sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Aborto é Assunto de Homem. Também.

"Quando uma mulher engravidar sozinha, concordarei que o aborto seja "discutido" apenas pelas mulheres."


Para aqueles homens irresponsáveis que se interessam apenas em se relacionar sexualmente com a mulher e se desinteressam por ela quando são informados da gravidez, está perfeito. Que a mulher assuma a situação, viva suas angústias, tome essa terrível decisão sozinha e conviva com suas culpas. Enquanto isso, o folgado e irresponsável come, bebe, vai a balada e continua engravidando outras, como se já não bastasse o drama, que sua atitude leviana e inconsequente, jogou sobre a anterior.

O pior de tudo é que algumas mulheres desavisadas, outras manipuladas por movimentos feministas patrocinados, e outras fragilizadas emocionalmente e economicamente, concordam com a "opinião" dos especialistas de plantão: "este é um assunto que só deve ser discutido por mulheres". E assim seguem com suas dores, seus pecados e suas culpas.

Que Deus delas tenha misericórdia, e à eles lhes deem a merecida punição que seus atos clamam.

Aborto é assunto de homem! Também.

Recomendo a leitura de um artigo, publicado aqui, onde trato sobre aborto: "Meu Corpo, Minhas Regras?" Então, Porque Não se Matam?

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O PSC Nos Envergonha

Os jornais tratam das alterações protagonizadas pelos deputados federais no projeto de lei conhecido como "As Dez Medidas Contra Corrupção". Realizaram uma completa destruição do texto original encaminhado ao parlamento com apoio popular, alterando-o em pró dos desonestos.

No parlamento há um partido que utiliza o termo "cristão" em sua identificação, e tem como logomarca a imagem de um peixe (um dos símbolos do cristianismo). Trata-se do PSC - Partido Social Cristão. Espera-se que todos concordemos com o endurecimento das leis contra a corrupção neste país, especialmente, nós, os cristãos, tão ávidos por defender a moral e os bons costumes.

Eis que, na calada da madrugada, o Partido Social Cristão se alia a vários outros partidos, inclusive o corrupto PT, para mitigar as medidas contra a corrupção que, se não resolve o problema, aumenta o controle e as penas a serem aplicadas a quem comete desvios éticos e penais (Destaque-se: o deputado Erivelton Santana (PEN/BA), da Assembleia de Deus, também apoiou esta vergonha).

Nas alterações praticadas contra as medidas, o PSC, enquanto partido, endossou todas elas, envergonhando-nos como cristãos. O comportamento desse agrupamento político, que tem pastores em seus quadros, inclusive na presidência (Pastor Everaldo Dias Pereira - Assembleia de Deus), e aqui na Bahia é liderado pelo irmão Eliel Santana (filho do saudoso Pr. Rodrigo Silva Santana (in memorian)), deveria ser de protagonismo no endosso de tudo que coopere para impedir a corrupção e impor comportamento austero de nossos representantes.

Deveriam, invés de apoiar esta agressão a sociedade brasileira, apoiá-la, porque luta contra a imoralidade ética (nesse caso); invés de apenas apoiá-la, deveriam ir além. Por exemplo. O Senador Magno Malta lançou um proposta de redução do teto dos salários do funcionalismo público para R$ 15.000,00 (...). Como um Partido Cristão, deveriam se colocar ao lado do referido senador e dar corpo a proposta moralizadora, haja vista o disparate em relação ao salário mínimo de R$ 880,00 (...) pago aos trabalhadores "comuns" no Brasil. Aliás, porque não incluir a eliminação dos privilégios para as classes nababescas dos servidores públicos como políticos, magistrados, executivos, dentre outros (carros, motoristas, verba para combustível, passagens aéreas, jantares, viagens para turismo internacional disfarçadas de representação institucional, etc.)?

