terça-feira, 3 de outubro de 2017

Quem Fala em Nome do “Povo Brasileiro” ou da “Sociedade Brasileira?”

“...se vocês não concordam conosco, pelo menos, parem de falar em nosso nome.”

Eles costumam dizer na tevê que a sociedade brasileira é a favor da descriminalização do aborto (para não expor abertamente sua incoerência, disfarçam dizendo serem “as mulheres brasileiras”), dizem que as drogas são consumidas normalmente pela sociedade e por isso devem ser liberadas, afirmam que a “sociedade brasileira” aceita os novos modelos de famílias, incluindo indevidamente os pares transgêneros, dizem que o nu artístico é normal porque a sociedade brasileira do século XXI mudou. A partir de seu próprio “mundo”, informam aos demais que saímos da era das trevas para a luz, e por aí vai.

Inventam, diariamente, em programas de televisão e rádio, considerações de uma tal sociedade brasileira que não existe no Brasil. Na verdade, acham que sua realidade pessoal é a expressão da realidade social brasileira. É gente arrogante, confusa, que se meteram em problemas na vida pregressa, frutos de sua rebeldia familiar; atores e atrizes que, motivados pela fama e pela necessidade de “aparecer bem na fita”,  emitem opinião com base no “politicamente correto”, mesmo se contrário a suas convicções (precisam ganhar dinheiro fácil), profissionais da imprensa mentalmente corrompidos pelas viagens psicodélicas das drogas que experimentaram no tempo de faculdade se acham representantes de uma nova era de luz e conhecimento, tratando todos os que se lhe opõem como ignorantes, iletrados ou coisa que o valha. Ora, vejam só. Falam de uma sociedade brasileira que só existem em suas mentes deformadas e em seu mundo restrito que se estende até a janela do seu quarto.

Cerca de 57% da população brasileira é constituída de pessoas que professam a fé católica e cerca de 29% dizem ser evangélicos. Isto nos dá um total de 86% da população brasileira professando serem cristãos, ou seja, 175.440.000 (cento e setenta e cinco milhões, quatrocentos e quarenta mil) brasileiros, em 204.000.000 (duzentos e quatro milhões) dos habitantes neste país (dados de 2013).

Características dos brasileiros cristãos: São contra o aborto, são contra a união homo afetiva, são contra a prostituição, contra a exposição pública da nudez, contra as drogas (lícitas e ilícitas, exceto em tratamentos médicos), são contra a imoralidade, são contra baderna, são contra a violência em todas as suas formas, são contra os juros extorsivos e abusivos, e são contra outras inúmeras atitudes que atentam contra a ordem, a disciplina e a família tradicional.

Dito isto, quando qualquer pseudo especialista estiver na tela, ou em qualquer outro veículo de mídia, fazendo afirmações sobre a sociedade brasileira que esteja diferente deste padrão, é falácia. Na verdade, pregação. A ideia é permear a sociedade com mentiras a fim de convencer que é uma verdade (aqui está uma das razões do porque o alvo de suas barbáries são as nossas crianças. A capacidade infantil de identificar uma mentira e resistir-lhe é extremamente menor que um adulto – “É muito mais fácil deformar uma criança que convencer um adulto”). Alegam que a “sociedade brasileira mudou” (Só se mudou para alguma outra parte do mundo que não sabemos).

Um bom exemplo disto são os recentes casos de crimes praticados contra nossas crianças, contra a família e contra a moral da nação brasileira, ocorridas travestidas de exposição artística pelo Santander e pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo. Como a afronta rompeu com qualquer limite responsável, não poderia ter outra reação que não as que estão enfrentando. Não podemos aceitar que uma “minoria” tente modelar nossa sociedade com base em suas perversões e seus outros transtornos mentais.

As agressões perpetradas contra a sociedade brasileira (esta sociedade que os dados das pesquisas do IBGE afirmam existir aqui no Brasil) tem a reação que merecem. Imagine um pai de família (tenho duas filhas) tendo que achar “normal” uma apresentação supostamente artística onde crianças sejam estimuladas a tocar um corpo de um homem nu. Como pai, a vontade que me dá é (des)qualificar este pretenso artista, e seus comparsas, com uma série de adjetivos a “baixura” de sua estatura moral. Mas, vou manter-me no controle dos meus instintos mais primitivos.

