sábado, 27 de agosto de 2011

Invés de Contar Com o Divórcio, Conte Com Deus Para Ser Feliz Em Família


O Que Deus uniu não o separe o homem” (Mt. 19:6). O casamento é a união de um homem com uma mulher com a disposição mútua de viverem o resto de suas vidas unidos debaixo do mesmo teto. Esta união implica em cumplicidade, lealdade e fidelidade um para com o outro. Não é uma união apenas fácil ou apenas difícil, mas, às vezes fácil e às vezes difícil.

O ser humano, seja homem ou mulher, por si só, já é um cidadão complicado. Nunca está satisfeito, muitas vezes, nem com ele mesmo. Imagine num casamento em que a proposta é de união entre um homem (+ razão) e uma mulher (+ emoção), pessoas com mais diferenças do que semelhanças.

Apesar das dificuldades intransponíveis que esta relação possa aparentar, ela é, além de possível, necessária, no minimo, para perpetuação da espécie. E aqui não se resume apenas ao ato sexual, mas, a criação de nossos filhos, futuros cidadãos, dando-lhes a base para a relação social sadia e equilibrada, elementos que somente numa família consolidada e estável ele poderá desfrutar na sua integridade.
                                                   
O nível de comprometimento com o casamento está relacionado com o nível de maturidade dos envolvidos. Por esta razão os casamentos se tornaram fúteis, pois, “colocaram na cabeça da juventude” que esta união é apenas para o sexo. Como o sexo é a coisa mais fácil nos dias atuais, para quê casar ou para quê manter um relacionamento com alguém tão diferente e que exige tanto da gente se posso descartar, aparentemente, sem problema algum? Logo, quem casou, na primeira instabilidade relacional, acreditam que a melhor alternativa é cada um para o seu lado. Nada mais enganoso. Se um problema já é difícil, imagine dois.

Dentro deste conceito de futilidade que envolveram esta bela união e, porque não dizer, nossas vidas, oferecem-nos como via normal ou comum, o divórcio.

Divórcio é separação, é o ato de desintegrar o que nasceu com o propósito de ser duradouro. É o reconhecimento da incapacidade de amar, haja vista que amar é querer e, para isto, assumir os riscos e as dores da luta. Se Jesus nos conclama a amar até mesmo nossos inimigos, porque desistimos de amar o cônjuge apenas em razão de nossas diferenças?

Divórcio, além de todas as dores que causa, é uma agressão ao desejo divino de oferecer ao ser humano o gostoso sabor da igualdade, da irmandade no seu aspecto mais sublime.

Divórcio é um contra-senso, porque é em família que nos realizamos e nos sentimos acolhidos com nossos defeitos e virtudes. É em família que nos permitimos ser o que somos e, mesmo em nossas fraquezas, nossos entes queridos não abrem mão de nos honrar e contribuir para que melhoremos como pessoa e como família.

A futilidade dos “amores promíscuos”, que tentam reduzir um relacionamento matrimonial duradouro e divino a espasmos periódicos variáveis, não passa da tentativa dos seres humanos em se tornarem apenas bestas-feras. Nem humanos, nem animais. Apenas resultado advindo do ato dos formadores de opinião, que no auge da sua própria insanidade desejam levar toda a humanidade para o abismo sombrio de suas incertezas, incapacidade e frustrações.

No entanto, apesar deles, há um Deus que se dedica em aconchegar você e sua família no caminho difícil da sobrevivência em meio ao caos. Antes de olhar o divórcio como a única porta de saída dos problemas familiares, olhe para o céu, leia a Bíblia e seja feliz ao lado daquela pessoa que se dispôs a ir com você até o fim. Deus os abençoará.

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