segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Verdade Que Incomoda

O texto transcrito do "blog do Josias de Souza", reflete bem o que tenho insistentemente alertado aqui. Os líderes evangélicos perderam o bom senso no momento de escolher os candidatos indicados para representar nosso segmento, politicamente, no cenário nacional. Leiam e tirem suas conclusões. Se possível, deixe seu comentário.

"Prisão de Cunha e Garotinho mostra a evangélicos que Deus não é ‘full time’"

No Rio de Janeiro, os três políticos mais identificados com o eleitorado evangélico são Marcelo Crivella (PRB), bispo licenciado da igreja Universal; Anthony Garotinho (PR), fiel da igreja Presbiteriana; e Eduardo Cunha (PMDB), adepto da igreja Sara Nossa Terra. Crivella acaba de se eleger prefeito do Rio. Garotinho e Cunha estão presos. Essa conjuntura demonstra que Deus existe. Mas não é ‘full time’.

Denominações religiosas que se opõem à Universal, igreja de Edir Macedo, tio de Crivella, se articulam para produzir novos candidatos. Avalia-se que Garotinho está condenado à decadência política mesmo que se livre da acusação de chefiar um esquema de compra de votos na cidade de Campos dos Goytacazes. Quanto a Cunha, teme-se que a Lava Jato o torne um ficha-suja, afastando-o das urnas.
A despeito de seus alentados prontuários, Garotinho e Cunha se autoproclamam evangélicos desde a década de 1990. Em tempos de campanha, são auxiliados por uma legião de pastores, que fazem as vezes de cabos-eleitorais. Ambos utilizaram programas de rádio como palanques eletrônicos. Mais arrojado, Garotinho notabilizou-se por distribuir utensílios domésticos a donas de casa.
Ex-aliados, Garotinho e Cunha tornaram-se inimigos políticos. Um se refere ao outro como “ladrão”. Embora suas fichas indiquem que os dois talvez estejam certos, os líderes evangélicos que buscam novos talentos políticos não parecem preocupados com a debilidade ética, mas com a incapacidade momentânea da dupla de disputar espaço com Crivella e a sua Universal. Os supostos representantes de Deus fazem política com tal descompromisso moral que às vezes passam a impressão de que Ele não merece existir.
Fonte: Blog do Josias de Souza
Deus não é 'Full time' quer dizer que Ele não atua em tempo integral, ou seja, Ele não age durante todo o tempo, ou que Ele não consegue controlar "seus filhos" em todo o tempo, ou que Ele cochila, e durante esses cochilos seus protegidos ou controlados aproveitam para agir de forma antiética ou imoral, ou que, tendo seus "protegidos" agido de forma antiética ou imoral, Deus, por algum descuido seu, não viu ou não conseguiu impedir que eles assim agissem. Ainda pior. Deus, mesmo vendo seus "escolhidos" agirem de forma indevida, não pôde ou não fez nada para corrigí-los.
Srs. líderes evangélicos, sabem o que é que fica quando vocês indicam ou apoiam gente indecente para nos representar? Vergonha e desonra para o Sagrado Nome de Deus.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Na Democracia, As Pessoas Comuns Elegem Seus Representantes

No Brasil, os "especialistas" em eleições amanheceram com a língua sangrando...

Nos Estados Unidos da América foi eleito para presidente o magnata, Sr. Donald Trump. Esta "surpresa" trouxe, pelo menos, uma certeza: "a mídia esquerdista não aprende".

O que se via por aqui, durante a campanha americana, eram especialistas dando como certa a vitória da democrata Hillary Clinton. Certo comentarista chegou a afirmar: "na campanha americana não há dois lados, apenas um: o certo." Em sua análise, disse que o certo era a vitória da Hillary Clinton. Uma questão me invadiu a mente: "Quem definiu que o certo era a vitória da Hillary Clinton?" Logicamente que o próprio comentarista.

Não faço juízo de valor sobre os candidatos, ainda que tenha dúvidas sobre as ideias de Donald Trump. Mas, não apenas dele. As minhas dúvidas envolviam a Hillary Clinton, também. Nos dois candidatos vão encontrar prós e contras. Normal.

O que me chamou atenção foi o evidente traço esquerdista da imprensa brasileira. As notícias favoreciam a democrata, as imagens dos candidatos favoreciam a democrata, as informações relativas as pesquisas "tendenciosas" americanas favoreciam a candidata democrata até mesmo quando ela estava em desvantagem, enfim, nitidamente a Hillary Clinton era a escolhida dos esquerdistas de plantão (aquele grupo de iluminados que definem o "politicamente correto" para a população).

O problema para essa gente é que, numa democracia, o voto de cada um tem o mesmo peso e valor.

Seria de boa ajuda para a democracia se a imprensa se portasse dentro do seu estrito papel de informar. Não é bom para o ambiente social essa tentativa de manipulação das consciências e a tentativa de impôr a vontade das redações e da acadêmia sobre as decisões populares. Aliás, é preciso mais respeito às pessoas.

Foram as pessoas, habitantes nos Estados Unidos da América que, em sua maioria, escolheram seu governante, a despeito de tamanha pressão midiática contrária. Chamo a atenção sobre um detalhe. Há um movimento silencioso de rejeição social ao que a mídia insiste em pregar como "marcas" de uma sociedade moderna e vanguardista. A sociedade responde: "Temos nossos valores, crenças e desejos. Respeitem!"

A eleição americana nos ensina: "Os norte-americanos elegeram o magnata Donald Trump para o exercício da Presidência do seu país". É assim numa democracia. As pessoas vão as urnas e votam em quem "elas" querem.

Hoje, na imprensa e entre os "especialistas" aqui no Brasil, é só choro e blá,blá,blá...

O que dizer? Vê se aprendem! É democracia, estúpidos! Quem elege seus governantes são os habitantes, não apenas a imprensa e seus especialistas de estimação.