Estes últimos acontecimentos demonstram o quanto afastado estão os que fazem e promovem esse tipo de arte e a população brasileira. A mídia expõe a atitude de quem protesta contra essas exposições como manifestação de conservadores, retrógrados, ditadores e fascistas. Nada mais fora da realidade, pois, são manifestações de pais e mães responsáveis que, esses, sim, representam o sentimento da população brasileira em relação as agressões que suas famílias vêm sofrendo.

Srs. da mídia, especialmente Globo, Bandeirantes, Veja e IstoÉ (ainda há outras), continuem forçando a barra e, depois, não reclamem do porque a lei e a ordem foi imposta a força. Aliás, caso não saibam, as autoridades constituídas são, legitimamente, os agentes da lei investidos de poder para fazê-la cumprir e ser respeitada, e essas leis são a expressão da “vontade da maioria da população brasileira”. Convém repetir de outra forma. Numa democracia, a “vontade” que prevalece é da “maioria” sobre a “minoria”. Não o inverso.

A sociedade brasileira não tem culpa das escolhas que vocês fizeram e fazem, não é culpada do seu convencimento de que a ideologia de esquerda é vanguarda no caminho para felicidade e paz social, a sociedade cristã brasileira não é culpada por vocês estarem perdidos e corrompidos pelo dinheiro e pela concupiscência carnal.

A sociedade brasileira, com base em seu perfil, pede que respeitem seu jeito de ser, seus conceitos, seus princípios, suas crenças e sua visão de mundo. Pede ainda uma coisa mais: se vocês não concordam conosco, pelo menos, parem de falar em nosso nome.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Não Queremos Financiamento Público Para Campanhas Eleitorais.


Diga NÃO ao financiamento público para campanhas eleitorais.

Se eles querem ser políticos, que sejam... com seu próprio dinheiro e esforço.

Financiamento Público Para Campanhas Eleitorais é dinheiro da saúde, segurança, saneamento básico e educação desviado para os bolsos de políticos malandros.

SOU CONTRA!

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

9 Perguntas [Dentre Outras Muitas] Que os Cientistas Ainda Não Sabem Responder

PODE HAVER VIDA INTELIGENTE FORA DA TERRA?

Esta é uma pergunta para a qual gostaríamos muito de saber a resposta. No entanto, mesmo com todos os recursos que os cientistas dispõem hoje, eles ainda não podem responder. 



QUAL É A CONSTITUIÇÃO BIOLÓGICA DE NOSSA CONSCIÊNCIA? 

Parece que tudo o que acontece em nossas mentes é resultado de processos cerebrais, os quais os cientistas estão apenas começando a descobrir. 


O ELO PERDIDO 

Os arqueólogos ainda estão procurando o famoso fóssil que explicaria muitas coisas sobre a evolução humana, mas até hoje não o encontraram. 



DO QUE O UNIVERSO É FEITO? 

A matéria da qual as estrelas e as galáxias são feitas representam menos de 5% de tudo o que existe no universo – e os outros 95%? 



DO QUE SÃO FEITOS OS BURACOS NEGROS? 

Eles emitem radiação? Eles podem evaporar? O que os cientistas realmente sabem sobre essas famosas áreas cinzentas do universo? 





O TRIÂNGULO DAS BERMUDAS 

Localizado numa zona marítima entre a Flórida, Porto Rico e as Bermudas, este misterioso triângulo foi o local de vários desaparecimentos a partir do século 19. Muitas hipóteses foram feitas na tentativa de explicar o fenômeno, mas ele continua sendo um mistério até hoje. 

CHUVAS DE ANIMAIS 

Não é só na Bíblia que chove sapos. Em 2007, esse fenômeno ocorreu em Odzaci, na Sérvia. Depois, em 2009, choveu girinos no Japão, e tem aparecido outros relatos, sobre chuva de aves e peixes. Existem algumas teorias em relação a esses fenômenos, mas nenhuma é cientificamente comprovada. 


