quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

E Tiririca Não Será Mais Candidato. Ufa!

Muito se fala sobre a decisão do então deputado Tiririca em não concorrer mais a qualquer cargo político. Levando em consideração sua atuação na vida parlamentar, o resultado de seu mandato é "zero". No entanto, ele considera o fato de ser assíduo no parlamento como testemunho da qualidade de seu mandato. Para alguém que tem a responsabilidade de legislar e fiscalizar as ações governamentais, é muito pouco achar que assiduidade no parlamento é suficiente para se considerar um bom deputado. Assiduidade é dever.

No "suposto" discurso de despedida, informa a platéia que está decepcionado com a atuação de "alguns" colegas parlamentares; diz ainda que jamais falará mal deles em qualquer lugar e que, se Lula for candidato, votará nele. Lembrado sobre os processos e a condenação que pesa sobre Lula, ainda assim, mesmo considerando que é complicado "esse negócio de processo", votará em Lula, porque fez muito pelo povo.

Parece que esqueceu. 

Em sua campanha eleitoral de 2010, ele perguntava aos eleitores: "o que é que faz um deputado federal? Na realidade, eu não sei, mas vote em mim que eu te conto." Bom, pelo que se vê, esqueceu que assumiu o compromisso de "contar o que um deputado federal faz". Pesa mais para ele ser leal aos seus pares, mesmo decepcionado com o que eles fazem, do que com o "povo" que ele diz se importar.

Rouba, mas faz? tanto faz.

Quando alega que votará em Lula, apesar de ser um condenado como corrupto, demonstra apenas que não têm a menor ideia de princípios que deve ser base de qualquer candidato à vida pública. Mas, "Lula melhorou a vida da gente". É a versão parlamentar do "rouba, mas faz" tão criticada alhures pelo próprio "povo".

Vai, mas a conta fica.

Enfim, Tiririca "provavelmente" (quem confia?) sairá da vida pública da mesma forma como entrou. Nulidade total. Porém, sua atuação nula gerou despesas para o "povo" da ordem de R$ 2.208.000,00 (...), só de salário líquido nos últimos oito anos (duas legislaturas), considerando sua informação de receber, R$ 23.000,00 líquidos, e deixando de lado os demais gastos ligados ao seu finado mandato.

Omisso?

No parlamento brasileiro de nossos dias só há dois tipos de pecadores: os que agem na defesa de um sistema corrupto que lhe beneficia e os que fecham os olhos e se omitem quanto a responsabilidade de condenar e agir em defesa da coisa pública e da idoneidade  ética e moral. Pelo visto, Tiririca vai se manter fiel ao grupo dos omissos (até prova em contrário) mesmo depois de abandonar a vida pública.

Nossa vida não é um picadeiro.

A eleição de um candidato como Tiririca, com todo respeito, já foi um desserviço a nação. Como ele, há tantos outros que deveriam sair. Mas, brasileiro é tão determinado que não desistirá de seu desejo de acabar com os frutos pobres da política, destruindo a árvore da democracia. Na fila já há como pré-candidatos, apresentadores de televisão, ex-jogadores de futebol, bailarinas, cantores e cantoras, filhinhos de políticos profissionais, e outros menos qualificados para a tamanha responsabilidade de construir um país e fazê-lo nação.

É por esta razão que brasileiro não pode reclamar de tudo que sofre. Só colhe o que planta. Feliz 2018!

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Os Vendilhões do Templo

“Quando já estava chegando a Páscoa judaica, Jesus subiu a Jerusalém. No pátio do templo viu alguns vendendo bois, ovelhas e pombas, e outros assentados diante de mesas, trocando dinheiro. Então ele fez um chicote de cordas e expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e os bois; espalhou as moedas dos cambistas e virou as suas mesas. Aos que vendiam pombas disse: "Tirem estas coisas daqui! Parem de fazer da casa de meu Pai um mercado!"” (Jo. 2:13-16).

Os vendilhões do templo vivem negociando coisas e, quando não tem o que oferecer, vivem assentados diante de mesas trocando dinheiro. Todo esforço dessa gente se resume em negociar produtos e mexer com dinheiro. Os vendilhões do templo não estão preocupados com a possibilidade de faltar elementos para o culto (bois, ovelhas e pombas), estão interessados apenas em ganhar dinheiro. É a mesma figura de hoje, quando muitos envolvidos com o cristianismo estão mais preocupados com sua manutenção pessoal do que com a falta de “mantimentos na casa do tesouro”. Em nossos templos atuais não há recursos na tesouraria para evangelismo, missões, ação social e escolas bíblicas (tudo depende de uma oferta extra), porém, não falta para distribuição nas mesas.

Os vendilhões modernos até pregam, mas, pensando no dinheiro; até dirigem igrejas, mas, considerando o dinheiro que arrecadarão; sua preocupação não são as pessoas, mas, sim, a pecúnia. Eles gostam de organizações religiosas (como os fariseus), por isso, brigam e defendem convenções, associações e denominações empresariais com unhas e dentes. Quando criticados por receberem altos salários das igrejas, questionam: “Quem vai cuidar de nós e de nossas famílias no futuro?” Respondo: “Vocês mesmos”. De que jeito? Da mesma maneira que os demais, cujo trabalho com suas próprias mãos sustentam suas famílias e cuidam do futuro de seus filhos. Aprendam uma profissão e conquistem um emprego ou um trabalho. Se os outros conseguem, porque os “generais da religião” não? Percebam que os outros, reles mortais (muitos, inclusive, oficiais de baixa patente na igreja), além de sustentar sua família ainda encontram um jeito de depositar dízimos e ofertas para manutenção da casa do Senhor e cumprirem sua missão espiritual. Milagre? Não! Trabalho! Coragem!

Querem ver uma revolução no meio das igrejas cristãs [com as raríssimas exceções de praxe]? Tirem o dinheiro da equação. Todos os envolvidos, digo “todos”, deveriam buscar seu sustento e de sua família em uma profissão (como apóstolo Paulo – At. 18:2-3; 1 Ts. 2:9; 2 Ts. 3:7-12), e todo, repito, “todo” dinheiro arrecadado em igreja deveria ser revertido para pagamento de suas despesas estruturais físicas, para desenvolvimento de trabalhos sociais (Tg. 1:27; At. 2:44-47) e para promoção de sua missão espiritual. A mão de obra utilizada deveria ser voluntária, filantrópica, exatamente como a maioria dos cristãos sempre fizeram.

