quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A República Brasileira Apodreceu nas Mãos do PT

Quando ainda viviam a farsa de puritanos éticos, os paladinos do outrora Partido dos Trabalhadores, transformado mais recentemente em Partido do Lula, conquistou nossa simpatia e votos. Fomos conquistados com a ideia de um governo especialmente voltado para os mais pobres.

Conseguimos elegê-los e, desde o início, alguns sinais começaram a demonstrar que aquela essência "ética" era bravata e engodo. Por exemplo, a associação do então presidente Lula ao que havia, à época, de mais atrasado e fisiológico. Associado aos generais da política nacional, invés de inverter o caminho político trilhado até então, converteu-se em mais um do mesmo.

Treze anos depois nos vemos mergulhados na mais profunda crise ética e moral de nossa história. Votamos no PT para que ele transformasse nossa história, a história das injustiças sociais da nação brasileira. E o PT mudou. Só esperávamos que fosse para melhor.

Com os últimos acontecimentos da cena política e policial, a alma brasileira está mais abatida do que nunca. "A esperança que venceu o medo" da época da eleição do Luís Inácio, se transformou em angústia e agonia por ver nosso país assaltado e dominado por corruptos. Corruptos brasileiros, que a despeito da dor da maioria daqueles que dependem dos serviços públicos, se locupletam sem dó nem piedade da riqueza e do progresso de nossa gente.

Todos os dias, repetindo-se como cenas de filmes de terror, figuras, ditas, importantes da cena política, empresarial e executiva, são esfregados em nossa cara como bandidos. Gente que a mídia fazia questão de entrevistar e filmar em rodas de pessoas relevantes e de sucesso nos são apresentados em suas verdadeiras faces: bandidos! Agora são personagens especiais para entrevistas e reportagens de colunas policiais.

Este ambiente conturbado, deteriorado, traz a tona aquele que nos convenceu que um trabalhador merecia nossa confiança e mandato para governar o Brasil para os brasileiros. Ele, que além de governar durante oito anos, ainda colocou uma pessoa inepta para substituí-lo nesta condução, Sr. Luís Inácio Lula da Silva.

Dinheiro para lá, dinheiro para cá, filhos sendo chamados para explicar, amigos e políticos do PT sendo presos e, mais recentemente, um Senador da República, do mesmo partido, engaiolado por tentar atrapalhar investigações policiais e arquitetar plano de fuga para corrupto.

Como sempre, o ex-presidente, sumirá.

No seu lugar, atabalhoada e sem capacidade cognitiva para uma simples saudação, a atual Presidente da República, se recusa a encarar a realidade de frente. Como não tem a percepção do mundo real, nem a coragem dos humildes, só lhe resta, também, esconder-se nas salas do palácio.

Nessa desordem toda, apenas algumas referências a um alguém inexistente, "O Palácio do Planalto". Diz-se na imprensa: "O Palácio do Planalto está preocupado com a possibilidade dos últimos acontecimentos atingirem a imagem da presidente Dilma e de seu governo". Dá pra rir.

Encero com duas perguntas: "Que imagem?" "Que governo?"

Antes, tínhamos a sensação de que estávamos sendo roubados. Agora, temos certeza!

Antes, tínhamos a sensação de que, pelo menos, éramos um país, uma nação. Agora, não mais...

O PARTIDO DOS TRABALHADORES e seu líder, LULA, conseguiu acabar com tudo isso.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

"Meu Corpo, Minhas Regras?" Então, Porque Não se Matam?

É incrível como um ser, chamado "humano", consegue se distanciar de sua própria essência e lutar contra o mais elementar de todos os direitos, "o direito de viver." Falo das abortistas da rede globo de televisão que protagonizaram um vídeo em defesa do aborto com o título "Meu Corpo, Minhas Regras".

De antemão já nem discutirei a questão se o zigoto é um ser ou não. Apresento um argumento matemático para o fato de entender que, a partir da fecundação, um ser humano passa a existir e deve ter preservado seu direito a vida. Na matemática, os números naturais começam com 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9... Logo, ninguém chega ao nono mês de existência sem que antes tenha passado pelo oitavo, sétimo, sexto, quinto, quarto, terceiro, segundo, primeiro e... ponto zero (fecundação).

