sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Parem de Casar, Crianças!

Qual a idade ideal para casar?

Esta é uma das questões que me deparo quando dou palestra sobre namoro, noivado e casamento para adolescentes e jovens. Digo-lhes que a resposta não pode ser reduzida simplesmente a uma idade específica, e sim, que o momento ideal se inicia numa fase da vida em que as condições psíquicas, físicas e sociais permitam.

Ninguém nasce maduro, ou seja, ninguém surge neste mundo já com plenas condições de encarar os desafios do existir. Esta é a razão pela qual Deus nos concede a família como base para nosso preparo e desenvolvimento. Nascemos sem ao menos saber andar e apenas com o tempo começamos a identificar nossos pais, irmãos, habitat e, por fim, o universo que nos cerca. Tudo é um processo de descobrimento, assimilação, imitação e prática. Isto nos ensina que "há tempo para todas as coisas debaixo do céu" (Ec. 3:1).

Imagine um recém-nascido que, logo após o parto, resolve descer da maca cirúrgica e correr. Cairá antes de bater com o corpo na parede, porque ele ainda não está pronto para os primeiros passos, nem mesmo tem consciência do existir.

Quando duas pessoas resolvem viver juntas para o resto de suas vidas, elas demonstram já terem assimilado os ensinamentos dos pais, firmado compreensão sobre a vida e decidido seguir o caminho da construção de uma nova família, admitindo ser esta a melhor alternativa para sequência de sua existência.

O enlace matrimonial é, nesse sentido, a manifestação de que os cônjuges estão devidamente prontos para exercerem a liberdade da vida adulta e assumirem suas inerentes responsabilidades. Casamento não foi idealizado para os nubentes, após a oficialização, manterem-se debaixo da provisão e da guarda de seus genitores como gente que ainda precisa de amparo, cuidado e proteção. Casamento é o momento do rompimento (no sentido de não-dependência) com a família originária e ascensão à categoria dos adultos. "Esta é minha vida e estou pronto para assumir as obrigações de uma vida adulta e responder por ela."

Qual o momento ideal para casar? Respondo: Quando estiverem prontos.

Vai longe aquela ideia de que basta amar para ter a capacidade de enfrentar os embates da vida conjugal. Aliás, aqui já temos uma confusão comum entre a garotada. Ainda que se relacionem, amor e paixão são coisas distintas. Quando dizem que "bastar amar" para poder casar, estão, na verdade, com a ideia e sensação da paixão pulsando em suas mentes e corações. Em muitos casos, a própria paixão atrapalha a avaliação que se faz de si mesmo, sendo necessário abrir os olhos e ouvidos para os conselhos dos mais velhos e experientes. Preferencialmente, pais casados e estabilizados.

O estar pronto que respondo está relacionado com as condições físicas (o corpo do rapaz e da moça devem estar pronto (cuidado com os hormônios. Eles "bombam" o corpo, não a mente)), as condições sociais (quem quer casar tem que ter casa e recursos para sua manutenção (sem formação e profissão não dá) e, principalmente, as condições psicológicas (devem estar suficientemente maduros (estar completamente desenvolvido)).

Muitos casamentos terminam em desastre por causa da imaturidade dos cônjuges. São ingênuos, mimados, dependentes, egocêntricos e inábeis.  Em outras palavras. São crianças. E como crianças não deveriam assumir tamanha responsabilidade. Devem permanecer ao lado dos pais aguardando a mamadeira e a chupeta, até que, definitivamente, cresçam.

Parem de casar, crianças!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Milagres Não São Comuns. Se Fossem, Não Seriam Milagres.

Muitas religiões fazem suas propagandas atestando a ocorrência de milagres. Pela profusão e "certeza" deles, o imaginário popular é invadido pela sensação de que tudo que nos envolve e acontece é resultado de milagres. Por esta razão, afastamos a ideia de muito do que acontece pertencer ao rol de eventos naturais da existência.
 
Quando tratamos disto, não estamos falando da forma romântica, e real, da existência ser sustentada por um sopro (um milagre), não falamos do milagre de ter um carro próprio após "o sacrifício do pagamento de todas as prestações do financiamento", falamos daquele evento sobrenatural que nasce no mundo espiritual e "muda" a paisagem engessada pelo mundo natural.
 
Milagre é aquele acontecimento que interfere e altera o que é natural, normal, cotidiano. Por exemplo, alguém está morto e, sem qualquer justificativa, volta a viver. Não é normal, depois de morta, uma pessoa ressuscitar. Isto é algo "sobrenatural". Podemos até divergir quanto a quem fez o milagre e porquê, no entanto, o fato é que se trata de um evento que não se enquadra na normalidade do curso da existência. Morreu, tá morto.
 
