sexta-feira, 28 de junho de 2013

O Plano da Presidente Dilma Rousseff - "Deixa Como Está, Pra Ver Como é Que Fica"

A sra. presidente da República, Dilma Rousseff, em resposta a onda de protestos que assola o país, divulgou um plano para atender as demandas apontadas pela multidão que, diuturnamente, lhe tira o sono.

Provavelmente contando com as sugestões de algumas mentes que se acham brilhantes, construiu o que chamo de "os cinco pactos rumo ao nada". Eis os planos com nossas observações em sequência.

1. Responsabilidade fiscal - Presidente vai tomar medidas para garantir a estabilidade da economia e o controle da inflação.

Há uma lei (Lei Complementar nº 101), chamada de responsabilidade fiscal, que já vigora no país desde 2000, que impõe e cobra dos gestores atitudes equilibradas no uso dos recursos públicos.

A presidente não quer enxergar o que é exposto nas ruas: "a gastança desenfreada dos recursos arrecadados através de impostos" com coisas de menos importância e com conforto para os servidores da pátria. Nesse quesito, os maiores responsáveis são os poderes executivos federal, estaduais e municipais, as câmaras legislativas e o poder judiciário.

O que as ruas pedem à Dilma, à Renan, à Henrique Alves, à Joaquim Barbosa, enfim, aos políticos é: PAREM DE GASTAR IRRESPONSAVELMENTE NOSSO DINHEIRO com luxo, pão e circo, e utilizem para saúde, educação, segurança, moradia, mobilidade urbana, etc.

2. Reforma Política - Presidente disse que vai propor um plebiscito para decidir pela convocação de uma Constituinte exclusiva para tratar da reforma política no país.

Juristas já apontam dificuldades e riscos nessa proposta. Dizem que se trata de algo que depende de uma emenda constitucional para permitir sua efetividade, e que ela não poderia ser específica. Desde que instalada, ela poderá alterar qualquer ponto da constituição vigente. Mesmo com protestos nas ruas, o governo não pode perder o bom senso, tomando atitudes que joguem o país na incerteza e no risco de rompimento de tudo que se conquistou até aqui, em termos de democracia e de direitos individuais.

O que as ruas pedem é, em tese, diminuição considerável das benesses usufruída pelos nababos da nação, como por exemplo, redução de 50% da quantidade de políticos em todas as casas (executivo e legislativo), extinção dos cargos de confiança, que devem ser ocupados através de concursos públicos, corte das verbas extras e auxílios pagos aos funcionários públicos (sob que pretexto for), extinção das licenças prêmios e dos recessos excessivos dos funcionários públicos (preserva-se apenas o perído de férias concedido a todo trabalhador, que é de 30 dias), e tantos outros cortes necessários para estancar a farra com dinheiro público.

A reforma política aguardada pelo povo não tem nada a ver com a proposta pela presidente. O povo não está preocupado com a forma como são eleitos seus representantes (ainda que se possa melhorar nesse quesito), estão mais preocupados é com o desperdício de dinheiro por eles.

3. Saúde - Dilma quer acelerar os investimentos em hospitais, como por exemplo, incentivar a ida de médicos a regiões mais necessitadas. E, quando não houver a quantidade de profissionais necessária, contratar médicos estrangeiros.

São mais de dez anos do PT no governo e só agora descobre que precisa investir em hospitais? A despeito do que disse seu antecessor, o sistema único de saúde está pedindo socorro já faz tempo, e o problema é de infra-estrutura. A mídia vem divulgando cotidianamente os absurdos que afetam a população na hora do atendimento médico.

Quanto aos médicos, o problema da falta desses profissionais está ligada ao problema anterior. Lógico que sem estrutura adequada nenhum profissional de bom senso (só os que encaram a profissão como um chamado divino) se dispõe envolver-se numa lida de sofrimentos extremos (dele e dos pacientes) que, diariamente, se presencia nos postos de atendimento do SUS. Diante disto, até a ideia de importar médicos é esdrúxula. Aqui, também, esbarramos no binômio educação (formação - universidades públicas) e infraestrutura.

4. Qualidade do transporte público - Governo vai destinar R$ 50 bilhões para investimentos em obras de mobilidade urbana. A presidente anuncia também a criação do Conselho Nacional de Transporte Público.