Aí sim, veríamos aqueles que, verdadeiramente, foram chamados e aceitaram cumprir uma missão divina entre nós. Fora isso, nada mudará, pois, quando nos guiamos por Mamom (o deus-dinheiro), nossos pés irão apenas onde o dinheiro nos permite ir [pregaremos apenas em catedrais e não nas favelas], falaremos apenas o que o dinheiro nos permite falar [jamais ousaremos falar daquelas coisas bíblicas que confrontam a insensibilidade dos poderosos e as máscaras dos fariseus], nossas ações terão o cuidado de não mexer na estrutura que está posta para não contrariar o monarca da vez, evitando assim que, por sua vez, ele não nos impeça de voltar para pregar em sua “catedral”.

"Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós." É por isso que Jesus disse ser impossível servir dois senhores (Lc. 16:13).

Assim estamos. Igrejas cristãs permeadas por gente dependente da prebenta do mês recebidas a custas das viúvas, dos órfãos e dos trabalhadores-escravos que eles deveriam ajudar. Gente cheios de títulos e vazios do compromisso com Deus, gente que prefere ser sustentado por um sistema que espolia outros pobres invés de buscar o sustento pessoal com suas próprias mãos de forma que lhe permita, inclusive, se somar aos outros na missão de ajudar “viúvas e órfãos” (Ef. 4:28), gente que fala tanto em depender de Deus, mas, na verdade, dependem é do dinheiro que arrecadam dos pobres que se reúnem em torno de Cristo.

Não são chamados por Deus, pois, Deus não instituiu o “ministério dos vendilhões do templo”. Ao contrário. O senhor, com um chicote de cordas, os expulsou de lá. Deus chamou trabalhadores para sua seara. Ah, aqueles obreiros antigos, simples em suas vestes, puros em seus corações e fiéis em sua missão sacrificial. Eu vi e acompanhei gente assim. Obreiros dedicados e integralmente envolvidos em sua tarefa espiritual, ao mesmo tempo em que labutava para conquistar o “pão nosso de cada dia” para sua casa. Gente abençoada! Gente corajosa! Gente de alto nível moral e ético (no sentido do exposto no texto)! Gente que com sua envergadura espiritual mostrava muito claramente a diferença entre trabalhadores da seara e vendilhões do templo.

Os modernos vendilhões do templo não vendem bois, ovelhas e pombas, vendem uma imagem, vendem ilusão, vendem sensações e, desse jeito, formam novos vendilhões. O círculo vicioso permanece, até que um dia...

Jesus aparece, e com um chicote de cordas nas mãos, arrebentará com suas mesas e com seus negócios. Aguardem.

Minha casa é casa de oração, não um covil de ladrões” (Jesus em Mateus 21:13).

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

CEADEB x ADESAL - É feio, muito feio!


Os desdobramentos do litígio entre o presidente da CEADEB e o presidente da ADESAL prossegue revitalizando as feridas causadas pelo rompimento do vínculo de alguns pastores de sua convenção (CEADEB).

No mais recente episódio, uma decisão judicial interlocutória - sem definição de mérito - tomada na ação que a CEADEB move contra a ADESAL, foi entendida como um ato de destituição do pastor Israel Ferreira do comando da Assembleia de Deus em Salvador. Sem querer entrar nas questões técnicas da decisão (deixo isto para os advogados e rábulas), a decisão não dá nada a ninguém, haja vista uma série de “condicionantes” expressos no comando judicial. Na verdade, a decisão da desembargadora é uma espécie de carta do apóstolo Paulo aos Coríntios na versão para os assembleanos baianos: “se entendam!”

Ato seguinte a decisão mencionada, o pastor Valdomiro Pereira distribui um vídeo para os obreiros assembleanos. Nele, informa (ou desinforma) a plateia que o pastor Israel Ferreira foi destituído do comando da ADESAL, cabendo agora a indicação de um novo pastor pela CEADEB. No vídeo, ainda fala ao próprio pastor, ora dito destituído, que as portas da Convenção (CEADEB) estão abertas para ele e para os demais abrigados até então na CONFRAMADEB.

Em resposta ao vídeo do pastor Valdomiro Pereira, o pastor Israel Ferreira lança sua versão (sofrível, pela qualidade do áudio) informando que se mantêm no comando da ADESAL e que os irmãos assembleanos soteropolitanos devem se manter tranquilos na dedicação de suas vidas à Deus, abrigados nos templos sob controle da ADESAL.

Na versão do pastor Valdomiro Pereira, é utilizado um texto dos Salmos como preâmbulo para sua fala aos cristãos. Na versão do pastor Israel Ferreira, é enfatizado se tratar de uma batalha espiritual para destruir a igreja em Salvador. Não faço, nesse momento, qualquer juízo de valor sobre as informações expostas nos vídeos mencionados e os argumentos de defesa utilizados pelos dois pastores assembleanos. Mas, uma coisa digo e repito: “É feio, muito feio!”

Dois pastores que não conseguem atender o convite de Deus para serem humildes, a perdoarem-se mutuamente, a renunciarem o poder e a conciliarem esta relação institucional eclesiástica (Estas coisas que eles mesmos pregavam e pregam nos púlpitos de suas respectivas igrejas). Como não há forças para caminhar nesse sentido, os pastores são estimulados, desde a primeira audiência (pela justiça dos homens), a compreenderem que este é o melhor caminho (do acordo, da conciliação, do entendimento). A justiça dos homens concorda com Deus.

Neste contexto, há duas diretorias envolvidas. Há outros inúmeros pastores que ocupam, junto com os pastores Valdomiro Pereira e Israel Ferreira, as diretorias das respectivas agremiações religiosas. Onde estão? O que fazem? Porque permitem que estas instituições prejudiquem tanto a tão falada “igreja do Senhor Jesus?” (Me respondam, por favor, a seguinte questão. Se dois irmãos estivessem brigando no ambiente de suas respectivas congregações, como vocês agiriam ou agem?) Porque as respectivas assembleias ordinárias e/ou extraordinárias não colocam um ponto final nesta contenda interminável? Porque se omitem? Porque não destituem os dois? Percam os anéis, mas preservem os dedos, pelo menos.

