quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

E Tiririca Não Será Mais Candidato. Ufa!

Muito se fala sobre a decisão do então deputado Tiririca em não concorrer mais a qualquer cargo político. Levando em consideração sua atuação na vida parlamentar, o resultado de seu mandato é "zero". No entanto, ele considera o fato de ser assíduo no parlamento como testemunho da qualidade de seu mandato. Para alguém que tem a responsabilidade de legislar e fiscalizar as ações governamentais, é muito pouco achar que assiduidade no parlamento é suficiente para se considerar um bom deputado. Assiduidade é dever.

No "suposto" discurso de despedida, informa a platéia que está decepcionado com a atuação de "alguns" colegas parlamentares; diz ainda que jamais falará mal deles em qualquer lugar e que, se Lula for candidato, votará nele. Lembrado sobre os processos e a condenação que pesa sobre Lula, ainda assim, mesmo considerando que é complicado "esse negócio de processo", votará em Lula, porque fez muito pelo povo.

Parece que esqueceu. 

Em sua campanha eleitoral de 2010, ele perguntava aos eleitores: "o que é que faz um deputado federal? Na realidade, eu não sei, mas vote em mim que eu te conto." Bom, pelo que se vê, esqueceu que assumiu o compromisso de "contar o que um deputado federal faz". Pesa mais para ele ser leal aos seus pares, mesmo decepcionado com o que eles fazem, do que com o "povo" que ele diz se importar.

Rouba, mas faz? tanto faz.

Quando alega que votará em Lula, apesar de ser um condenado como corrupto, demonstra apenas que não têm a menor ideia de princípios que deve ser base de qualquer candidato à vida pública. Mas, "Lula melhorou a vida da gente". É a versão parlamentar do "rouba, mas faz" tão criticada alhures pelo próprio "povo".

Vai, mas a conta fica.

Enfim, Tiririca "provavelmente" (quem confia?) sairá da vida pública da mesma forma como entrou. Nulidade total. Porém, sua atuação nula gerou despesas para o "povo" da ordem de R$ 2.208.000,00 (...), só de salário líquido nos últimos oito anos (duas legislaturas), considerando sua informação de receber, R$ 23.000,00 líquidos, e deixando de lado os demais gastos ligados ao seu finado mandato.

Omisso?

No parlamento brasileiro de nossos dias só há dois tipos de pecadores: os que agem na defesa de um sistema corrupto que lhe beneficia e os que fecham os olhos e se omitem quanto a responsabilidade de condenar e agir em defesa da coisa pública e da idoneidade  ética e moral. Pelo visto, Tiririca vai se manter fiel ao grupo dos omissos (até prova em contrário) mesmo depois de abandonar a vida pública.

Nossa vida não é um picadeiro.

A eleição de um candidato como Tiririca, com todo respeito, já foi um desserviço a nação. Como ele, há tantos outros que deveriam sair. Mas, brasileiro é tão determinado que não desistirá de seu desejo de acabar com os frutos pobres da política, destruindo a árvore da democracia. Na fila já há como pré-candidatos, apresentadores de televisão, ex-jogadores de futebol, bailarinas, cantores e cantoras, filhinhos de políticos profissionais, e outros menos qualificados para a tamanha responsabilidade de construir um país e fazê-lo nação.

É por esta razão que brasileiro não pode reclamar de tudo que sofre. Só colhe o que planta. Feliz 2018!

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Os Vendilhões do Templo

“Quando já estava chegando a Páscoa judaica, Jesus subiu a Jerusalém. No pátio do templo viu alguns vendendo bois, ovelhas e pombas, e outros assentados diante de mesas, trocando dinheiro. Então ele fez um chicote de cordas e expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e os bois; espalhou as moedas dos cambistas e virou as suas mesas. Aos que vendiam pombas disse: "Tirem estas coisas daqui! Parem de fazer da casa de meu Pai um mercado!"” (Jo. 2:13-16).