Uma das características do milagre é sua "excepcionalidade". É estranho conhecer o que é um milagre e perceber que no ambiente espiritual atual (especialmente no neo-pentecostalismo), sua ocorrência é tão comum que, pasmem, deixa de ser milagre. A dor nas costas que desapareceu, o filho que voltou para casa dos pais, a dívida que foi quitada, etc., são alguns dos exemplos de milagres comuns que presenciamos. Invariavelmente, nesses casos, a dor nas costas retorna, o filho volta a fugir e novas dívidas são contraídas.
 
Deixe-me citar duas ocorrências que, comprovadas por farta documentação (laudos médicos, atestados, fotos, vídeos e testemunhas oculares), evidenciam o que são milagres. São os casos da esposa do Pr. Mardiel e da irmã Bianca Toledo (recomendo aos nossos dez leitores que encontrem o testemundo deles disponível em DVD e livros). No mundo, apesar de não conhecidos, acredito na existência de outros tão "extraordinários" como esses que manifestam uma realidade "anormal", provando  a existência de um poder que foge do controle e da compreensão humana. O Deus desconhecido.
 
Quando tomamos conhecimento desses autênticos milagres nossa fé se renova, nosso coração se enche de alegria e nossa alma glorifica o Nosso Pai que está nos céus. Somos impactados por estes testemunhos e nos enchemos ainda de mais ousadia para anunciar o Reino de Deus, e como resultado, outras pessoas se rendem aos pés de Cristo e entregam suas vidas à Deus.
 
Nos dias em que vivemos, o que temos, na verdade, é muita propaganda e poucos milagres. Bom seria que a propaganda fosse apenas desses poucos milagres. Aumentaria nossa fé e renovaria nossa confiança na existência de um Deus real, que faz milagres quando, sinceramente, precisam de sua intervenção e lhe permitem agir.
 
A insistência em chamar de milagres eventos comuns do existir acomoda o crente e desrespeita a soberania de Deus. Esse tipo de propaganda invés de ajudar, atrapalha. Uma pessoa ocupada com esses falsos atos sobrenaturais tem a tendência de afastar seu coração e mente da principal razão de existir do milagre, trazer "luz" sobre Deus, sua existência, sua palavra e seu poder extraordinário.
 
Eu acredito em Deus. Quem acredita em Deus, acredita em milagres. Só desconfio dos homens (recomendo a leitura de Jeremias 5:20-31).

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

O Universo Está Se Expandindo. Má Notícia Para Quem Procura Vida em Outros Planetas.

Este é um fato atestado pela ciência, "o universo está se expandindo."
 
Para quem gasta dinheiro à toa procurando vida em outros planetas, ou até outro planeta habitável para o ser humano, este fato é preocupante. Isto porque, se com cada estrela e planeta mais perto eles não conseguem encontrar aquilo que buscam, imagine com as estrelas e planetas se afastando.
 
Não esqueçamos que a nossa percepção sobre distancia é limitada. Imaginamos que a distância entre a terra e a lua é pouca, mas, não é. Cada "milímetro" de distância que se acentua entre os integrantes das galáxias é um "universo" de espaço que aumenta a impossibilidade de contato ou acesso com as "imaginárias" vidas existentes fora do planeta Terra.
 
Não afirmo que não há algum tipo de vida em outros planetas, da mesma forma que não afirmo que há. O que destaco é o aumento da dificuldade em encontrar estes "seres" que, até este momento, só existe na cabeça de quem ganha algum trocado para gastar tempo com esta busca implacável.
 
Ah! Para quem acredita na existência de vida fora do nosso planeta. Que tal procurar DEUS? Não, você não precisa procurá-lo através das potentes lentes de aumento dos cientistas ou através dos seus potentes radares. Basta um tempo lendo sobre JESUS, na Bíblia, e outro tempo lançando seu espírito aos céus em oração.
 
Eu acredito em vida fora da Terra: Deus e seus anjos.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Pastores Divorciados e o Testemundo do Fracasso dos Homens no Projeto de Deus

O ideal divino para o casamento é o vínculo duradouro entre um homem e uma mulher, a partir do compromisso assumido, e que deve perdurar enquanto viverem. Isto se dá porque a união no casamento representa a morte de dois indivíduos e o surgimento de apenas um (composto de duas naturezas). Deixam de existir, portanto, dois, para se tornar apenas um. Desta forma somos conduzidos a compreensão da lógica do porque a morte é a única porta de saída do casamento estabelecido por Deus. Um indivíduo não morre pela metade. Morto um dos cônjuges, o casamento estabelecido morre também (Rm. 7:2,3; 1 Co. 7:39).