Tenho irmãos (não cristãos) e colegas no trabalho que ressaltam esta briga toda vez que tentamos falar do evangelho e que, mesmo quando não falamos, eles insistem em nos lembrar e envergonhar pela contenda de vocês. Cansei. Estou cansado de tentar explicar o inexplicável. É feio, muito feio! Aliás, é horrível.

Um diz que a “igreja é de Jesus”, mas não abre mão de exercer o comando (???), outro informa que é alvo de uma batalha espiritual que visa destruir a “Igreja de Jesus” (???) e, ambos, em momentos diferentes (pastor Israel Ferreira, quando foi impedido de concorrer à presidência da CEADEB, e pastor Valdomiro Pereira, quando perdeu o “direito” de comandar a igreja em Salvador), recorreram a justiça dos homens para conhecerem a vontade de Deus (???).

Tentam (os dois) fazer-nos crer que estão em defesa da igreja. É a velha ideia esquizofrênica de defender, destruindo; de querer mudar fazendo igual. No afã de defender suas próprias convicções divorciadas da Bíblia e seus interesses pessoais, invalidam a própria Bíblia e estabelecem que os estatutos da CEADEB e da ADESAL valem mais do que a vontade de Deus e, por isso, pedem a ímpia justiça dos homens que digam quem será o nosso pastor.

Nesta contenda, pelo menos reconhecem que a comunidade dos assembleanos surgiu antes de qualquer convenção de pastores, e que a construção dos templos que abrigam este povo é fruto do árduo trabalho da própria comunidade e não das organizações religiosas que presidem. Então, apesar da “nossa” vergonha e do escândalo, podemos seguir sem eles.


Mas, é feio. Muito feio!

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Nós, os Medíocres

A vida é uma repetição. Uma sucessão de pensamentos iguais, conceitos iguais, palavras iguais e atitudes iguais com, logicamente, resultados iguais (Ec. 1:9).

Quando ousamos interromper esta sucessão de pensamentos, conceitos, palavras e atitudes iguais, alcançamos dois resultados: Ou elevamos nossa vida para um status de sucesso (colheita de bons resultados que surpreendem a todos, inclusive o próprio), ou lançamos nossa existência para o grupo dos destruidores de si mesmos (aqueles que suscitam de todos a sua volta o reconhecimento de que desperdiçou a sua vida, apesar de todos que o cercam).

Na repetição, ficamos na média. Não ousamos, nem desperdiçamos, assim, vivemos o que todos vivem e nos tornamos um entre aqueles que repartem o pouco que sobra para a maioria. Os medíocres. Não desfrutamos da vida nem a desperdiçamos, apenas vivemos como que empurrados pelo meio para um fim comum a todos, uma vida que passa sem deixar sua marca, sem vivê-la na plenitude dos prazeres oferecidos à todos e desfrutados por poucos.

Sucesso é o resultado de quem, em algum momento de sua vida, resolveu romper com a mesmice, com a repetição. Ousou usar a inteligência que Deus deu à todos para buscar um caminho alternativo, se recusou a persistir na repetição das mesmas atitudes de seus antecedentes visto o resultado que alcançaram. Estes são os que, normalmente, encontram mais sentido para suas existências.

Então, o ponto focal neste exato instante da existência terrena é o de sempre: “o desafio de romper com a repetição”.

Nosso maior problema é o medo que nos mantêm na média. Aliás, vale ressaltar, a maioria (os medíocres) são mantidos na média pelo medo que os impede de romper com a repetição. E assim seguimos com as mesmas dores, as mesmas angústias e a mesma inércia que nos mantêm no mesmo lugar.

É preciso cuidado, pois, alguns mergulham suas vidas em “bagulhos muito doido” alimentando em seus pensamentos a sanha de ser diferentes dos demais. No final, ficam apenas iguais aos que destroem suas vidas. Sendo assim, é melhor permanecer medíocre, pois, se não a elevamos, também não a destruímos.


Portanto, se você quiser melhorar de vida tem que romper com a mesmice, avaliando os prós e contras de cada decisão e, corajosamente, tomando cada uma delas. O sucesso ou fracasso pode estar logo ali na primeira esquina, ou no final da rua que você decidir entrar. O fato é que se você estiver entre os medíocres, jamais descobrirá. Medíocres não ousam sair da preferencial e dobrar a primeira esquina para descobrir o que tem lá.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Cristão Participando de Halloween?! Que Comunhão Há Entre Trevas e Luz?

Que história é essa de cristão participar do dia das bruxas?



O que é o "hallouween?"Halloween - conhecido como Dia das Bruxas - é uma celebração popular de culto aos mortosAlgumas teorias sugerem que a origem das comemorações do Halloween tenha surgido entre o povo celta, através das festividades pagãs do fim do período de verão e início do inverno, o “Festival de Samhain”, que acontecia no final do mês de outubro. Acreditava-se que nesta data, os espíritos dos mortos regressavam para visitar as suas casas e também poderiam surgir assombrações para amaldiçoar os animais e as colheitas. Todos os símbolos utilizados pelos celtas tinham como objetivo afastar os maus espíritos.

Vamos ser mais simples. A maioria das pessoas não sabem do histórico, porém, no imaginário, principalmente infantil, está esta homenagem ligada diretamente a "bruxas". O que é uma bruxa? "é o nome dado a uma mulher que supostamente teria pacto ou poderes demoníacos, uma feiticeira que pratica a magia negra, a bruxaria".

Então, ficamos assim. Hallouween tem a ver com espíritos dos mortos e bruxas que expõem o submundo das trevas em nossa existência.

Eis o problema. Como pode um cristão participar disso? alguns alegam que o halloween é muito popular nos Estados Unidos, e sendo os Estados Unidos um pais cristão, é aceitável. Argumento ruim esse. Quem valida se algo é permitido aos cristãos não são os Estados Unidos da América ou qualquer outro país, cultura ou pessoa. Quem valida as atitudes dos cristãos é a Bíblia - Palavra de Deus. Vamos a ela.

"...Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?" (2 Coríntios 6:14); "Não participem das obras infrutíferas das trevas; antes, exponham-nas à luz" (Efésios 5:11).

Eis o alerta! ...mas, ainda assim, você pode escolher participar do dia das trevas. Porém, precisa saber que as trevas agrada num primeiro momento e depois aterroriza apenas quem está no escuro.

