quinta-feira, 24 de março de 2011

A Família e a Igreja

A Igreja é coluna e firmeza da verdade. Sua importância é tão grande que podemos fazer alusão as palavras de Jacó: “E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus” (Gn. 28:17).

Sendo, a família, coluna máter da sociedade, é preciso entender e manter a relação entre essas duas colunas principais da existência humana. Por esta razão, o conselho de Deus à Noé:

Gn. 7:1 – “Depois disse o Senhor a Noé: Entra tu e toda a tua casa na arca, porque tenho visto que és justo diante de mim nesta geração”.

A obediência de Noé resultou na salvação de sua família.

Hb. 11:7 – “Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé”.

A salvaguarda da arca de Noé, nos tempos de hoje, está representada no sacrifício do Senhor Jesus em nosso favor e, como a promessa feita à Abraão (Gn. 12:3), estendida às famílias da terra. Eis a importância de conduzirmos nossas famílias dentro do contexto de uma igreja local.

Pv. 31:21 – “Não teme a neve na sua casa, porque toda a sua família está vestida de escarlata”.

A relação entre a Igreja e a Família está delineada na Bíblia Sagrada. Por isso, devemos atentar para os conselhos práticos definidos para esta relação:

2 Rs. 8:2 – “E levantou-se a mulher, e fez conforme a palavra do homem de Deus; porque foi ela com a sua família, e peregrinou na terra dos filisteus sete anos”.

Ø  Seguir os conselhos do homem de Deus (...do "homem de Deus").

Gn. 35:2 – “Então disse Jacó à sua família, e a todos os que com ele estavam: Tirai os deuses estranhos, que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes”.

Ø  Tirar os deuses estranhos e purificar as vestes.

1 Tm. 5:4 – “Mas, se alguma viúva tiver filhos, ou netos, aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família, e a recompensar seus pais; porque isto é bom e agradável diante de Deus”.

Ø  As viúvas aprendam a exercer a piedade em casa.

Ø  Os filhos aprendam a recompensar seus pais.

1 Tm. 5:8 – “Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel”.

Ø  Os cristãos devem ter cuidado primeiro, com os seus.

Ex. 12:4 – “Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro”.

Ø  Quando sobra, devem aprender a compartilhar.

Sl. 96:7 – “Dai ao Senhor, ó famílias dos povos, dai ao Senhor glória e força”.

Ø  Por fim, a família deve comparecer diante de Deus, na Igreja, a fim de prestar sua adoração ao Senhor.

Eis, portanto, a íntima relação entre família e igreja, ressaltando que, invariavelmente, nosso comportamento na igreja é reflexo daquilo que aprendemos e fazemos em nossas próprias casas.

Que este comportamento, então, seja honroso ao Senhor dos céus e da terra.

quinta-feira, 17 de março de 2011

O Que Fizeram Com a Minha Fé?

A fé vem pelo ouvir... Eu ouvir da boca dos homens a Palavra de Deus.

Crente não mente, e mesmo com dano seu, cumpre com o que se comprometeu. Disseram-me que negócios com crente é pra valer. O sim é sim, e o não, é não. Ele se esmera no que faz porque faz para o Senhor (Deus). Crente, às vezes, trabalha muito apenas por amor.

Falaram-me que ser crente é reconhecer não ser nada, é o Senhor que opera em nós, tanto o querer como o efetuar... Ensinaram-me que nosso negócio é d’outro mundo...  Por esta razão, nada de gastar energia desnecessária naquilo que é passageiro. Até mesmo exercícios físicos, pra quê?

Nada de guardar dinheiro... Temos o céu como nossa casa de tesouro eterno. Insistiram-me que somos todos iguais... Crente não adota celebridade, seja cristão ou pagão, pelo contrário, valoriza as pessoas pelo trato do homem interior. As marcas de Cristo... Fizeram-me acreditar que, no Reino de Deus, quem manda é Deus. Crente apenas aceita a vontade divina, reconhecendo que os pensamentos de Deus são mais altos que os nossos pensamentos e seus caminhos melhores que os nossos caminhos.