A presidente de tempos em tempos anuncia dinheiro para o PAC - Programa de Aceleração do Crescimento. Já foram dois. O que é realçado por economistas é a falta de capacidade dos governos em colocar os planos em ação, transformar a ideia em fato, fazer a população brasileira desfrutar dos benefícios que, supostamente, se deseja atingir.

Trocando em miúdos. Apesar da propagando de "boa gestora", o que a presidente não consegue é gerir um plano mínimo de ação para a infraestrutura do país. Vejam nossos aeroportos, rodoviárias, portos, rodovias, enfim, perceba o que é feito, e o que foi feito, para melhorar a mobilidade urbana. Em comparação com o crescimento da população e seus veículos, nada. E em se tratando de um sistema eficiente de transporte público, nada. E, não se pode falar que foi por falta de dinheiro (só na recente reforma do estádio (futebol) do maracanã, está sendo gasto a bagatela de R$ 1.200.000.000,00, no de Brasília, mais R$ 1.500.000.000,00).

5. Educação - Garantia de que 100% dos royalties do petróleo e 50% dos recursos do pré-sal sejam investidos em educação.

A destinação desses recursos para a educação, sem uma fiscalização eficiente da sua aplicação, é apenas mais recursos para a corrupção que assola e arrebenta este país. Somados aos problemas de gestão apontados, salta-nos aos olhos a ideia do crédito futuro (a retirada de petróleo da camada pré-sal, que está na velocidade de um cágado).

"Pisando nas areias de uma praia chamada Petrobrás", descobriremos que a antiga empresa eficiente não existe mais. O PT conseguiu destruí-la. O que isto significa? Significa que os royalties sobre um óleo que ainda não se tem é igual a nada.

Concluo.

Como se depreende, a presidente imagina que as pessoas que estão nas ruas são as mesmas que frequentam os palácios. Com esta ideia em mente, fez um discurso vazio. Não falou sobre o que vai fazer para combater a corrupção, não mostrou um plano para começar a retirar a educação da crise em que se meteu, não deu nenhum sinal de como se resolve as demandas que a turba expõe nas ruas.

Infelizmente, na "hora H", se confirma o que já sabíamos. Dilma, além de não saber se expressar, não sabe governar. Pobre Brasil. Já disse alguém: "para ficar pior, vai ter que melhorar muito".

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Aqui ou na Suécia?


Compare nossos parlamentares com os parlamentares de um país chamado Suécia (um dos mais ricos e melhores do mundo).


Tire suas conclusões.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Projeto “Cura-Gay” - Na Era da Informação, a Imprensa Desinforma e Massifica a Ignorância.

Muito estardalhaço na imprensa sobre a aprovação na Comissão de Direitos Humanos e Minorias do projeto de lei, pejorativamente denominado de “cura-gay”. O que presenciamos é uma campanha sórdida de desinformação sobre o projeto. Parece ser desejo de alguns jornalistas, editores e redatores, manter a população na ignorância com relação aos temas ligados a agenda da moda (homossexualismo, abordo, drogas, etc).

Vamos tentar trazer luz aos nossos leitores sobre o que se trata.

Em 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) se posicionou sobre a questão da homossexualidade como doença. Entendendo que a homossexualidade é uma variação natural da sexualidade humana, o órgão definiu que ela não poderia ser considerada como condição patológica. A partir deste entendimento, o Conselho Federal de Psicologia (CFP), em 1999, proibiu os profissionais de participarem de terapia para alterar a orientação sexual.

Em 2011, o deputado federal João Campos (PSDB-GO) protocolou na Câmara dos Deputados um Projeto de Decreto Legislativo (PDC 234/11) que propõe sustar a aplicação do parágrafo único do art. 3º e o art. 4º,  que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.

Eis os artigos que são “modificados” a partir do projeto aprovado na Comissão de Direitos Humanos e Minorias:

Art. 3° - os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.

Parágrafo único - Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

Art. 4° - Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

Observe. O projeto mantêm a íntegra do art. 3º e apenas retira seu parágrafo único e o art. 4º da referida resolução.

“O art. 3º” impede a ação “coercitiva” tendente a orientar homossexuais, o que é absolutamente correto. Nenhum profissional pode obrigar alguém a não ser homossexual, como, também, deveria ser proibido estimular alguém a sê-lo. Sendo uma escolha pessoal, cabe aos demais o respeito ao direito que todo cidadão tem de ser e, principalmente, não ser homossexual.