Somos luz, logo, rejeitamos as obras infrutuosas das trevas, pois, não guardam qualquer relação conosco.

Fica a Dica.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Quem Fala em Nome do “Povo Brasileiro” ou da “Sociedade Brasileira?”

“...se vocês não concordam conosco, pelo menos, parem de falar em nosso nome.”

Eles costumam dizer na tevê que a sociedade brasileira é a favor da descriminalização do aborto (para não expor abertamente sua incoerência, disfarçam dizendo serem “as mulheres brasileiras”), dizem que as drogas são consumidas normalmente pela sociedade e por isso devem ser liberadas, afirmam que a “sociedade brasileira” aceita os novos modelos de famílias, incluindo indevidamente os pares transgêneros, dizem que o nu artístico é normal porque a sociedade brasileira do século XXI mudou. A partir de seu próprio “mundo”, informam aos demais que saímos da era das trevas para a luz, e por aí vai.

Inventam, diariamente, em programas de televisão e rádio, considerações de uma tal sociedade brasileira que não existe no Brasil. Na verdade, acham que sua realidade pessoal é a expressão da realidade social brasileira. É gente arrogante, confusa, que se meteram em problemas na vida pregressa, frutos de sua rebeldia familiar; atores e atrizes que, motivados pela fama e pela necessidade de “aparecer bem na fita”,  emitem opinião com base no “politicamente correto”, mesmo se contrário a suas convicções (precisam ganhar dinheiro fácil), profissionais da imprensa mentalmente corrompidos pelas viagens psicodélicas das drogas que experimentaram no tempo de faculdade se acham representantes de uma nova era de luz e conhecimento, tratando todos os que se lhe opõem como ignorantes, iletrados ou coisa que o valha. Ora, vejam só. Falam de uma sociedade brasileira que só existem em suas mentes deformadas e em seu mundo restrito que se estende até a janela do seu quarto.

Cerca de 57% da população brasileira é constituída de pessoas que professam a fé católica e cerca de 29% dizem ser evangélicos. Isto nos dá um total de 86% da população brasileira professando serem cristãos, ou seja, 175.440.000 (cento e setenta e cinco milhões, quatrocentos e quarenta mil) brasileiros, em 204.000.000 (duzentos e quatro milhões) dos habitantes neste país (dados de 2013).

Características dos brasileiros cristãos: São contra o aborto, são contra a união homo afetiva, são contra a prostituição, contra a exposição pública da nudez, contra as drogas (lícitas e ilícitas, exceto em tratamentos médicos), são contra a imoralidade, são contra baderna, são contra a violência em todas as suas formas, são contra os juros extorsivos e abusivos, e são contra outras inúmeras atitudes que atentam contra a ordem, a disciplina e a família tradicional.

Dito isto, quando qualquer pseudo especialista estiver na tela, ou em qualquer outro veículo de mídia, fazendo afirmações sobre a sociedade brasileira que esteja diferente deste padrão, é falácia. Na verdade, pregação. A ideia é permear a sociedade com mentiras a fim de convencer que é uma verdade (aqui está uma das razões do porque o alvo de suas barbáries são as nossas crianças. A capacidade infantil de identificar uma mentira e resistir-lhe é extremamente menor que um adulto – “É muito mais fácil deformar uma criança que convencer um adulto”). Alegam que a “sociedade brasileira mudou” (Só se mudou para alguma outra parte do mundo que não sabemos).

Um bom exemplo disto são os recentes casos de crimes praticados contra nossas crianças, contra a família e contra a moral da nação brasileira, ocorridas travestidas de exposição artística pelo Santander e pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo. Como a afronta rompeu com qualquer limite responsável, não poderia ter outra reação que não as que estão enfrentando. Não podemos aceitar que uma “minoria” tente modelar nossa sociedade com base em suas perversões e seus outros transtornos mentais.

As agressões perpetradas contra a sociedade brasileira (esta sociedade que os dados das pesquisas do IBGE afirmam existir aqui no Brasil) tem a reação que merecem. Imagine um pai de família (tenho duas filhas) tendo que achar “normal” uma apresentação supostamente artística onde crianças sejam estimuladas a tocar um corpo de um homem nu. Como pai, a vontade que me dá é (des)qualificar este pretenso artista, e seus comparsas, com uma série de adjetivos a “baixura” de sua estatura moral. Mas, vou manter-me no controle dos meus instintos mais primitivos.

Estes últimos acontecimentos demonstram o quanto afastado estão os que fazem e promovem esse tipo de arte e a população brasileira. A mídia expõe a atitude de quem protesta contra essas exposições como manifestação de conservadores, retrógrados, ditadores e fascistas. Nada mais fora da realidade, pois, são manifestações de pais e mães responsáveis que, esses, sim, representam o sentimento da população brasileira em relação as agressões que suas famílias vêm sofrendo.

Srs. da mídia, especialmente Globo, Bandeirantes, Veja e IstoÉ (ainda há outras), continuem forçando a barra e, depois, não reclamem do porque a lei e a ordem foi imposta a força. Aliás, caso não saibam, as autoridades constituídas são, legitimamente, os agentes da lei investidos de poder para fazê-la cumprir e ser respeitada, e essas leis são a expressão da “vontade da maioria da população brasileira”. Convém repetir de outra forma. Numa democracia, a “vontade” que prevalece é da “maioria” sobre a “minoria”. Não o inverso.

A sociedade brasileira não tem culpa das escolhas que vocês fizeram e fazem, não é culpada do seu convencimento de que a ideologia de esquerda é vanguarda no caminho para felicidade e paz social, a sociedade cristã brasileira não é culpada por vocês estarem perdidos e corrompidos pelo dinheiro e pela concupiscência carnal.

A sociedade brasileira, com base em seu perfil, pede que respeitem seu jeito de ser, seus conceitos, seus princípios, suas crenças e sua visão de mundo. Pede ainda uma coisa mais: se vocês não concordam conosco, pelo menos, parem de falar em nosso nome.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Não Queremos Financiamento Público Para Campanhas Eleitorais.


Diga NÃO ao financiamento público para campanhas eleitorais.

Se eles querem ser políticos, que sejam... com seu próprio dinheiro e esforço.