Como insisto aqui. Nossos políticos se identificam como cristãos apenas no discurso. Na prática, são tão iguais aos mais iníquos dos representantes do povo, que os torna condenáveis por serem mais injustos que os políticos indecentes e corruptos. Conhecem o padrão bíblico e tem o dever, pelo menos moral, de praticá-lo.

Eis as Palavras de Cristo:

"Pois eu lhes digo que se a justiça de vocês não for muito superior à dos fariseus e mestres da lei, de modo nenhum entrarão no Reino dos céus" (Mateus 5:20).

Das duas uma: Ou o PSC retira de si o viés cristão, ou passa a adotar comportamentos dignos de quem tem compromisso com Deus e sua Palavra. Tempo para o arrependimento ainda há.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Verdade Que Incomoda

O texto transcrito do "blog do Josias de Souza", reflete bem o que tenho insistentemente alertado aqui. Os líderes evangélicos perderam o bom senso no momento de escolher os candidatos indicados para representar nosso segmento, politicamente, no cenário nacional. Leiam e tirem suas conclusões. Se possível, deixe seu comentário.

"Prisão de Cunha e Garotinho mostra a evangélicos que Deus não é ‘full time’"

No Rio de Janeiro, os três políticos mais identificados com o eleitorado evangélico são Marcelo Crivella (PRB), bispo licenciado da igreja Universal; Anthony Garotinho (PR), fiel da igreja Presbiteriana; e Eduardo Cunha (PMDB), adepto da igreja Sara Nossa Terra. Crivella acaba de se eleger prefeito do Rio. Garotinho e Cunha estão presos. Essa conjuntura demonstra que Deus existe. Mas não é ‘full time’.

Denominações religiosas que se opõem à Universal, igreja de Edir Macedo, tio de Crivella, se articulam para produzir novos candidatos. Avalia-se que Garotinho está condenado à decadência política mesmo que se livre da acusação de chefiar um esquema de compra de votos na cidade de Campos dos Goytacazes. Quanto a Cunha, teme-se que a Lava Jato o torne um ficha-suja, afastando-o das urnas.
A despeito de seus alentados prontuários, Garotinho e Cunha se autoproclamam evangélicos desde a década de 1990. Em tempos de campanha, são auxiliados por uma legião de pastores, que fazem as vezes de cabos-eleitorais. Ambos utilizaram programas de rádio como palanques eletrônicos. Mais arrojado, Garotinho notabilizou-se por distribuir utensílios domésticos a donas de casa.
Ex-aliados, Garotinho e Cunha tornaram-se inimigos políticos. Um se refere ao outro como “ladrão”. Embora suas fichas indiquem que os dois talvez estejam certos, os líderes evangélicos que buscam novos talentos políticos não parecem preocupados com a debilidade ética, mas com a incapacidade momentânea da dupla de disputar espaço com Crivella e a sua Universal. Os supostos representantes de Deus fazem política com tal descompromisso moral que às vezes passam a impressão de que Ele não merece existir.
Fonte: Blog do Josias de Souza
Deus não é 'Full time' quer dizer que Ele não atua em tempo integral, ou seja, Ele não age durante todo o tempo, ou que Ele não consegue controlar "seus filhos" em todo o tempo, ou que Ele cochila, e durante esses cochilos seus protegidos ou controlados aproveitam para agir de forma antiética ou imoral, ou que, tendo seus "protegidos" agido de forma antiética ou imoral, Deus, por algum descuido seu, não viu ou não conseguiu impedir que eles assim agissem. Ainda pior. Deus, mesmo vendo seus "escolhidos" agirem de forma indevida, não pôde ou não fez nada para corrigí-los.
Srs. líderes evangélicos, sabem o que é que fica quando vocês indicam ou apoiam gente indecente para nos representar? Vergonha e desonra para o Sagrado Nome de Deus.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Na Democracia, As Pessoas Comuns Elegem Seus Representantes

No Brasil, os "especialistas" em eleições amanheceram com a língua sangrando...