Convenceram-me a ouvir sobre Mateus 5, insistentemente, repetidas vezes. Fizeram-me estudar em várias Escolas Bíblicas Dominicais, as cartas de Paulo, especialmente, a que foi dirigida à igreja em Corinto.

Acreditei no que me disseram...

Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentiraAp. 22:15 - E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homensCl. 3:23 – “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganhoFp. 1:21 – “Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam Mt. 6:20 – “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviasteJo. 17:21 – “E ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu Lc. 11:2.

Que tristeza... também vi o que fizeram.

Liturgia - O culto começaria às 18h., 18:30h., 19h., 19:15h... Quando tiver gente suficiente... Terminaria às 20h., 20:15h., 21h., 21:30h., 22h... depois que o pastor chegar... e pregar...; Comércio - Banco fechou área que cuidava de contas do segmento evangélico e grupo de telefonia móvel num segmento evangélico é um sofrimento (Porque será?); Corrupção - Políticos evangélicos oram “agradecendo a Deus” a “benesse” recebida de um esquema fraudulento (Ai!!!); Reino de Deus - Líderes evangélicos pedem que a justiça dos homens intervenha no Reino de Deus (Quem é o maior? Quem é o melhor? Deus está do lado de quem?); Tele-evangelistas – “missionários” pedem dinheiro com anéis de ouro no dedo (ah!). Política - Pastor ou político? (vamos cuidar dos corpos dos homens por que das almas já tem gente suficiente (Hummm).) Ídolos - Pregador celebridade vale quanto pesa, ou melhor, quanto grita. O desconhecido merece um aperto de mão e um Deus-lhe-abençoe (???!); Legalidade - Pastor (ops! pastor não, apóstolo) preso com a bispa (bispa???) por entrada em outro país sem a declaração correta dos dólares que levava. Ufa!

Disse Jesus:

Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem” Mt. 23:3 – “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus”. Mt. 5:20

O que fizeram com a minha fé? "Santificaram-na".

Os homens anunciam a Palavra de Deus (Não há qualquer valor nos homens. Um jumento já falou, o céu já bradou, corvos já entregaram alimento...). Minha fé veio ao ouvir esta Palavra, mas, uma coisa é a palavra que origina a fé, outra coisa são os homens, mensageiros da Palavra. Neste caso, uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. Ainda que a gente sempre espere que os anunciantes façam o que falam, as atitudes incoerente foram, para mim, benéficas neste particular.

Fé verdadeira é aquela posta em Cristo, somente em Cristo, a Palavra de Deus, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós. É aquela que não funciona amparado pelo que vê (as obras dos homens) e, sim, pelo que crê (a Palavra de Deus na boca dos homens). É um tanto difícil compreender e, mais ainda, aceitar.

Aprendi, e aceito as coisas como são,

“Para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dentre os mortos. Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. (...) Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas. Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas” (Fp. 3:11-14; 18-21).

quinta-feira, 10 de março de 2011

A Farsa do Carnaval Que o Baiano Gosta

A mídia, de modo geral, vende uma imagem do carnaval baiano que não é real. Pela cobertura que se dá, pela ênfase nos supostos benefícios para a cidade e pelas imagens da multidão correndo atrás do trio, a impressão que se passa é a de que a população baiana está inteiramente envolvida com a festa. Ledo engano. Transcrevo abaixo, o resultado de uma recente pesquisa publicada no site do jornal A Tarde.