CICADIDAE CICADA 

Este tipo de cigarra, encontrado no sul da França, tem a particularidade de permanecer na forma de larva, subterrânea, durante um ciclo que dura de 13 a 17 anos. Como um inseto pode saber quando acordar, depois de um ciclo tão longo? Os cientistas ainda não sabem a resposta. 



LUZES ANTES DE UM TERREMOTO

Os cientistas têm tentado descobrir a origem dessas luzes que aparecem no céu antes de um terremoto, mas ainda não encontraram uma resposta.

Fonte: http://www.msn.com

terça-feira, 19 de setembro de 2017

A Celeuma Sobre a Tal Cura-Gay Autorizada Pela Justiça

A mídia-ativista-gay criou no país, nestes últimos dias, uma celeuma sobre a decisão de um juiz em permitir aos psicólogos oferecerem o que eles (ativistas-gays) chamam de "cura gay". Leiam parte da notícia extraída do Estadão:

"O juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho concedeu liminar que abre brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual, conhecida como ‘cura gay’, tratamento proibido pelo Conselho Federal de Psicologia desde 1999. A decisão atende o pedido da psicóloga Rozangela Alves Justino em processo aberto contra o colegiado, que aplicou uma censura à profissional por oferecer a terapia aos seus pacientes. Segundo Rozângela e outros psicólogos que apoiam a prática, a Resolução do C.F.P. restringia a liberdade científica" (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo).

Vale destacar que a decisão é em sede de liminar.

Vamos aos fatos.

Se um heterossexual solicitar ajuda de um psicólogo porque não se sente mais hétero, o profissional pode tranquilamente fornecer ajuda técnica para ele lidar com suas emoções e sua nova condição. O Conselho Federal de Psicologia - CFP, não interfere e, pelo contrário, dá o "maior apoio", pois, respaldados pelos órgãos ditatoriais (imposição) e antidemocráticos (gestores apadrinhados) da ONU.

Se um homossexual solicitar ajuda a um psicólogo porque não se sente mais gay, o profissional NÃO PODE oferecer ajuda técnica para ele lidar com suas emoções no retorno a sua anterior condição (é isto que os ativistas gays chamam de "cura gay"). O Conselho Federal de Psicologia - CFP, não permite tal prática, punindo o psicólogo que decidir ajudar o "ser humano" em sua crise existencial (condição esta conhecida como “disforia de gênero” ou “Transtorno de Identidade de Gênero”).

Vamos a alguns princípios que norteiam a função de psicólogo, conforme o Conselhos Regional de Psicologia/SP (http://www.crpsp.org):

O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

- O psicólogo contribuirá para promover a universalização do acesso da população às informações, ao conhecimento da ciência psicológica, aos serviços e aos padrões éticos da profissão.

Ainda, é vedado aos Psicólogos:

Praticar ou ser conivente com quaisquer atos que caracterizem negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade ou opressão;

- Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais;

Ser conivente com erros, faltas éticas, violação de direitos, crimes ou contravenções penais praticados por psicólogos na prestação de serviços profissionais;

Algumas questões incômodas para os Conselhos de Psicologia:

- Se um psicólogo recusa tratar um gay que o procura, desejando retornar a sua anterior condição de hétero, ele não está sendo negligente, já que “a pessoa” está mergulhada num dilema emocional e psicológico?

- Se um gay procurar um psicólogo desejando informação sobre o que ele pode fazer para minimizar seus transtornos psicológicos decorrentes da sua instabilidade emocional, por sua condição homossexual, o profissional pode se negar a fornecer estas informações? Não seria esta atitude "deixar de promover a universalização do acesso da população às informações referentes a ciência psicológica?"

- Em nenhuma ciência conhecida há consenso sobre conceitos, técnicas e práticas que o respectivo profissional deve adotar. Então, quando os Conselhos de Psicologia "impõem sua visão unilateral", eles não estão "induzindo as pessoas (pacientes e psicólogos) às suas convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas e de orientação sexual? Isto não é um tipo de preconceito?

