domingo, 28 de agosto de 2011

Prudência - Arma Eficaz Contra a Infidelidade Conjugal



Infidelidade é a desconsideração da confiança depositada em si por outro. É uma deslealdade, ou seja, uma quebra de compromisso.

Em dos fundamentos do casamento é a lealdade que cada um dos cônjuges assume em relação ao outro. Este valor, é base para um casamento duradouro e maduro. Sem esse requisito, a relação conjugal tende a tornar-se apenas uma relação social comum, equiparando os cônjuges a amigos ou colegas, cujas relações são apenas fraternas, adicionadas com sexo, porém, sem a confiança e a preferência, características genuínas de uma relação conjugal autêntica.

Prudência é a capacidade que faz prever as faltas e os perigos. É enxergar o abismo ao longe e desviar-se dele. É a virtude que evita a queda.

Os atos de infidelidade conjugal é o resultado do encontro entre a carnalidade e a oportunidade. O cônjuge, talvez num momento de instabilidade matrimonial, inflamado pela paixão carnal ou instinto sexual (eros), se vê envolto num ambiente em que a infidelidade será consumada apenas com a atitude do “deixa a vida me levar”. Toda infidelidade é resultado de um ato inconsequente.

Lembremos o caminho que leva ao pecado, conforme menciona a Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, na carta do apóstolo Tiago, capítulo 1, versículos 14 e 15:

“Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz ao pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte”.

Se dermos o nome que define a infidelidade à luz da Palavra de Deus, podemos ler assim:

“Mas cada cônjuge é tentado, quando atraído e enganado pelo seu próprio instinto sexual. Depois, havendo o instinto sexual sido atendido, dá à luz a infidelidade; e a infidelidade, sendo praticada, gera o adultério ou a morte  do relacionamento conjugal”.

Portanto, diante do quadro exposto, temos um elemento fundamental para quem deseja conduzir seu matrimônio sob a égide do respeito aos compromissos assumidos diante de Deus, da igreja, da família e da sociedade: Prudência.

Para o marido, sua melhor “amiga” é sua esposa, da mesma forma que para a esposa, seu melhor “amigo” é seu esposo; Para o marido, sua melhor “confidente” é sua esposa, da mesma forma que para a esposa, seu melhor “confidente” é seu esposo; para o esposo, a mulher mais bonita e sensual é sua esposa, da mesma sorte que, para a esposa, o homem mais belo e inteligente é seu marido, mesmo nos dias maus (use a fé).

Nestes termos, os relacionamentos dos cônjuges, fora do ambiente conjugal, que podem de alguma forma destoar para um envolvimento mais íntimo e, consequentemente, indevido, são previsíveis. Se são previsíveis, utilizando-se a prudência, podem ser colocados à uma distância segura do coração, da mente e da carne de quem quer manter a integridade matrimonial em sua casa.

Nos tempos ditos modernos, o que não falta são oportunidades para deixar de lado os votos e as virtudes que amparam as relações humanas, principalmente, na esfera do casamento, e mergulhar-se em relações impróprias cujo prazer dura pouco e os problemas, dores e feridas  durarão por toda a vida.

O melhor a fazer, com absoluta certeza, é amar o seu cônjuge com todas as forças de seu coração e vontade de sua mente, andando prudentemente como convém a quem deseja servir a Deus e, ao final de sua vida, ser considerado(a)  como um(a) “homem/mulher íntegro e temente, que se desvia do mal”.

Ef. 5:15,16“Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo, porquanto os dias são maus”.

Amém.
Fiquem bem...
Fiquem com Deus.

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