Os vendilhões do templo vivem negociando coisas e, quando não tem o que oferecer, vivem assentados diante de mesas trocando dinheiro. Todo esforço dessa gente se resume em negociar produtos e mexer com dinheiro. Os vendilhões do templo não estão preocupados com a possibilidade de faltar elementos para o culto (bois, ovelhas e pombas), estão interessados apenas em ganhar dinheiro. É a mesma figura de hoje, quando muitos envolvidos com o cristianismo estão mais preocupados com sua manutenção pessoal do que com a falta de “mantimentos na casa do tesouro”. Em nossos templos atuais não há recursos na tesouraria para evangelismo, missões, ação social e escolas bíblicas (tudo depende de uma oferta extra), porém, não falta para distribuição nas mesas.

Os vendilhões modernos até pregam, mas, pensando no dinheiro; até dirigem igrejas, mas, considerando o dinheiro que arrecadarão; sua preocupação não são as pessoas, mas, sim, a pecúnia. Eles gostam de organizações religiosas (como os fariseus), por isso, brigam e defendem convenções, associações e denominações empresariais com unhas e dentes. Quando criticados por receberem altos salários das igrejas, questionam: “Quem vai cuidar de nós e de nossas famílias no futuro?” Respondo: “Vocês mesmos”. De que jeito? Da mesma maneira que os demais, cujo trabalho com suas próprias mãos sustentam suas famílias e cuidam do futuro de seus filhos. Aprendam uma profissão e conquistem um emprego ou um trabalho. Se os outros conseguem, porque os “generais da religião” não? Percebam que os outros, reles mortais (muitos, inclusive, oficiais de baixa patente na igreja), além de sustentar sua família ainda encontram um jeito de depositar dízimos e ofertas para manutenção da casa do Senhor e cumprirem sua missão espiritual. Milagre? Não! Trabalho! Coragem!

Querem ver uma revolução no meio das igrejas cristãs [com as raríssimas exceções de praxe]? Tirem o dinheiro da equação. Todos os envolvidos, digo “todos”, deveriam buscar seu sustento e de sua família em uma profissão (como apóstolo Paulo – At. 18:2-3; 1 Ts. 2:9; 2 Ts. 3:7-12), e todo, repito, “todo” dinheiro arrecadado em igreja deveria ser revertido para pagamento de suas despesas estruturais físicas, para desenvolvimento de trabalhos sociais (Tg. 1:27; At. 2:44-47) e para promoção de sua missão espiritual. A mão de obra utilizada deveria ser voluntária, filantrópica, exatamente como a maioria dos cristãos sempre fizeram.

Aí sim, veríamos aqueles que, verdadeiramente, foram chamados e aceitaram cumprir uma missão divina entre nós. Fora isso, nada mudará, pois, quando nos guiamos por Mamom (o deus-dinheiro), nossos pés irão apenas onde o dinheiro nos permite ir [pregaremos apenas em catedrais e não nas favelas], falaremos apenas o que o dinheiro nos permite falar [jamais ousaremos falar daquelas coisas bíblicas que confrontam a insensibilidade dos poderosos e as máscaras dos fariseus], nossas ações terão o cuidado de não mexer na estrutura que está posta para não contrariar o monarca da vez, evitando assim que, por sua vez, ele não nos impeça de voltar para pregar em sua “catedral”.

"Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós." É por isso que Jesus disse ser impossível servir dois senhores (Lc. 16:13).

Assim estamos. Igrejas cristãs permeadas por gente dependente da prebenta do mês recebidas a custas das viúvas, dos órfãos e dos trabalhadores-escravos que eles deveriam ajudar. Gente cheios de títulos e vazios do compromisso com Deus, gente que prefere ser sustentado por um sistema que espolia outros pobres invés de buscar o sustento pessoal com suas próprias mãos de forma que lhe permita, inclusive, se somar aos outros na missão de ajudar “viúvas e órfãos” (Ef. 4:28), gente que fala tanto em depender de Deus, mas, na verdade, dependem é do dinheiro que arrecadam dos pobres que se reúnem em torno de Cristo.

Não são chamados por Deus, pois, Deus não instituiu o “ministério dos vendilhões do templo”. Ao contrário. O senhor, com um chicote de cordas, os expulsou de lá. Deus chamou trabalhadores para sua seara. Ah, aqueles obreiros antigos, simples em suas vestes, puros em seus corações e fiéis em sua missão sacrificial. Eu vi e acompanhei gente assim. Obreiros dedicados e integralmente envolvidos em sua tarefa espiritual, ao mesmo tempo em que labutava para conquistar o “pão nosso de cada dia” para sua casa. Gente abençoada! Gente corajosa! Gente de alto nível moral e ético (no sentido do exposto no texto)! Gente que com sua envergadura espiritual mostrava muito claramente a diferença entre trabalhadores da seara e vendilhões do templo.

