terça-feira, 19 de setembro de 2017

A Celeuma Sobre a Tal Cura-Gay Autorizada Pela Justiça

A mídia-ativista-gay criou no país, nestes últimos dias, uma celeuma sobre a decisão de um juiz em permitir aos psicólogos oferecerem o que eles (ativistas-gays) chamam de "cura gay". Leiam parte da notícia extraída do Estadão:

"O juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho concedeu liminar que abre brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual, conhecida como ‘cura gay’, tratamento proibido pelo Conselho Federal de Psicologia desde 1999. A decisão atende o pedido da psicóloga Rozangela Alves Justino em processo aberto contra o colegiado, que aplicou uma censura à profissional por oferecer a terapia aos seus pacientes. Segundo Rozângela e outros psicólogos que apoiam a prática, a Resolução do C.F.P. restringia a liberdade científica" (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo).

Vale destacar que a decisão é em sede de liminar.

Vamos aos fatos.

Se um heterossexual solicitar ajuda de um psicólogo porque não se sente mais hétero, o profissional pode tranquilamente fornecer ajuda técnica para ele lidar com suas emoções e sua nova condição. O Conselho Federal de Psicologia - CFP, não interfere e, pelo contrário, dá o "maior apoio", pois, respaldados pelos órgãos ditatoriais (imposição) e antidemocráticos (gestores apadrinhados) da ONU.

Se um homossexual solicitar ajuda a um psicólogo porque não se sente mais gay, o profissional NÃO PODE oferecer ajuda técnica para ele lidar com suas emoções no retorno a sua anterior condição (é isto que os ativistas gays chamam de "cura gay"). O Conselho Federal de Psicologia - CFP, não permite tal prática, punindo o psicólogo que decidir ajudar o "ser humano" em sua crise existencial (condição esta conhecida como “disforia de gênero” ou “Transtorno de Identidade de Gênero”).

Vamos a alguns princípios que norteiam a função de psicólogo, conforme o Conselhos Regional de Psicologia/SP (http://www.crpsp.org):

O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

- O psicólogo contribuirá para promover a universalização do acesso da população às informações, ao conhecimento da ciência psicológica, aos serviços e aos padrões éticos da profissão.

Ainda, é vedado aos Psicólogos:

Praticar ou ser conivente com quaisquer atos que caracterizem negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade ou opressão;

- Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais;

Ser conivente com erros, faltas éticas, violação de direitos, crimes ou contravenções penais praticados por psicólogos na prestação de serviços profissionais;

Algumas questões incômodas para os Conselhos de Psicologia:

- Se um psicólogo recusa tratar um gay que o procura, desejando retornar a sua anterior condição de hétero, ele não está sendo negligente, já que “a pessoa” está mergulhada num dilema emocional e psicológico?

- Se um gay procurar um psicólogo desejando informação sobre o que ele pode fazer para minimizar seus transtornos psicológicos decorrentes da sua instabilidade emocional, por sua condição homossexual, o profissional pode se negar a fornecer estas informações? Não seria esta atitude "deixar de promover a universalização do acesso da população às informações referentes a ciência psicológica?"

- Em nenhuma ciência conhecida há consenso sobre conceitos, técnicas e práticas que o respectivo profissional deve adotar. Então, quando os Conselhos de Psicologia "impõem sua visão unilateral", eles não estão "induzindo as pessoas (pacientes e psicólogos) às suas convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas e de orientação sexual? Isto não é um tipo de preconceito?

- Quando uma pessoa decide procurar um psicólogo para tratamento, independentemente de suas escolhas sexuais, esta pessoa não tem esse direito? Se o profissional se recusa a atendê-lo, não está "violando um direito?"

Pois, bem. Voltemos a decisão do MM. Juiz:

“Sendo assim, defiro, em parte, a liminar requerida para, sem suspender os efeitos da Resolução nº 001/1990, determinar ao Conselho Federal de psicologia que não a interprete de modo a impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re) orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P., em razão do disposto no art. 5º. inciso IX, da Constituição de 1988”, anota o magistrado."

O que diz o juiz? Os Conselhos não devem impedir que os psicólogos promovam estudos sobre (re)orientação sexual e nem os impedir de atenderem pacientes que, voluntariamente, assim desejem. O magistrado toma esta decisão liminar, a fim de garantir - prestem bem a atenção aqui - "a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P., em razão do disposto no art. 5º. inciso IX, da Constituição de 1988”.

O magistrado está defendendo a liberdade científica e se posicionando contra a “censura”. Vejam que coisa! Ele está exatamente sendo um parceiro do Conselho Federal de Psicologia em seu dever de defender as “verdades da ciência psicológica” e a liberdade democrática de seus profissionais. Isto está muito claro na decisão do Magistrado. Quem não entende assim, o faz por má-fé e, no limite, por ignorância.

O Conselho Federal de Psicologia diz que vai recorrer da decisão liminar e, certamente, recorrerá da decisão de mérito, se esta seguir na mesma linha de raciocínio.

O problema desses Conselhos é que estão a serviço de uma causa, não da ciência.

Os conselheiros e ativistas gays não se constrangem quando são incoerentes com os princípios que eles dizem acreditar (sabemos que é uma falácia). Infelizmente esta perturbação mental não receberá ajuda dos psicólogos. Então, são casos perdidos.

E assim seguimos, tolerando os “democratas” do Conselho Federal de Psicologia e a “tolerância intolerante” da mídia-ativista-gay.

Parabéns ao magistrado. Quem defende a liberdade científica e democrática concorda com ele.

O Equilíbrio em Nossas Pregações

"Lembrem-se do Trigo"

Jesus lhes contou outra parábola, dizendo: "O Reino dos céus é como um homem que semeou boa semente em seu campo. Mas enquanto todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e se foi. Quando o trigo brotou e formou espigas, o joio também apareceu. "Os servos do dono do campo dirigiram-se a ele e disseram: ‘O senhor não semeou boa semente em seu campo? Então, de onde veio o joio?’" ‘Um inimigo fez isso’, respondeu ele. "Os servos lhe perguntaram: ‘O senhor quer que vamos tirá-lo?’ "Ele respondeu: ‘Não, porque, ao tirar o joio, vocês poderão arrancar com ele o trigo. Deixem que cresçam juntos até à colheita. Então direi aos encarregados da colheita: Juntem primeiro o joio e amarrem-no em feixes para ser queimado; depois juntem o trigo e guardem-no no meu celeiro’" (Mt. 13:24-30).