A dureza do coração dos homens, estimulados pelo machismo egoísta da época, obriga o legislador Moisés a legalizar o repúdio conjugal. Mesmo contrariando a vontade divina, a carnalidade se impõe abrindo um precedente que não resolve as mazelas. Ao contrário, induz a outras tantas que acrescenta mais sofrimento e desilusão. "Há caminhos que "aos homens" parece direito, mas, conduz à morte" (Pv. 16:25).

Apesar das exceções (adultério e abandono de cônjuge descrente), o fato é que Deus abomina o divórcio (Ml. 2:14-16; Mt. 19:3-11) e quem insiste na defesa da dissolução do casamento se inclina para o conceito meramente carnal dos fariseus de mateus 19, fomentado por um coração duro e rebelde para com Deus.

Não obstante, quando observamos a sociedade atual e sua secularização progressiva não podemos fechar os olhos para a realidade do divórcio. Cerca de 30% dos casamentos termina em divórcio.  A surpresa está no fato de que, entre os cristãos, o percentual é o mesmo (vale conferir Galátas 3:3 e Efésios 4:17-32). E o pior. Há pastores cristãos se divorciando de suas respectivas esposas (e vice-versa). E qual o motivo? Infidelidade conjugal.
 
Não os julgo para efeito da salvação condenando-os à perdição eterna (quem nos julga é Deus), mas, é indiscutível que perdem a capacidade de desenvolver seu ministério, principalmente, na área de família. Se a Palavra de Deus exige do "cristão comum" um comportamento coerente com os princípios matrimoniais bíblicos, muito mais exigente o é com relação aqueles que são chamados para o ministério.
 
É a Bíblia quem informa: "Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?); não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo. Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo (1 Tm. 3:1-7).
 
Ainda: "Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei: Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes. Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância; Mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante; Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes (Tt. 1:5-9).

Vale salientar que todo divórcio é resultado da prática de uma ou de várias das obras da carne relacionadas em Gálatas 5:19-22. Repito. "TODO DIVÓRCIO" está ancorado em alguma ou algumas obras da carne (Gl. 5:19-22). É preciso honestidade para admitirmos a "culpa" para quem tem culpa. O divórcio pode ter sido provocado pela ação de um dos cônjuges ou dos dois.

Imagine o caso da esposa do pastor que o trai e, decididamente, mantêm o caso extraconjugal (é o exemplo típico do pecado continuado, para o qual não há perdão). Imaginemos que ele fez todo o possível para evitar o desastre conjugal. Será ele culpado? É ele o adúltero? Claro que não. Neste caso, ele deve ser alvo de nossa compaixão e amor, pois, afetado pelo duro golpe, se torna um necessitado da ajuda e apoio do seu corpo ministerial, dos cristãos em geral e, principalmente, da sua denominação.

Pode, em casos assim, está embutida a "culpa indireta", que é a omissão. Ou seja, o que ele(a) poderia ter feito, e não fez, para preservar seu casamento. Seria como se, insatisfeito com seu cônjuge, deixasse o "barco à deriva" para "colher" o resultado desejado (o divórcio). Aqui se apresenta uma circunstância de difícil identificação, pois, se abriga nas profundezas do pensamento e das intenções do coração. Sendo assim, cabe-nos deixar com Deus.

Há, no entanto, o mal maior praticado por cristãos e, especialmente, pastores, que causam o divórcio. Seja pelo relacionamento extraconjugal ou pela desistência em manter o vínculo conjugal com sua esposa (por qualquer outro motivo). Nesse caso, ele abandona os princípios bíblicos que conhece e, deliberadamente, assume o comportamento de quem resolve desobedecer a Deus. Em casos assim, como pode justificar-se? Como poderá esse pastor ajudar um casal em crise na restauração do seu casamento? Ou vai dizer, simplesmente, separem-se? Ou quem sabe vai dizer aos cônjuges em conflito para buscarem o entendimento e a restauração? Com que cara?
 
O fato é que o divórcio rompe com a proposta de Deus para um casamento harmonioso e duradouro, e quando um pastor é o agente causador do repúdio conjugal, ele se coloca contra os princípios matrimoniais bíblicos e testemunha contra a eficiência dos conselhos de Deus para o sucesso do casamento. Faz exatamente o contrário do que foi chamado para fazer.
 
As pessoas têm o livre arbítrio para fazer o que quiserem de suas vidas, inclusive, cristãos e pastores. No entanto, é preciso assumir as responsabilidades decorrentes de seus atos. Se adotam o divórcio, que tenham consciência que fazem algo errado do ponto de vista bíblico (Is. 5:20) e Deus não o tem por inocente (Ml. 2:14,15; Naum 1:3). O melhor a fazer é não pecar (1 Co. 10:12), porém, se pecaram (1 Jo. 2:1), que "reconheçam" seus erros e "arrependam-se" (mudando de atitude - Ap. 2:1; 3:19), e peçam perdão ao Senhor que é longânimo em perdoar (1 Jo. 1:9).