“O parágrafo único” traz problema de caráter pessoal para o psicólogo, cerceando um direito constitucional que ele possui de livre manifestação do pensamento e crenças. Ninguém pode ser proibido de participar do que quiser, dentro dos limites das Leis brasileiras. O CFP não pode legislar sobre a liberdade individual do cidadão, inclusive revogando direitos, mesmo sendo ele um psicólogo. A psicóloga Marisa Lobo tem enfrentado horrores em decorrência da perseguição do Conselho Federal de Psicologia, baseado nesse parágrafo único. É justo e democrático que seja suprimido.

“O art. 4º” é outra aberração que traz um problema para o indivíduo que, incomodado, angustiado e infeliz com sua condição, não pode recorrer a ajuda psicológica. O que se divulga é a ideia de que todo homossexual é feliz com sua condição. Ledo engano (que eles mesmos respondam com sinceridade de alma coração). O conselho de psicologia não pode cercear o direito que o cidadão possui de buscar ajuda sobre aquelas situações que lhe causam incômodo e angústia. O psicólogo pode e deve ajudá-lo, pois, foi para esse fim que estudou e se profissionalizou. Mais uma vez, nos limites da lei. Está mais do que correto sustar a aplicação deste artigo.

Resumindo, se a pessoa se vê e se sente doente e infeliz com a prática homoafetiva, então ela deve ter o direito de procurar ajuda de profissionais. Uma doença não é apenas uma definição, mas uma condição. Aliás, essa é a mesma filosofia adotada pelos cirurgiões plásticos para tratar e mudar fisicamente pessoas que estão infelizes com alguma característica em si mesmas. Pessoas clinicamente perfeitas, mas extremamente infelizes e "doentes" interiormente. Neste quadro, precisam e devem receber ajuda dos profissionais da psicologia.

Como se vê, a desinformação encontra eco na imprensa que insiste em massificar a ignorância e obrigar os brasileiros a aceitarem o que não querem e, até mesmo, obrigá-los a serem o que não são. Cabe-nos estender a informação de tal forma que as pessoas não vivam na ignorância das mentes escuras dos redatores dos jornais e da TV. Eles, por livre e espontânea vontade, querem viver nas trevas da ignorância. Nós queremos a luz da verdade.

A proposta recebeu apenas um voto contrário, do deputado Simplício Araújo (PPS-MA). O texto segue, ainda, para as comissões de Seguridade Social e Família, e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ir para o Plenário.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

O Ministro Comunista Mostra Sua Cara.

Ouçam a fala do Ministro Aldo Rebelo (PC do B), sobre as manifestações populares e a realização das Copas da Confederações e do Mundo.


A agressividade é resultado da prepotência. Porém, quando a impotência diante do poder popular lhe é apresentado, a primeira coisa que ele fará será arrumar as malas e fugir.

Este discurso não é surpreendente. Se trata de uma pessoa que comunga da ideologia política comunista. É um daqueles que sonham com o governo forte dos "proletários" (partido) sobre o "proletariado" (população). Comunismo é isso. Resolvem tudo na força e na arrogância.

Ele deve dar "graças a Deus" (rsrsr - ele é ateu) por viver numa democracia, pois, os democratas convivem com gente como ele sem problemas. O contrário não se pode afirmar. 

Acorda Brasil!

Respeito o Princípio da Autoridade. Rejeito a Impiedade Autorizada.


Alguns dizem que cristãos não podem participar das manifestações populares porque não podem se insurgir contra as autoridades concedidas por Deus. Certamente que tem em mente o texto bíblico registrado em João 19:11a - "Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; (...)". Nele, Jesus explica à Pilatos que o exercício da autoridade pelos homens é uma concessão divina.

Observemos, de antemão, que Jesus quando faz esta afirmação não está legitimando as injustiças, as crueldades e o próprio ateísmo do governante romano. O que Jesus dizia era que o "poder de exercer liderança sobre outros" era uma outorga divina. Como "todo poder pertence a Deus" (Sl. 62:11; Mt. 28:18), só se é possível governar sobre outros com permissão divina.

O que isto significa? As pessoas que estão exercendo a autoridade hoje não serão as mesmas amanhã. Serão outras, e depois outras, e outras, porém, "o principio da autoridade permanecerá como uma concessão de Deus". Por esta razão, os anarquistas não encontram respaldo divino para suas concepções, haja vista que se insurgem contra o princípio da autoridade (concessão divina), e não apenas contra um governo ruim.