O Reino dos Céus aqui é o conjunto daqueles que se tornaram “súditos de Deus”, ou seja, um grupo de pessoas que decidiram viver exclusivamente para servir a Deus cumprindo com todos os objetivos do Reino dos Céus entre nós. Conversão de pecadores e edificação de convertidos são, essencialmente, os dois maiores objetivos que engloba tudo que devemos fazer para cumprir com nosso mandado.

Neste contexto, a igreja é destaque como o ambiente que congrega dois tipos de pessoas. Aquelas que, genuinamente buscam servir a Deus (trigo), e outras que lidam com a igreja como um lugar apenas para preencher o tempo com entretenimento, dentre tantos outros como estádios de futebol, teatros, cinemas, etc. Estes dois tipos de pessoas, em sua essência e, consequentemente, em seu comportamento, vivem nas comunidades cristãs espalhadas em todo mundo.

O problema é que este relacionamento traz desafios enormes para aqueles que são responsáveis pela condução dessas comunidades. Como lidar com uma plateia dividida entre pessoas que empreendem esforços enormes para cumprir com os princípios estabelecidos por Deus em sua palavra e outros que vivem dissolutamente em razão de seu descompromisso com a Palavra de Deus e com o Deus da Palavra?

Necessário se faz, então, que nossas pregações sejam cristocêntricas, o que deve ser entendido como enfáticas na condenação do pecado, porém, misericordiosa no trato com o pecador. Obviamente que isto não significa ser conivente com o pecado, mas, ter o cuidado de pregar e ensinar a Palavra de Deus, com todo seu conteúdo condenatório e gracioso, sem desestimular o esforço de quem busca a santificação diária e contínua.

A parábola do trigo e do joio, mencionado acima, demonstra a preocupação de Cristo em preservar aqueles que desejam sinceramente servir a Deus e empreendem enorme esforço para isto. No ambiente comunitário cristão, ou seja, na Igreja local ou Reino dos Céus, os líderes devem ser instrumento divino para alertar as pessoas sobre os comportamentos que desagradam a Deus (pecados), mas, ao mesmo tempo, devem tomar cuidado para não “matar” aqueles que buscam o ambiente cristão para se aproximar de Deus e, em sua luta diária, precisam de estímulos para permanecerem na luta, apesar das quedas e das derrotas que intercalam os momentos de triunfos espirituais conquistados arduamente.

O propósito da igreja local para com os convertidos é a edificação, ou seja, compartilharem palavras e dons que animem uns aos outros na caminhada para a eternidade com Deus (Hb. 3:12,13; 1Ts. 4:13-18; 1Co. 12:25). Saliente-se que é legítimo, e um dever, o cuidado pastoral em “não” designar para posições de liderança em pequenos grupos nas comunidades, pessoas que estão entre nós, mas, não são dos nossos (joio). O que destacamos neste artigo é que, mesmo querendo coibir as ações maléficas do joio, devemos ter um cuidado maior na preservação daqueles que lutam para se firmarem na fé e crescerem na graça do Senhor Jesus.

Traduzindo em miúdos o que digo é: “se todas as vezes que vamos à igreja apenas ouvimos pregações raivosas e insultuosas, mais cedo ou mais tarde, não encontraremos ânimo para voltar”. Ressaltando, outra vez, que não se trata de acobertar pecados, se trata de lidar com o povo de Deus compreendendo a diferença entre quem serve a Deus e quem não serve. A justiça divina exige uma boa compreensão disto.

A batalha cristã é árdua e o pecado jaz a porta. Os apóstolos João (1 Jo. 1:8) e Paulo (Rm. 3:23) expõem o que Cristo nos faz recordar (Jo. 8:7), a verdade inescapável: somos, “todos”, pecadores. Então, em nossas reuniões comunitárias o que há de mais premente é a necessidade de sermos conduzidos por líderes intercessores, misericordiosos e pacientes, ao mesmo tempo em que sejamos ministrados por pregadores e mestres equilibrados o suficiente para saber a diferença entre joio e trigo. Desta forma, encontraremos a sabedoria necessária para neutralizar as más influências do joio, sem desestimular a luta do trigo.

Ressaltando a mensagem de Cristo: “Não expulsem os maus da igreja! Pelo contrário, aprendam a conviver com eles”. Pois, é melhor que haja esperança de convertermos os maus (joio), do que a frustração e a dor pela perda dos bons (trigo).

Como vai sua pregação?

