sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Suécia recusa Jogos de 2022 para não usar dinheiro público

Estocolmo - Suécia
Estocolmo, na Suécia, decidiu acabar de vez com a possibilidade de ser sede dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022.
 
Em votação entre os partidos políticos na semana passada, com apoio até do prefeito da cidade, os suecos optaram por não se candidatar à disputa para receber o evento.
 
Os argumentos? A cidade tem prioridades mais importantes, a conta para organizar os jogos seria alta demais e um eventual prejuízo teria de ser coberto com dinheiro público.
 
Para os partidos, aceitar os jogos seriam “especular com o dinheiro do contribuinte”. O primeiro-ministro Fredrik Reinfeldt também se mostrou contra.
 
"Não posso recomendar à Assembleia Municipal que dê prioridade à realização de um evento olímpico. Temos outras necessidades, como a construção de mais moradias", disse o prefeito Sten Nordin, em declarações publicadas pelo jornal Dagens Nyheter e reproduzidas pela BBC (Fonte: www.exame.abril.com.br).

Ainda há políticos decentes no mundo. Minha dúvida é se há no Brasil.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

E a Presidente Dilma Roussef Acredita em Deus?

Transcrevo do blog do Reinaldo Azevedo (http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/), parte de um texto em que ele cita uma "entrevista que Dilma concedeu ao apresentador Datena em abril de 2010. Datena quis saber se ela acreditava em Deus — o petismo já estava preocupado em fabricar a imagem de uma candidata pia. Ela então despachou:


“Olha, eu acredito numa força superior que a gente pode chamar de Deus. Eu acredito e… E acredito, mais do que nessa força, se ocê (???) me permitir, acredito na força dessa deusa mulher que é Nossa Senhora.”
 
Heeeiiinnn?
 
Esse negócio de “força superior que a gente pode chamar Deus” pode ser qualquer coisa, né? Em certas circunstâncias, um vírus pode ser uma força superior — e, até onde se sabe, Deus não é. Maionese estragada também se torna força superior. A pessoa deixa de ser dona de seu destino. E cólica renal então? Até hoje, felizmente, só tive uma. Força superioríssima, se me permitem a graça!"
 
Permitam-me a carona.
 
Para os cristãos, é importante conhecermos o que pensa nossos mandatários sobre Deus. A pergunta feita pelo apresentador Datena (elementar num país de maioria cristã), "a senhora acredita em Deus?" é a base que pavimenta a relação presidente - cidadãos.
 
A Bíblia diz que "Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo ao qual escolheu para sua herança" (Sl. 33:12). Pergunto: "Como ser uma nação feliz tendo Deus como Senhor e uma presidente que não acredita em Sua existência?"
 
Dilma Roussef NÃO ACREDITA EM DEUS. Ela acredita nessa "coisa" que "a gente pode chamar de Deus", e que possui "uma deusa senhora" acima dele.
 
Pois é. O Brasil não podia estar melhor com uma governante dessa. E nesta toada, estamos caminhando para um passado remoto onde a civilização se debruçava sobre aquilo que podiam fazer com uma lasca de pedra.
 
Políticos acreditando em Deus já são problemas, imaginem sem acreditar.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Governo do PT Compra Comida Para Governador Agnelo Queiroz. Morador de Rua Envia-lhe Carta.

Josias de Souza (23/02/2014)


Barriga cheia com dinheiro do povo,
faz o sorriso dos inescrupulosos.
O governo do Distrito Federal gastará cerca de R$ 1,5 milhão em 2014 para encher a geladeira e a despensa de ‘Águas Claras’, a residência oficial do governador Agnelo Queiroz (PT). A lista de compras, disponível aqui, contém 464 itens. Só em peixes e carnes serão 21 toneladas. Coisa de R$ 500 mil.
 
Comparando-se com o custo do ano passado, o preço da comida da casa do governador subiu 20%. Ouvido pela repórter Roseann Kennedy, o GDF atribuiu a alta a dois fatores: a inflação e a Copa. Não a copa que fica ao lado da cozinha, mas a Copa do Mundo. Brasília é uma das cidades que receberão jogos da Copa. Alega-se que Agnelo recepcionará delegações estrangeiras em casa. E precisa dar de comer aos convidados.
 
Nos próximos dias, um estômago pobre de Brasília, desses que vivem na rua, enviará uma carta a Agnelo Queiroz. O blog teve acesso ao texto com exclusividade. Vai reproduzido abaixo:
 
Caro governador, sei que o senhor não me conhece. Pois permita que me apresente. Moro onde olho nenhum me alcança, no ermo das entranhas. Sou ferida exposta que não se vê. Sou espaço baldio entre o esôfago e o duodeno. Trago das origens uma certa vocação para a tragédia. Não deve ser por outra razão que venho do grego: stómachos. Se pudesse dar entrevista, resumiria assim o oco de minha existência: ‘É dura a vida de víscera.’
 
