quinta-feira, 26 de março de 2015

Solução Para Homens e Mulheres-Gays

O homem-gay é aquele que sendo homem se acha mulher e gosta de homem;

A mulher-gay é aquela que sendo mulher se acha homem e gosta de mulher;

Logo...

Sendo o homem-gay uma mulher,

E sendo a mulher-gay um homem,

Casem um com o outro e sejam felizes.

quinta-feira, 19 de março de 2015

A Hora é de Reforma Geral

Nesse momento de crise, é preciso que os políticos façam a sua parte no sacrifício. Que recebam apenas seu salário (que já é enorme). Devem ser cortados todas as demais regalias ligadas ao mandato que ocupam, inclusive redução de, pelo menos, 50% dos assessores. E, não esquecendo, aposentadoria como todo e qualquer brasileiro.
Quem não quiser, renuncie ao mandato.

Ao governo, redução da quantidade de ministérios e extinção de todos os cargos comissionados. Isto representará uma economia de tal monta que, arrisco, equilibrará as contas públicas sem sacrifícios adicionais para a população mais carente.

Ao Poder Judiciário, idem, além de acabar com a aposentadoria compulsória ou especial.

Querendo superávit, taxar o lucro dos bancos. Esta classe, os banqueiros, independente do momento vivido, com crise ou sem crise, lucram o tempo todo. Nunca na história desse país deixaram de lucrar. Já passou da hora de interromper a farra.

É isso. Será que eles amam mesmo o Brasil e topam fazer esse "sacrifício?"

terça-feira, 17 de março de 2015

PSC, Deputado Federal Erivelton Santana e Senador Walter Pinheiro, Cadê Vocês?!

A economia em frangalhos, a corrupção disseminada e institucionalizada, a violência exacerbada, as mordomias públicas preservadas e onde estão nossos representantes? Já há algum tempo que está em curso uma campanha de degradação dos valores cristãos protagonizados por este governo que está aí e vocês não aparecem? A população se ergue contra o roubo institucionalizado e onde estão os nossos representantes que não os vemos, nem os ouvimos? Vão ficar só nos jornaizinhos feitos com dinheiro público e distribuídos nas igrejas?

Votei no deputado Erivelton Santana, do PSC, e no Senador Walter Pinheiro, do PT (infelizmente), e percebe-se o silêncio ensurdecedor e o sumiço visível de quem me representa. Ei! Psiu! Cadê vocês? Já passou da hora de colocar o mandato, e a cara, pra bater.

Já passou da hora de serem mais efetivos com este país. Levantem-se! Se posicionem na Câmara e no Senado Federal por aqueles valores que os cristãos defendem. Não é hora de enfiar a cabeça num buraco, pois, não é só contra o aborto e o casamento-gay que temos posições contrárias e firmes. Somos contra, também, e talvez, principalmente, contra a corrupção, a violência, a injustiça, a miséria e a mordomia com dinheiro público que nossos representantes insistem em manter num país onde o salário mínimo é de R$ 788,00 (...), sem os descontos.

Vocês nos representam ou não?! Com vosso silêncio estão dizendo que NÃO. Isto soa como aviso para nós.

Tudo bem. Em sendo assim, a gente se encontra na próxima eleição.

Não Crie Mais Um Problema Pra você

"Não traga para o mundo real, os pecados que você pratica no mundo das idéias, dos pensamentos."

"Davi respondeu: "É grande a minha angustia! Prefiro cair nas mãos do Senhor, pois é grande a sua misericórdia, e não nas mãos dos homens" (1 Cr. 21:13).

"Os maus pensamentos e más intenções devem ficar restritos ao mundo dos pensamentos. O que fazer? Resista, confesse-os a Deus, ocupe o espaço mental vazio com textos bíblicos e siga em frente."

terça-feira, 10 de março de 2015

Sobre o Estatuto da Família - Projeto de Lei em Trâmite no Congresso

O Estatuto da Família vai assegurar direitos
O arranjo homoafetivo é algo novo, e a sociedade brasileira é conservadora. Pela Constituição, casal gay não forma família
POR ANDERSON FERREIRA - Época online

O Projeto de Lei 6.583, que institui o Estatuto da Família, tramita na Câmara dos Deputados com um único objetivo: garantir que o Estado ofereça políticas públicas que, hoje, estão mais no papel do que na prática. O Estatuto assegurará que a Constituição seja cumprida. O Artigo 226 da Carta Magna estabelece que a família deve ser protegida por ser a base da sociedade e é dever do Estado cuidar dela. Os contrários ao projeto se concentram apenas no Artigo 2, onde consta: “Define-se entidade familiar como o núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou união estável, ou ainda por comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes”.