Financiamento Público Para Campanhas Eleitorais é dinheiro da saúde, segurança, saneamento básico e educação desviado para os bolsos de políticos malandros.

SOU CONTRA!

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

9 Perguntas [Dentre Outras Muitas] Que os Cientistas Ainda Não Sabem Responder

PODE HAVER VIDA INTELIGENTE FORA DA TERRA?

Esta é uma pergunta para a qual gostaríamos muito de saber a resposta. No entanto, mesmo com todos os recursos que os cientistas dispõem hoje, eles ainda não podem responder. 



QUAL É A CONSTITUIÇÃO BIOLÓGICA DE NOSSA CONSCIÊNCIA? 

Parece que tudo o que acontece em nossas mentes é resultado de processos cerebrais, os quais os cientistas estão apenas começando a descobrir. 


O ELO PERDIDO 

Os arqueólogos ainda estão procurando o famoso fóssil que explicaria muitas coisas sobre a evolução humana, mas até hoje não o encontraram. 



DO QUE O UNIVERSO É FEITO? 

A matéria da qual as estrelas e as galáxias são feitas representam menos de 5% de tudo o que existe no universo – e os outros 95%? 



DO QUE SÃO FEITOS OS BURACOS NEGROS? 

Eles emitem radiação? Eles podem evaporar? O que os cientistas realmente sabem sobre essas famosas áreas cinzentas do universo? 





O TRIÂNGULO DAS BERMUDAS 

Localizado numa zona marítima entre a Flórida, Porto Rico e as Bermudas, este misterioso triângulo foi o local de vários desaparecimentos a partir do século 19. Muitas hipóteses foram feitas na tentativa de explicar o fenômeno, mas ele continua sendo um mistério até hoje. 

CHUVAS DE ANIMAIS 

Não é só na Bíblia que chove sapos. Em 2007, esse fenômeno ocorreu em Odzaci, na Sérvia. Depois, em 2009, choveu girinos no Japão, e tem aparecido outros relatos, sobre chuva de aves e peixes. Existem algumas teorias em relação a esses fenômenos, mas nenhuma é cientificamente comprovada. 


CICADIDAE CICADA 

Este tipo de cigarra, encontrado no sul da França, tem a particularidade de permanecer na forma de larva, subterrânea, durante um ciclo que dura de 13 a 17 anos. Como um inseto pode saber quando acordar, depois de um ciclo tão longo? Os cientistas ainda não sabem a resposta. 



LUZES ANTES DE UM TERREMOTO

Os cientistas têm tentado descobrir a origem dessas luzes que aparecem no céu antes de um terremoto, mas ainda não encontraram uma resposta.

Fonte: http://www.msn.com

terça-feira, 19 de setembro de 2017

A Celeuma Sobre a Tal Cura-Gay Autorizada Pela Justiça

A mídia-ativista-gay criou no país, nestes últimos dias, uma celeuma sobre a decisão de um juiz em permitir aos psicólogos oferecerem o que eles (ativistas-gays) chamam de "cura gay". Leiam parte da notícia extraída do Estadão:

"O juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho concedeu liminar que abre brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual, conhecida como ‘cura gay’, tratamento proibido pelo Conselho Federal de Psicologia desde 1999. A decisão atende o pedido da psicóloga Rozangela Alves Justino em processo aberto contra o colegiado, que aplicou uma censura à profissional por oferecer a terapia aos seus pacientes. Segundo Rozângela e outros psicólogos que apoiam a prática, a Resolução do C.F.P. restringia a liberdade científica" (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo).

Vale destacar que a decisão é em sede de liminar.

Vamos aos fatos.

Se um heterossexual solicitar ajuda de um psicólogo porque não se sente mais hétero, o profissional pode tranquilamente fornecer ajuda técnica para ele lidar com suas emoções e sua nova condição. O Conselho Federal de Psicologia - CFP, não interfere e, pelo contrário, dá o "maior apoio", pois, respaldados pelos órgãos ditatoriais (imposição) e antidemocráticos (gestores apadrinhados) da ONU.

Se um homossexual solicitar ajuda a um psicólogo porque não se sente mais gay, o profissional NÃO PODE oferecer ajuda técnica para ele lidar com suas emoções no retorno a sua anterior condição (é isto que os ativistas gays chamam de "cura gay"). O Conselho Federal de Psicologia - CFP, não permite tal prática, punindo o psicólogo que decidir ajudar o "ser humano" em sua crise existencial (condição esta conhecida como “disforia de gênero” ou “Transtorno de Identidade de Gênero”).

Vamos a alguns princípios que norteiam a função de psicólogo, conforme o Conselhos Regional de Psicologia/SP (http://www.crpsp.org):

O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

- O psicólogo contribuirá para promover a universalização do acesso da população às informações, ao conhecimento da ciência psicológica, aos serviços e aos padrões éticos da profissão.

Ainda, é vedado aos Psicólogos:

Praticar ou ser conivente com quaisquer atos que caracterizem negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade ou opressão;

- Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais;

Ser conivente com erros, faltas éticas, violação de direitos, crimes ou contravenções penais praticados por psicólogos na prestação de serviços profissionais;

Algumas questões incômodas para os Conselhos de Psicologia:

- Se um psicólogo recusa tratar um gay que o procura, desejando retornar a sua anterior condição de hétero, ele não está sendo negligente, já que “a pessoa” está mergulhada num dilema emocional e psicológico?

- Se um gay procurar um psicólogo desejando informação sobre o que ele pode fazer para minimizar seus transtornos psicológicos decorrentes da sua instabilidade emocional, por sua condição homossexual, o profissional pode se negar a fornecer estas informações? Não seria esta atitude "deixar de promover a universalização do acesso da população às informações referentes a ciência psicológica?"

- Em nenhuma ciência conhecida há consenso sobre conceitos, técnicas e práticas que o respectivo profissional deve adotar. Então, quando os Conselhos de Psicologia "impõem sua visão unilateral", eles não estão "induzindo as pessoas (pacientes e psicólogos) às suas convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas e de orientação sexual? Isto não é um tipo de preconceito?

- Quando uma pessoa decide procurar um psicólogo para tratamento, independentemente de suas escolhas sexuais, esta pessoa não tem esse direito? Se o profissional se recusa a atendê-lo, não está "violando um direito?"