Como cristão, quando me posiciono contra alguém que no exercício da autoridade está cometendo torpezas e iniquidades, fico contrário ao ímpio e suas maldades. Isto não significa uma não aceitação de que alguém pode (e deve) exercer autoridade sobre a polis (conjunto de habitantes de determinado lugar). Esta é a lógica para uma sociedade minimamente organizada e seus grupos representativos.

O exercício da autoridade concedida por Deus não dá a ninguém o direito de corromper, de roubar ou de praticar toda espécie de injustiças para com aquelas pessoas que se encontram sob sua autoridade. No tempo próprio, Deus os julgará.

No entanto, enquanto vivermos aqui, não podemos concordar. E, mais. Devemos utilizar os mecanismos políticos disponíveis para cassar seu mandato. Na democracia, é através dos votos dos habitantes do lugar que seus líderes são escolhidos... e rejeitados.

Uma democracia é, também, caracterizada pela livre manifestação de seus cidadãos, independente de suas crenças, ideologias e opiniões. Por esta razão, mesmo sendo cidadãos que acreditam numa pátria celestial, os cristãos devem exercer seu papel de "sal da terra e luz do mundo" ((Mt. 5:13,14) - também, uma concessão divina)), influenciando e ajudando a influenciar quando se está numa jornada para melhorar a qualidade de vida da população, especialmente, dos mais necessitados.

"Quando os justos governam, o povo se alegra. Quando os ímpios governam, o povo geme" (Pv. 29:2).

terça-feira, 18 de junho de 2013

Protestos Explodem no Brasil. O Povo Cansou.

São décadas de desmandos, de juros altos, de mau uso dos recursos públicos, de corrupção, de mensalão, de desfaçatez de políticos ruins, de políticas insatisfatórias, de classe artística que viram as costas para a desigualdade porque se beneficiam de verbas públicas, de funcionários públicos que atendem pessimamente a população, de jornalistas que, tendenciosamente, fazem o jogo do poder invés de mostrar a realidade nua e crua das mazelas sociais, de um judiciário que se contenta com episódios alternados de sanidade e insanidade jurídica, enganando a nação com a lentidão processual e a maquiagem das sentenças que amparam a impunidade.

É o grito de um povo cansado das filas e dos hospitais superlotados do SUS, da insegurança das ruas, da falta de educação, de ser tratados como amestrados e infantis. É o desabafo de uma nação que cansou de ser iludida pelos políticos travestidos de palhaços que metem a mão em seu bolso enquanto riem em sua cara.

Os protestos que se se observam nesses dias, é, até certo ponto, para onde foram levados à força os pais que lutam, sufocadamente, pela sobrevivência de suas famílias, para onde foram obrigados a se refugiar os estudantes que não querem perpetuar o ciclo da miséria e das bolsas-família que deseja mantê-los subjugados a pobreza. Os protestos evidenciados no Brasil é o resultado da descoberta que algumas coisas estão erradas como "nuncaantesneztepaíz", e que se tornou impossível tolerá-los.

As manifestações do povo brasileiro é o recado de que o circo e o pão não os atendem mais. Aliás, o que as ruas dizem à presidente Dilma, aos governadores, aos prefeitos, aos senadores, aos ministros do executivo e do judiciário, aos deputados, aos vereadores e outras autoridades deste país é que está na hora de "fechar o circo, encerrando o espetáculo dantesco da indiferença para com as necessidades da população".

E o que se espera? Esperamos que o Brasil, "aquele país muito engraçado, que não tem saúde, não tem segurança, não tem educação, que não tem nada", se transforme num país que coloca como prioridade melhorar a qualidade de vida de quem mora por aqui. Um pais com governos que retire, efetivamente, as pessoas da indignidade sem o passe de mágica da manipulação dos números, que não brinque com o brasileiro elevando-o à classes sociais mais altas sem retirar-lhes a pobreza.

Os brasileiros querem um Brasil onde os marginais das ruas e do poder tenham vergonha da prática de suas ações criminosas e, caso não consigam evitá-las, que sofram as consequências de leis justas e implacáveis que não enxergam diferenças raciais, econômicas e corporativas.