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Quem Julga Está em Pé, Cuide-se Para Que Não Caia!

Uma das circunstâncias que apontam as dificuldades enfrentadas por cristãos no chamado “tempo do fim” é a multiplicação da iniquidade. Não imaginemos apenas a violência exacerbada presenciadas diuturnamente por nós nas manchetes de jornais e nas andanças por nossas ruas, mas, atentemos para a corrupção institucionalizada e/ou nacionalizada (dos políticos e da população em geral), pela moral rasteira de celebridades e subcelebridades que sentem “orgulho” em serem agentes da própria degradação e massificadores das angústias que sentem quando colocam suas cabeças no travesseiro e tentam dormir sob efeito de psicotrópicos. Este é o ambiente gerado pela “multiplicação da iniquidade” apontado por Jesus no evangelho de Mateus, capítulo 24, versículo 12.
 
Todo este quadro nasce, na verdade, no âmbito da intimidade de cada ser. Suas aspirações, que são determinadas por seus valores, são colocadas como a serem atingidas a qualquer preço e, desta forma, submetem-se a todo tipo de degradação moral, espiritual e física para conquistar o “corpo perfeito”, a “popularidade” e a “riqueza”.
 
Inseridos neste contexto estamos nós, os cristãos. Os cristãos que sinceramente se esforçam no servir a Deus e obedecer sua Palavra, a Bíblia Sagrada, integram o segmento que rema contra a cultura degradada que se estabeleceu na sociedade e, permanentemente, defendem e lutam pela preservação das bases morais elevadas. O ideal de Deus em formar seres humanos que se respeitem e respeitem o seu semelhante é encampado pelos cristãos sérios com denoto e responsabilidade.
 
No entanto, há um estrago que, astutamente, este ambiente vem provocando nas pessoas de bem e tem atingidos cristãos Brasil a fora. Lembram daqueles cristãos “orando” agradecendo pelo “dinheiro sujo” que estavam recebendo? Percebem os “novos cristãos” que, apesar da decisão de seguir a Cristo não abandonam a “velha vida” recheada de sensualidade, promiscuidade e materialismo? Ouvem o grito angustiado de filhos e filhas que choram a separação de seus pais, inclusive cristãos? Conseguem enxergar os hematomas provocados pelas agressões físicas e morais que familiares provocam em seus entes “queridos”, mesmo cristãos? Identificam que a razão de muitas derrotas do “povo de Deus” é a política mundana abraçada e estimulada nos corredores e bastidores religiosos?
 
Cristo, no texto mencionado (Mt. 24:12), esclarece que a consequência de um ambiente onde a iniquidade se multiplica é o “esfriamento do amor”. Seu alvo são aquelas pessoas que um dia resolveram segui-lo e serem testemunhas do seu amor e da sua compaixão para a humanidade. Quando o amor se esfria a apostasia toma conta e a degradação se instaura trazendo estas mazelas terríveis que são colhidas na sociedade atual. Como consequência última vem a morte e, ato seguinte, o juízo final (Hb. 9:27), onde Deus cobrará de todos o comportamento adotado enquanto vivemos aqui. Aos cristãos é preciso lembrar que o julgamento “começa pelos que são de casa” (1 Pe. 4:17) e haverá maior rigor para quem “conhece a Palavra de Deus” (Tg. 3:1).
 
O que é que tem acontecido conosco, os cristãos? O que está nos faltando? Onde estamos falhando? A resposta mais sensata é “VIGILÂNCIA”. Retorno as palavras de Cristo, agora em Mateus 26, versículo 41: "Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca".
 
A preguiça e o ativismo nos impede de estudar a Palavra de Deus, a partir daí ignoramos os perigos que Ela indica e, sem este elemento, perdemos a capacidade de vigiar (Como um vigia será eficiente em seu trabalho se desconhece seus inimigos e suas estratégias?). Não é sem razão que a proposta de Paulo, mencionada como tema deste texto, deveria ser o lema de todos os cristãos nos dias atuais: “Quem julga está em pé, cuide para que não caia!” (1 Co. 10:12). Aqui cabe um adendo, não ao livro sagrado, mas, ao presente texto: “Quem se sente fraco, deve tomar mais cuidado ainda”. Afinal, se não houver cuidado a consequência natural é a queda.
 
Finalizo.
 
“Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor (Ef. 5:15-17).
 
Fiquem bem.