Algumas dessas mulheres (artistas da rede globo) que, agora, afirmam já terem abortado filhos, emprestam suas imagens e falas para defenderem essa prática medieval que expressa o fundo do poço da humanidade. Em seu título apresentam sua argumentação principal para o assassinato de inocentes crianças: "o corpo é meu, portanto, eu decido o que fazer com ele."

Este argumento é fictício no que diz respeito ao bebê fecundado no útero de uma mulher. Quando usam esse tipo de justificativa assemelham um bebê a um dente, uma unha, um fio de cabelo ou pedaço de sua própria pele. Vários fatores se impõem como resposta a esta loucura argumentativa insubsistente.

Um deles é o fato de que um bebê não é, nunca foi e nunca será extensão do corpo de uma mulher, pois, a própria ciência atesta que o DNA (estrutura molecular que codificam as informações individuais) funcionam de forma diferente na mãe e no bebê. Logo, o corpo do feto não é o corpo da mãe. Em outras palavras. Da mesma forma que a mãe é um indivíduo que não se confunde com seu filho adulto, assim também o seu filho bebê não se confunde com sua mãe.

O lema "meu corpo, minhas regras" faria sentido se essas infelizes mulheres estivessem se referindo ao direito de retirar seu sistema reprodutivo, ou até mesmo, no limite com a irracionalidade, retirar sua própria vida. Não é o caso. Elas se referem exclusivamente ao suposto direito (que imaginam ter) de interromper a vida de um feto cuja fecundação realizou em conjunto com um parceiro. Aliás, este parceiro não é nem levado em consideração nas suas argumentações, pois já, preliminarmente, excluído. É nítida a incoerência.

Considerando que a mulher não pode engravidar sozinha, e sua participação, na fecundação, é a mesma do parceiro (fornecer uma célula (óvulo) que se unirá ao do parceiro (espermatozoide)), este, pelo menos em tese, têm o mesmo direito que ela de praticar o aborto, certo? Ouço a grita feminista geral, NÃO! Então, se a "escolha" é da mulher, caso resolva pela não interrupção e tenha o bebê, porque o parceiro é chamado para pagar as contas? Não é incoerente?

A defesa do aborto é insano. É a face mais cruel de uma humanidade incoerente, insensível e mergulhada na iniquidade. Uma mãe defender a morte de seu filho ainda em seu ventre é de uma selvageria perturbadora que não se compara nem as mais cruéis atrocidades cometidas em ferrenhas guerras da história humana.

As mulheres desestruturadas que defendem este absurdo, pertençam ou não pertençam a qualquer organização, devem se envergonhar dessa proposta e retomar a sanidade e o equilíbrio perdido. Parem com essa loucura, ou então, parem com vossas próprias vidas.

Posso parecer, também, incoerente com essa proposta, porém, há uma diferença fundamental. Dou à elas o direito de escolher entre viver e morrer, decisão esta que à um bebê em seu ventre elas não lhes concedem.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Os Pecados Nossos Que Pensamos

Os nossos pensamentos são os diálogos que travamos conosco mesmos, e são invioláveis do ponto de vista da sinceridade. Nesse diálogo somos, aí sim, explicitamente sinceros. Como seres degradados e em degradação que somos, podemos imaginar as coisas mais terríveis que transitam em nossa mente. Aliás, são estes maus pensamentos que atestam a nossa precariedade espiritual e, por conseguinte, nossa necessidade de redenção.

Os bons pensamentos, que insistem em permear nossa mente como resultado da força de uma consciência que permanece nos dizendo que devemos ser benignos, se vêem perdidos em meio a tanta iniquidade e tormento. Apesar disto, ela encara o embate contra o mal que tenta conduzir nossa vida no mundo das relações interpessoais.

Contada como anedota, a história abaixo expressa bem o tipo de maus pensamentos que podem ser um risco a nossa integridade emocional e espiritual.

