quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Eles Desafiam Darwin

Cientistas brasileiros se aliam a um grupo de acadêmicos americanos e começam a defender nas universidades do País que a vida teria sido criada por uma mente inteligente


Toda vez que é instada a dissertar sobre o início do universo e da vida, a maioria da comunidade científica apoia-se nos princípios de Charles Darwin (1809–1882), o biólogo e naturalista inglês que explicou a origem da diversidade da vida na terra com a Teoria da Evolução. Para esses darwinianos, novas espécies de seres vivos surgem por meio de mudanças graduais, geradas pela descendência e guiadas pela seleção natural.
 
Cresce no País, no entanto, um grupo de cientistas de currículos robustos dispostos a quebrar o paradigma da biologia evolutiva, defensores da Teoria do Design Inteligente (TDI). A vida, para eles, não se desenvolveu na Terra de forma natural, mas projetada por uma mente inteligente. “Conhecimentos científicos em bioquímica e biologia molecular cada vez mais apurados nos permitiram abrir a caixa preta chamada célula e enxergar nela um conjunto imenso de máquinas moleculares dotado de uma complexidade irredutível”, diz Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Não dá para pensar num motor desse tipo produzido por forças naturais. Foi decisão de uma inteligência que existe no universo.”
 
Autor de mais de 650 artigos científicos com mais de dez mil citações e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, Eberlin é o porta-voz brasileiro da TDI, um movimento que nasceu nos Estados Unidos no final dos anos 80. Por lá, há cerca de três mil adeptos, como químicos, bioquímicos, biólogos e físicos. Aqui, os seguidores ganharam corpo com a Sociedade Brasileira do Design Inteligente, constituída no mês passado. Com Eberlin na presidência e um comitê científico composto por alguns ex-darwinistas, a entidade recentemente deu vida ao 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, em Campinas, no interior de São Paulo.
 
Rodrigo Cardoso (rcardoso@istoe.com.br)

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Para Quem "Ainda" Acredita no Amor

Após 65 anos juntos, casal inglês morre com minutos de diferença

 
Depois de ficarem separados na guerra, Mavis e Harry não queriam mais ficar longe um do outro. Eles se conheceram ainda na adolescência, ficaram casados por 65 anos e, no início de novembro, morreram no mesmo dia, com apenas alguns minutos de diferença.
 
Harry Stevenson, de 88 anos, e Mavis Stevenson, de 89 anos, eram descritos por seus familiares como "um casal inseparável". Mavis foi a primeira a partir, na manhã de 3 de novembro, na casa de repouso St Werburgh's House, onde o casal morava, na cidade de Derby, na Inglaterra. Ela passou a viver no local depois que sua saúde piorou. Harry fez questão de também se mudar para o estabelecimento para que não ficassem separados.
 
"As enfermeiras disseram a ele da forma mais gentil possível que ela havia falecido", afirmou o sobrinho do casal, Stephen Creswell, de 63 anos, à agência de notícias Cater News. "Elas disseram que ele chorou um pouco, mas não foi nada dramático. Elas saíram do quarto e, quando voltaram, o encontraram morto, com uma lágrima ainda em seu olho."

"Amor eterno"

A condição de Mavis era frágil e sua morte, esperada. Já seu marido estava bem de saúde, apesar de requerer alguns cuidados. O casal se conheceu ainda na adolescência. Começaram a namorar pouco antes de ele se alistar para lutar na Segunda Guerra Mundial, em 1943. (...) Os dois se casaram pouco depois de Harry voltar para casa, onde ele trabalhou como marceneiro por 50 anos. O sobrinho do casal acredita que a separação durante a guerra tornou o laço entre eles ainda mais forte e que isso fez com que eles se recussassem a ficar separados outra vez.

Há cinco anos, a saúde de Mavis se deteriorou. Ela não podia mais sair de casa nem fazer trabalhos pesados. Harry assumiu as tarefas de casa, como cozinhar, limpar e lavar as roupas do casal, que não teve filhos. "Era adorável, porque foi uma completa inversão dos papéis que eles tiveram durante suas vidas. Era díficil para ele cuidar dela, mas Harry estava determinado a ficar na mesma casa que Mavis", contou Creswell.

"Final triste e feliz"

Quando a condição de Mavis piorou, ela teve de ser transferida para uma casa de repouso. A família precisou, então, buscar um local em que Harry também pudesse viver. Foi nesta casa de repouso que eles passaram seus últimos meses juntos. "Harry sempre pediu cobertores para ela e queria ter certeza de que ela estava sendo bem cuidada", relembra a gerente da casa de repouso, Grace Matebele. "Foi um final triste, mas também feliz."