Quem é contra tenta confundir o cidadão. Afirma que o projeto exclui pais e mães solteiros, separados ou viúvos que criam seus filhos. Não é verdade. Os contrários afirmam se tratar de um projeto homofóbico. Consideram naturais os arranjos familiares baseados no afeto e no amor. Defendo o que está na Constituição e nela não consta a união entre pessoas do mesmo sexo.

Os críticos do projeto se equivocam ao falar de adoção. Quem quiser pode acessar na internet e ler o que está escrito. Nenhum artigo trata de adoção. (Nota da redação: o relator do texto, deputado Ronaldo Fonseca, do Pros-DF, sugeriu incluir no projeto o veto à adoção por casais gays.) O projeto se propõe a assegurar o bem-estar das famílias constituídas legalmente. A adoção entra nesse contexto. A Justiça vem autorizando casais homoafetivos a adotar. Mas a Constituição não define isso como núcleo familiar. Sou contra.

O arranjo familiar baseado no amor e no afeto é algo novo em nossa sociedade, não é o padrão. Como estará a cabeça desse filho adotado daqui a dez, 15 ou 20 anos? Um estudo publicado em fevereiro no British Journal of Education, Society and Behavioural Science, do sociólogo Donald Simmons, da Universidade Católica da América, avaliou mais de 200 mil crianças, sendo 512 filhos adotivos de casais homoafetivos. Apontou o seguinte: “Os filhos de pais biológicos apresentam um quarto dos problemas emocionais identificados entre as crianças criadas por pais do mesmo sexo”. O estudo aponta que pesquisas positivas em relação à adoção feita por casais homossexuais começam a ser revistas, principalmente no que se refere ao desenvolvimento das crianças ao longo do tempo.

As famílias hoje estão à mercê da grave epidemia das drogas e álcool, da violência doméstica, da falta de saúde e educação, da gravidez na adolescência. A vulnerabilidade da grande maioria das famílias brasileiras também está clara no âmbito judicial. É fato que as classes sociais menos favorecidas são as que mais sofrem com a já conhecida lentidão do Poder Judiciário. Sem dinheiro para pagar bons advogados, os processos se arrastam por anos. O Estado tem de exercer o papel de protetor. Por isso tem de fazer as exigências. Em todos os seus 16 artigos, o projeto estabelece os parâmetros a ser seguidos, com o objetivo de garantir todas as condições que a sociedade precisa para ter uma vida melhor. É preciso enfrentar as situações complexas às quais as famílias são submetidas no mundo contemporâneo.

Uma imensa parcela da sociedade brasileira é conservadora. O retrato disso está no Congresso. O atual Parlamento passou a ter uma bancada conservadora maior. A polêmica enriquece o debate. Não adianta partir para agressões verbais, protestos em praça pública ou nos cultos evangélicos, como já foi visto recentemente.

terça-feira, 3 de março de 2015

Evangelização - Você se Importa Com o Mundo?

Quando tratamos de evangelização estamos lidando com o interesse ou preocupação que temos, ou não, sobre o destino eterno da humanidade. A pergunta que precisamos fazer, quando tratamos sobre evangelização, é “o quanto me importo com o meu semelhante?”.

Importar - É trazer aquilo que está longe para perto. No que diz respeito a realidade espiritual humana, é trazer para o íntimo de nosso ser a preocupação sobre aonde meu próximo passará a eternidade. Isto, antes de ser prova do nosso compromisso com a missão concedida à igreja pelo Senhor Jesus, é prova do amor que temos pelos outros.

Certa vez um aluno me perguntou: “O que o senhor me diz, do ponto de vista da salvação, sobre Hitler e irmã Dulce?”. Minha resposta foi:
  1. Analisando à luz da razão humana, irmã Dulce, por ter praticado boas olhas, está no céu, enquanto Hitler, também por suas obras, desta feita, más obras, está no inferno ou no hades.
  2. Analisando à luz das Sagradas Escrituras, temos por prudência não julgá-los. Salvação é fruto de uma decisão íntima que somente Deus pode atestar. Independe de obras [As obras podem ser um indicador, não, definidor]. A salvação depende de fé.
  3. Aqui cabe uma última questão. Independente das obras de cada um, e considerando que somente Deus pode julgá-los, a nós, enquanto cristãos, só nos cabe torcer para que, quando chegarmos no céu, encontremos irmã Dulce e Hitler.
Evangelização tem a ver com duas perspectivas religiosas importantes: Nossa firme crença na verdade e nosso amor pelo semelhante. Lidamos aqui com o termômetro que indica o quanto cremos nas revelações sobre eternidade dispostas na Bíblia e o quanto nos empenhamos em livrar nosso semelhante do terrível destino eterno longe de Deus.

Realmente cremos?

