sábado, 24 de março de 2012

A Prosperidade em Três Movimentos Cristãos

Prosperidade (Ter) - Condição de possuir bens ou riquezas materiais (At. 19:25; 1Co 16.2).

No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar” (1 Co. 16:2).

Prosperidade (Realização) - Alcançar o resultado pretendido (Dt. 28:29; Dt. 29:9).

“Apalparás ao meio-dia, como o cego apalpa nas trevas, e não prosperarás nos teus caminhos; porém, somente serás oprimido e roubado todos os teus dias; e ninguém haverá que te salve” (Dt. 28:29).

Prosperidade (Felicidade) – Sensação de bem-estar (Sl. 73:3; Sl. 30:6).

“Na sua casa há prosperidade e riqueza” (Sl. 73:3).

A Moderna Teologia da Prosperidade

Características:

1.       Tem a posse de bens materiais como resultado de uma vida abençoada por Deus (Isto se estende à igrejas/denominações – Catedrais, templo de Salomão, etc.);
2.       Condiciona o recebimento de bênçãos divinas a uma atitude humana, ou seja, um voto financeiro (Sacrifício);
3.       Ela não admite o “não” de Deus quando o devoto cumpre com a sua “obrigação” (“coloca Deus na prensa, no canto.);
4.       Ela é fundamentada na “confissão positiva (enfatiza o poder do crente em conseguir tudo o que quiser)”;
5.       Torna Deus refém de supostas leis criadas por Ele mesmo, sendo uma delas, o “determinismo” (Deus é um servo, não um Senhor).

Prosperidade em Três Movimentos Cristãos

1º - Juntem tesouros nos céus.

“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mateus 6:19-21).

Como ser próspero do ponto de vista de Cristo (Mt. 5):

a)       Prática de boas obras (v. 16);
b)      Cumprimento e ensino das escrituras (É entendida como “justiça que excede a justiça dos homens) (v.17-20);
c)       Vivendo em paz com seus irmãos (v. 21-26);
d)      Agindo com o adultério de forma preventiva (v. 27-32);
e)       Sendo íntegro em seus compromissos (sua palavra é testemunha de sua honra) (v. 33-37);
f)        Sendo perdoador e compassivo (v. 38-42);
g)       Ama indistintamente (quem assim faz, torna-se perfeito com o Pai) (v.43-48).

2º - A quem Servir: Deus ou Mamom?

Antes de conquistar riquezas, o cristão precisa definir a quem quer servir.

“Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom” (Lucas 16:13).

I-                    O acúmulo de riquezas é incompatível com o absoluto senhorio de Cristo (Jovem rico – Lc. 18);
II-                  O acúmulo de riquezas te torna arrogante;
III-                O acúmulo de riquezas te torna inseguro e medroso - Lc. 16:3 “Trabalhar na terra, não posso; também de mendigar tenho vergonha”;
IV-                As riquezas testam o teu caráter – Lc. 16:10 “fiel no pouco é fiel no muito”;
V-                  O apego as riquezas impõe aos homens muitas dores (1 Tm. 6:10).

3º - Solidariedade

“Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade” (Efésios 4:28).

O que a gente faz com a riqueza? Solidariedade (Mc. 6:35-42).

A verdadeira prosperidade cristã:

a)       Nos lança num saudável relacionamento com o povo – “Ide ver o que eles têm: necessidades e utilidades”;
b)      Não se baseia em quantidade, e sim, em obediência as orientações de Cristo – “porque o dono dos cinco pães e dois peixinhos liberou aos discípulos seu lanche?”
c)       Se baseia na ordem e na justiça distributiva – “Imagine alimentar cerca de 12.000 pessoas. Sem uma mínima organização alguém ficaria com fome. Cristo orienta grupos pequenos para que, assim, todos possam ser próspero (grupos de cem e de cinquenta)”.
d)      Implica em receber muito, para repartir por todos;
e)       Não deixa ninguém a margem – “todos comeram e se fartaram – v.42.”
f)        Só revela o milagre no fim – ver os versos 43 e 44.

“Deus está pronto a multiplicar tudo que a gente está pronto a repartir” (Pr. Ariovaldo Ramos)

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