Mesmo triste, o sobrinho do casal afirma que não poderia imaginar um final mais adequado para a vida que eles passaram juntos. "O amor deles nunca acabou, e sei que eles nunca gostariam de ficar separados. É muito triste, mas também maravilhoso, porque eles ficaram juntos até o fim e nenhum deles teve de ficar sozinho."

sábado, 15 de novembro de 2014

As Notícias Que Não São Notícias Porque Sem Sentido e/ou Sem Importância

Vejam as manchetes no site da Revista Veja - 29.10.2014.


Contra memória fraca, coma chocolate, sugere estudo



Observe: O estudo "SUGERE".



Chá e frutas cítricas podem prevenir câncer de ovário, diz estudo


Pesquisadores podem ter achado esqueleto completo de mamute


Observe: O chá, as frutas e os pesquisadores "PODEM" (ou não, acrescento).

Manchete no site da Revista Época - 29.10.2014
Regiane Alves interrompe licença-maternidade para voltar ao trabalho: "Uma loucura"


Observe: ???



Deu para entender?



Então... Cuidado com o que você lê.

A Turma da Mônica Doutrina Teus Filhos? Esta Notícia lhe Interessa.

Ilustração do livro "Meu pequeno evangelho"

Livro da Turma da Monica traz versão espírita do Evangelho

Por FELIPE PATURY - Fte.: Revista Época 13.11.14


O cartunista Maurício de Sousa já contou histórias de sua Turma da Monica nas mais variadas situações – inclusive religiosas. O que nunca tinha feito é um livro que juntasse Monica, Cebolinha, Cascão, Magali, Anjinho e Penadinho em histórias de cunho espírita.


Esse é o tema de Meu pequeno evangelho, livro que ele lançou em São Paulo. O livro foi escrito em parceria com o designer peruano Luis Hu Rivas, um entusiasta do espiritismo, e o baiano Alã Mitchell, convertido ao espiritismo aos 15 anos.

Casados por 73 anos, mulher e marido morrem com 28 horas de diferença

Helen e Joe Auer
Por Isabela Carrera
Fonte: Revista Época - 23.10.14

Esta história vai encantar as almas mais românticas. O casal americano Helen e Joe Auer permaneceu casado por mais de sete décadas até esta semana, quando a mulher morreu aos 94 anos na cadeira de sua casa em Ohio. Joe, aos 100, também se foi, apenas 28 horas depois.
 
Seus nove filhos, o mais velho com 72 anos, não se mostraram surpresos pelo impacto que a perda da parceira teve sobre Joe. Segundo eles, ninguém acreditava que o patriarca aguentaria dormir mais de uma noite sem ela. “Colocar minha mãe em uma casa de repouso não era uma opção. Ele cuidaria dela até o final – e cuidou. Se alguém estiver para se casar, deve se espelhar nos meus pais”, afirmou Jerry, um dos irmãos. Segundo os parentes, ao site Cincinnati.com, ao se despedir da mulher com um beijo, Joe sussurrou “chame-me para casa”.
 
A trajetória de Helen e Joe é permeada por romance e dificuldades. O casal uniu-se em matrimônio no ano de 1941, quando a Segunda Guerra Mundial estava iminente. Eles tiveram seu primeiro filho e, durante a segunda gravidez de Helen, Joe foi enviado pelo Exército americano para a guerra na Europa. Enquanto servia na França, ele recebeu uma fotografia da amada ao lado das duas crianças – esta foi a primeira vez que o marido viu a mais nova. Ele guardou a imagem dentro da carteira, onde permaneceu até sua morte.
 
Auer conseguiu escapar a salvo da Batalha da Normandia e retornar aos Estados Unidos, onde eles seguiram a vida e passaram por problemas financeiros. Joe começou a trabalhar como gravador e Helen a ajudar na cafeteria de uma escola local.
 
Além dos nove filhos, o casal também deixou 16 netos, 29 bisnetos e um tataraneto. “Eles viveram uma vida abençoada”, disse Mary, filha que se aposentou para ajudar a mãe com artrite e o pai a realizar tarefas domésticas como preparar refeições e lavar roupa. O enterro foi realizado na quarta-feira.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

A Fé que Remove... Templo.

 
A intervenção do homem na história humana realiza proezas como essa:

 
"O templo de Jerusalém foi construído por Salomão, reconstruído por Zorobabel, enfeitado por Herodes e transportado para São Paulo por Edir Macedo."