- Quando uma pessoa decide procurar um psicólogo para tratamento, independentemente de suas escolhas sexuais, esta pessoa não tem esse direito? Se o profissional se recusa a atendê-lo, não está "violando um direito?"

Pois, bem. Voltemos a decisão do MM. Juiz:

“Sendo assim, defiro, em parte, a liminar requerida para, sem suspender os efeitos da Resolução nº 001/1990, determinar ao Conselho Federal de psicologia que não a interprete de modo a impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re) orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P., em razão do disposto no art. 5º. inciso IX, da Constituição de 1988”, anota o magistrado."

O que diz o juiz? Os Conselhos não devem impedir que os psicólogos promovam estudos sobre (re)orientação sexual e nem os impedir de atenderem pacientes que, voluntariamente, assim desejem. O magistrado toma esta decisão liminar, a fim de garantir - prestem bem a atenção aqui - "a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P., em razão do disposto no art. 5º. inciso IX, da Constituição de 1988”.

O magistrado está defendendo a liberdade científica e se posicionando contra a “censura”. Vejam que coisa! Ele está exatamente sendo um parceiro do Conselho Federal de Psicologia em seu dever de defender as “verdades da ciência psicológica” e a liberdade democrática de seus profissionais. Isto está muito claro na decisão do Magistrado. Quem não entende assim, o faz por má-fé e, no limite, por ignorância.

O Conselho Federal de Psicologia diz que vai recorrer da decisão liminar e, certamente, recorrerá da decisão de mérito, se esta seguir na mesma linha de raciocínio.

O problema desses Conselhos é que estão a serviço de uma causa, não da ciência.

Os conselheiros e ativistas gays não se constrangem quando são incoerentes com os princípios que eles dizem acreditar (sabemos que é uma falácia). Infelizmente esta perturbação mental não receberá ajuda dos psicólogos. Então, são casos perdidos.

E assim seguimos, tolerando os “democratas” do Conselho Federal de Psicologia e a “tolerância intolerante” da mídia-ativista-gay.

Parabéns ao magistrado. Quem defende a liberdade científica e democrática concorda com ele.

O Equilíbrio em Nossas Pregações

"Lembrem-se do Trigo"

Jesus lhes contou outra parábola, dizendo: "O Reino dos céus é como um homem que semeou boa semente em seu campo. Mas enquanto todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e se foi. Quando o trigo brotou e formou espigas, o joio também apareceu. "Os servos do dono do campo dirigiram-se a ele e disseram: ‘O senhor não semeou boa semente em seu campo? Então, de onde veio o joio?’" ‘Um inimigo fez isso’, respondeu ele. "Os servos lhe perguntaram: ‘O senhor quer que vamos tirá-lo?’ "Ele respondeu: ‘Não, porque, ao tirar o joio, vocês poderão arrancar com ele o trigo. Deixem que cresçam juntos até à colheita. Então direi aos encarregados da colheita: Juntem primeiro o joio e amarrem-no em feixes para ser queimado; depois juntem o trigo e guardem-no no meu celeiro’" (Mt. 13:24-30).

O Reino dos Céus aqui é o conjunto daqueles que se tornaram “súditos de Deus”, ou seja, um grupo de pessoas que decidiram viver exclusivamente para servir a Deus cumprindo com todos os objetivos do Reino dos Céus entre nós. Conversão de pecadores e edificação de convertidos são, essencialmente, os dois maiores objetivos que engloba tudo que devemos fazer para cumprir com nosso mandado.

Neste contexto, a igreja é destaque como o ambiente que congrega dois tipos de pessoas. Aquelas que, genuinamente buscam servir a Deus (trigo), e outras que lidam com a igreja como um lugar apenas para preencher o tempo com entretenimento, dentre tantos outros como estádios de futebol, teatros, cinemas, etc. Estes dois tipos de pessoas, em sua essência e, consequentemente, em seu comportamento, vivem nas comunidades cristãs espalhadas em todo mundo.

O problema é que este relacionamento traz desafios enormes para aqueles que são responsáveis pela condução dessas comunidades. Como lidar com uma plateia dividida entre pessoas que empreendem esforços enormes para cumprir com os princípios estabelecidos por Deus em sua palavra e outros que vivem dissolutamente em razão de seu descompromisso com a Palavra de Deus e com o Deus da Palavra?