Os modernos vendilhões do templo não vendem bois, ovelhas e pombas, vendem uma imagem, vendem ilusão, vendem sensações e, desse jeito, formam novos vendilhões. O círculo vicioso permanece, até que um dia...

Jesus aparece, e com um chicote de cordas nas mãos, arrebentará com suas mesas e com seus negócios. Aguardem.

Minha casa é casa de oração, não um covil de ladrões” (Jesus em Mateus 21:13).

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

CEADEB x ADESAL - É feio, muito feio!


Os desdobramentos do litígio entre o presidente da CEADEB e o presidente da ADESAL prossegue revitalizando as feridas causadas pelo rompimento do vínculo de alguns pastores de sua convenção (CEADEB).

No mais recente episódio, uma decisão judicial interlocutória - sem definição de mérito - tomada na ação que a CEADEB move contra a ADESAL, foi entendida como um ato de destituição do pastor Israel Ferreira do comando da Assembleia de Deus em Salvador. Sem querer entrar nas questões técnicas da decisão (deixo isto para os advogados e rábulas), a decisão não dá nada a ninguém, haja vista uma série de “condicionantes” expressos no comando judicial. Na verdade, a decisão da desembargadora é uma espécie de carta do apóstolo Paulo aos Coríntios na versão para os assembleanos baianos: “se entendam!”

Ato seguinte a decisão mencionada, o pastor Valdomiro Pereira distribui um vídeo para os obreiros assembleanos. Nele, informa (ou desinforma) a plateia que o pastor Israel Ferreira foi destituído do comando da ADESAL, cabendo agora a indicação de um novo pastor pela CEADEB. No vídeo, ainda fala ao próprio pastor, ora dito destituído, que as portas da Convenção (CEADEB) estão abertas para ele e para os demais abrigados até então na CONFRAMADEB.

Em resposta ao vídeo do pastor Valdomiro Pereira, o pastor Israel Ferreira lança sua versão (sofrível, pela qualidade do áudio) informando que se mantêm no comando da ADESAL e que os irmãos assembleanos soteropolitanos devem se manter tranquilos na dedicação de suas vidas à Deus, abrigados nos templos sob controle da ADESAL.

Na versão do pastor Valdomiro Pereira, é utilizado um texto dos Salmos como preâmbulo para sua fala aos cristãos. Na versão do pastor Israel Ferreira, é enfatizado se tratar de uma batalha espiritual para destruir a igreja em Salvador. Não faço, nesse momento, qualquer juízo de valor sobre as informações expostas nos vídeos mencionados e os argumentos de defesa utilizados pelos dois pastores assembleanos. Mas, uma coisa digo e repito: “É feio, muito feio!”

Dois pastores que não conseguem atender o convite de Deus para serem humildes, a perdoarem-se mutuamente, a renunciarem o poder e a conciliarem esta relação institucional eclesiástica (Estas coisas que eles mesmos pregavam e pregam nos púlpitos de suas respectivas igrejas). Como não há forças para caminhar nesse sentido, os pastores são estimulados, desde a primeira audiência (pela justiça dos homens), a compreenderem que este é o melhor caminho (do acordo, da conciliação, do entendimento). A justiça dos homens concorda com Deus.

Neste contexto, há duas diretorias envolvidas. Há outros inúmeros pastores que ocupam, junto com os pastores Valdomiro Pereira e Israel Ferreira, as diretorias das respectivas agremiações religiosas. Onde estão? O que fazem? Porque permitem que estas instituições prejudiquem tanto a tão falada “igreja do Senhor Jesus?” (Me respondam, por favor, a seguinte questão. Se dois irmãos estivessem brigando no ambiente de suas respectivas congregações, como vocês agiriam ou agem?) Porque as respectivas assembleias ordinárias e/ou extraordinárias não colocam um ponto final nesta contenda interminável? Porque se omitem? Porque não destituem os dois? Percam os anéis, mas preservem os dedos, pelo menos.

