sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O Governo Gasta Além do Que Pode, Faz Dívidas, e Agora me Chama Para Pagar a Conta!

O Brasil está na pindaíba!

Fruto de uma política econômica equivocada, perpetrada por um partido equivocado e mentiroso (PT), amparado por um partido oportunista (PMDB), e fiscalizado por uma oposição inócua e cúmplice (PSDB, DEM, e outros), a situação econômica, social e moral brasileira se degradou (e continua piorando). Agora, correndo contra o tempo, batendo cabeças e rodopiando como "baratas tontas", procuram, desesperadamente, uma forma de sair da crise em que nos meteram.

Com uma máquina administrativa "exageradamente" grande nas três esferas do poder (Executivo, Legislativo e Judiciário), gastam fortunas com mordomias e salários astronômicos. Além disto, transformando o país num Estado paternalista, alimentam a sanha e a preguiça de milhões de parasitas que nada produzem e ganham por isso.

Espalhados em sindicatos, ONGs, partidos políticos, associações, etc., são alimentados pelo suor do rosto de milhões de brasileiros que esperam apenas um Estado que cumpra com suas obrigações primordiais. Saúde, educação, segurança e habitação. Não poderia obter outro resultado senão a bancarrota, pois, se gastamos grana com quem não gera sua própria riqueza, alguém, ou "alguéns", tem que pagar a conta.

"Não nos chamam para a festa e agora querem que a gente pague a conta!" (ouvi de outro indignado).

Para resolver o problema em que nos meteram, conforme economistas e sociólogos, o jeito é ajustar as contas públicas. Entendamos. Ajustar as contas públicas é ajustar a relação entre o que se arrecada e o que se gasta. Eis a fórmula. Mais menos menos deve ser igual a mais (+2-1=+1), ou, no limite da responsabilidade ou irresponsabilidade, igual a zero. No governo atual, a conta tem sido Mais menos menos é igual a menos (+2-3=-1). Não vai dá em boa coisa.

É reconhecimento geral entre os especialistas que o Estado brasileiro gasta muito por causa do seu tamanho. Não precisamos ser especialistas para perceber isso. A ideia é que o Estado tem o tamanho necessário para prestar um bom serviço a sua população. Com a palavra a população brasileira.

Além do tamanho do Estado, escondido dos olhos de, aproximadamente, 90% da população brasileira, existe um país rico que gasta uma fortuna incalculável com "mordomias" para suas "excelências", os "sangradores-da-riqueza-do-povo-brasileiro."

Faça, você mesmo, uma simples conta com os valores gastos por suas "excelências" Presidente, vice-Presidente, Ministros de Estado, Magistrados, Senadores, Deputados, Governadores, Prefeitos, Vereadores e seus assessores, motoristas, garçons... Faça a conta das viagens, nacionais e internacionais, que frequentemente realizam para fazer turismo disfarçado de intercâmbios, congressos, reuniões, etc.

É um acinte o gasto! E mais acintoso ainda é querer que nós, brasileiros, já tão assoberbados por impostos e com nenhum retorno por eles, "nos unamos nesse momento difícil" para tirar o Brasil do buraco aumentando ainda mais os impostos nas nossas costas e reduzindo benefícios sociais. Leia-se: aumento do preço de tudo (luz, água, telefone, combustíveis, alimentos, mendicamentos, etc.) e redução do suporte àqueles brasileiros que realmente precisam (aposentados, desempregados, estudantes, etc.).

A mentalidade ainda é a de sempre. Somos nós, os pobres coitados dos brasileiros comuns, que devem pagar a conta depois que eles fizeram (e ainda fazem) a farra.

Suas excelências irresponsáveis, se realmente querem tirar o país do buraco, comecem reduzindo o tamanho da máquina pública. Não precisamos de 39 ministérios, não precisamos pagar salários exageradamente altos para funcionários públicos, não precisamos pagar por mordomias como carros com motoristas (só uma troca de carros feita agora pelo Senado Federal custou R$ 2.000.000,00 - dois milhões de reais), passagens aéreas (numa única viagem que alguns senadores farão à China (Renan Calheiros liderando, estimam-se um gasto, apenas com as passagens, entre R$ 200 e 800.000,00), não há necessidade dessa infinidade de assessores, não precisamos de quase 100.000 cargos comissionados (aqueles cargos destinados aos apadrinhados), as empresas públicas não precisam pagar para patrocinar atletas, times de futebol, cantores, atrizes e atores, não precisamos dos bancos públicos que apenas subsidiem os projetos dos amigos do poder, etc.

Ainda. Se quiserem mais ajuda, chamem os banqueiros, que independente da existência ou não de crise, SEMPRE ganharam dinheiro nesse país, taxem mais pesadamente as grandes fortunas que as socialites fazem questão de esfregar na nossa cara, cobrem mais imposto sobre as transações envolvendo jogadores de futebol e suas cifras milionárias, etc., etc., etc.

Ora, ora...

Já dizia a velha (e atualíssima) sabedoria popular, que vem do tempo de minhas avós, "quem pariu Mateus que embale o berço". Quem fez esse rombo que tape. É para indignar todo e qualquer pai de família que, minimamente, pense. As dificuldades que enfrentamos para gerir nossa casa e família é agravada por esse estado de coisas. Depois, eles, que manipulam os meios de comunicação e tem um exército de imbecis que ficam nas redes sociais defendendo o indefensável (claro que levando algum ($), direta ou indiretamente), acham que os brasileiros indignados vão para as ruas sem razão.

Brasileiros, preservando a democracia e fazendo uso do nosso direito de livre manifestação, vamos, sim, para as ruas dizer que não aceitamos aumento de impostos e redução das conquistas sociais. Já passou da hora de colocarmos este país nos eixos. Ou todos participam da festa e pagam a conta, ou não tem festa!

Simples assim.

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