grupo terrorista Boko Haram ganhou destaque na mídia, milhares de cristãos foram sequestrados ou mortos. No norte do país, os cristãos são tratados como cidadãos de segunda classe. Segundo relatos, crianças cristãs não são autorizadas a frequentar a escola e aldeias cristãs têm água limpa e acesso aos cuidados de saúde negados pelo governo.

Matéria da Veja online (08/2015)

Oremos por nossos irmãos.