“A folia é soteropolitana, mas uma parcela expressiva dos moradores da capital baiana – 77,9% – preferem mesmo é escapar  do Carnaval. Destes, com base em pesquisa feita em julho, agosto e setembro do ano passado, 60,5% preferem ficar em casa e envolver-se em atividades como  ver televisão, ouvir música e acessar a internet. O restante viaja e, neste universo, a  maioria (89,8%) prefere outras cidades baianas.” (25/02/2011 às 09:28 - ATUALIZADA EM: 25/02/2011 às 09:29 - Içara Bahia, do A TARDE)

Se a mídia, principalmente a imprensa, estivesse interessada em noticiar a verdade, a manchete dos jornais, revistas e chamadas televisivas seria: “BAIANOS NÃO GOSTAM DO CARNAVAL”. No entanto, tutelados pela falsa lucratividade, se empenham cada dia mais em mascarar a realidade e atrair os desavisados para uma festa que de muito tempo já deixou de ser divertida. Na verdade, os únicos interessados em manter este tipo de balburdia são, dentre outros, as fabricantes de bebidas alcoólicas, donos de trios e blocos, com seus respectivos artistas, e a rede hoteleira. O fundamento é o benefício pessoal que uma minoria usufrui da muvuca. Por favor, não incluam como beneficiados a sociedade baiana. A pesquisa não legitima tal declaração.

A sociedade baiana (falo com base na pesquisa) demonstra insatisfação com a brincadeira, seja pelo incômodo causado a quem não quer saber disto, seja pelo enorme custo social e moral impostos as famílias. Aliás, por falar em custo, vamos ponderar.

Suposto benefício na geração de empregos - Na maioria, temporários, cujos trabalhadores são submetidos a jornadas extenuantes, sem amparo legal e sem as condições adequadas de trabalho. Ao final, o que se vê, são as manifestações promovidas pelos sindicatos dos trabalhadores exigindo pagamento do que foi prometido pelos empresários.

Suposto benefício pela maior arrecadação de impostos – Tomando por base os dados do carnaval de 2005, ao contrário de lucro, o carnaval gera prejuízo para os cofres públicos.

“Dados da Secretaria de Serviços Públicos, apresentados no Congresso do Carnaval 2005, dão conta de que os patrocinadores oficiais da festa pagaram ao município, juntos, R$ 2 milhões. Foram arrecadados R$ 684 mil dos blocos e R$ 205 mil dos camarotes. Isso para uma festa que custou aos cofres públicos nada menos que R$ 15 milhões, ou seja, o déficit com o carnaval é próximo de R$ 13 milhões” (Jornal A Tarde de 23.08.2005).

Seria de bom tom que publicassem os dados econômicos da festa de 2011, sem manipulação e auditados, a fim de que pudéssemos verificar a falácia dos discursos dos promotores.

A alegria estampada no rosto do folião – Depois da festa, os organizadores não aparecerão para pagar as dívidas contraídas pelos foliões para adquirirem os caríssimos abadás; nenhum deles estará ao lado das garotas que engravidaram ou foram seviciadas e violentadas, a fim de enxugar suas lágrimas e minimizar sua dor; nenhum deles estará ao lado dos filhos que sofrerão a dor de ver seus pais se separarem por causa de um envolvimento temporário estimulado; nenhum deles vai acompanhar os foliões feridos, convalescendo nas enfermarias dos pronto-socorros; ninguém vai aparecer para doar remédios que ajudem no combate as doenças contraídas; ninguém vai ficar de prontidão durante os outros 358 dias de tristezas, haja vista que a alegria do carnaval só dura sete.

O carnaval, que começou como uma festa popular, de certa forma ingênua, tomou ares de superprodução e atraiu os abutres oportunistas que não perdem uma oportunidade de ganhar dinheiro, mesmo que seja a custa da miséria popular. Atraiu, também, os políticos medíocres que defendem a realização deste tipo de aglomeração para que possam projetar seus nomes no consciente e subconsciente da população, a fim de, nas urnas, receberem os votos para se beneficiarem da coisa pública. E assim, círculo vicioso dos falsos benefícios e da falsa alegria é perpetuado com o amparo da mídia tendenciosa e, repito, tutelada por interesses particulares.

Que não se enganem. Sou favorável que as pessoas devem e podem se divertir, porém, é preciso verificar o custo-benefício (inclusive social e moral) das festas oferecidas do ponto de vista da maioria da população.