Nos Estados Unidos da América foi eleito para presidente o magnata, Sr. Donald Trump. Esta "surpresa" trouxe, pelo menos, uma certeza: "a mídia esquerdista não aprende".

O que se via por aqui, durante a campanha americana, eram especialistas dando como certa a vitória da democrata Hillary Clinton. Certo comentarista chegou a afirmar: "na campanha americana não há dois lados, apenas um: o certo." Em sua análise, disse que o certo era a vitória da Hillary Clinton. Uma questão me invadiu a mente: "Quem definiu que o certo era a vitória da Hillary Clinton?" Logicamente que o próprio comentarista.

Não faço juízo de valor sobre os candidatos, ainda que tenha dúvidas sobre as ideias de Donald Trump. Mas, não apenas dele. As minhas dúvidas envolviam a Hillary Clinton, também. Nos dois candidatos vão encontrar prós e contras. Normal.

O que me chamou atenção foi o evidente traço esquerdista da imprensa brasileira. As notícias favoreciam a democrata, as imagens dos candidatos favoreciam a democrata, as informações relativas as pesquisas "tendenciosas" americanas favoreciam a candidata democrata até mesmo quando ela estava em desvantagem, enfim, nitidamente a Hillary Clinton era a escolhida dos esquerdistas de plantão (aquele grupo de iluminados que definem o "politicamente correto" para a população).

O problema para essa gente é que, numa democracia, o voto de cada um tem o mesmo peso e valor.

Seria de boa ajuda para a democracia se a imprensa se portasse dentro do seu estrito papel de informar. Não é bom para o ambiente social essa tentativa de manipulação das consciências e a tentativa de impôr a vontade das redações e da acadêmia sobre as decisões populares. Aliás, é preciso mais respeito às pessoas.

Foram as pessoas, habitantes nos Estados Unidos da América que, em sua maioria, escolheram seu governante, a despeito de tamanha pressão midiática contrária. Chamo a atenção sobre um detalhe. Há um movimento silencioso de rejeição social ao que a mídia insiste em pregar como "marcas" de uma sociedade moderna e vanguardista. A sociedade responde: "Temos nossos valores, crenças e desejos. Respeitem!"

A eleição americana nos ensina: "Os norte-americanos elegeram o magnata Donald Trump para o exercício da Presidência do seu país". É assim numa democracia. As pessoas vão as urnas e votam em quem "elas" querem.

Hoje, na imprensa e entre os "especialistas" aqui no Brasil, é só choro e blá,blá,blá...

O que dizer? Vê se aprendem! É democracia, estúpidos! Quem elege seus governantes são os habitantes, não apenas a imprensa e seus especialistas de estimação.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Somos o Que Somos. Nos Tolerem, "Tolerantes".

Como fruto do trabalho missionário, o Brasil vem se tornando um país de cristãos-evangélicos. Com todo respeito aos nossos irmãos católicos, já vai de longe o abandono dos brasileiros a religião majoritária, isto porque se tornaram apenas cristãos nominais, sem vínculos ou compromisso sério.

Em 2014 estimativas apontavam para cerca de 25,25% de evangélicos na população brasileira. Paralelo a este crescimento numérico, cresceu também a conscientização política dos cristãos em nossa pátria. Se antes "crentes" não se envolviam com política, apenas oravam, agora os cristãos, além de orarem, tem se posicionado no cenário político brasileiro. Como resultado, em cada legislatura cresce o número de representantes do segmento nas várias câmaras legislativas. Logo, aparecem aqui e ali alguns "especialistas" chamando a atenção para esse fenômeno e "alertando" sobre o perigo do Brasil se tornar um país fundamentalista cristão.

Não vamos entrar no mérito dessa questão, haja vista que, apesar do risco de um, dentre os vários líderes cristãos existentes, se desgarrar do evangelho genuíno e entrar pelo "evangelho meramente político", quem conhece o evangelho de Cristo sabe que a conversão genuína é aquela que o indivíduo voluntariamente aceita, e não aquela que lhe é imposta por leis, como uma obrigação.