Às vezes, governador, invejo o coração que, quando sofre, é de amor. Eu, pobre tripa flagelada, jamais tive tempo para sentimentos abstratos. Perdoe-me o pragmatismo estomacal. Mas só tenho apreço pelo concreto: o feijão, o arroz, a carne… Meu projeto de vida sempre foi arranjar comida.
 
Às vezes, veja o senhor, cobiço a cabeça. Quisera me fosse dado revisitar glórias passadas ou, melhor ainda, idealizar um futuro promissor. Quisera não tivesse que dançar ao ritmo da emergência. Meu mundo cabe no intervalo entre uma refeição e outra. Meu relógio, caprichoso, só tem tempo para certas horas: a hora do café, a hora do almoço, a hora do jantar…
 
Sem comida, meu relógio ficou louco. Passou a anunciar a chegada de cada novo segundo aos gritos. Nunca tive grandes ambições. Não quero conhecer a Paola Oliveira. Não quero ganhar a Sena acumulada. Só queria a compaixão de um grão escorregando faringe abaixo. Ardem-me as paredes, bombardeadas por jatos de suco gástrico. Mas já não sofro, governador.
 
Sem alimento, encontrei a paz na melancolia da fome. Encontro-me na ante-sala de outra esfera. Escrevo para dizer-lhe obrigado. Estou prestes a trocar o inferno das ruas pelo paraíso. E, temente a Deus, sei que Ele não se atreverá a pôr em meu céu o descaso. Não, não. Meu céu há de ser uma cozinha como a da residência de Águas Claras, tão farta que me propicie uma fome de governador, dessas que a gente resolve simplesmente abrindo a geladeira.

Evangelismo no Carnaval Baiano

"Nem evangélicos resistem ao carnaval
Publicada em 19/02/2014 pela Tribuna da Bahia online
 
Sal da Terra
Comemorando 15 anos, o bloco evangélico Sal da Terra irá mais uma vez percorrer as ruas do Centro Histórico (Circuito Batatinha) durante o Carnaval.
 
Formado por cerca de 500 integrantes da Igreja Batista Missionária da Independência, o bloco, este ano com abadá verde e amarelo, caminhará pelas ruas do Pelourinho ao som dos percussionistas liderados pelo ex-membro do Olodum Valdemiro que adaptou as músicas gospel ao ritmo do samba-reggae.
 
Se parece estranho a presença de evangélicos no circuito da folia, os organizadores revelam que o principal objetivo é evangelizar, disseminar os ensinamentos de Cristo. O tema deste ano é “Todos precisam saber e você precisa falar”. Segundo eles, a Igreja não pode interromper a sua missão de proclamar a salvação em Cristo, seja qual for o tempo e o lugar. “Não somos do Carnaval, estamos no Carnaval com um propósito missionário. Estamos anunciando a volta de Cristo, levando esperança aos perdidos, provando que a verdadeira felicidade está em Jesus”, afirmou Gustavo Mercês, um dos assessores do bloco.
 
O bloco garante que fará uma verdadeira adoração a Deus através de diversas manifestações culturais como grupo de dança, Robozão, apresentações infantis, capoeira, teatro e apresentações musicais que ocorrerão na Praça da Sé, batizada pelos integrantes como “Praça da ”."
 
COMENTO.
 
Apesar do título tendencioso, precisamos olhar para esta notícia do ponto de vista da ação evangelística adotada por nossos irmãos. Se seguirmos o viés da interpretação exposta no título da notícia, nossa compreensão da ação será reflexo do pensamento secular e natural do repórter/jornal. A idéia de que esta ação evangelística é prova de que os "evangélicos não resistem ao carnaval" é equivocada. O repórter expõe uma visão desprovida do discernimento espiritual que apenas os que abraçaram a fé em Jesus possui.
 
"Sem levarmos em considerarmos a origem da festa, seus objetivos idolátricos, a palavra "carnaval" do ponto de vista etimológico, e os excessos (drogas, sensualidade, sexo ilícito, violência)", enfim, sem uma análise rasteira, radical ou baseada em achômetros, a idéia se revela uma boa estratégia.
 
Certa vez, conversando sobre retiro de jovens durante o carnaval com meu saudoso tio, Pastor Manuel Marques de Souza, ele me disse: "Quando a cidade mais precisa dos crentes, nós saímos dela e a entregamos para que satanáz destrua a vida de seus habitantes".
 