Pois, bem. Voltemos a decisão do MM. Juiz:

“Sendo assim, defiro, em parte, a liminar requerida para, sem suspender os efeitos da Resolução nº 001/1990, determinar ao Conselho Federal de psicologia que não a interprete de modo a impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re) orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P., em razão do disposto no art. 5º. inciso IX, da Constituição de 1988”, anota o magistrado."

O que diz o juiz? Os Conselhos não devem impedir que os psicólogos promovam estudos sobre (re)orientação sexual e nem os impedir de atenderem pacientes que, voluntariamente, assim desejem. O magistrado toma esta decisão liminar, a fim de garantir - prestem bem a atenção aqui - "a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P., em razão do disposto no art. 5º. inciso IX, da Constituição de 1988”.

O magistrado está defendendo a liberdade científica e se posicionando contra a “censura”. Vejam que coisa! Ele está exatamente sendo um parceiro do Conselho Federal de Psicologia em seu dever de defender as “verdades da ciência psicológica” e a liberdade democrática de seus profissionais. Isto está muito claro na decisão do Magistrado. Quem não entende assim, o faz por má-fé e, no limite, por ignorância.

O Conselho Federal de Psicologia diz que vai recorrer da decisão liminar e, certamente, recorrerá da decisão de mérito, se esta seguir na mesma linha de raciocínio.

O problema desses Conselhos é que estão a serviço de uma causa, não da ciência.

Os conselheiros e ativistas gays não se constrangem quando são incoerentes com os princípios que eles dizem acreditar (sabemos que é uma falácia). Infelizmente esta perturbação mental não receberá ajuda dos psicólogos. Então, são casos perdidos.

E assim seguimos, tolerando os “democratas” do Conselho Federal de Psicologia e a “tolerância intolerante” da mídia-ativista-gay.

Parabéns ao magistrado. Quem defende a liberdade científica e democrática concorda com ele.

O Equilíbrio em Nossas Pregações

"Lembrem-se do Trigo"

Jesus lhes contou outra parábola, dizendo: "O Reino dos céus é como um homem que semeou boa semente em seu campo. Mas enquanto todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e se foi. Quando o trigo brotou e formou espigas, o joio também apareceu. "Os servos do dono do campo dirigiram-se a ele e disseram: ‘O senhor não semeou boa semente em seu campo? Então, de onde veio o joio?’" ‘Um inimigo fez isso’, respondeu ele. "Os servos lhe perguntaram: ‘O senhor quer que vamos tirá-lo?’ "Ele respondeu: ‘Não, porque, ao tirar o joio, vocês poderão arrancar com ele o trigo. Deixem que cresçam juntos até à colheita. Então direi aos encarregados da colheita: Juntem primeiro o joio e amarrem-no em feixes para ser queimado; depois juntem o trigo e guardem-no no meu celeiro’" (Mt. 13:24-30).

O Reino dos Céus aqui é o conjunto daqueles que se tornaram “súditos de Deus”, ou seja, um grupo de pessoas que decidiram viver exclusivamente para servir a Deus cumprindo com todos os objetivos do Reino dos Céus entre nós. Conversão de pecadores e edificação de convertidos são, essencialmente, os dois maiores objetivos que engloba tudo que devemos fazer para cumprir com nosso mandado.

Neste contexto, a igreja é destaque como o ambiente que congrega dois tipos de pessoas. Aquelas que, genuinamente buscam servir a Deus (trigo), e outras que lidam com a igreja como um lugar apenas para preencher o tempo com entretenimento, dentre tantos outros como estádios de futebol, teatros, cinemas, etc. Estes dois tipos de pessoas, em sua essência e, consequentemente, em seu comportamento, vivem nas comunidades cristãs espalhadas em todo mundo.

O problema é que este relacionamento traz desafios enormes para aqueles que são responsáveis pela condução dessas comunidades. Como lidar com uma plateia dividida entre pessoas que empreendem esforços enormes para cumprir com os princípios estabelecidos por Deus em sua palavra e outros que vivem dissolutamente em razão de seu descompromisso com a Palavra de Deus e com o Deus da Palavra?

Necessário se faz, então, que nossas pregações sejam cristocêntricas, o que deve ser entendido como enfáticas na condenação do pecado, porém, misericordiosa no trato com o pecador. Obviamente que isto não significa ser conivente com o pecado, mas, ter o cuidado de pregar e ensinar a Palavra de Deus, com todo seu conteúdo condenatório e gracioso, sem desestimular o esforço de quem busca a santificação diária e contínua.

A parábola do trigo e do joio, mencionado acima, demonstra a preocupação de Cristo em preservar aqueles que desejam sinceramente servir a Deus e empreendem enorme esforço para isto. No ambiente comunitário cristão, ou seja, na Igreja local ou Reino dos Céus, os líderes devem ser instrumento divino para alertar as pessoas sobre os comportamentos que desagradam a Deus (pecados), mas, ao mesmo tempo, devem tomar cuidado para não “matar” aqueles que buscam o ambiente cristão para se aproximar de Deus e, em sua luta diária, precisam de estímulos para permanecerem na luta, apesar das quedas e das derrotas que intercalam os momentos de triunfos espirituais conquistados arduamente.

O propósito da igreja local para com os convertidos é a edificação, ou seja, compartilharem palavras e dons que animem uns aos outros na caminhada para a eternidade com Deus (Hb. 3:12,13; 1Ts. 4:13-18; 1Co. 12:25). Saliente-se que é legítimo, e um dever, o cuidado pastoral em “não” designar para posições de liderança em pequenos grupos nas comunidades, pessoas que estão entre nós, mas, não são dos nossos (joio). O que destacamos neste artigo é que, mesmo querendo coibir as ações maléficas do joio, devemos ter um cuidado maior na preservação daqueles que lutam para se firmarem na fé e crescerem na graça do Senhor Jesus.

Traduzindo em miúdos o que digo é: “se todas as vezes que vamos à igreja apenas ouvimos pregações raivosas e insultuosas, mais cedo ou mais tarde, não encontraremos ânimo para voltar”. Ressaltando, outra vez, que não se trata de acobertar pecados, se trata de lidar com o povo de Deus compreendendo a diferença entre quem serve a Deus e quem não serve. A justiça divina exige uma boa compreensão disto.