"Perguntaram a certo conselheiro de famílias:
- O sr. nunca pensou em se divorciar de sua esposa?
Ele respondeu:
- divorciar? Não. Matar, já por umas três vezes."

Há, ainda, aqueles cujos pensamentos são assaltados pelo instinto sexual natural, levando-os a "só pensar naquilo." É a figura da mulher nua, das piadas que estimulam a fantasia sexual e repercutem o ato em si, o galanteio malicioso, enfim, uma gama variadas de ideias que, se contadas aos quatros ventos, fariam corar de vergonha todos os outros que, como ele ou ela, sofrem com o mesmo problema.

Jesus parece lançar luz sobre esta realidade humana, quando diz em Mateus 5:28 - "Eu, porém, vos digo, que qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, em seu coração, já cometeu adultério com ela". Vale destacar que nesta afirmação, a meu ver, Cristo não faz juízo de valor sobre os maus pensamentos, mas, sim, uma constatação do problema (ainda que o ato pensado (adultério) seja condenado pela Palavra de Deus).

A realidade dos maus pensamentos já foi muito bem comparado com pássaros sobrevoando nossa cabeça e, ocasionalmente, pousando sobre ela. A boa notícia é que não podemos impedir os pássaros de sobrevoarem nossa cabeça e, ocasionalmente, pousar sobre ela, mas, podemos impedi-los de fazer morada. A má notícia é que esta ação se repetirá diariamente até o fim de nossa jornada terrena.

Algumas atitudes podem ajudar a reduzir ao mínimo as dificuldades neste embate:

  1. Leia Bíblia. Medite nela de dia e de noite (Sl. 1). Quando "enchemos" nossa mente com a Palavra de Deus, não haverá espaço para os maus pensamentos encontrarem descanso e fazer morada.
  2. Evite assistir filmes, programas e novelas, ou ler livros, revistas e jornais recheados de figuras e/ou estórias maliciosamente colocadas exatamente para estimular esses tipos de pensamentos. Jesus diz em Mateus 6:23, que se colocamos coisas ruins diante de nossos olhos, todo nosso corpo viverá em trevas.
  3. Ocupe-se. Davi foi estimulado a se envolver com Bate-seba, porque estava ocioso no palácio. Sem ter nada para fazer, dispôs-se a olhar o que não devia e, assim, rechear sua mente de ideias que eram contrárias ao propósito de Deus em sua vida (2 Sm. 11). Tendo suas forças sido minimizadas pelos estímulos sexuais, mentais e físicos, se lançou numa empreitada que arruinou sua vida e família.


Os maus pensamento é uma realidade impossível de fugir. Podemos minorar e controlar, mas fugir, infelizmente, não dá. O que é preciso salientar é que enquanto tivermos os maus pensamentos restritos ao ambiente mental, toda iniquidade deve ser tratada com o próprio Deus, que através do remédio da sua Palavra e da eficaz aplicação do Espírito Santo, conseguirá produzir em nós forças suficientes para resistir todos os dias, até o fim de nossos dias.

O trato de Deus em nós, seu povo, é sempre com objetivo de restaurar a comunhão e, acima de tudo, conduzir-nos no caminho em que, nós mesmos, seremos os únicos beneficiados.

"As armas com as quais lutamos não são humanas; pelo contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas. Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo" (2 Co. 10:4,5).

A Polêmica da Questão Sobre Ideologia de Gênero na Prova do Enem

Falando sobre as críticas que recebeu sobre as questões polêmicas inseridas na prova do Enem deste ano, o ministro da educação, Sr. Aloísio Mercadante, disse:

"Evidentemente que o Enem não pode ser o exame da educação marxista. Mas, enquanto estivermos lá, também não vai ser o da educação machista" (Fonte: Istoéonline).

O problema, Sr. Aloísio, é que os srs., do MEC são competentes para impedir a educação machista, mas, completamente incompetentes para impedir a educação marxista. Se o Sr. conseguisse ser isonômico nessas questões, já seria um grande avanço, e uma prova da qualidade democrática de sua consciência política, o que, para um petista, é esperar demais.