Os brasileiros estão indo às ruas procurar um Brasil decente para viver.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Maioria dos Brasileiros é Contra o Casamento-gay, diz Pesquisa

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) em parceria com a MDA Pesquisas questionou os brasileiros sobre temas sociais, além de comportamentos. Dos 2.010 entrevistados, quase a metade (49,7%) se posicionou contrária à união civil entre pessoas do mesmo sexo. Outros 38,9% dizem ser favoráveis e 11,4% não souberam opinar ou não responderam.

Quando o cenário é de casamento entre pessoas do mesmo sexo (e não apenas união civil), a rejeição aumenta para 54,2%. O número de favoráveis se reduz para 37,5% e o percentual de pessoas sem opinião formada a respeito cai para 8,3%.

A redução da maioridade penal é defendida por 92,7% dos entrevistados. Segundo a pesquisa, a percepção de aumento de crimes praticados por menores de idade é de 69,1%.

A Igreja é a instituição com maior confiança entre os entrevistados (37,5%), seguida da Polícia Federal (13,8%) e do Supremo Tribunal Federal (8,2%). As casas do Congresso Nacional aparecem na lanterna. O Senado tem a confiança de 0,7% dos entrevistados enquanto a Câmara dos Deputados possui 0,6%.

A pesquisa CNT/MDA fez entrevistas com 2.010 pessoas entre os dias 1º e 5 de junho em 20 unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

11 de Junho de 2013•11h51• atualizado às 11h59 - Fonte: http://noticias.terra.com.br/

Do Blog - Para quem acha que a pesquisa da CNT/MDA é falsa ou manipulada, o site do terra promove uma pesquisa em sua página e encontra o resultado que confirma o dado da pesquisa comentada (vide abaixo).

Você é a favor do casamento gay no Brasil?
Sim 27,97%  -   3078 votos
Não 72,03%  -  7927 votos
   
   Total 11005 votos


Pesquisa do site www.terra.com.br (11.06.13).

Para certa imprensa, 70 mil evangélicos valem menos do que mil maconheiros

 


Na quarta-feira, como vimos, 70 mil evangélicos, segundo números da PM do Distrito Federal, se reuniram em Brasília. Em coro, disseram “não ao controle” da mídia, pediram cadeia para os mensaleiros, rechaçaram a tentativa de manietar o Supremo e o Ministério Público, defenderam a liberdade de expressão e, claro!, como não?, defenderam os valores da “família tradicional” — isto é, opuseram-se ao casamento gay — e repudiaram a legalização do aborto. Esses dois últimos itens da pauta, no entanto, bastaram para que o evento fosse cassado do noticiário. Jornalistas — profissionais de imprensa pagos para revelar o que sabem, veem e apuram — decidiram que lhes cabia atuar como censores. Melhor para os mensaleiros. Melhor para os que querem um STF de joelhos. Melhor para os que quer defendem um MP inerme. Melhor para os que lutam pela volta da censura de estado. Na cabeça oca da militância, se alguém é contra o aborto ou casamento gay, deve ser banido do mundo dos vivos. Já a Marcha da Maconha em São Paulo… Quanta diferença!

Ao longo do dia de ontem, portais deram ampla cobertura ao evento, que foi parar nos jornais. Atenção! Com muita boa vontade, mas muita mesmo, pode-se dizer que mil pessoas participaram de algum modo do acontecimento. Com um pouco de rigor, constata-se que não mais do que 200 marcharam. Não obstante, tiveram direito à interdição de parte da pista da Paulista. O que eles querem? A legalização da maconha. “Ah, essa pauta e boa!” E então aqueles 200 conseguem o destaque que 70 mil evangélicos não tiveram. Não custa notar: em Brasília, em coro, aqueles muitos milhares disseram “não” à legalização das drogas.

Já escrevi isso aqui e reitero: ao jornalismo informativo, em casos assim, não cabe gostar ou não gostar de quem está na praça — desde que seja uma manifestação pacífica, dentro das regras acordadas do estado democrático e de direito. E foi o que se viu no encontro dos evangélicos. Não houve um só incidente, nada, zero! Mais: o evento em Brasília aconteceu num dia útil. Milhares de pessoas certamente deixaram de ir ao trabalho, terão desconto em seu salário, para dizer o que pensam. Não estavam lá pedindo benesses ao estado, não! Ao contrário: faziam um sacrifício pessoal para expressar um ponto de vista.