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

A esquerda fazendo arte

Por Rodrigo Constantino
Na semana que passou, estive preocupado em me proteger do devastador furacão Irma, enquanto o Brasil falava da mostra “cultural” do Banco Santander. São imagens devastadoras também, ao menos para o cérebro das crianças (e elas estiveram na exposição, sem limite de idade). Tinha até pedofilia racista e zoofilia, um espetáculo de baixaria promovido com recursos públicos da Lei Rouanet.
A arte sempre teve um tom subversivo, e muitas vezes chegou a chocar. Mas eis a mudança na era pós-moderna: hoje tudo que choca é considerado arte. O intuito é só chocar, quebrar tabus, os poucos que restam. E se tudo é arte, nada é arte. Os “artistas” passaram a chamar lixo de arte, e isso é a morte da verdadeira arte.
Inúmeros brasileiros se revoltaram nas redes sociais, e milhares de correntistas do banco ameaçaram cancelar suas contas. O MBL assumiu a liderança de uma campanha contra a mostra, e o próprio Santander achou melhor encerrar a coisa, para desespero do curador, um sujeito ligado ao PSOL, que defende a ditadura venezuelana.
Após a decisão do banco, teve começo uma campanha de difamação da esquerda organizada. O MBL passou a ser acusado de “nazista”, uma ofensa aos judeus vítimas de Hitler. Boicote voluntário não é censura, e quem acabou com a mostra foi o próprio banco, percebendo que o tiro saíra pela culatra em termos de marketing de imagem.
A seletividade hipócrita da esquerda ficou exposta uma vez mais. O argumento de liberdade de expressão artística é claramente falso. Basta algumas comparações para deixar isso claro.
Enfiar uma cruz no ânus em praça pública é demonstração artística, mas desenhar uma charge de Maomé com bomba no turbante é uma ofensa gravíssima que justifica um atentado terrorista como resposta. Proibir com o uso do estado livros de Monteiro Lobato por racismo é reparação às injustiças passadas dos brancos malvados, mas boicotar voluntariamente uma mostra pornográfica com pedofilia e zoofilia bancada com verba pública é censura nazista de reacionário obscurantista.
Como não perceber a hipocrisia? O duplo padrão da esquerda salta aos olhos, e o destaque está no denominador comum de toda essa marcha das minorias oprimidas: demonizar o homem branco ocidental e o cristianismo. Alguém consegue imaginar a mesma turma de “intelectuais” falando em liberdade de expressão diante de um quadro com um Maomé gay sendo sodomizado por Trump?
Quando eu era moleque e fazia alguma besteira, minha avó falava que eu estava “fazendo arte”, ou seja, aprontando. É a “arte” que a esquerda faz hoje: só porcaria! E para atacar os valores morais burgueses estão dispostos até a defender um banco internacional. Vale tudo para destruir o Ocidente “patriarcal”.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Ex-modelo Afirma Que Foi Contratada Para Namorar Thammy Miranda

Em entrevista ao SuperPop desta segunda-feira, 28, na RedeTV!,a ex-modelo Laíne Souza afirmou que foi contratada para fazer um personagem, que incluiu realizar ensaios sensuais, filmes adultos e manter um relacionamento com Thammy Miranda.
Na época, a então modelo era conhecida como Julia Paes. “Foi o nome para o personagem que, na época, apresentei para os filmes, para as revistas, para o Thammy. Na época, eu não podia falar. Eu fui contratada para fazer esse tipo de trabalho, desde posar nua, toda essa repercussão”, disse.
Luciana Gimenez perguntou o trabalho incluía o namoro com Thammy e Laine respondeu que “sim”. O ex-BBB Ilmar, que participava do programa, também questionou se o namoro foi combinado. “Inicialmente, sim. Acabou virando realidade”, disse a ex-modelo.
Casada e mãe de quatro filhos, ela diz que perdeu o contato com o filho de Gretchen depois que mudou de área de atuação. “O Thammy é uma pessoa bacana, não tenho nada contra ele”, afirmou.
Hoje evangélica, Laíne diz que se arrepende de tudo o que fez. “Faria muita coisa diferente? Sim, mas acho que foi importante para o meu crescimento. Se eu não tivesse errado, talvez eu continuasse no erro. Eu tive as experiências ruins que fizeram eu me arrepender e produziram frutos ruins e me fizeram mudar de caminho”, afirmou.
Segundo ela, fazer filmes adultos foi uma decisão precipitada. “Não era necessário. Se eu tivesse tido um pouquinho mais de paciência, esperado, buscado, trabalhado, porque o dinheiro é consequência do trabalho. Por mais que tenha me trazido dinheiro, não foi de uma maneira legal e trouxe coisas ruins também”, lembra. Sobre os julgamentos que ainda diz receber, ela afirma que não se importa. “Errar é humano, eu errei. Assumi, é digno”, finalizou.
Fonte: Istoe.com.br

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

O Problema dos LGBT's Não São Seus Corpos, São Suas Mentes.

“A maior batalha na sociedade atual é de comunicação, sua arma de destruição em massa é a mídia, seu cúmplice é a ignorância e sua maior vítima é a verdade.”

Vivemos num contexto social em que os ativistas gays e simpatizantes, enclausurados nos bolsões da grande mídia popular, televisão em especial, insiste na repetição de mantras que ao longo do tempo vão se impondo nas mentes das pessoas e sendo aceitas como se verdade fossem.

É comum repetirem intensamente que os LGBT’s são pessoas sexualmente diferentes daquilo que seus corpos afirmam. Alguém fisiologicamente homem “pensa” ser mulher e entra em conflito com seu próprio corpo que, por sua vez, reitera sua condição original, Homem. Alguém fisiologicamente mulher “pensa” ser homem e entra em conflito com seu próprio corpo que, por sua vez, insiste sua condição original, Mulher.

Recentemente a mídia, dominada pelo ativismo gay, fez manchete com a falsa notícia que um casal transgênero havia dado à luz um filho biológico. Qual a realidade dos fatos. Uma mulher que se acha homem, tem um relacionamento com um homem que se acha mulher, daí o homem que é uma mulher engravidou e teve um filho. Qual a manchete? “Transgênero e parceiro anunciam nascimento do seu primeiro filho biológico”.

Traduzindo. Nada mais normal que um homem se relacionar sexualmente com uma mulher e ela engravidar e ter um filho. Observem como a confusão é mental, não física. Eles são um casal heterossexual com papéis mentais trocados. Apesar da confusão mental, seus corpos atestam a naturalidade do que são: masculino e feminino. O masculino (homem) fecundou um feminino (mulher), e a fêmea (mulher) gerou em seu ventre um novo ser humano.

Existem barreiras intransponíveis no universo que ninguém pode ultrapassar. Por mais que os sem-noção desejem e os loucos se empenhem em impor aquilo que é antinatural, há barreiras intransponíveis. A barreira fisiológica, estabelecida entre os únicos gêneros humanos existentes, é uma delas. Macho e fêmea é o que temos e devemos naturalmente aceitar que dói menos.

Viver a masculinidade e a feminilidade dentro de seus respectivos corpos é uma aventura natural e estimulante que, apesar das frustrações, angústias e dores, deve ser encarada sem a opção de fugir para um mundo fictício de um novo tipo de gênero humano inexistente.