1. Que a alma de todos é eterna?
2. Que na eternidade, ou viveremos com Deus (céu) ou longe d’Ele (trevas exteriores)?
3. Que a definição do nosso destino depende da decisão que cada toma enquanto vivo?
4. Que esta decisão é entre aceitar ou não o sacrifício de Jesus no calvário e todas as suas implicações:
     a. Consciência do pecado;
     b. Arrependimento;
     c. Aceitação de Cristo como “o Salvador”;
     d. Confissão;
     e. E submissão voluntária ao senhorio de Cristo.
5. Que o céu é uma realidade prazerosa prometida por Deus e que temos como verdade absoluta sua existência, mesmo antes de desfrutá-la?
6. Que o inferno é uma realidade tenebrosa que aguarda aqueles que serão mantidos distantes de Deus, num lugar onde o nível de desespero é medido por “prantos e ranger de dentes?”

Realmente amamos?

1. Reconhecendo que o benefício alcançado por nós (salvação) é extensivo à toda humanidade?
2. Deixando-nos inundar a alma desse amor que nos constrange em favor de nosso semelhante?
3. Permitindo que nosso ser se entregue a missão de anunciar aos outros que há esperança, que nada está perdido e que há salvação para eles?
4. Deixando a retórica de lado e nos lançando na difícil arte de buscar o perdido?

O ser humano, egoísta do jeito que é, só consegue perceber as dores e os riscos quando elas ocorrem consigo mesmo. Temos dificuldade no exercício da misericórdia. Pelo contrário, entregamo-nos a insensibilidade e nos isolamos, não levando em conta o grande desastre que é partir para eternidade sem Deus, sem paz e sem salvação.

No entanto, como uma espécie de alerta divino, estamos mais inclinados a nos sensibilizarmos quando o outro é nosso pai, mãe, irmãos e, talvez, amigos. É aí que tomamos consciência da urgência em divulgar a mensagem do evangelho e fazê-los (muitas vezes com pressão exagerada) ouvir, entender e aceitar a Cristo como salvador pessoal.

O amor de Deus é indiscriminado. Aliás, “Ele prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm. 5:8). Antes de conhecê-lo, reconhecê-lo e aceitá-lo, Ele se lançou na tarefa de vir ao mundo evangelizar os povos e pagar o preço para que todos pudessem ser salvos.

Então, o que fazer? Evangelização.

Antes de ser uma missão, a evangelização deve ser uma paixão de todo o cristão que compreende o dano do pecado, a justiça de Deus e o juízo vindouro, tendo como destino seguinte, a eternidade com Deus ou longe d’Ele.

Nossos maiores problemas são:

Ø Nossa incredulidade – Não cremos como deveríamos (realidade eterna, situação do mundo atual e a escassez de tempo);
Ø Nossa insensibilidade – Não nos importamos como deveríamos (tanto faz se creem ou não);
Ø Nossos valores invertidos -  Acreditamos na vida eterna, mas, vivemos como se a vida terrena fosse de maior valor (teologia da prosperidade material em detrimento do caráter cristão);

O fato de compreendermos e elegermos os valores eternos como mais importantes não significa viver uma vida terrena irresponsável e inconsequente. Devemos, sim, cuidar das nossas tarefas cotidianas, cumprindo assim, com nossas responsabilidades diante da nossa família e sociedade.

No entanto, considerando...

Ø A realidade eterna de céu ou inferno, independente das pessoas crerem ou não;
Ø O momento mau que a humanidade está mergulhada no presente século, com a miséria indiscriminada e insensível aos olhos dos poderosos;
Ø A deterioração da moral e dos bons costumes provocada pelo capitalismo selvagem que não respeita o ser humano em sua busca por mais e mais riquezas;
Ø A depreciação da vida humana visível na degradação provocada pelas drogas (lícitas e ilícitas) e pelo egoísmo que mata crianças (aborto) a fim de preservar sua vaidade corporal e proteger sua irresponsabilidade moral.

Além de tantos outros considerandos, lembremos todos que estes eventos apontam para as características dos homens habitantes da terra no fim dos tempos (2 Tm. 3:1-9). É urgente, portanto, que a igreja assuma o seu papel de atalaia do Senhor, de denunciadora daquilo que desagrada a Deus, fora e dentro dos templos cristãos, de propagandistas do plano de salvação em Cristo, e responsável pela disseminação da misericórdia, perdão e amor de Deus por sua criação.

Você se importa com você?             (Marcos 8:36)

Você se importa com seu pai, mãe e irmãos?             (Atos 16:31,32)

Você se importa com seus amigos?               (João 15:13)

Você se importa com o mundo?      (1 João 2:2)

“Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Is. 52:7).

O tempo está escasso, a partida é iminente, a eternidade é coisa séria e precisamos alertar as pessoas.

Vamos. Vamos anunciar: Jesus te ama e tem um lugar reservado para você em sua morada eterna (Jo. 14:2,3).