Os irmãos da Igreja Batista Missionária "se fazem de tolos para conquistar os tolos", indo para o meio sem se contaminar ou praticar os mesmos excessos ou pecados adotados pelos demais. Como Jesus que estava entre prostitutas e pecadores concedendo-lhes a oportunidade de conhecer a mensagem de salvação. "São os doentes que precisam de médicos, não os são" (Mt. 9:10-13).
 
Que Deus os abençoe e os use para conquistar e salvar não apenas uma (o que já valeria a pena), mas, milhares dos que participam desta festa, ano após ano, sem nunca terem ouvido falar que Jesus os ama e deseja salvá-los.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A Organização Mundial da Saúde (OMS / ONU) Informa: A Maconha Faz Mal a Saúde.

Leiam parte do texto transcrito da Revista Superinteressante, sobre relatório emitido pela OMS, após realização de um estudo com os maiores especialistas sobre o assunto no mundo. É uma reportagem de Flávio Dieguez (http://super.abril.com.br/saude/tras-cortina-fumaca-437467.shtml).
 
Por trás da cortina de fumaça


A Organização Mundial da Saúde publica o mais completo relatório sobre os efeitos da maconha. E afasta a onda de desinformação que cerca a droga ilegal mais consumida do mundo.
 
Era para ser o triunfo da pesquisa médica em seu esforço de separar, cientificamente, o que é mito e o que é fato sobre os efeitos da Cannabis, conhecida como maconha. Mas o relatório sobre a droga publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), das Nações Unidas, teve outra recepção. A entidade começou a trabalhar em 1993. Convocou os maiores especialistas do mundo e incumbiu-os de, nos cinco anos seguintes, examinar o resultado de centenas de pesquisas. Finalmente, em dezembro do ano passado, as conclusões dessa equipe foram reunidas num documento de 49 páginas, publicado sob o título Cannabis: uma Perspectiva de Saúde e Agenda de Pesquisa. Surgia o mais completo relatório produzido sobre a maconha nos últimos quinze anos.
 
Entretanto, o que era para ser uma festa virou guerra política. O trabalho da OMS mal foi lido. Até o início do mês de março, pouco mais de 500 cidadãos, nos cinco continentes, tinham tido acesso a ele. Quase não houve repercussão. O motivo é que seu conteúdo foi encoberto pela campanha dos que pregam a legalização da droga. Ela fez sombra sobre o texto da OMS e favoreceu a onda de desinformação. A confusão chegou ao ápice quando a revista semanal inglesa New Scientist, na sua edição de 21 de fevereiro, pôs em sua capa uma reportagem explosiva em que acusava a OMS de ter suprimido do documento, por motivos políticos, um capítulo mostrando que a maconha seria menos perniciosa do que o álcool e o tabaco. A OMS admitiu a supressão do capítulo, mas negou os motivos. Declarou que o texto comparando as três drogas fora excluído por prudência, pois os estudos nos quais ele se apoiava não eram conclusivos. De fato, isso só levaria a mais confusão. Tanto é que a confusão, com capítulo ou sem capítulo, alastrou-se, desviando, ainda mais, a atenção do público daquilo que, afinal, era o mais importante – o próprio relatório da OMS.
 
Quem foi apanhado de surpresa pela guerra de versões pode ter ficado desorientado. E pode até estar pensando que a maconha nem é tão perigosa. Mas ela faz mal, sim, e cria riscos sérios para a saúde. Quem tem dúvida, é só consultar o relatório. “Ele confirma diversas conseqüências nocivas comumente apontadas em relação à maconha”, resume a psicobióloga brasileira Maristela Monteiro, da OMS, uma das responsáveis pela versão final do texto. “E além disso aponta novos perigos.”
 
Os resultados apresentados pela OMS ajudam, e muito, a reverter a maré de dúvidas e de mistificações em torno da droga. Para começar, admite que ela possa ter aplicações medicinais. Mas aponta, com precisão científica, os males que o uso indiscriminado dessa substância pode causar. Não são poucos. E não são suaves. É bom você se informar a respeito e escapar da cortina de fumaça – que ainda esconde muitos riscos.
 
Relação dos Danos Que a Maconha Causa Num Usuário:
 
Cérebro aberto à investigação - O efeito sobre as funções nobres do cérebro, embora não seja tão pesado quanto se pinta, pode prejudicar o comportamento dos usuários. O risco da dependência é pequeno, mas não é nada desprezível.
 