Os ativistas gays e os que se dizem ser o que não são, não revelam as frustrações, as anomalias orgânicas, as crises existenciais profundas, os medos, as turbações que submetem seus corpos, seus corações, suas mentes e suas famílias. Gritam, “é preconceito, homofobia!” Na telinha o lado negro não aparece, dando a ingênua impressão de felicidade plena encontrada e desfrutada. Querem fazer crer que vivem felizes em sua própria sociofobia.

A dor e a angústia só aparecem quando a mente se deixa levar pelas falácias dos ativistas que, mergulhados em sua própria confusão mental, estimulam a inquietação e o inconformismo, a fim de perverterem aquilo que é natural e intransponível. Convencem incautos, ingênuos e imaturos a se lançarem numa aventura louca para serem diferentes dos demais. “Quão iguais são os diferentes!”

A aceitação mental de um gênero diferente do que seu próprio corpo afirma, é resultado da desagregação familiar, das dificuldades de aceitação, da imaturidade prolongada e/ou dos traumas sofridos.

Uma família desestruturada, cujos pais (na maioria dos casos, separados), sucumbiram em seus papéis de cuidado e referência para os rebentos, aumentam a confusão nas mentes em formação, gerando todo tipo de ódio e ressentimento que, agora, por seu condicionamento mental gay, esfrega seu ato de rebelião em suas faces como uma espécie de acerto de contas com a sociedade e, em primeira instância, com sua família.

Um garoto ou garota, que em sua adolescência não foi conduzido pelo curso natural da vida (seja pela ausência de referência paterna/materna, seja pela omissão dos pais), se torna um adulto problemático com sua natureza, pois, não consegue sair do labirinto imposto pelo ajuste natural do seu gênero sexual.

Uma pessoa que não aceita o padrão e se insurge contra os princípios que gerem a sociedade (característica de uma pessoa imatura, peculiar para as faixas etárias iniciais), escolhe o caminho de maior resistência ao que está naturalmente posto. Insiste, desta forma, em permanecer na sua condição volúvel, sendo presa fácil das loucuras mentais, morais e espirituais daqueles que, inclusive, descrevem pessoas fictícias em novelas de televisão.

Um homem ou mulher que suportou graves abusos pessoais e/ou familiares, são feridos profundamente em sua alma causando danos em seu equilíbrio emocional. Sua dor insuportável dá lugar ao ódio contra tudo e todos, e, numa espécie de grito por socorro, se alimenta de conceitos que, a priori, lhes parece libertador, mas, no final, torna seu próprio corpo alvo de sua destruição.

O corpo do homem possui pênis, tem testículos, é mais musculoso, mais quadrado, tem a voz mais grave, características estas que seu cérebro comanda com a liberação do hormônio natural masculino - testosterona. O corpo da mulher tem vagina, tem seios, tem ovários, útero, tem trompa de falópio, é mais fina, delicada, mais torneado, tem voz mais aguda, características estas alimentadas pelo hormônio feminino - estrogênio.

A insanidade pseudo-vanguardista convence alguém a se lançar numa guerra inglória contra a natureza. Convencidos que são diferentes daquilo que seus corpos inexoravelmente são, avançam contra si mesmos ingerindo hormônio característico do sexo oposto, provocando-lhes agressões que não se restringem ao seu organismo, mas, também, ao seu coração, a sua existência e a sua eternidade.

A ideia de que “aquilo que se pensa é o que se é” tem limites. O homem sem cérebro (sem noção), é convencido de que pode ser uma coisa que jamais poderá ser, esquecendo que há limites em nossa humanidade. Um desses limites é o da barreira de gênero (homem / mulher).

Portanto, o problema dos LGBT’s não é um corpo diferente da mentalidade, é uma mentalidade em rebelião contra seu próprio corpo, porque o vê comum, igual, no padrão. Convenhamos. Modificar um corpo para se conformar a uma mentalidade antinatural é levar uma inconformação ao extremismo digno de terroristas.

O melhor remédio é voltar, dá um reset e começar de novo. O corpo está aí... escute-o.

Apesar de toda insatisfação que a vida nos traz, de todos os dilemas que nos envolve e de todas as dores dos traumas sofridos, nosso corpo tem a verdade sexual que não nos permite escapar. Ele nos aponta o caminho que está mais perto da chegada, ao contrário dos atalhos apontados por quem está perdido na estrada.

Viva bem! Viva em paz com você mesmo!

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Se o Pastor Não Vai, as Ovelhas Preferem Ficar no Aprisco.

Tem se tornado comum ouvir pastores, durante suas reflexões, reclamarem a falta de ação da igreja na busca por pessoas não convertidas. Cobram dos demais membros atitudes que mudem a inércia e a acomodação e os desafiam a lançarem-se na busca pelos perdidos, como ordenou o Senhor Jesus. Isto tem me soado estranho...

Assim não.
Estranho porque, quando um pastor sente a falta de ação dos cristãos, na verdade, o que ele deve sentir é a sua própria acomodação. Infelizmente, de uns tempos para cá, tem ecoado em alguns púlpitos que “ovelha é quem gera ovelha”, numa espécie de justificativa para isentar o próprio pastor do dever de ir em busca das pessoas descrentes da Palavra de Deus. Com a palavra o apóstolo Paulo: “Pois me é imposta esta obrigação...” (1 Co. 9:16). Foi por este motivo que ele se lançou em três viagens com o objetivo único de buscar as ovelhas perdidas entre os gentios. Sua busca e empenho nesta principal missão da igreja só foi interrompida pela morte. Senão, ainda hoje estaria dedicando sua vida a ir de casa em casa convidando as pessoas ao arrependimento e, consequentemente, ao ambiente cristão.

Em décadas passadas, quando uma igreja se movimentava na busca dos perdidos, olhando à frente, encontrávamos o seu pastor assumindo seu papel e cumprindo sua principal missão. Mirando em Jesus (o sumo Pastor da igreja), ele sabia que as ovelhas ouviriam a sua voz e o seguiriam. Atualmente, comunga-se da ideia equivocada de que o pastor deve restringir seu campo de atuação nos gabinetes pastorais e nos púlpitos naqueles encontros semanais de sua denominação.