Considerando a situação atual da nossa população, o carnaval deveria ser transformado numa grande manifestação popular por serviços públicos melhores. Os trios, blocos e escolas de samba deveriam sair às ruas para cobrar melhoria na educação, na segurança, na saúde, no saneamento básico e no salário mínimo. A mídia deveria somar esforços com eles para promover mais participação popular nestas questões realmente importantes para nossa vida e nação.

Se isso acontecesse, eles perderiam os recursos financeiros que recebem e o carnaval já teria acabado.

quinta-feira, 3 de março de 2011

A Família e a Arca

Gn 7:1 – “Depois disse o Senhor a Noé: Entra tu e toda a tua casa na arca, porque tenho visto que és justo diante de mim nesta geração.

Três verdades de abrangência universal são mencionadas na primeira referência a Noé:

è    “... a maldade do homem...
è    Arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem...
è    Destruirei... o homem que criei..." (Gn 6.5-7).

Essas verdades não admitem exceções, haja vista que, se trata de homem como gênero, englobando, portanto, todos os seres humanos. Desta forma, a conclusão é:

è    Todos os indivíduos são igualmente ímpios (v. 5);
è    São a causa da tristeza divina (v. 6) e,
è    O alvo da destruição total (v. 7).

No entanto, Deus encontra Noé, homem “justo diante de Deus naquela geração”. Isto significa:

è    Noé era temente ao Deus dos céus, único e verdadeiro, Jeová (Noé andava com Deus – Gn 6:9);
è    Noé ao invés de praticar as maldades comuns aos homens daquela geração, adotava um comportamento justo diante de Deus (Justo diante de Mim, naquela geração – Gn 7:1);
è    Noé tinha o coração propício para obedecer ao projeto de Deus.

Apesar do coração de Noé, Deus já havia sentenciado: “Destruirei o homem que criei”. Porém, sendo amor e justiça, Deus precisava manter sua decisão, “justiça”, e livrar o homem da destruição, “salvação”.

Deus, então, apresenta um plano: Construa uma arca, e quem estiver dentro dela, será salvo.

Deus cumpriu o que sua justiça exigia e, paralelamente, ofereceu ao homem a inclinação do seu coração: seu amor e livramento.

Desta história de Noé, aprendemos algumas lições importantes para a família:

1.            A sentença condenatória divina abarca todas as famílias da terra. Isto inclui a minha e a sua;
2.            Noé, sendo justo diante de Deus naquela geração, antes de salvar a família dos outros, salvou a sua. Deus foi específico com Ele: “Entra, Tu, Tua esposa, teus filhos e as mulheres de teus filhos (Gn 6:18).” (I Tm 5:8 – Se alguém não tem cuidado dos seus...)

Hoje, precisamos aprender que:

è    Como a de Noé, nossas famílias precisam ingressar na arca para que possa sobreviver ao dilúvio de problemas atuais e viver uma nova realidade de vida.
è    Jesus, ratificando a história do dilúvio, a utiliza como indicativo dos instantes finais da raça humana sobre a face da Terra (Mt 24:37-39);
è    Deus, apesar de sua justa decisão de não preservar a raça humana, oferece-nos uma alternativa: Entrem na Arca! Salvem-se!!!

A arca representa um salvo conduto, um refúgio para escapar da morte.

Sl 91:1,2 – “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio...”

Rm 8:1 – “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus...”

Sl 91:10 – “Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua casa.”

No mundo, longe de Deus, na prática da iniqüidade, da impiedade, VOCÊ E SUA FAMÍLIA CORREM PERIGO DE MORTE!

Como nos dias de Noé: ESCAPEM PELAS SUAS VIDAS!

At 16:30,31 – “Que devo fazer para me salvar: Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo tu e a tua casa.”

PERMITA QUE CRISTO ENTRE EM SEU CORAÇÃO, REINE EM SUA VIDA E EM SUA FAMÍLIA.