Mas a imprensa é contra algumas daquelas proposições. E já não lhe basta, se for o caso, escrever contra. É preciso também fazer de conta que nada existiu — ou coisa pior: uma reportagem do Estadão Online pôs na boca do pastor Silas Malafaia o que ele não falou, a saber: que a união gay é crime. Não disse isso; não disse nada nem perto disso. Repudiou que sua opinião, contrária à união, seja criminalizada.

Dos maconheiros, não se cobra nem mesmo um mínimo de coerência, na hipótese, claro!, de que a erva e a coerência sejam compatíveis. Os que marcham dizem querer a legalização da maconha e argumentam, de forma estúpida, que isso contribuiria para diminuir a violência do tráfico. Ora, se só essa substância for legalizada, é evidente que a violência continuará por conta das outras drogas. Logo, uma manifestação em favor da legalização da maconha, com esse argumento, será sempre uma manifestação em favor da legalização de todas as drogas, sem exceção. Que país do mundo fez essa escolha? Nenhum!

“Bloco do Atraso”

Neste ano, a marcha teve um tal “Bloco do Atraso”. Algumas pessoas desfilaram com máscaras de políticos que atuaram contra a militância dos maconheiros, com destaque para o deputado Osmar Terra (PMDB-RS) e para a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil). Pois é… Eu e o PT não somos exatamente substâncias compatíveis, não é?, mas me resta dar os parabéns à ministra Gleisi por estar sendo hostilizada por maconheiros. Acho que honra a biografia da política e, sem dúvida, da mãe de duas crianças. A ministra entrou no radar da turma da Esquadrilha da Fumaça por ter se manifestado contra a descriminação e por ter negociado no Congresso o apoio à proposta de Osmar Terra, que criou novos marcos para a política de combate às drogas.

Volto ao ponto

Os evangélicos são muitos milhões no Brasil. No que concerne aos valores, compõem com os católicos a esmagadora maioria da população. Talvez essas maiorias devam se fazer ouvir de um modo mais específico. Se alguns veículos de comunicação insistem em ignorá-los ou hostiliza-los, talvez devam reagir, então, também como consumidores dos produtos que esses veículos oferecem.

Setores da imprensa perderam completamente a noção do que seja interesse público. A exemplo do que faziam antigos jornais de esquerda, sua tarefa passou a ser “conscientizar” o leitor, segundo uma cartilha ideológica. Essa moderna cartilha, é evidente, não traz a linguagem militante dos tempos idos: socialismo, luta de classes, burguesia, povo… Não! Hoje, é preciso aceitar a pauta das ditas “minorais oprimidas” e se submeter a seus caprichos. Só assim, dizem, é possível ser… livre. Ou por outra: o preço da liberdade passou a ser a ser a submissão a uma agenda.

Até alguns vagabundos que decidem parar a cidade para protestar contra um aumento de R$ 0,20 (0,10 para estudantes) na passagem de ônibus são tratados como pensadores de um novo tempo. A maioria que se dane!


ADIANTO.

Já está na hora dos cristãos iniciarem boicotes a produtos dos anunciantes das empresas que se insurgem contra nossos valores e querem nos ignorar (Rede Globo, Bandeirantes, etc.). Não é possível eles receberem recursos dos produtos comprados pelos cristãos para atacar... os cristãos. Pense nisso.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O Governo do PT Anuncia: "A Prostituição Traz Felicidade".

"Eu sou feliz sendo prostituta" (Cartaz oficial de campanha do Ministério da Saúde)

O nome do responsável é Alexandre Padilha - Ministro da Saúde, o mesmo que em outras oportunidades já defendeu o aborto.
Então, é assim. A mulher se prostitui, se engravidar, mata o feto. Em outras palavras, se o bebê conseguir escapar do escalpo no útero, será degradado aqui fora.
E aí, cristãos. Tá ruim ou quer mais?

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Governo da Bahia Paga R$ 120.000,00 Para Daniela Mercury Desfilar na Parada-gay de São Paulo.

Vasto noticiário desta segunda-feira, 03.06.13, informa que a lésbica, travestida de ativista-gay, Daniela Mercury, recebeu R$ 120.000,00 (...) para desfilar na parada de São Paulo. Quem pagou? O Governador da Bahia, Sr. Jacques Wagner (PT), através da Secretaria do Turismo.