Alguns, mesmo conscientes de sua importante tarefa, justificam-se com a falta de tempo em razão do excesso de reuniões e atividades administrativas da igreja (por isso defendo a ideia de igrejas pequenas no lugar de grandes catedrais). Voltemos à igreja primitiva para lembrarmo-nos dos apóstolos pedindo que escolhessem homens cheios do Espírito Santo para cuidarem das tarefas secundárias, a fim de dar condições para eles exercerem suas funções prioritárias.

Que Seja Assim.
É responsabilidade pastoral assumir a liderança de sua denominação no cumprimento da missão que lhes cabe. Se a um simples membro é imposta a obrigação de anunciar o evangelho e ir em busca dos perdidos, muito mais aos ministros separados para dedicação integral a este propósito. Evangelizar nos grandes centros e nos grotões, convidar para um culto na igreja, assumir as tarefas inerentes ao apoio familiar de seus membros e ser uma referência de dedicação integral a missão da igreja. Invés de “saiam às ruas”, devem dizer, “saiamos às ruas...” lembrando que o primeiro passo é pastoral. Além disso, se ninguém quiser ir, ele vai sozinho, pois à ele é "imposta esta obrigação".

É dureza? é, sim! Por isso, apenas quem realmente tem chamada de Deus para a função consegue cumprir.

Sabemos da grandeza das tarefas e da grande exigência de tempo para este fim, mas, o pastor precisa compreender que, mesmo faltando-lhe tempo para estar com suas ovelhas “no campo missionário”, cabe a ele a tarefa primeira de coordenar as atividades e estar à frente naquelas missões mais importantes e intransferíveis.

Quando um pastor reclama da inércia da igreja, deve reclamar diante de um espelho. Ovelhas são dóceis e obedientes, mas, se o pastor não estiver à sua frente, elas preferem ficar na segurança do aprisco.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Trump dá xeque-mate em Fake News

Por Rodrigo Constantino
O lamentável episódio racista em Charlottesville foi irresistível para a imprensa, que sonha dia e noite em como derrubar Trump. Farejaram ali uma ótima oportunidade, como abutres diante de sangue. Grupos neonazistas de “direita” atacando movimentos “antirracistas” de esquerda? Irresistível demais para a narrativa da turma. Trump foi enfático ao condenar a violência, só que cometeu um “pecado mortal” para a mídia esquerdista: atacou “ambos os lados”. A patrulha saiu em campo, alegando que o ódio e a intolerância não têm lado, e que os supremacistas brancos tinham que ser nominalmente citados. Trump os citou. Sem muita opção, os ataques passaram a vir pela “demora” da crítica específica: dois dias.

Ocorre que os “jornalistas” não estão acostumados a lidar com alguém que diz certas verdades sem medo da patota politicamente correta. Quando foram cobrar mais explicações de Trump, o presidente não deixou barato: aproveitou a ocasião para alfinetar a mídia, dizendo: “Já que vocês não estão falando, eu vou falar. Vi muitos grupos de preto provocando a violência. Por que vocês não noticiam?” O presidente mencionou aqueles que chegaram ao local armados com bastões, de máscaras, claramente com o intuito de arrumar confusão. Lembrou, ainda, que do outro lado nem todos eram nazistas, pois havia muitos com a crítica ao propósito de derrubar a estátua de Robert E. Lee, general dos Confederados. Por que a imprensa omite um dos lados?
O xeque-mate veio quando Trump citou Thomas Jefferson e George Washington, heróis nacionais. Ambos tinham escravos. Eram outros tempos, e o revisionismo histórico da esquerda, que tenta pintar o passado da América como algo vergonhoso, sendo que foi nela que a liberdade individual floresceu, não cola para a maioria dos americanos. Vão derrubar estátuas de Washington também?
Com essa questão, e se recusando a ser interrompido pelo repórter da CNN, chamada de “Fake News” por ele, Trump desmoralizou a mídia torcedora. Obama nunca foi cobrado com o mesmo rigor pela violência de grupos racistas como o Black Lives Matter. É como se houvesse uma violência “redentora”, quando vem da esquerda. Aí vira “justiça social”, e o presidente pode até receber na Casa Branca líderes de um grupo que chegou a pregar a morte de crianças brancas. É essa farsa, esse duplo padrão hipócrita, que Trump veio expor. E o establishment está em pânico, pois não sabe como reagir. Um presidente que ousa dizer que os dois lados possuem extremistas violentos? Como tem a pecha de dizer… a verdade?
Trump é como a criança que aponta para o imperador e grita: “Ele está nu!” Enquanto a elite estava lá, de boas, apreciando suas lindas roupas invisíveis…

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O Brasil Não Tem Jeito. Temos Parasitas Demais!

ONG’s recebem dinheiro público; sindicalistas vivem em função do dinheiro público (vide imposto sindical); empresários vivem em função de dinheiro público, via subsídios, incentivos fiscais, perdão de dívidas e através de taxas diferenciadas em empréstimos generosos realizados com dinheiro público (vide BNDES e outros bancos públicos); desportistas que ganham dinheiro público para praticarem esportes e se consideram ótimos representantes da pátria brasileira; clubes de futebol vivem de dinheiro público, seja pela falta de pagamento dos tributos devidos e mais tarde perdoados, seja pelos patrocínios firmados com entidades públicas que irão utilizar dinheiro público para fazê-lo; viúvas novinhas de servidores falecidos sustentam suas academias, suas baladas, suas viagens de férias e almoços em restaurantes finos com dinheiro público; empresas de mídia como televisão, rádios, jornais, etc., sobrevivem com dinheiro público (propaganda, financiamento e refinanciamento), alguns cientistas só fazem ciência se sustentados com dinheiro público, artistas (atores, cantores, produtores, etc) são sustentados via Lei Rouanet, e contratados por entes públicos, por alta soma de dinheiro público, para realizar shows desnecessários e fazer propaganda política (e nem ficam ruborizados por isso), até ex-guerrilheiros fajutos recebem indenização e são sustentados por dinheiro público... É a lógica do bolsa-família.

Vejam o descalabro no trato com o dinheiro público.