Tenho irmãos (não cristãos) e colegas no trabalho que ressaltam esta briga toda vez que tentamos falar do evangelho e que, mesmo quando não falamos, eles insistem em nos lembrar e envergonhar pela contenda de vocês. Cansei. Estou cansado de tentar explicar o inexplicável. É feio, muito feio! Aliás, é horrível.

Um diz que a “igreja é de Jesus”, mas não abre mão de exercer o comando (???), outro informa que é alvo de uma batalha espiritual que visa destruir a “Igreja de Jesus” (???) e, ambos, em momentos diferentes (pastor Israel Ferreira, quando foi impedido de concorrer à presidência da CEADEB, e pastor Valdomiro Pereira, quando perdeu o “direito” de comandar a igreja em Salvador), recorreram a justiça dos homens para conhecerem a vontade de Deus (???).

Tentam (os dois) fazer-nos crer que estão em defesa da igreja. É a velha ideia esquizofrênica de defender, destruindo; de querer mudar fazendo igual. No afã de defender suas próprias convicções divorciadas da Bíblia e seus interesses pessoais, invalidam a própria Bíblia e estabelecem que os estatutos da CEADEB e da ADESAL valem mais do que a vontade de Deus e, por isso, pedem a ímpia justiça dos homens que digam quem será o nosso pastor.

Nesta contenda, pelo menos reconhecem que a comunidade dos assembleanos surgiu antes de qualquer convenção de pastores, e que a construção dos templos que abrigam este povo é fruto do árduo trabalho da própria comunidade e não das organizações religiosas que presidem. Então, apesar da “nossa” vergonha e do escândalo, podemos seguir sem eles.


Mas, é feio. Muito feio!

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Nós, os Medíocres

A vida é uma repetição. Uma sucessão de pensamentos iguais, conceitos iguais, palavras iguais e atitudes iguais com, logicamente, resultados iguais (Ec. 1:9).

Quando ousamos interromper esta sucessão de pensamentos, conceitos, palavras e atitudes iguais, alcançamos dois resultados: Ou elevamos nossa vida para um status de sucesso (colheita de bons resultados que surpreendem a todos, inclusive o próprio), ou lançamos nossa existência para o grupo dos destruidores de si mesmos (aqueles que suscitam de todos a sua volta o reconhecimento de que desperdiçou a sua vida, apesar de todos que o cercam).

Na repetição, ficamos na média. Não ousamos, nem desperdiçamos, assim, vivemos o que todos vivem e nos tornamos um entre aqueles que repartem o pouco que sobra para a maioria. Os medíocres. Não desfrutamos da vida nem a desperdiçamos, apenas vivemos como que empurrados pelo meio para um fim comum a todos, uma vida que passa sem deixar sua marca, sem vivê-la na plenitude dos prazeres oferecidos à todos e desfrutados por poucos.

Sucesso é o resultado de quem, em algum momento de sua vida, resolveu romper com a mesmice, com a repetição. Ousou usar a inteligência que Deus deu à todos para buscar um caminho alternativo, se recusou a persistir na repetição das mesmas atitudes de seus antecedentes visto o resultado que alcançaram. Estes são os que, normalmente, encontram mais sentido para suas existências.

Então, o ponto focal neste exato instante da existência terrena é o de sempre: “o desafio de romper com a repetição”.

Nosso maior problema é o medo que nos mantêm na média. Aliás, vale ressaltar, a maioria (os medíocres) são mantidos na média pelo medo que os impede de romper com a repetição. E assim seguimos com as mesmas dores, as mesmas angústias e a mesma inércia que nos mantêm no mesmo lugar.

É preciso cuidado, pois, alguns mergulham suas vidas em “bagulhos muito doido” alimentando em seus pensamentos a sanha de ser diferentes dos demais. No final, ficam apenas iguais aos que destroem suas vidas. Sendo assim, é melhor permanecer medíocre, pois, se não a elevamos, também não a destruímos.


Portanto, se você quiser melhorar de vida tem que romper com a mesmice, avaliando os prós e contras de cada decisão e, corajosamente, tomando cada uma delas. O sucesso ou fracasso pode estar logo ali na primeira esquina, ou no final da rua que você decidir entrar. O fato é que se você estiver entre os medíocres, jamais descobrirá. Medíocres não ousam sair da preferencial e dobrar a primeira esquina para descobrir o que tem lá.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Cristão Participando de Halloween?! Que Comunhão Há Entre Trevas e Luz?