A batalha cristã é árdua e o pecado jaz a porta. Os apóstolos João (1 Jo. 1:8) e Paulo (Rm. 3:23) expõem o que Cristo nos faz recordar (Jo. 8:7), a verdade inescapável: somos, “todos”, pecadores. Então, em nossas reuniões comunitárias o que há de mais premente é a necessidade de sermos conduzidos por líderes intercessores, misericordiosos e pacientes, ao mesmo tempo em que sejamos ministrados por pregadores e mestres equilibrados o suficiente para saber a diferença entre joio e trigo. Desta forma, encontraremos a sabedoria necessária para neutralizar as más influências do joio, sem desestimular a luta do trigo.

Ressaltando a mensagem de Cristo: “Não expulsem os maus da igreja! Pelo contrário, aprendam a conviver com eles”. Pois, é melhor que haja esperança de convertermos os maus (joio), do que a frustração e a dor pela perda dos bons (trigo).

Como vai sua pregação?

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

A esquerda fazendo arte

Por Rodrigo Constantino
Na semana que passou, estive preocupado em me proteger do devastador furacão Irma, enquanto o Brasil falava da mostra “cultural” do Banco Santander. São imagens devastadoras também, ao menos para o cérebro das crianças (e elas estiveram na exposição, sem limite de idade). Tinha até pedofilia racista e zoofilia, um espetáculo de baixaria promovido com recursos públicos da Lei Rouanet.
A arte sempre teve um tom subversivo, e muitas vezes chegou a chocar. Mas eis a mudança na era pós-moderna: hoje tudo que choca é considerado arte. O intuito é só chocar, quebrar tabus, os poucos que restam. E se tudo é arte, nada é arte. Os “artistas” passaram a chamar lixo de arte, e isso é a morte da verdadeira arte.
Inúmeros brasileiros se revoltaram nas redes sociais, e milhares de correntistas do banco ameaçaram cancelar suas contas. O MBL assumiu a liderança de uma campanha contra a mostra, e o próprio Santander achou melhor encerrar a coisa, para desespero do curador, um sujeito ligado ao PSOL, que defende a ditadura venezuelana.
Após a decisão do banco, teve começo uma campanha de difamação da esquerda organizada. O MBL passou a ser acusado de “nazista”, uma ofensa aos judeus vítimas de Hitler. Boicote voluntário não é censura, e quem acabou com a mostra foi o próprio banco, percebendo que o tiro saíra pela culatra em termos de marketing de imagem.
A seletividade hipócrita da esquerda ficou exposta uma vez mais. O argumento de liberdade de expressão artística é claramente falso. Basta algumas comparações para deixar isso claro.
Enfiar uma cruz no ânus em praça pública é demonstração artística, mas desenhar uma charge de Maomé com bomba no turbante é uma ofensa gravíssima que justifica um atentado terrorista como resposta. Proibir com o uso do estado livros de Monteiro Lobato por racismo é reparação às injustiças passadas dos brancos malvados, mas boicotar voluntariamente uma mostra pornográfica com pedofilia e zoofilia bancada com verba pública é censura nazista de reacionário obscurantista.
Como não perceber a hipocrisia? O duplo padrão da esquerda salta aos olhos, e o destaque está no denominador comum de toda essa marcha das minorias oprimidas: demonizar o homem branco ocidental e o cristianismo. Alguém consegue imaginar a mesma turma de “intelectuais” falando em liberdade de expressão diante de um quadro com um Maomé gay sendo sodomizado por Trump?
Quando eu era moleque e fazia alguma besteira, minha avó falava que eu estava “fazendo arte”, ou seja, aprontando. É a “arte” que a esquerda faz hoje: só porcaria! E para atacar os valores morais burgueses estão dispostos até a defender um banco internacional. Vale tudo para destruir o Ocidente “patriarcal”.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Ex-modelo Afirma Que Foi Contratada Para Namorar Thammy Miranda

Em entrevista ao SuperPop desta segunda-feira, 28, na RedeTV!,a ex-modelo Laíne Souza afirmou que foi contratada para fazer um personagem, que incluiu realizar ensaios sensuais, filmes adultos e manter um relacionamento com Thammy Miranda.
Na época, a então modelo era conhecida como Julia Paes. “Foi o nome para o personagem que, na época, apresentei para os filmes, para as revistas, para o Thammy. Na época, eu não podia falar. Eu fui contratada para fazer esse tipo de trabalho, desde posar nua, toda essa repercussão”, disse.
Luciana Gimenez perguntou o trabalho incluía o namoro com Thammy e Laine respondeu que “sim”. O ex-BBB Ilmar, que participava do programa, também questionou se o namoro foi combinado. “Inicialmente, sim. Acabou virando realidade”, disse a ex-modelo.
Casada e mãe de quatro filhos, ela diz que perdeu o contato com o filho de Gretchen depois que mudou de área de atuação. “O Thammy é uma pessoa bacana, não tenho nada contra ele”, afirmou.
Hoje evangélica, Laíne diz que se arrepende de tudo o que fez. “Faria muita coisa diferente? Sim, mas acho que foi importante para o meu crescimento. Se eu não tivesse errado, talvez eu continuasse no erro. Eu tive as experiências ruins que fizeram eu me arrepender e produziram frutos ruins e me fizeram mudar de caminho”, afirmou.
Segundo ela, fazer filmes adultos foi uma decisão precipitada. “Não era necessário. Se eu tivesse tido um pouquinho mais de paciência, esperado, buscado, trabalhado, porque o dinheiro é consequência do trabalho. Por mais que tenha me trazido dinheiro, não foi de uma maneira legal e trouxe coisas ruins também”, lembra. Sobre os julgamentos que ainda diz receber, ela afirma que não se importa. “Errar é humano, eu errei. Assumi, é digno”, finalizou.
Fonte: Istoe.com.br

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

O Problema dos LGBT's Não São Seus Corpos, São Suas Mentes.

“A maior batalha na sociedade atual é de comunicação, sua arma de destruição em massa é a mídia, seu cúmplice é a ignorância e sua maior vítima é a verdade.”

Vivemos num contexto social em que os ativistas gays e simpatizantes, enclausurados nos bolsões da grande mídia popular, televisão em especial, insiste na repetição de mantras que ao longo do tempo vão se impondo nas mentes das pessoas e sendo aceitas como se verdade fossem.