O governador da Bahia, Sr. Rui Costa, viaja para China a fim de assinar um protocolo de intenções para construção da ponte que ligará Salvador a Ilha de Itaparica (Notícia de jornal de quatro dias atrás. Este tipo de coisa é corriqueira. Acontece envolvendo muitos outros servidores públicos. Verifiquem quanto gastamos com essas viagens desnecessárias). O nome bonito que justifica a viagem, “assinar protocolo de intenções”, é conhecido, também como “nada”. Chama-nos a atenção o fato de que uma comitiva chinesa já esteve aqui na Bahia para tratar do mesmo tema. O que é lógico. Os interessados em prestar um serviço é quem deve se deslocar ao local para oferecer seus serviços. Outro detalhe. Nesse nosso mundo de alta tecnologia, estas reuniões poderiam ter sido feitas com cada parte em seu próprio ambiente se utilizando do serviço de tele-presença. Mas, não. Eles precisam fazer turismo recebendo diárias da velha viúva indefesa, ou seja, com dinheiro público.

Parasitas inconsequentes, nababos irresponsáveis!

É o que fizemos com nossa nação. Invés de melhorarmos estruturalmente o país, dando condições de subsistência para “todos” os brasileiros através do acesso a educação, ao saneamento básico, a saúde, a segurança, a moradia e, principalmente, ao emprego, reduzimos a ação governamental a uns trocados para a maioria (bolsa-família), a fim de manter o status-quo dos outros parasitas.

Pois, é. Depois o resto dos brasileiros não sabem porque pagamos tanto imposto.

Temos um monte de parasitas para sustentar.

Esses “parasitas-brasileiros” deveriam tomar vergonha na cara e ir buscar sustento estudando e trabalhando na iniciativa privada. Mas, não. São os dominantes. Para eles, o Brasil deve permanecer do jeito que está. Se esquecem, propositalmente, que só vamos melhorar como nação, se "todos" melhorarem suas condições como cidadãos.

Por isso, o Brasil não tem jeito. Nossa geração se perdeu, e a próxima geração e a subsequente, estão irremediavelmente perdidas.


É triste. Mas, com essa gente, o Brasil não tem salvação.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

A Humanidade é Consequência da Felicidade de Deus

Deus é tão feliz, tão feliz, que resolveu compartilhar sua felicidade.



Como todos que felizes estão, seu coração se inclina e sua mente se dedica a espalhar a felicidade. Criou os anjos e deixou-os em sua presença para esse desfrute (o diabo quis estragar a festa e se deu mal). Viu que era bom tudo que criara até então, mas, desejou espalhar ainda mais sua alegria em existir e criou a humanidade.

Em sua criatividade, idealizou o jardim. Lugar perfeito para gente perfeita. Éramos quase-perfeitos, pois, nossa única imperfeição era o fato de não sermos Deuses (Impossibilidade divina). Restou a Deus criar-nos Sua imagem e semelhança. E assim foi.

Ele deveria criar-nos, como criou-nos, com livre-arbítrio, pois um dos ingredientes da felicidade é a liberdade de ser, poder escolher como ser e como viver. A única dificuldade intransponível para Deus foi sua impossibilidade de criar-nos como deuses, isto porque, os atributos da soberania e infinitude de Deus impossibilita criar outro Deus. Mas, acredito que se dependesse da sua vontade teria nos criado assim, deuses. Apesar disto, não se impediu de concretizar seu intento, tornar a alegria da felicidade abundante.


Esta é a razão de existir do homem. Fomos criados porque Deus desejou espalhar sua felicidade, e nós fomos escolhidos como louvor de sua glória, ou melhor dizendo, fomos criados para “expressar o contentamento (louvor) experimentado em sua felicidade (glória)”.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Os Políticos Querem R$ 3,6 bilhões Para Gastarem Com Fotos e Filmes de Si Mesmos


A notícia está em todas as manchetes de hoje. Uma das inúmeras comissões da Câmara Federal, aprovou um projeto de reforma política que inclui, entre outras coisas, um fundo com dinheiro público (meu e seu) no valor de R$ 3.600.000,000,00. Isto mesmo. Mais de três bilhões de reais!

O dinheiro que o Estado Brasileiro arrecada de cada um de nós, destina-se a serviços essenciais como saúde, educação, segurança e saneamento básico. Os políticos brasileiros, essa classe de gente desprovida de cérebro e, consequentemente, bom senso, acham que os brasileiros já estão suficientemente bem atendidos nos serviços públicos e, por essa razão, entendem que podem avançar sobre as arcas da pobre coitada da viúva indefesa e tomarem na marra esta fortuna para que eles, os políticos, possam gastar com fotos e vídeos de si mesmos.


Não é de surpreender que a iniciativa tenha o dedo do Partido dos "Trabalhadores" (op's!), já que o relator desta estrovenga é um deputado do PT.

É um completo absurdo e cabe a população brasileira interromper esta sangria que, independente da situação financeira caótica brasileira, eles insistem em promover. Se eles não têm cérebro, é preciso que nós, brasileiros, tenhamos vergonha e coragem para dizer aos sem-vergonhas que, como chefes deles, não autorizamos este tipo de gasto. Já gastamos em demasia com estas casas improdutivas e seus parasitas.

O Brasil não aquenta mais!

Chega!!!

terça-feira, 4 de julho de 2017

Comandados Por Neófitos Soberbos e Sem Deus

Neófito é o principiante, alguém que começou recentemente em algo ou está em algum lugar pela primeira vez. Em sua etimologia, a palavra neófito surge da junção dos termos gregos neo, que significa novo, e phytos, que é planta. A palavra grega neophytus corresponde ao que foi recentemente plantado, e é na Idade Média que a palavra vai ser relacionada àquele que é iniciante em alguma atividade. Primeiramente ligada à figura do cristão-novo, alguém recém convertido ao cristianismo.

Neófito na Bíblia refere-se àquele que foi convertido ao cristianismo a pouco tempo. Alguns definem este tempo como sendo de, pelo menos, três anos. Já aquele que está efetivamente convertido há mais tempo é chamado de prosélito. Na língua portuguesa atual utiliza-se o substantivo proselitismo, que tem a mesma raiz que prosélito, para designar conversão doutrinária.