Que história é essa de cristão participar do dia das bruxas?



O que é o "hallouween?"Halloween - conhecido como Dia das Bruxas - é uma celebração popular de culto aos mortosAlgumas teorias sugerem que a origem das comemorações do Halloween tenha surgido entre o povo celta, através das festividades pagãs do fim do período de verão e início do inverno, o “Festival de Samhain”, que acontecia no final do mês de outubro. Acreditava-se que nesta data, os espíritos dos mortos regressavam para visitar as suas casas e também poderiam surgir assombrações para amaldiçoar os animais e as colheitas. Todos os símbolos utilizados pelos celtas tinham como objetivo afastar os maus espíritos.

Vamos ser mais simples. A maioria das pessoas não sabem do histórico, porém, no imaginário, principalmente infantil, está esta homenagem ligada diretamente a "bruxas". O que é uma bruxa? "é o nome dado a uma mulher que supostamente teria pacto ou poderes demoníacos, uma feiticeira que pratica a magia negra, a bruxaria".

Então, ficamos assim. Hallouween tem a ver com espíritos dos mortos e bruxas que expõem o submundo das trevas em nossa existência.

Eis o problema. Como pode um cristão participar disso? alguns alegam que o halloween é muito popular nos Estados Unidos, e sendo os Estados Unidos um pais cristão, é aceitável. Argumento ruim esse. Quem valida se algo é permitido aos cristãos não são os Estados Unidos da América ou qualquer outro país, cultura ou pessoa. Quem valida as atitudes dos cristãos é a Bíblia - Palavra de Deus. Vamos a ela.

"...Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?" (2 Coríntios 6:14); "Não participem das obras infrutíferas das trevas; antes, exponham-nas à luz" (Efésios 5:11).

Eis o alerta! ...mas, ainda assim, você pode escolher participar do dia das trevas. Porém, precisa saber que as trevas agrada num primeiro momento e depois aterroriza apenas quem está no escuro.

Somos luz, logo, rejeitamos as obras infrutuosas das trevas, pois, não guardam qualquer relação conosco.

Fica a Dica.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Quem Fala em Nome do “Povo Brasileiro” ou da “Sociedade Brasileira?”

“...se vocês não concordam conosco, pelo menos, parem de falar em nosso nome.”

Eles costumam dizer na tevê que a sociedade brasileira é a favor da descriminalização do aborto (para não expor abertamente sua incoerência, disfarçam dizendo serem “as mulheres brasileiras”), dizem que as drogas são consumidas normalmente pela sociedade e por isso devem ser liberadas, afirmam que a “sociedade brasileira” aceita os novos modelos de famílias, incluindo indevidamente os pares transgêneros, dizem que o nu artístico é normal porque a sociedade brasileira do século XXI mudou. A partir de seu próprio “mundo”, informam aos demais que saímos da era das trevas para a luz, e por aí vai.

Inventam, diariamente, em programas de televisão e rádio, considerações de uma tal sociedade brasileira que não existe no Brasil. Na verdade, acham que sua realidade pessoal é a expressão da realidade social brasileira. É gente arrogante, confusa, que se meteram em problemas na vida pregressa, frutos de sua rebeldia familiar; atores e atrizes que, motivados pela fama e pela necessidade de “aparecer bem na fita”,  emitem opinião com base no “politicamente correto”, mesmo se contrário a suas convicções (precisam ganhar dinheiro fácil), profissionais da imprensa mentalmente corrompidos pelas viagens psicodélicas das drogas que experimentaram no tempo de faculdade se acham representantes de uma nova era de luz e conhecimento, tratando todos os que se lhe opõem como ignorantes, iletrados ou coisa que o valha. Ora, vejam só. Falam de uma sociedade brasileira que só existem em suas mentes deformadas e em seu mundo restrito que se estende até a janela do seu quarto.

Cerca de 57% da população brasileira é constituída de pessoas que professam a fé católica e cerca de 29% dizem ser evangélicos. Isto nos dá um total de 86% da população brasileira professando serem cristãos, ou seja, 175.440.000 (cento e setenta e cinco milhões, quatrocentos e quarenta mil) brasileiros, em 204.000.000 (duzentos e quatro milhões) dos habitantes neste país (dados de 2013).