É comum repetirem intensamente que os LGBT’s são pessoas sexualmente diferentes daquilo que seus corpos afirmam. Alguém fisiologicamente homem “pensa” ser mulher e entra em conflito com seu próprio corpo que, por sua vez, reitera sua condição original, Homem. Alguém fisiologicamente mulher “pensa” ser homem e entra em conflito com seu próprio corpo que, por sua vez, insiste sua condição original, Mulher.

Recentemente a mídia, dominada pelo ativismo gay, fez manchete com a falsa notícia que um casal transgênero havia dado à luz um filho biológico. Qual a realidade dos fatos. Uma mulher que se acha homem, tem um relacionamento com um homem que se acha mulher, daí o homem que é uma mulher engravidou e teve um filho. Qual a manchete? “Transgênero e parceiro anunciam nascimento do seu primeiro filho biológico”.

Traduzindo. Nada mais normal que um homem se relacionar sexualmente com uma mulher e ela engravidar e ter um filho. Observem como a confusão é mental, não física. Eles são um casal heterossexual com papéis mentais trocados. Apesar da confusão mental, seus corpos atestam a naturalidade do que são: masculino e feminino. O masculino (homem) fecundou um feminino (mulher), e a fêmea (mulher) gerou em seu ventre um novo ser humano.

Existem barreiras intransponíveis no universo que ninguém pode ultrapassar. Por mais que os sem-noção desejem e os loucos se empenhem em impor aquilo que é antinatural, há barreiras intransponíveis. A barreira fisiológica, estabelecida entre os únicos gêneros humanos existentes, é uma delas. Macho e fêmea é o que temos e devemos naturalmente aceitar que dói menos.

Viver a masculinidade e a feminilidade dentro de seus respectivos corpos é uma aventura natural e estimulante que, apesar das frustrações, angústias e dores, deve ser encarada sem a opção de fugir para um mundo fictício de um novo tipo de gênero humano inexistente.

Os ativistas gays e os que se dizem ser o que não são, não revelam as frustrações, as anomalias orgânicas, as crises existenciais profundas, os medos, as turbações que submetem seus corpos, seus corações, suas mentes e suas famílias. Gritam, “é preconceito, homofobia!” Na telinha o lado negro não aparece, dando a ingênua impressão de felicidade plena encontrada e desfrutada. Querem fazer crer que vivem felizes em sua própria sociofobia.

A dor e a angústia só aparecem quando a mente se deixa levar pelas falácias dos ativistas que, mergulhados em sua própria confusão mental, estimulam a inquietação e o inconformismo, a fim de perverterem aquilo que é natural e intransponível. Convencem incautos, ingênuos e imaturos a se lançarem numa aventura louca para serem diferentes dos demais. “Quão iguais são os diferentes!”

A aceitação mental de um gênero diferente do que seu próprio corpo afirma, é resultado da desagregação familiar, das dificuldades de aceitação, da imaturidade prolongada e/ou dos traumas sofridos.

Uma família desestruturada, cujos pais (na maioria dos casos, separados), sucumbiram em seus papéis de cuidado e referência para os rebentos, aumentam a confusão nas mentes em formação, gerando todo tipo de ódio e ressentimento que, agora, por seu condicionamento mental gay, esfrega seu ato de rebelião em suas faces como uma espécie de acerto de contas com a sociedade e, em primeira instância, com sua família.

Um garoto ou garota, que em sua adolescência não foi conduzido pelo curso natural da vida (seja pela ausência de referência paterna/materna, seja pela omissão dos pais), se torna um adulto problemático com sua natureza, pois, não consegue sair do labirinto imposto pelo ajuste natural do seu gênero sexual.

Uma pessoa que não aceita o padrão e se insurge contra os princípios que gerem a sociedade (característica de uma pessoa imatura, peculiar para as faixas etárias iniciais), escolhe o caminho de maior resistência ao que está naturalmente posto. Insiste, desta forma, em permanecer na sua condição volúvel, sendo presa fácil das loucuras mentais, morais e espirituais daqueles que, inclusive, descrevem pessoas fictícias em novelas de televisão.

Um homem ou mulher que suportou graves abusos pessoais e/ou familiares, são feridos profundamente em sua alma causando danos em seu equilíbrio emocional. Sua dor insuportável dá lugar ao ódio contra tudo e todos, e, numa espécie de grito por socorro, se alimenta de conceitos que, a priori, lhes parece libertador, mas, no final, torna seu próprio corpo alvo de sua destruição.

O corpo do homem possui pênis, tem testículos, é mais musculoso, mais quadrado, tem a voz mais grave, características estas que seu cérebro comanda com a liberação do hormônio natural masculino - testosterona. O corpo da mulher tem vagina, tem seios, tem ovários, útero, tem trompa de falópio, é mais fina, delicada, mais torneado, tem voz mais aguda, características estas alimentadas pelo hormônio feminino - estrogênio.

A insanidade pseudo-vanguardista convence alguém a se lançar numa guerra inglória contra a natureza. Convencidos que são diferentes daquilo que seus corpos inexoravelmente são, avançam contra si mesmos ingerindo hormônio característico do sexo oposto, provocando-lhes agressões que não se restringem ao seu organismo, mas, também, ao seu coração, a sua existência e a sua eternidade.

A ideia de que “aquilo que se pensa é o que se é” tem limites. O homem sem cérebro (sem noção), é convencido de que pode ser uma coisa que jamais poderá ser, esquecendo que há limites em nossa humanidade. Um desses limites é o da barreira de gênero (homem / mulher).

Portanto, o problema dos LGBT’s não é um corpo diferente da mentalidade, é uma mentalidade em rebelião contra seu próprio corpo, porque o vê comum, igual, no padrão. Convenhamos. Modificar um corpo para se conformar a uma mentalidade antinatural é levar uma inconformação ao extremismo digno de terroristas.

O melhor remédio é voltar, dá um reset e começar de novo. O corpo está aí... escute-o.

Apesar de toda insatisfação que a vida nos traz, de todos os dilemas que nos envolve e de todas as dores dos traumas sofridos, nosso corpo tem a verdade sexual que não nos permite escapar. Ele nos aponta o caminho que está mais perto da chegada, ao contrário dos atalhos apontados por quem está perdido na estrada.

Viva bem! Viva em paz com você mesmo!