segunda-feira, 13 de abril de 2015

Qual a Tua Escolha?

Todos os dias somos convocados para a difícil arte de decidir, todos os dias nos é imposta a dura missão de fazer escolhas e todas as manhãs iniciamos nossa trajetória num caminho de acertos e erros. Diante disto, é importante atentarmos para os conselhos de Deus, haja vista que, sem eles, desconheceremos o todo e, consequentemente, nossas decisões terão como base a visão defeituosa que temos de nós mesmos e do mundo.

Deus é a fonte de todo conhecimento. Um de seus atributos é a onisciência, ou seja, o conhecimento pleno de todas as coisas do passado, do presente e do futuro.

A despeito do que pensam alguns críticos da Bíblia, dos cristãos e das denominações cristãs, nossa adesão não é por coação, lavagem cerebral ou hipnose. Nos juntamos ao grupo dos cristãos por entendermos ser a melhor opção, ou talvez a única (no nosso entender, repita-se - você pode respeitar isso?).

Reconhecemos o pleno conhecimento divino sobre tudo e todos e aceitamos o fato de que a Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus revelada. Esta é a razão por que nos colocamos numa atitude de submissão voluntária. Destaque-se que na submissão voluntária nosso direito de livre escolha é preservado, o que nos mantêm na direção de nossas vidas e, consequentemente, de nossas decisões.

Nós, cristãos, não somos marionetes. Marionetes não exercem o controle sobre sua vontade. O que acontece é a transferência "voluntária" do controle de sua vida para Deus, que a exercerá através dos conselhos encontrados na Bíblia Sagrada. Isto é o reconhecimento de que os caminhos traçados por Deus são maiores e melhores que os caminhos escolhidos por nós (Is. 55:8,9).

"Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o bem desta terra" (Is. 1:19).

Como não reconhecer que amar é melhor que odiar, que repartir é melhor que acumular e que perdoar é melhor que vingar? Como não reconhecer que, diante de tudo que disse, fez e sofreu, Jesus seja o que Ele disse Ser: o próprio "Deus" entre nós? Ninguém faria o que Ele fez se não fosse o que Ele disse que era. Racionalmente aceitamos estes fatos e ponto final. Se houver alguma coisa diferente e melhor, estamos dispostos a analisar e, criticamente, chegarmos a nosso próprio veredito.

Por sermos assim, não nos tornamos massa de manobra de ninguém. Nenhum outro ser humano nos dominará, seja "especialista em qualquer coisa", padre, político ou pastor, pois os caminhos que adotamos são aqueles que expressamente a Palavra de Deus nos recomenda. Aliás, recomenda à todos.

Reconhecemos que é um caminho difícil, pois, para fazer o mal não nos é requerido qualquer esforço. Já para fazer o bem, ou o que é certo, somos obrigados a forçar nossa vontade para que ela tome decisões contrárias a inclinação de nossa índole má. Ainda assim podemos tomar decisões ruins? Sim, pois, a submissão voluntária não retira do homem a possibilidade de fazer escolhas erradas. Ele ainda está no controle e pode, em alguma situação, abandonar os conselhos bíblicos e seguir seus "instintos". É por esta razão que Cristo recomenda estarmos vigilantes em todo tempo (Mt. 26:41).

Qual a tua escolha hoje? Quer um conselho? Consulte a Bíblia antes e decida depois.

Que Deus te abençoe.

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