sexta-feira, 8 de julho de 2011

Cantores e Líderes Cristãos: Morrer Por Cristo ou Renunciá-lo?

No decorrer da história humana, sempre ocorreram embates que colocavam em lados opostos cristãos e pagãos. Não necessariamente o povo, mas, formadores de opinião que motivados pelo que crêem ou não crêem, resolvem lutar contra seu oposto. Equivocadamente, os pagãos acreditam que podem fazer calar ou mudar o pensamento de milhares e, hoje, milhões de pessoas que cresceram e se firmaram acreditando nos valores cristãos e nos princípios de fé estabelecidos na Bíblia Sagrada. Já de muito é conhecida a frase que: “cristãos é como massa de bolo, quanto mais bate, mais cresce”.

Nestes embates, os cristãos são conclamados a defenderem suas convicções e lutarem contra aqueles que querem contrapor Deus, isto por que, a batalha se torna batalha contra Deus e não contra os cristãos, e como enviados por Deus, os cristãos estão dispostos a lutarem até vencer ou morrer. Daí, as persistências na fé e na luta se tornam manifestação de fidelidade para com Deus por parte dos crentes. No primeiro século (d.C.), os cristãos morriam cantando.

A luta travada no seio da sociedade brasileira contra Deus e a fé do povo é apenas reação ao movimento de crescimento dos evangélicos no país. Emissoras de televisão, em especial a Rede Gaylobo de Televisão, abrem espaço em suas grades para a minoria xiita evangelicofóbica (termo adotado pelo Pr. Ciro Sanches Zibordi), por que sabem que suas condutas e pensamentos são contrários ao padrão bíblico de ser. Um país realmente cristão os obrigará a mudar conceitos, e aqueles que agem em defesa dos seus próprios (des)valores, encastelados em postos-chave, partem para tentar barrar o avanço.

Nesta batalha que envolve mídia, sentimos a ausência daqueles que, como cantores cristãos, arrebatam multidões em shows pelo Brasil afora. Recentemente, se travou uma breve discussão sobre a liberação do aborto no país e a única cantora que se manifestou, pelo menos que tenhamos visto em rede nacional, foi a Fernanda Brum, através de uma canção antiaborto. E os outros, onde estão?

Novamente em nosso país os cristãos são conclamados a se posicionarem em relação a assuntos de interesse da cristandade. Não está em jogo nossa aprovação para a prática homossexual, mesmo porque eles não precisam dela. O que está em jogo é nosso direito constitucional, líquido e certo, de livre manifestação do pensamento, seja religioso, seja filosófico. Os cristãos, especialmente os cantores e líderes, precisam se conscientizarem da necessidade urgente de unidade em torno dos princípios que todos nós defendemos e precisamos.

O pano de fundo na restrição que o homossexualismo tenta impor, através de leis ditas anti-homofóbicas, é a restrição do pensamento cristão na sociedade brasileira. Querem comer pela beirada, mas, o objetivo final é o prato todo. Sabem que no Brasil o cristianismo avança a passos largos e tentam, desta forma, evitar a salvação de milhares de outras vidas brasileiras. Eles investem em duas vertentes: na mídia, tentando convencer os 90% de cristãos (evangélicos e católicos) de que sua luta é legítima, e no Congresso Nacional, através de leis que impõem aos cristãos restrições (imposto sobre dízimos e ofertas, proibição de reunião em praça pública, limite de tempo para evangélicos na televisão brasileira, restrição na aquisição por parte de igrejas evangélicas de veículos de comunicação de massa, etc.).

Não é sem razão que implementaram a parada-gay (apoiados por suas “Martas Suplicys”, seus “Sérgios Cabrais” e ONGs estrangeiras); não é por outra razão que se vê a tentativa de limitar o tempo de programas evangélicos na televisão; não é sem outro objetivo que a maior rede de televisão do país investe em novelas e programas que glamouriza comportamentos imorais e a desagregação familiar praticados por uma minoria, num ato de frontal desrespeito a maioria que tem vergonha na cara e querem criar seus filhos e filhas com o mínimo padrão moral que possui valores mais excelentes como decência, respeito e integridade.

Deste modo, precisamos estar mobilizados quanto ao confronto de idéias na mídia e ao preparo do nosso povo na escolha de representantes políticos legítimos para defenderem nossas posições no Congresso Nacional.

Sendo assim, como o embate exige posicionamento, buscamos de todos que se dizem cristãos, sejam eles meramente cristãos ou, principalmente, cantores, levitas, sacerdotes, presbíteros, diáconos, evangelistas, pastores, bispos, apóstolos, patriarcas, vice-Deus ou qualquer outra designação que se queiram dar, que efetivamente demonstrem o que são e, publicamente, se manifestem contra os movimentos anticristãos e “evangelicofóbicos” dentro do ordenamento jurídico e do tecido social deste país.

Ninguém é obrigado a aceitar a Cristo, mas, todos devem ter a oportunidade de ouvir falar de Cristo. Nesta defesa, os cantores e líderes cristãos, por estarem em evidência e arrebatarem multidões em seus shows e reuniões, devem ser atuantes na defesa dos princípios cristãos e na preparação adequada do nosso povo. Devem, como Jesus conclama em Apocalipse 3:15,16, serem “quentes ou frios”, caso contrário, o Senhor os vomitará da sua boca.

Jesus insiste: “Qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do Homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos” (Lc. 9:26). Como no primeiro século da era cristã, somos conclamados a decidir: “morrer por Cristo ou renunciá-lo?” Tome sua decisão e mãos a obra, ou...

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