A capacidade de aprender e de raciocinar e a memória diminuem - Há somente três anos, parecia não haver sinais de que a droga pudesse afetar as atividades cerebrais mais refinadas, aquelas que os especialistas chamam de funções cognitivas, as ligadas ao processo de conhecimento. Uma das novidades dos relatório é que agora há provas disso. Quem fuma regularmente por muitos anos tem dificuldade para organizar grandes quantidades de informações complicadas. Num tipo de teste, um cidadão empilha cartas segundo regras que o paciente precisa deduzir, apenas observando o “jogo”. Com o tempo, as regras vão sendo mudadas. Quem não fuma, deixa de perceber cinco de cada 100 mudanças de regra. Fumantes pesados cometem o mesmo erro oito vezes. “A diferença é sutil”, afirma o relatório. “Mas é ratificada por novos estudos, realizados em 1995 e 1996.”
 
Quem fuma muito tempo pode acabar caindo na dependência - Grande parte dos usuários pesados, desses que fumam diariamente durante meses, acaba se viciando. As estatísticas indicam que até metade dos fumantes desse tipo perdem o controle sobre o hábito e precisam de tratamento para se recuperar. Entre os que não conseguem a cura, muitos apresentam sintomas que agravam a dependência. Ficam desmotivados para qualquer coisa, tornam-se menos produtivos em suas atividades, sofrem de depressão e têm a auto-estima abalada.
 
Quem usa maconha pode partir para drogas mais pesadas - Meninos e meninas, especialmente nos últimos anos, têm, sim, seguido essa trilha. “Nota-se que a experiência com a canabis precede o interesse por outras substâncias”, diz o documento. São as colas de sapateiro, as anfetaminas, a cocaína e a heroína. Os especialistas também escrevem que, “quanto mais cedo se começa a fumar, maior é o envolvimento com a maconha”. E concluem que, entre os jovens nessa situação, é maior a possibilidade de contato com coisas mais perigosas.
 
A maconha provoca desastres de trânsito - Essa é uma nova preocupação dos especialistas. Sob ação da droga, fica mais difícil executar desde tarefas simples, como datilografar, até as de maior responsabilidade, como dirigir um automóvel. Em simulações, motoristas que fumaram 1 hora antes do teste brecam em hora errada e demoram para reagir aos sinais de trânsito.
 
A fumaça traz danos ao pulmão e está associada ao aparecimento da bronquite - O efeito sobre o aparelho respiratório, em conseqüência de doses elevadas da erva tóxica, está solidamente comprovado. Aparecem lesões na traquéia, nos brônquios e, em menor intensidade, em algumas células de defesa do organismo chamadas macrófagos alveolares. Os usuários, então, ficam um pouco mais vulneráveis do que o resto da população. Especialmente à bronquite obstrutiva crônica.
 
A produção de hormônios sexuais femininos pode ficar reduzida, alterando o ciclo menstrual - Existem indícios de que a droga deixa o organismo com falta de diversas substâncias essenciais à reprodução, entre as quais os hormônios. A carência ocorre durante uma das etapas da menstruação, a chamada fase luteal, e a ovulação demora mais do que demoraria normalmente. Esse efeito ainda não está bem esclarecido nas mulheres porque em alguns exames ele aparece e em outros, não. Mas os especialistas reunidos pela OMS estão convencidos de que ele existe, pois, nos testes com ratos e macacos, a queda de produção pôde ser medida com precisão. A conclusão do pesquisadores é que a ação da maconha sobre o aparelho reprodutor feminino não deve ser menosprezada.
 
Fumar durante a gravidez prejudica a criança - É uma das novidades mais assustadoras apontadas pelo relatório. “Usar a droga antes ou durante a gestação pode deixar as crianças mais suscetíveis a certos tipos raros de câncer.” Entre os tumores observados está o da chamada leucemia não-linfoblástica, que contamina o sangue, e o do rabdomiosarcoma, que ataca os tecidos nervosos. Mas ainda não há certeza de que a canabis esteja mesmo associada a esses males porque, se existe alguma outra causa, as pesquisas já feitas não conseguiram detectar. O relatório da OMS declara que é preciso investigar a hipótese mais a fundo. Um outro problema são as crianças que nascem pesando abaixo do normal devido ao contato prévio da mãe com a erva tóxica. Sobre esse ponto quase não restam dúvidas.
 
As crises de esquizofrenia podem ficar mais fortes nos pacientes que fumam - Como alguns pacientes de esquizofrenia entram em crise pouco tempo depois de fumar, levantou-se a hipótese que a droga poderia estar associada à doença. As pesquisas revelam que a ligação existe. Em algumas situações, nota-se que, se a dose de canabis é grande, cresce também a chance de uma crise.