Em resumo, neófito é aquele que está no processo inicial de conversão, enquanto que prosélito é o já convertido.

O quanto exposto serve como pano de fundo para nossa abordagem sobre as atuais instituições religiosas e seus respectivos líderes. Neste contexto, focamos não apenas o comando central, mas também, o corpo de obreiros situados na escala hierárquica logo abaixo do clero central. São homens e mulheres que, aparentando manifestação de dons (liderança, eloquência, simpatia, carisma, etc.), são separados para desempenhar algum papel de liderança-auxiliar em departamentos.

Muitas das nossas instituições religiosas vivem hoje mergulhadas em crises administrativas e espirituais, e nós, nos debruçamos para tentar compreender a origem desses problemas e quais caminhos poderíamos seguir para solucioná-los.

Alguns dizem que estamos caminhando mal por termos nos afastado da vida de oração que tão intensamente nos dedicávamos no passado. Não concordo com esta afirmativa por uma razão lógica muito simples. Se a volta para uma vida de oração é a solução para os problemas que enfrentamos, porque nos afastamos desta vida de oração do passado? Lógico. Se a vida de oração é a solução no presente, ela (a vida de oração) não nos teria permitido afastarmos no passado. Diga-se ainda que, posso orar em todo tempo e, ao mesmo tempo, praticar tudo que a Bíblia condena sem nem mesmo “corar a face”. Exemplos é que não faltam.

Outros (aqui me incluo) alegam que o motivo dos problemas no presente é fruto da decisão deliberada de afastamento das recomendações bíblicas sobre como gerenciar comunidades cristãs e como separarmos pessoas para o trabalho de liderança nessas comunidades.


É a recomendação bíblica enfática: “Esta afirmação é digna de confiança: se alguém deseja ser bispo, deseja uma nobre função. (...) Não pode ser recém-convertido [neófito], para que não se ensoberbeça e caia na mesma condenação em que caiu o diabo” (1 Tm. 3:1,6). Paulo menciona que o desejo de servir no reino de Deus é um sentimento genuíno, legítimo, porém, deve ser evitado expor o neófito numa função de liderança, em razão da sua fragilidade espiritual. A alegação de Paulo é que, em sua imaturidade, o neófito pode ser facilmente enganado pelo “glamour” do cargo de liderança, fazendo-o acreditar que não há outro igual a ele e com capacidades melhores que a dele para exercer a liderança do grupo. Resultado? Soberba, conspiração, atritos e queda.

O texto do apóstolo João, em sua primeira epístola, capítulo 5, verso 19, diz que o “mundo jaz no maligno”. Traduzo este trecho do texto sagrado não apenas como “um mundo sob o poder do diabo e demônios”, mas, também, como “um mundo onde as pessoas, deliberadamente, escolhem o que é mau e/ou errado”.

O que temos hoje, como modelo de gerenciamento das comunidades cristãs, é o conceito de “empresas-holding”. Aquelas que nada produzem e extraem seus sustentos através do controle de empresas menores, denominadas de “subsidiárias”. Todo o trabalho é desenvolvido por essas pequenas empresas, enquanto que o gerenciamento dos recursos fica com a matriz. Segue-se o problema decorrente.

Neste modelo de administração, o corpo diretivo deve ser capacitado segundo as técnicas de mercado. Eis a razão de hoje se privilegiar quem detêm diplomas universitários, eis a razão de preferirmos os conceitos filosóficos humanos como caminho para solução dos conflitos íntimos da humanidade, eis a razão de escolhermos neófitos espirituais com doutorados, mestrados e outros títulos similares para posições de liderança na comunidade cristã, em detrimento ao “experiente-velho-ancião-ignorante” (desculpem-me o pleonasmo).

Os neófitos acadêmicos na comunidade cristã conhecem como ninguém o segredo das letras, mas, faltam-lhes maturidade, faltam-lhes experiência de tempo com a vida do jeito que a vida é, faltam-lhes mais tempo de caminhada com eles mesmos, com Deus e com outras pessoas.

Quando não são os neófitos acadêmicos, são os neófitos artistas. Aqueles que tendo obtido algum sucesso em alguma carreira secular, convertem-se ao evangelho e, dentro da comunidade cristã, passam a ser reconhecidos como portadores de dons espirituais que, por incrível que pareça, lhes foram concedidos em sua vida pregressa, tornando-os detentores do direito de exercer liderança nessas comunidades. Na verdade, intrínseco está para a liderança carnal dessas comunidades a relação “astro-carisma-público-dinheiro-sucesso”.

Os neófitos artistas conhecem como ninguém o poder da retórica e da persuasão, mas, faltam-lhes tempo para entender as exigências da nova vida em Cristo, faltam-lhes tempo para amadurecimento com as verdades expostas nas sagradas letras, faltam-lhes terminar a travessia do deserto que separa Egito de Canaã.

Destaque-se que não consideramos qualquer impossibilidade de acadêmicos cristãos e artistas convertidos atuarem como líderes na comunidade cristã. O problema levantado aqui é quanto ao tempo de militância no reino de Deus que inviabiliza o neófito e credencia o prosélito no exercício de funções de liderança na comunidade cristã. Aliás, sendo cristão maduro e experimentado, é melhor tendo qualificação acadêmica e ou dons artísticos que serão úteis nas atividades do Reino de Deus.

Nossas comunidades sofrem hoje as consequências de gestores que, deixando a Bíblia de lado, resolveram administrar igrejas segundo as teorias administrativas e os conceitos filosóficos seculares, colocando em posições de liderança (igrejas, departamentos, grupos, etc) neófitos carismáticos. Enganados pela filosofia humana, encheram seus corações de orgulho e ousaram mudar as verdades administrativas de Deus.

Líderes “neófitos espirituais” que se agarram nas posições de liderança das atuais instituições seculares travestidas de reino de Deus (convenções ou associações de pastores e “igrejas-holding”, por exemplo), permanecem assim pela imposição de alterações estatutárias que impossibilitam a alternância de poder. Quando não, pressionam, manipulam, brigam até as últimas consequências, inclusive utilizando o aparato judicial secular, para manter o comando da organização entre seus descendentes como uma capitania hereditária ou monarquia.