Portanto, não há qualquer interesse no exercício do poder político "pelo poder político" na comunidade cristã no Brasil. No entanto, isto não lhe retira o direito de contribuir com ações políticas que melhorem a vida da população brasileira. Isto se faz através das ações sociais que a comunidade desenvolve no tecido social e, também, através de mandatos políticos.

A bancada de deputados cristãos, chamada de forma pejorativa por parte da imprensa brasileira de "bancada da Bíblia", chama a atenção pelo seu aumento a cada legislatura e pela defesa intransigente dos virtudes morais e da família tradicional.

Agora, alçando um novo voo, surge em várias cidades e estados brasileiros candidaturas de evangélicos para cargos políticos majoritários como prefeitos, governadores e presidentes de câmaras. Lógico, aqueles setores da mídia tão envolvidos (e sustentados) pelas ações ligadas a ideologia de gênero, libertinagem, esquerdismos, socialismo comunista, etc., se lançam na empreitada de barrar a qualquer custo o avanço dos evangélicos no país.

Um exemplo disto é a campanha difamatória perpetrada contra o Senador Marcelo Crivella no Rio de Janeiro. Sem querer exercer a defesa intransigente e cega, de uma hora para outra o Senador se tornou alvo de inúmeras denúncias e acusações que, observando mais a fundo, trazem nada com nada. E percebam que invés do evangélico, a mídia quer "impor" um radical de esquerda que realizou ações de apoio àquela gente violenta que inviabilizou os justos protestos de outrora e que apoia aborto, união de par como um casamento, liberação de drogas e inchaço da máquina estatal. Mas, porque isto? Muito simples.

Apesar de falarem em intolerância, eles, os secularistas, não toleram os evangélicos, apesar de se dizerem defensores de uma sociedade livre de preconceito, são, eles mesmos, preconceituosos em relação aos evangélicos, apesar de se identificarem como vanguardistas, progressistas e democratas, são a exata imagem do fascismos, das trevas e do autoritarismo.

Mas, fica a dica para os cristãos. Eles não gostam do que representamos, porque o que representamos se opõe ao que eles gostam e defendem. Hedonismo, libertinagem, promiscuidade, prostituição, adultério, homossexualismo, rebeldia, drogas, capitalismo selvagem, avareza, ganância, corrupção, e por aí vai.

Apesar de nossos problemas internos e de nossas "ovelhas negras", como defensores do evangelho, somos um movimento de contra-cultura atual. Não é um movimento novo. É o movimento de sempre dos cristãos. Tendo a Bíblia como nossa regra de fé e prática, toda sociedade que adota um comportamento pecaminoso e, portanto, rebelde para com Deus, sofrerá nosso protesto (por isso, "protestantes").

Vale pedir aos de má-fé não confundir "protesto pelos pecados" com imposição de leis religiosas à população. Mas uma vez. O evangelho só tem valor se adotado voluntariamente, sem qualquer tipo de imposição, manipulação ou obrigação.

Aos cristãos, lembramos: "Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia" (João 15:18,19).

Sigamos pois... Sendo o que somos, conforme a Palavra de Deus, e fazendo o que o Senhor nos orientou fazer, como posto na Bíblia Sagrada.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Ressaca Cristã Após Eleição Municipal

Eleição encerrada, pelo menos por essas bandas (Salvador/BA), é preciso algumas considerações sobre o comportamento da comunidade cristã em seus vários segmentos durante o período da campanha eleitoral.

De antemão, saliento que sou favorável a indicação por nossa comunidade de pessoas para concorrerem a cargos eletivos. É um direito, como cidadãos que pagam seus impostos, e um dever dos cristãos, como servos de Deus, contribuir para melhoraria do ambiente moral, social e espiritual em nossa sociedade.