Necessário se faz, então, que nossas pregações sejam cristocêntricas, o que deve ser entendido como enfáticas na condenação do pecado, porém, misericordiosa no trato com o pecador. Obviamente que isto não significa ser conivente com o pecado, mas, ter o cuidado de pregar e ensinar a Palavra de Deus, com todo seu conteúdo condenatório e gracioso, sem desestimular o esforço de quem busca a santificação diária e contínua.

A parábola do trigo e do joio, mencionado acima, demonstra a preocupação de Cristo em preservar aqueles que desejam sinceramente servir a Deus e empreendem enorme esforço para isto. No ambiente comunitário cristão, ou seja, na Igreja local ou Reino dos Céus, os líderes devem ser instrumento divino para alertar as pessoas sobre os comportamentos que desagradam a Deus (pecados), mas, ao mesmo tempo, devem tomar cuidado para não “matar” aqueles que buscam o ambiente cristão para se aproximar de Deus e, em sua luta diária, precisam de estímulos para permanecerem na luta, apesar das quedas e das derrotas que intercalam os momentos de triunfos espirituais conquistados arduamente.

O propósito da igreja local para com os convertidos é a edificação, ou seja, compartilharem palavras e dons que animem uns aos outros na caminhada para a eternidade com Deus (Hb. 3:12,13; 1Ts. 4:13-18; 1Co. 12:25). Saliente-se que é legítimo, e um dever, o cuidado pastoral em “não” designar para posições de liderança em pequenos grupos nas comunidades, pessoas que estão entre nós, mas, não são dos nossos (joio). O que destacamos neste artigo é que, mesmo querendo coibir as ações maléficas do joio, devemos ter um cuidado maior na preservação daqueles que lutam para se firmarem na fé e crescerem na graça do Senhor Jesus.

Traduzindo em miúdos o que digo é: “se todas as vezes que vamos à igreja apenas ouvimos pregações raivosas e insultuosas, mais cedo ou mais tarde, não encontraremos ânimo para voltar”. Ressaltando, outra vez, que não se trata de acobertar pecados, se trata de lidar com o povo de Deus compreendendo a diferença entre quem serve a Deus e quem não serve. A justiça divina exige uma boa compreensão disto.

A batalha cristã é árdua e o pecado jaz a porta. Os apóstolos João (1 Jo. 1:8) e Paulo (Rm. 3:23) expõem o que Cristo nos faz recordar (Jo. 8:7), a verdade inescapável: somos, “todos”, pecadores. Então, em nossas reuniões comunitárias o que há de mais premente é a necessidade de sermos conduzidos por líderes intercessores, misericordiosos e pacientes, ao mesmo tempo em que sejamos ministrados por pregadores e mestres equilibrados o suficiente para saber a diferença entre joio e trigo. Desta forma, encontraremos a sabedoria necessária para neutralizar as más influências do joio, sem desestimular a luta do trigo.

Ressaltando a mensagem de Cristo: “Não expulsem os maus da igreja! Pelo contrário, aprendam a conviver com eles”. Pois, é melhor que haja esperança de convertermos os maus (joio), do que a frustração e a dor pela perda dos bons (trigo).

Como vai sua pregação?

