quarta-feira, 6 de outubro de 2010

DILMA A FAVOR DA VIDA? QUE VIDA?

Acuada pela perda dos votos daqueles que defendem a vida, a candidata de Lula disse:

1. "Quem me conhece sabe" (Só Lula poderia conhecê-la; como Lula sempre diz que não viu nada, consequentemente, não a conhece também);

2. "Sou de uma família católica" (Não disse nada. Ser da família não significa que é católica. Há muita gente nascida em família evangélica que adotou o caminho do crime organizado);

3. "Sou a favor da vida" (Pode parecer que ela está dizendo ser contra o aborto. Veja o restante da frase);

4. "Quem luta contra a pobreza é a favor da vida dos marginalizados" (Essa mania de político de usar as palavras para ludibriar seus eleitores. O que ela quer dizer com isso? Que é contra o aborto? Não. Ela está tentando iludir a opinião pública, fazendo com que as pessoas acreditem no que ela "não" está dizendo).

Acredito que o ponto é: Dilma, a senhora é a favor ou contra o aborto? Basta responder de forma objetiva e clara. Sou contra. Sou a favor. A partir daí, assuma o custo de sua posição.

Nossa população é, em sua quase totalidade, cristã. Ela defende a vida, sendo, portanto, contra o aborto. Isto não significa que estamos de olhos vendados para as mulheres que morrem em clínicas clandestinas, em decorrência de aborto ilegal realizado por médicos inescrupulosos; Não estamos cegos para as crianças indesejáveis que nascem sem o carinho, proteção e amor dos pais, condenadas a viverem à margem da sociedade.

O que defendemos é que o problema deve ser tratado na nascente. É neste ponto que a comunidade autenticamente cristã diverge dos demais. O que se precisa interromper é a prática da relação sexual indiscrimada, incentivada pela distribuição de camisinhas em escolas públicas e propagandas tendenciosas custeadas pelo dinheiro de nossos impostos. Desta irresponsabilidade é que surge a demanda por aborto. Na verdade, na verdade, é a tentativa de fugir das responsabilidades advindas das atitudes (Aguardem que eles vão querer aprovar também a eutanásia). Ter liberdade para fazer sem assumir as responsabilidades do que foi feito é "impunidade".

Um casal que optou pelos laços do matrimônio e constitui uma família consciente da quantidade de filhos que deseja e pode ter, conhece os métodos contraceptivos "não-abortivos" disponíveis no mercado, e vai gerir suas vidas sem a mínima preocupação com aborto. Pelo contrário, a notícia da gravidez será, sempre, festejada, e esta nova vida será respeitada desde o início de sua gestação.

Os malandros de plantão querem continuar praticando toda sorte de promiscuidade, sem a preocupação de assumir as responsabilidades advindas de seus atos, e neste balaio de gatos, as mulheres são convencidas a oferecem seus corpos apenas como objeto de prazer, assumindo, apenas elas, os riscos da relação imprudente. Ora, aprovando o aborto, haja carnaval, haja bacanal, e se houver uma criança sendo gerada a partir destas atitudes insanas, basta matá-la.

Aborto é a prática do homícídio mais cruel e covarde que pode existir, pois, além de não dar chance de defesa ao nascituro, não tem a coragem de olhar nos seus olhos.

Já que este é o assunto em voga, que Dilma e Serra digam de forma clara se são a favor ou contra o aborto, aí, então, somando outras questões importantes, deixem que os brasileiros escolham.

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