É nítido, está visível há muito tempo que uma “boa briga” neste reino de deus (com “d” minúsculo) tem sempre como pano de fundo dinheiro e poder, puro e simples. Como não vê? A instituição falida e os nababos, periodicamente, viajando para cima e para baixo a fim de participar dos eventos organizados pelos mesmos apenas para distração do, e manutenção no, status-quo. Isto são obras de neófitos ou prosélitos? A soberba os cegou a ponto de não perceberem que destronam Deus quando perdem tempo e dinheiro com coisas menos importantes em detrimento das mais importantes.

Este quadro é apenas a demonstração de como neófitos em cargos de comando transtornam o modelo divino de liderança que deveriam ser preservados pelo povo de Deus. Vale hoje a advertência do Sr. Jesus: Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas, porque percorrem terra e mar para fazer um convertido e, quando conseguem, vocês o tornam duas vezes mais filho do inferno do que vocês” (Mt. 23:15).

Tristes tempos estes, em que velhos neófitos uniformizados de "mestres da lei" e "líderes fariseus" fazem tudo isso e nem se dão ao trabalho de disfarçar. Poderiam, pelo menos, nessas viagens ao redor da terra, fazer um convertido.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Quem Vai Misturar os Bilhetes???

Texto do Pr. Felipe C das Virgens
Após o triste fim de Judas Iscariote (suicídio), Pedro reuniu cerca de 120 pessoas, Apóstolos e Discípulos, em assembléia, a primeira da Igreja Cristã. Em um ambiente espiritual, peculiar ao assunto que deveria ser tratado, O apóstolo Historiou os fatos sobre Judas, cita Salmos e mostra que deveria ser escolhido outro para a vacância ocorrida no grupo apostólico.

Na palavra introdutória, Pedro mostra que os candidatos à eleição para ocupar a vaga deviam ser escolhido dentre aqueles varões que conviveram com o Senhor Jesus e se tornaram seus discípulos, sendo testemunha da ressurreição e da ascensão de Cristo.

José Barsabás, o Justo, e Matias, foram os dois apresentados por preencherem os requisitos mencionados por Pedro, não houve concessão, protecionismo ou apadrinhamento. Oraram ao Senhor, rogando que Ele, conhecedor dos corações e das necessidades, mostrasse quem deveria ser o escolhido. Depois da oração lançaram a sorte e esta caiu sobre Matias, sendo ele, então, contado entre os Apóstolos.

“Os bilhetes da sorte lançam-se numa dobra do vestido, mas o Senhor é quem os tempera” (PV 16:33). Dá-nos a idéia de que nomes estão nesses bilhetes, mas quem os mistura é Deus...

Se esse foi o método usado na citada assembléia para a escolha do sucessor de Judas, não acho forçoso dizer que, a co-participação de Deus foi determinante para o bom desfeche da eleição, lembremo-nos que antes de lançarem a sorte foi feita uma “fervorosa” oração clamando a Deus pela intervenção num processo tão delicado e nobre, daí concluirmos que, a oração sempre foi e é imprescindível para que Deus tenha misericórdia e projete sua divina luz, fazendo imperar a sua soberana e sapientíssima vontade, principalmente nas decisões apostólicas.

Um observador casual diria que foi uma mera coincidência, afinal, tinham dois nomes, um tinha que ser escolhido, foi lançada a sorte e caiu sobre Matias... Prefiro ser “espiritual” e dizer que quando a Assembléia está na direção de Deus, os nomes são colocados nos bilhetes, mas Deus se incumbe de misturá-los afastando qualquer hipótese de aposição, injustiça, tirania... E os ressentidos podem ser vistos como MEROS POLÍTIQUEIROS, aproveitadores de situações, muitos deles até por dinheiro ou cargos de confiança que lhes dariam status Eclesiástico.

Não tenho dúvidas, Deus foi quem escolheu Matias. Oraram, pedindo a direção divina. Hoje não se usa mais a sorte no ambiente cristão, “Que azar...” Para as eleições eclesiásticas podemos ter os escrutínios secreto, ou o voto secreto, mas tudo isso deveria ser sob o manto da oração, pedindo a Deus que ilumine. O método pode variar, mas, no sentido de se tornar mais transparente e acessível, livre de qualquer tendência, injunções reprováveis, que não condizem com o espírito cristão, parece utopia essa minha pretensão, mas só estou querendo me livrar da incerteza...

“Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois... (Dr. Lair Ribeiro)”.

Às vezes tenho a impressão de que na prática estamos sob essa perspectiva secular, tomamos decisões ministeriais aventureiras, sem nenhuma segurança, sem temor, sem direção, os bilhetes são colocados abertos, não precisa misturar... Entramos num processo “eleitoral” Eclesiástico, num comportamento mundano, campanhas agressivas, desrespeitosas, injuriosas, caluniosas, inimizades são construídas, ao término da “batalha”, ressentimentos, mágoas, sentimento de vingança, retaliações, facções, perseguições, adversários “políticos”...

Fico imaginando o júbilo que invadiu os corações dos Apóstolos no final daquela Assembleia, até mesmo de José Barsabas, o outro candidato... Ele sabia, haviam orado, pediram direção de Deus, Matias foi o escolhido, aquela era uma decisão que só daria certo se fosse dentro da vontade de Deus.

Por que, como nunca, tantos querem fazer parte da mesa diretora de uma convenção de Ministros ou Igrejas? Qual motivação? Contribuir para uma “instituição” mais forte, ou se locupletarem do PODER e alcançarem ou conquistarem posições ou campos tão desejados, não pelo que podem produzir, mais, pelo que querem usufruir??

Candidatos imaturos, fanfarrões, inexperientes, egoístas, egocêntricos, interesseiros, uns com projetos mirabolantes, outros com projetos pessoais, querem ser por que é um sonho estar na mesa... Sonho para eles, pesadelo para a Instituição (?) Alguns com planos que só amanhã saberemos...

“Assim é na vida... Depende do que vem depois...”

Quem vai misturar os bilhetes???.