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Quem Fala em Nome do “Povo Brasileiro” ou da “Sociedade Brasileira?”

“...se vocês não concordam conosco, pelo menos, parem de falar em nosso nome.”

Eles costumam dizer na tevê que a sociedade brasileira é a favor da descriminalização do aborto (para não expor abertamente sua incoerência, disfarçam dizendo serem “as mulheres brasileiras”), dizem que as drogas são consumidas normalmente pela sociedade e por isso devem ser liberadas, afirmam que a “sociedade brasileira” aceita os novos modelos de famílias, incluindo indevidamente os pares transgêneros, dizem que o nu artístico é normal porque a sociedade brasileira do século XXI mudou. A partir de seu próprio “mundo”, informam aos demais que saímos da era das trevas para a luz, e por aí vai.

Inventam, diariamente, em programas de televisão e rádio, considerações de uma tal sociedade brasileira que não existe no Brasil. Na verdade, acham que sua realidade pessoal é a expressão da realidade social brasileira. É gente arrogante, confusa, que se meteram em problemas na vida pregressa, frutos de sua rebeldia familiar; atores e atrizes que, motivados pela fama e pela necessidade de “aparecer bem na fita”,  emitem opinião com base no “politicamente correto”, mesmo se contrário a suas convicções (precisam ganhar dinheiro fácil), profissionais da imprensa mentalmente corrompidos pelas viagens psicodélicas das drogas que experimentaram no tempo de faculdade se acham representantes de uma nova era de luz e conhecimento, tratando todos os que se lhe opõem como ignorantes, iletrados ou coisa que o valha. Ora, vejam só. Falam de uma sociedade brasileira que só existem em suas mentes deformadas e em seu mundo restrito que se estende até a janela do seu quarto.

Cerca de 57% da população brasileira é constituída de pessoas que professam a fé católica e cerca de 29% dizem ser evangélicos. Isto nos dá um total de 86% da população brasileira professando serem cristãos, ou seja, 175.440.000 (cento e setenta e cinco milhões, quatrocentos e quarenta mil) brasileiros, em 204.000.000 (duzentos e quatro milhões) dos habitantes neste país (dados de 2013).

Características dos brasileiros cristãos: São contra o aborto, são contra a união homo afetiva, são contra a prostituição, contra a exposição pública da nudez, contra as drogas (lícitas e ilícitas, exceto em tratamentos médicos), são contra a imoralidade, são contra baderna, são contra a violência em todas as suas formas, são contra os juros extorsivos e abusivos, e são contra outras inúmeras atitudes que atentam contra a ordem, a disciplina e a família tradicional.

Dito isto, quando qualquer pseudo especialista estiver na tela, ou em qualquer outro veículo de mídia, fazendo afirmações sobre a sociedade brasileira que esteja diferente deste padrão, é falácia. Na verdade, pregação. A ideia é permear a sociedade com mentiras a fim de convencer que é uma verdade (aqui está uma das razões do porque o alvo de suas barbáries são as nossas crianças. A capacidade infantil de identificar uma mentira e resistir-lhe é extremamente menor que um adulto – “É muito mais fácil deformar uma criança que convencer um adulto”). Alegam que a “sociedade brasileira mudou” (Só se mudou para alguma outra parte do mundo que não sabemos).

Um bom exemplo disto são os recentes casos de crimes praticados contra nossas crianças, contra a família e contra a moral da nação brasileira, ocorridas travestidas de exposição artística pelo Santander e pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo. Como a afronta rompeu com qualquer limite responsável, não poderia ter outra reação que não as que estão enfrentando. Não podemos aceitar que uma “minoria” tente modelar nossa sociedade com base em suas perversões e seus outros transtornos mentais.

As agressões perpetradas contra a sociedade brasileira (esta sociedade que os dados das pesquisas do IBGE afirmam existir aqui no Brasil) tem a reação que merecem. Imagine um pai de família (tenho duas filhas) tendo que achar “normal” uma apresentação supostamente artística onde crianças sejam estimuladas a tocar um corpo de um homem nu. Como pai, a vontade que me dá é (des)qualificar este pretenso artista, e seus comparsas, com uma série de adjetivos a “baixura” de sua estatura moral. Mas, vou manter-me no controle dos meus instintos mais primitivos.

Estes últimos acontecimentos demonstram o quanto afastado estão os que fazem e promovem esse tipo de arte e a população brasileira. A mídia expõe a atitude de quem protesta contra essas exposições como manifestação de conservadores, retrógrados, ditadores e fascistas. Nada mais fora da realidade, pois, são manifestações de pais e mães responsáveis que, esses, sim, representam o sentimento da população brasileira em relação as agressões que suas famílias vêm sofrendo.

Srs. da mídia, especialmente Globo, Bandeirantes, Veja e IstoÉ (ainda há outras), continuem forçando a barra e, depois, não reclamem do porque a lei e a ordem foi imposta a força. Aliás, caso não saibam, as autoridades constituídas são, legitimamente, os agentes da lei investidos de poder para fazê-la cumprir e ser respeitada, e essas leis são a expressão da “vontade da maioria da população brasileira”. Convém repetir de outra forma. Numa democracia, a “vontade” que prevalece é da “maioria” sobre a “minoria”. Não o inverso.

A sociedade brasileira não tem culpa das escolhas que vocês fizeram e fazem, não é culpada do seu convencimento de que a ideologia de esquerda é vanguarda no caminho para felicidade e paz social, a sociedade cristã brasileira não é culpada por vocês estarem perdidos e corrompidos pelo dinheiro e pela concupiscência carnal.

A sociedade brasileira, com base em seu perfil, pede que respeitem seu jeito de ser, seus conceitos, seus princípios, suas crenças e sua visão de mundo. Pede ainda uma coisa mais: se vocês não concordam conosco, pelo menos, parem de falar em nosso nome.

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