Daniela Mercury de besta não tem nada. Está apenas confusa com a loucura que se meteu,  pois, saiu do armário que diz nunca ter entrado; anuncia a união com outra lésbica dizendo que foi e, depois que não foi, por causa do Pr. Marcos Feliciano; e disse estar disposta a lutar pela causa...

Mas, não de graça, que oportunista não perde uma.

Para ajudar a ativista em seu ativismo caipira, nada melhor que o governo de um bando de otários. R$ 120.000,00 para ajudar no sustento do casal de duas esposas e seus filhos legítimos que nunca virão. Isto, sim, é um verdadeiro "bolsa-família".

Fica o registro, para os cristãos baianos pensarem quando estiverem na "boca-da-urna" nas próximas eleições.

Eu, Sozinho, Sou Apenas Eu. Com Outro Cristão, Somos a Igreja de Cristo.

Sozinho, sou apenas um Moisés no deserto, não passo de um Gideão malhando trigo no lagar ou, no melhor das hipóteses, um Daniel arriscando-me a vida para fugir das iguarias do rei.

Não penso igual, ainda que meus pensamentos possam encontrar semelhança em algum lugar. Sou apenas um indignado com o resultado dos produtos dos homens-políticos, dos homens-religiosos, dos homens-cara-de-pau, dos homens que trabalham tanto para construir seus castelos de areia. Sou racional, emocional... e covarde.

Vejo os loucos que arriscam impulsionados por sua loucura, ouço os lunáticos defendendo causas que, na prática, não representa melhoria nem para si mesmos, percebo os afligidos aplaudindo o espetáculo do circo criado para os iludir, e não consigo sair da redoma do conforto, da segurança, do comodismo que me acomoda na redoma da inércia. E nessa redoma me vejo só.

Sozinho não consigo largar a criação das ovelhas no deserto, nem a tutela dos que me sustentam. Preciso de Arão. Sozinho não consigo pensar em nada melhor que ficar dentro de uma bacia. Preciso dos trezentos. Sozinho sou apenas um prisioneiro evitando me contaminar com a pouca vergonha do reino. Preciso de companheiros.

Acredito naquele que fala comigo, mas, tenho medo do meu próprio povo; Esforço-me por moldar meu coração em suas leis, mas, me isolo, me escondo; Quero anunciar aos homens os princípios que creio, mas, só consigo alcançar o chefe dos eunucos.

Sinto um desespero na alma, uma angústia que me encurta a visão e me faz perder a condição de enxergar a luz no fim do túnel. Tudo vai escurecendo... Temo faltar-me forças. Receio perder a consciência e ser levado, como maria-vai-com-as-outras, para a multidão dos que olham, percebem e nada fazem. Pelo contrário, até gostam do que veem - o circo, o entretenimento, a fantasia, a ilusão - e se vendem, subindo no picadeiro para fazer parte do mesmo espetáculo.

Moisés, Gideão, Daniel, Paulo e outros tantos, saíram da terra inóspita e bateram de frente com o grande Faraó; Foram arrancados do lugar onde pisavam (e eram pisados), e distanciados dos chicotes dos que dominam pela força; Ficaram distantes daqueles que se impõem pela tradição repetida como um mantra, e foram ser instrumentos de Deus. Eram protestantes mesmo antes de Martinho Lutero.

Aqui estamos, em pleno século XXI, conhecedores do cristianismo e Seu Cristo, de suas verdades e de seus frutos. E o mundo melhorou? Não! Porque Moisés, Gideão, Daniel, Paulo e os outros tantos morreram, e apesar de ações esporádicas ao longo desse tempo, os homens cansaram do evangelho genuíno. Precisaram adaptá-lo para moldá-lo aos novos tempos.

Ficou tudo muito parecido, semelhante, igual, até que cansou e a gente preferiu se isolar... se acomodar... Como Ló na porta de Sodoma e Gomorra esperando que alguém venha nos socorrer... ou nos destruir.

Mas, sou cristão, e um cristão sempre encontra outro quando medita na Palavra de Deus, pois, ser cristão é ser corpo com outros em Cristo. É aí que o mistério antigo se torna claro como a luz.

Sozinho, nada posso fazer. Com o outro, em Cristo, "tudo posso naquele que me fortalece" (Fp. 4:13). Sozinho, sou apenas eu. Com o outro, somos a Igreja de Cristo, poderosa para fazer a diferença numa nação (Mt. 16:18).

E aí? O que é que você me diz?