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

A esquerda fazendo arte

Por Rodrigo Constantino
Na semana que passou, estive preocupado em me proteger do devastador furacão Irma, enquanto o Brasil falava da mostra “cultural” do Banco Santander. São imagens devastadoras também, ao menos para o cérebro das crianças (e elas estiveram na exposição, sem limite de idade). Tinha até pedofilia racista e zoofilia, um espetáculo de baixaria promovido com recursos públicos da Lei Rouanet.
A arte sempre teve um tom subversivo, e muitas vezes chegou a chocar. Mas eis a mudança na era pós-moderna: hoje tudo que choca é considerado arte. O intuito é só chocar, quebrar tabus, os poucos que restam. E se tudo é arte, nada é arte. Os “artistas” passaram a chamar lixo de arte, e isso é a morte da verdadeira arte.
Inúmeros brasileiros se revoltaram nas redes sociais, e milhares de correntistas do banco ameaçaram cancelar suas contas. O MBL assumiu a liderança de uma campanha contra a mostra, e o próprio Santander achou melhor encerrar a coisa, para desespero do curador, um sujeito ligado ao PSOL, que defende a ditadura venezuelana.
Após a decisão do banco, teve começo uma campanha de difamação da esquerda organizada. O MBL passou a ser acusado de “nazista”, uma ofensa aos judeus vítimas de Hitler. Boicote voluntário não é censura, e quem acabou com a mostra foi o próprio banco, percebendo que o tiro saíra pela culatra em termos de marketing de imagem.
A seletividade hipócrita da esquerda ficou exposta uma vez mais. O argumento de liberdade de expressão artística é claramente falso. Basta algumas comparações para deixar isso claro.
Enfiar uma cruz no ânus em praça pública é demonstração artística, mas desenhar uma charge de Maomé com bomba no turbante é uma ofensa gravíssima que justifica um atentado terrorista como resposta. Proibir com o uso do estado livros de Monteiro Lobato por racismo é reparação às injustiças passadas dos brancos malvados, mas boicotar voluntariamente uma mostra pornográfica com pedofilia e zoofilia bancada com verba pública é censura nazista de reacionário obscurantista.
Como não perceber a hipocrisia? O duplo padrão da esquerda salta aos olhos, e o destaque está no denominador comum de toda essa marcha das minorias oprimidas: demonizar o homem branco ocidental e o cristianismo. Alguém consegue imaginar a mesma turma de “intelectuais” falando em liberdade de expressão diante de um quadro com um Maomé gay sendo sodomizado por Trump?
Quando eu era moleque e fazia alguma besteira, minha avó falava que eu estava “fazendo arte”, ou seja, aprontando. É a “arte” que a esquerda faz hoje: só porcaria! E para atacar os valores morais burgueses estão dispostos até a defender um banco internacional. Vale tudo para destruir o Ocidente “patriarcal”.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Ex-modelo Afirma Que Foi Contratada Para Namorar Thammy Miranda

Em entrevista ao SuperPop desta segunda-feira, 28, na RedeTV!,a ex-modelo Laíne Souza afirmou que foi contratada para fazer um personagem, que incluiu realizar ensaios sensuais, filmes adultos e manter um relacionamento com Thammy Miranda.
Na época, a então modelo era conhecida como Julia Paes. “Foi o nome para o personagem que, na época, apresentei para os filmes, para as revistas, para o Thammy. Na época, eu não podia falar. Eu fui contratada para fazer esse tipo de trabalho, desde posar nua, toda essa repercussão”, disse.
Luciana Gimenez perguntou o trabalho incluía o namoro com Thammy e Laine respondeu que “sim”. O ex-BBB Ilmar, que participava do programa, também questionou se o namoro foi combinado. “Inicialmente, sim. Acabou virando realidade”, disse a ex-modelo.
Casada e mãe de quatro filhos, ela diz que perdeu o contato com o filho de Gretchen depois que mudou de área de atuação. “O Thammy é uma pessoa bacana, não tenho nada contra ele”, afirmou.
Hoje evangélica, Laíne diz que se arrepende de tudo o que fez. “Faria muita coisa diferente? Sim, mas acho que foi importante para o meu crescimento. Se eu não tivesse errado, talvez eu continuasse no erro. Eu tive as experiências ruins que fizeram eu me arrepender e produziram frutos ruins e me fizeram mudar de caminho”, afirmou.
Segundo ela, fazer filmes adultos foi uma decisão precipitada. “Não era necessário. Se eu tivesse tido um pouquinho mais de paciência, esperado, buscado, trabalhado, porque o dinheiro é consequência do trabalho. Por mais que tenha me trazido dinheiro, não foi de uma maneira legal e trouxe coisas ruins também”, lembra. Sobre os julgamentos que ainda diz receber, ela afirma que não se importa. “Errar é humano, eu errei. Assumi, é digno”, finalizou.
Fonte: Istoe.com.br