Características dos brasileiros cristãos: São contra o aborto, são contra a união homo afetiva, são contra a prostituição, contra a exposição pública da nudez, contra as drogas (lícitas e ilícitas, exceto em tratamentos médicos), são contra a imoralidade, são contra baderna, são contra a violência em todas as suas formas, são contra os juros extorsivos e abusivos, e são contra outras inúmeras atitudes que atentam contra a ordem, a disciplina e a família tradicional.

Dito isto, quando qualquer pseudo especialista estiver na tela, ou em qualquer outro veículo de mídia, fazendo afirmações sobre a sociedade brasileira que esteja diferente deste padrão, é falácia. Na verdade, pregação. A ideia é permear a sociedade com mentiras a fim de convencer que é uma verdade (aqui está uma das razões do porque o alvo de suas barbáries são as nossas crianças. A capacidade infantil de identificar uma mentira e resistir-lhe é extremamente menor que um adulto – “É muito mais fácil deformar uma criança que convencer um adulto”). Alegam que a “sociedade brasileira mudou” (Só se mudou para alguma outra parte do mundo que não sabemos).

Um bom exemplo disto são os recentes casos de crimes praticados contra nossas crianças, contra a família e contra a moral da nação brasileira, ocorridas travestidas de exposição artística pelo Santander e pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo. Como a afronta rompeu com qualquer limite responsável, não poderia ter outra reação que não as que estão enfrentando. Não podemos aceitar que uma “minoria” tente modelar nossa sociedade com base em suas perversões e seus outros transtornos mentais.

As agressões perpetradas contra a sociedade brasileira (esta sociedade que os dados das pesquisas do IBGE afirmam existir aqui no Brasil) tem a reação que merecem. Imagine um pai de família (tenho duas filhas) tendo que achar “normal” uma apresentação supostamente artística onde crianças sejam estimuladas a tocar um corpo de um homem nu. Como pai, a vontade que me dá é (des)qualificar este pretenso artista, e seus comparsas, com uma série de adjetivos a “baixura” de sua estatura moral. Mas, vou manter-me no controle dos meus instintos mais primitivos.

Estes últimos acontecimentos demonstram o quanto afastado estão os que fazem e promovem esse tipo de arte e a população brasileira. A mídia expõe a atitude de quem protesta contra essas exposições como manifestação de conservadores, retrógrados, ditadores e fascistas. Nada mais fora da realidade, pois, são manifestações de pais e mães responsáveis que, esses, sim, representam o sentimento da população brasileira em relação as agressões que suas famílias vêm sofrendo.

Srs. da mídia, especialmente Globo, Bandeirantes, Veja e IstoÉ (ainda há outras), continuem forçando a barra e, depois, não reclamem do porque a lei e a ordem foi imposta a força. Aliás, caso não saibam, as autoridades constituídas são, legitimamente, os agentes da lei investidos de poder para fazê-la cumprir e ser respeitada, e essas leis são a expressão da “vontade da maioria da população brasileira”. Convém repetir de outra forma. Numa democracia, a “vontade” que prevalece é da “maioria” sobre a “minoria”. Não o inverso.

A sociedade brasileira não tem culpa das escolhas que vocês fizeram e fazem, não é culpada do seu convencimento de que a ideologia de esquerda é vanguarda no caminho para felicidade e paz social, a sociedade cristã brasileira não é culpada por vocês estarem perdidos e corrompidos pelo dinheiro e pela concupiscência carnal.

A sociedade brasileira, com base em seu perfil, pede que respeitem seu jeito de ser, seus conceitos, seus princípios, suas crenças e sua visão de mundo. Pede ainda uma coisa mais: se vocês não concordam conosco, pelo menos, parem de falar em nosso nome.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Não Queremos Financiamento Público Para Campanhas Eleitorais.


Diga NÃO ao financiamento público para campanhas eleitorais.

Se eles querem ser políticos, que sejam... com seu próprio dinheiro e esforço.

Financiamento Público Para Campanhas Eleitorais é dinheiro da saúde, segurança, saneamento básico e educação desviado para os bolsos de políticos malandros.

SOU CONTRA!