A primeira constatação, que não é nova, é o fato da desunião em nossa comunidade. Várias denominações e, dentro das referidas denominações, vários candidatos que se lançam de forma indiscriminada. Cada uma com suas intenções, e cada um defendendo seus próprios interesses. Na maioria dos casos, os interesses pessoais (dos líderes que indicam e dos indicados) se sobrepõem ao interesse da coletividade.

Percebe-se a quantidade de homens separados para o santo ministério que se lançam como candidatos à um mandato político. São ministros do evangelho que, a despeito de sua chamada espiritual, decidem deixar em segundo plano sua missão evangélica. Respeito a decisão de cada um sobre sua própria vida. Porém, entendo que a missão que nos foi concedida pelo Senhor é de maior importância que uma atividade política. Lembremos que ao pastorado é separado aqueles homens que se dedicarão ao ministério em "tempo integral". Dito isso, a eleição para um mandato político implica numa renúncia ao seu mandato espiritual.

Há ainda o problema das denominações não observarem a necessidade de separar as coisas espirituais das seculares, principalmente no ambiente espiritual que chamamos de templo e, consequentemente, seus cultos. Entenda-se espiritual como aquilo que se refere às coisas eternas, enquanto que secular é tudo que diz respeito às coisas terrenas. Nossa ação espiritual tem reflexo sobre a vida das pessoas para a eternidade, enquanto que nossa ação política tem implicações meramente terrenas.

O que se viu durante esta campanha foi uma mistura indevida e profana das coisas de Deus com coisas do mundo. Eventos evangélicos organizados apenas para colocar em evidência o candidato ou candidata, utilização de templos para guarda de equipamentos e materiais de campanha, esvaziamento de atividade importante como Escola Bíblica Dominical apenas para que alguns irmãos, "inocentes úteis," possam atuar como cabos eleitorais em atividade ilegal como "boca de urna".

Infelizmente, nossa luta por uma comunidade mais consciente está longe de ser alcançado, isto porque o sentimento dos eleitores, votando com a "pulga atrás da orelha" sobre os nobres interesses dos candidatos, refletem no povo cristão com a mesma "pulga" na orelha dos eleitores cristãos, sobre a sinceridade de quem indica e de quem é indicado em fazer o que se deve fazer com base nos interesses mais nobres de nossa atividade espiritual. A desconfiança é geral.

Como melhorar isso? Educação cristã massiva e rígido controle sobre aqueles que lideram a comunidade cristã e sobre aqueles que acessam nossos púlpitos. Já seria, pelo menos, um bom começo.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Minha Oração à Deus Pelos Candidatos a Políticos Cristãos

"Senhor,
como brasileiros, somos envergonhados diariamente pelas atitudes mesquinhas e corruptas de políticos em nosso Brasil.

Pai, estamos chegando a reta final de uma nova campanha para vereadores e prefeito em nossa cidade. Entre os candidatos, há inúmeros pastores, presbíteros, "mulheres de Deus" e outros irmãos menos graduados que desejam uma vaga na câmara ou na prefeitura.

Senhor, a tua igreja em nossa pátria já sente tanta vergonha pela atuação daqueles políticos representantes dos cristãos que, por ação ou omissão, contribuíram para que chegássemos a este estado deplorável de fazer política com fisiologismo, nepotismo, corrupção e egoísmo...

Deus, eu te peço:

"Àqueles que por tua vontade permissiva, e por escolha nossa, forem concedido o mandato político de representantes dos cristãos,  mas não atuarem com integridade, humildade e coragem no combate as obras más, e com austeridade na administração dos recursos públicos, Deus, em nome de Jesus, recolhe-os à eternidade e não os deixes nos envergonhar ainda mais."

Pai, em nome de Jesus, insisto: "Se forem envergonhar teu santo nome e macular a honra da tua noiva em nosso país, RECOLHE-OS, Senhor, e os faça aguardar o encontro contigo no sheol ou no seio de Abraão, lugares mais distantes do Brasil que minha pequena mente consegue imaginar!"

Amém.